A gordinha II
Publicado em 2014-08-12 na categoria Contos eróticos / Fetiches


Eu deitei-me na cama, ansioso pelo cumprimento da proposta indecorosa que recebi. Sibele estava no banheiro e segundo ela, ia arranjar-se para mim. Ela disse para que eu me deitasse na cama e que ficasse exactamente como estava: roupa social, sapatos e gravata. Naquele dia tivemos uma reunião importante com algumas figuras da empresa, o que tomou praticamente o dia inteiro de trabalho.

Lá mesmo, na sala de reuniões, Sibele mandou-me passou uma mensagem de texto combinando a hora e o lugar que nos encontraríamos. E lá estava eu, ansioso, à espera que a putinha filha do chefe saísse do banheiro. Mas qual era a tão aguardada surpresa?

Enquanto eu aguardava, liguei a TV do quarto do motel. Claro que só tinha filmes porno e era isso mesmo que me interessava. Num canal uma mulher chupava um pau que devia ter uns 25 cm de cumprimento! Ela lambuzava-se, batia com a cobra gigante na cara, cuspia e foi assim até o negro derramar um litro de esporra na cara dela! Que absurdo! No outro, uma oriental era atolada no cuzinho por um rapaz que não parecia ter nem 18 anos de idade. Nunca vi uma oriental tão satisfeita em levar no cú. E fiquei vidrado nesse filme em particular, olhando para a cara de satisfação da oriental a levar com aquele pau. Ouvi a porta do banheiro abrir-se, então desliguei a TV.

Sibele saiu do banheiro, lentamente e olhando para mim com uma puta cara de safada. Ela usava um corpete vermelho, muito sensual. Os seus seios fartos pareciam saltar para fora, mas estavam controladamente firmes na peça. Uma cinta-liga da mesma cor, presa a uma meia-calça preta, mas quase transparente. Salto alto vermelho também e uma calcinha preta, pelo jeito muito pequena. Pedi para que ela girasse o corpo, para eu poder ver melhor o conjunto todo. Ela ficou de costas, empinou um pouco o corpo e pude perceber que decididamente era uma calcinha minúscula. Lentamente ela veio a caminhar na minha direção e eu ali deitado, à espera ansiosamente pelo momento que ela tivesse ali na cama.

Lentamente ela subiu para a cama, veio por cima de mim e deixou-me tonto de prazer com o seu perfume. Parecia coisa vinda do céu. Apoiada nos braços, ela ficou parada por alguns instantes a olhar para mim. Eu olhava para o seu corpo, dando uma atenção especial aos seios grandes que pareciam estar endereçados à minha boca. Tentei abocanhar, mas Sibele tirou com uma extrema habilidade. “Não, não, não… nada disso!” – Disse ela. Então relaxei e fiquei quieto e em silêncio.

Sibele lentamente passou a ponta da língua nos meus lábios. Os seus olhos ardiam numa chama intensa de prazer. O toque da sua língua faziam os meus pelos ouriçarem-se. Tinha a sensação de frio na barriga a cada poucos segundos. Ela passou a língua pelo queixo, pescoço e foi até à minha orelha. Mordeu de leve o lóbulo e cochichou: “Vou-te levar à loucura hoje!”.

Lentamente ela abriu a minha camisa. Tirou a gravata, a colocou-a perto das suas pernas. Abriu botão por botão, lentamente. Depois abriu bem a camisa, deixando o meu peito completamente exposto. Começou por beijar o meu umbigo e foi subindo até aos meus mamilos. Passou apenas a ponta da língua, arrancando-me suspiros altos. Mordiscou de leve, o que causou um pequeno incómodo. Mas nada insuportável. Beijou-me novamente na boca, enfiando a sua língua quente o mais fundo que pode. Tentei abraçá-la e envolvê-la nos meus braços, mas fui impedido por ela. Com uma cara de brava, pegou a gravata, alisou a peça e disse: “Vou-ter que prender meu menino mau!”

