A gordinha I
Publicado em 2014-07-29 na categoria Contos eróticos / Fetiches


Desde o momento que pisei naquela bendita empresa que havia algo no ar. Senti-me imediatamente atraído por uma bonita mulher que trabalhava lá. Notei que ela também reparou em mim. Mas como bom samaritano que sou, resolvi não arriscar nada de muito ousado com ela. Além disso, para complicar (ou melhorar) Sibele era a filha do chefe.

Mas tudo mudou numa festa de aniversário da empresa. Todos podiam levar a família, assim como eu não era casado, levei a namorada. Já depois de muitos comes e bebes, o pessoal estava bem mais solto. A minha namorada ‘tricotava’ com outras damas, enquanto eu mantinha uma conversa calorosa com os amigos de trabalho. E falando sobre mulheres, claro. Mas não das nossas esposas e sim sobre as colegas do escritório que estavam bem à vontade e completamente diferente do dia a dia. Para completar, Sibele não ficava para trás. O seu curto e decotado vestido deixavam todos admirados. Ela tinha uma estatura mediana, seios fartos, boca carnuda, coxas grossas. Era do tipo gordinha e isso – meus amigos – excitava-me muito.

Fui ao banheiro esvaziar a bexiga já lotada de tanta cerveja. Fiz o serviço e ao voltar topo com Sibele, também a ir ao banheiro. O clima ficou meio desconfortável mas mesmo assim trocamos rápidas palavras. O suficientes para que os meus olhos corressem por todo o seu corpo. O facto de ter bebido um pouco, lançou a minha vergonha para as urtigas e eu mais parecia um adolescente de quinta categoria. Segurando-me à parede, a conversa com a loira fluía naturalmente. Mas eu não podia arriscar, senão a minha namorada degolava-me ali mesmo. Disse que depois conversaríamos e ela concordou com um sorriso. Disse que me ligaria qualquer hora dessas. Piscou o olho direito e saiu rumo ao seu toilete. Estranho, mas gostei. Cheguei à minha mesa com o meu membro teso. Indisfarcável nesse momento.

Dias depois, já quase no fim do expediente, recebo uma ligação do chefe. Uma equipa de empresários estrangeiros iam chegar à cidade para uma visita à empresa. E eles iriam chegar ao fim da tarde. Como ele estava também a chegar de viagem, porém um pouco mais tarde, pediu quase que pelo amor de todos os santos que eu fosse receber os engravatados e os levassem para algum lugar. Ele concluiu que Sibele me ajudaria e que ficaria na empresa até à hora de irmos para o aeroporto. Droga! A cerveja gelada ia ter que esperar.

Alguns minutos depois Sibele chega. Estávamos a sós no escritório. Eu estava na minha sala a tratar de alguns documentos. A loira gostava mesmo de vestidos curtos e decotados, e isso deixava-me fora de mim. O seu corpo parece que foi feito para usar tais peças de roupa. Os seus seios ficavam enormes (haviam boatos de um implante, o que para mim não era nada demais.). O seu rabo ficava ainda maior e a vontade que dava, era de justamente partir para cima daquela putinha e fazer sexo com ela ali mesmo. Mas eu tinha que manter a fama de bom rapaz, quietinho e tímido.

Ela sentou-se na cadeira à frente da minha mesa. Conversamos um pouco, ela levantou-se diversas vezes, caminhando em volta, bebendo água, cruzando as pernas, até que eu fiz o mesmo. Levantei-me, mas sentei-me na beira da mesa. Quase que apenas apoiado. Ela olhava para o vazio enquanto falava e eu olhava descaradamente para o seu decote. Aqueles seios pareciam que iam saltar a qualquer momento. E caso isso acontecesse, eu cairia de boca neles, como um bébé louco por leite. O volume na calça foi inevitável. Estava em ponto de bala e antes que eu percebesse a minha ousadia, ela olhou. Estava feito! Ela viu o membro quase a pulsar de dentro da calça. Os seus olhos arregalados demonstraram a sua surpresa. Não contente com o olhar, ela ainda solta:

– Nossa! Que foi que te deu?

– Ah, desculpa-me. Foi imvoluntário... desculpa-me, por favor. – E tentei recompor-me.

Sibele não conteve o riso. Não foi uma risada de achar graça,  mas um riso de achar bom o que aconteceu. Voltei os olhos para ela e ela passava a mão direita entre os seios e o pescoço, engolindo em seco. Pelo jeito ela também ficou excitada. Então caminhei na sua direcção. Subitamente abri o zíper da calça, tirei o tecido da cueca de lado e expus o membro para fora. Sibele não se assustou, pelo contrário. Mordeu os lábios e abocanhou o pedaço de carne. Os meus olhos viraram de prazer. Curvei o corpo para trás, enquanto ela magistralmente mamava no meu cacete duro.

Ela passava a ponta da língua na glande e punhetava-me de leve o mastro, deixando-me louco. Então segurei a sua cabeça, enquanto empurrava mais e mais fundo na garganta dela. Aos poucos fui descobrindo até onde ela aguentava o talo dentro da boca. Ela engasgava-se e quando eu tirava o pau, um fio grosso de saliva formava-se a partir da mesma. O meu pau estava completamente molhado, liso e brilhante. Segurei no seu pescoço, apertei até ela ficar vermelha. Depois dei um delicioso e safado beijo na sua boca, experimentando o gosto do meu próprio cacete na boca dela. As nossas bocas ficaram seladas e meladas pelo prazer.

Eu estava a dominar aquela putinha safada. Dei uma bofetada de leve na cara dela, que me olhava com um intenso olhar de devoção e prazer. Voltei a beijá-la e vi que ela gostava. Então dei outra bofetada, mais forte agora. E empurrei o pau goela dentro, fazendo-a lacrimejar e borrar aos poucos a maquilhagem dos olhos.

Sibele não se segurou e enfiou a mão por baixo do vestido curto. Ajeitou os dedos e passou a masturbar-se. Pedi os seus dedos melados e ela trouxe-os até à minha boca. Lambi os dedos molhados e gostosos, um a um. Ela voltou os dedos para a sua rata ardente e chupou-me com mais intensidade ainda. Sibele então começou a gemer mais alto e o gozo veio em seguida. Mas eu queria mais.

Levantei a Sibele da cadeira e deitei-a sobre a minha mesa. De costas para mim, com o vestido já todo amassado, ajoelhei-me por trás dela, levantei o vestido e comecei a dar umas chapadas naquele rabo branco. Ela gemia alto, rebolava a cada bofetada. Ela olhava para trás com uma cara de satisfação, empinando mais ainda aquele rabo gordo. Era isso que me atraia nela. O facto dela ser uma gordinha, gostosa, isso deixava-me maluco. O meu tesão por aquele rabo grande e suculento era incontrolável!

As suas nádegas já estavam todas vermelhas, quando enfiei a minha cara no meio das suas pernas. Suguei a sua rata melada, passando a língua por onde eu conseguia. Fui até ao seu cuzinho rosado que piscava com as lambidas. Abri o rego das suaa nádegas mais, aprofundando o meu rosto nelas. Socava