Como a cama não tinha cabeceira, ela amarrou os meus punhos. Uma mão presa à outra. Nada forçado, apenas para deixar claro que naquele momento eu estava preso. Ela então foi descendo, beijando novamente o meu peito, indo até ao umbigo. Parou no cinto e lentamente foi-o tirando. Atirou-o para o chão, longe dali. Abriu o botão da calça, desceu o zíper e começou a beijar o meu pau, por cima da cueca. Eu estava em estado de êxtase total. Ela percebeu e brincou com o membro teso. Passou a língua, sujando a minha cueca branca de batom. Claro que ela seria descartada logo que saíssemos dali. Então ela começou a tirar a calça, lentamente. Fiquei então quase nu, apenas de cueca, meias e camisa. E agora?

Sibele estava a levar-me a um tipo de prazer que até então eu não conhecia. Sempre fui o dominador, sempre estive no controle. Mas naquele dia eu seria o seu brinquedo. Seria usado por ela, descontado as vezes em que a falta de sensibilidade tão comum nos machos. Hoje eu iria aprender a dar prazer, sem esperar nada em troca.

Ela voltou para cima de mim. Tirou lentamente a minha cueca, exibindo o meu mastro erecto em posição de ataque. Pronto para batalha, pronto para ser usado. Mas não naquele momento. Sibele subiu para o meu corpo, virando-se de costas para mim. Sentou-se no meu peito, com aquele rabo enorme coberto apenas por uma calcinha preta finíssima! De tão fina, que era possível ver com total nitidez o seu cuzinho delicioso a piscar para mim. Tentei alcançar as suas nádegas com a boca, mas ela mostrou-se cheia de reflexos, tirando o rabo do meu alcance.

Ela então passou a brincar com a pequena peça, mostrando-se pra mim. Enfiava os dedos na calcinha, puxando de um lado para o outro. Uma v ez ou outra a sua rata ou o seu cuzinho eram descobertos da peça, deixando-me maluco de tesão, louco para cair de boca naquele corpo. Mas ela rebolava, mostrava-se, puxava com tanta força a calcinha, que ela estava quase a rebentar no seu rabo enorme. Então ela foi-se afastando para trás, ou seja, na direcção da minha cara. Foi quando ela finalmente enfiou o rabo na minha cara. Ou vice-versa, não sei dizer. Simplesmente ela sentou-se na minha cara, deixando-me sufocado pelo seu corpo em cima do meu. Sentia o cheiro da sua rata a sufocar-me deliciosamente. Ela começou a saltar na minha cara e eu com a língua esticada, tentava sem muito sucesso, fodê-la com a língua.

Sibele então parou de saltar. Agora ela abria as suas nádegas com as duas mãos, fazendo com que a sua rata ficasse completamente arreganhada para mim. A minha boca então pode desfrutar do seu delicioso sabor, bebendo o mel que escorria em abundância dela. Quando mais a língua a tocava, mais ela abria as nádegas. O seu cuzinho estava completamente visível para mim, mas como as mãos estava amarradas, eu não conseguia alcançar o seu olho. Mas conhecendo bem a Sibele, sei que ela adora uma língua no cú. E logo ela esfregava não apenas a rata, mas também o seu cuzinho também na minha boca. Sibele rebolava feito uma desesperada, com rapidez. O meu pau completamente duro, babava-se de tesão, era apenas segurado por ela. Sibele não aguentou e gozou na minha boca, deixando o meu rosto todo melado. Safada como ela só, Sibele saiu de cima de mim e foi até ao meu rosto conferir o seu orgasmo. Sibele lambeu então o meu rosto, aproveitando do gosto da sua própria rata na minha cara.

Achando que agora seria a minha vez, eu fiquei todo eufórico. Mas ainda não. Sibele subiu novamente para cima de mim, sentando-se na minha cara só que de frente para mim. Passou a rebolar, enquanto a minha língua trabalhava. Sibele apertava os seios enormes, gemendo alto e humilhando-me, dizendo para eu foder a sua ratinha. O tesão só aumentava e como as minhas mãos tinham ficado para baixo, aproveitei para me punhetar. Sibele novamente gozou, lambuzando a minha cara e repetindo o ritual de lamber a minha cara. Que putinha safada!

Depois disso deixei de me preocupar com o meu prazer. Passei a entender que dar prazer a alguém, proporcionava-me um prazer muito grande. Mas Sibele também pensava igual e o meu “castigo” chegara ao fim. Lentamente ela saiu de cima de mim, fazendo escorregar o seu corpo como uma cobra. Virou-se de frente para mim, mas com a cabeça bem pertinho do meu membro teso. Olhou para mim com aquela cara de vadia safada e abriu as minhas pernas. Então começou a lamber o meu saco, descontroladamente. A sensação era algo indescritível. Eu olhava para o seu rosto enfiado entre as minhas pernas, a lamber-me e a sugar-me as bolas e isso excitava-me cada vez mais. Ela deteve-se apenas nas bolas, enquanto a mão direita ensaiava uma punheta leve.

Sibele deixava-me cada vez mais louco e soltou as minhas mãos. Pegou na gravata e começou a brincar com a peça, enrolando-o no meu pau. Então mandou-me ficar de pé. Obedientemente pus-me assim como um ordenado. Ela ajoelhou-se na cama e enfiou-se debaixo de mim, com a cara enfiada nas bolas. A boca não parava, a língua era insistente e o meu prazer não se esgotava. Ela pendurou a gravata e segurando o membro, passou a batê-lo no seu próprio rosto, demostrando a sua total submissão. Ela então soltou o pau, indicando que queria apanhar com a vara. Então segurando o cacete, comecei a bater no seu rosto, na boca, esfregando o pau melado na boquinha dela.

Ela passou a masturbar-me constantemente, usando a boca encaixada sempre na cabeça do pau. “Dás-me o teu leitinho?”. Disse ela com um tom manhoso. “Dou sim minha putinha safada!”. Então com muito tesão, bastou poucos minutos. Senti a vontade de gozar a crescer dentro de mim de maneira gradual e quando vi que iria gozar, Sibele percebeu e abriu a boca. Segurei no pau e mirei dentro da boca dela, derramando o meu néctar no fundo da sua garganta. Sibele não perdeu tempo, abocanhando o meu pau, chupando e bebendo tudo que saía de dentro de mim. Eu curvo o corpo para trás, num sinal de puro prazer. O meu corpo estava descontrolado, trémulo. Segurei firme a sua cabeça e empurrei o meu pau o mais fundo que pude, fazendo Sibele engasgar-se. Mas ela recompôs-se e terminou tudinho. O pau ainda teso foi todo lambido por ela. Nenhuma gota ficou pra trás, nada de resquícios do meu gozo.

Sibele ainda ficou a brincar com o pau, passando-o pelo rosto. Baixei-me e dei um delicioso beijo na sua boca, dividindo com ela todo o meu prazer. Fomos depois para a banheira para tomarmos juntos um revigorante duche.

Os carinhos não cessaram e os nossos beijos safados foram ficando ainda mais intensos. Debaixo da água quente que caía nos nossos corpos, as mãos iam procurando pontos de prazer. Eu segurava as suas enormes nádegas, puxando para mim, encaixando a sua rata no meu pau. Enquanto a minha boca cuidava de mamar deliciosamente os seus seios fartos, mordendo os bicos rosados e fazendo Sibele gemer no meu ouvido. Da parte dela, as suas mãos não paravam de me masturbar deliciosamente. Saímos do duche direto para o sofá, com os corpos ainda molhados.

Eu estava faminto pela rata de Sibele. Já conhecia a delícia que ela tinha no meio das pernas. Atirei-a e abri-lhe as suas pernas e fui-me esgueirando entre elas. Comecei a beijar a perna, coxa e finalmente parei na virilha, a qual mordi e beijei incessantemente. Sibele gemia, entrelaçava as mãos entre os meus cabelos anelados, puxava a minha cara em direcção à sua vagina. Mas eu queria maltratá-la, deixá-la completamente em êxtase, antes que eu desse a bocada certeira. A sua rata rosada e lisa minava, escorrendo um delicioso mel pelo meio dela.

Foi então que passei a língua começando do cuzinho e subindo em direcção ao clitóris. Sibele contorcia-se enquanto a língua passava, colhendo o seu sabor e terminando no grelinho humecido. Fixei-me no grelo inchado e passei apenas a ponta da língua, soltando às vezes para descer até ao cuzinho. Depois voltava. Refiz o processo várias vezes e Sibele gozava sem parar, dando-me o seu néctar com fartura. Bebia tudo, sem desperdiçar nada.

De tanto gozar na minha boca, Sibele tremia. Então segurei na sua cintura e virei-a de quatro para mim. Ela empinou o seu rabo delicioso, dando-me a visão que eu tanto adorava: o seu enorme rabo empinado. E antes que alguém pense que ela tinha um rabo perfeito, lisinho e sem marcas, não era assim. Aliás mulher perfeita, só em revistas e com muito Photoshop. Mas assim como eu não me importo com isso hoje, eu também não me importava naquela época. Dei uma chapada bem dada em cada nádega, fazendo o rabo tremer todo.

Logo o sinal da mão apareceu e antes mesmo que ela gemesse, eu não me contive a ficar apenas a olhar, caindo de boca no meio das nádegas dela. Lambi o seu cuzinho com satisfação e prazer, abrindo as nádegas com as mãos e deixando o anel completamente à minha mercê. Enfiei a língua o mais fundo que pude, desejando aquele brioco, esfregando os dedos na rata dela, que gozava sem parar. Adoro uma mulher que goza sem medo, sem frescuras e sem se segurar. Quanto mais ela gozava, mas eu ficava tarado por ela.

Coloquei-me encaixado atrás dela. Apontei o pau para a sua rata, mas queria surpreender Sibele. Passei a ponta do pau melada na entrada do seu cuzinho. Depois melei um pouco mais na rata e voltei a colocar na entrada do cú. Fui empurrando e Sibele sem cerimónia, abriu as nádegas e aos poucos o pau foi sendo alojado. Com o pau todo dentro, comecei a tirar. Quando a cabeça ficou quase de fora, empurrei de volta, mas com força agora. Sibele gritou de dor, mas repeti tudo arrancando mais gritos e gemidos.

Logo os gritos eram de prazer constante. Ela balançava aquele rabo, rebolava e pedia mais. Atirou os cabelos para trás, os quais eu peguei e enrolei um chumaço na mão direita. Puxei com força, trazendo a sua cabeça para tráz, empinando ainda mais o seu corpo. Passei a foder Sibele com força, sentindo o seu corpo bater no meu e fazendo um barulho alto com o contato.

Sibele deitou-se e eu atrás dela. Encaixei o pau no seu cuzinho novamente e ela ditou o ritmo. Eu abria as suas nádegas com as mãos, deixando o movimento mais cadenciado. Enquanto isso eu beijava o seu pescoço, as suas costas, sentindo o seu delicioso perfume. Tirava o pau todo pra fora, depois encaixava e socava bem fundo. Sibele gozou várias vezes, tendo o seu rabinho preenchido pelo meu mastro duro.

Fizemos um delicioso missionário. Ainda permanecia a dar-lhe forte no seu cuzinho, beijando a sua boca e sugando os seus deliciosos seios. Então veio a minha vontade de gozar e tirando o pau de dentro do cuzinho, comecei a jorrar a esporra na sua barriga. O meu tesão era tão grande, que respingou do meu leite para o seu rosto. A sua barriga e seios ficaram completamente tomadas pelo meu sémen. Sibele passava as mãos, esfregando o prémio pelo seu corpo. Eu olhava para tudo aquilo, ainda a segurar o meu pau gozado, a bater com a cabeça no seu grelinho.

Depois de tanto gozar, restava-nos apenas tomar outro duche e prepararmo-nos para continuarmos as nossas vidas separadas pelo meu namoro. Mas Sibele tinha a cabeça feita e sabia que algo além disso, seria impossível. E ela aproveitava tudo o que podia, inclusive fazendo-me uma deliciosa surpresa no dia do meu aniversário.

 
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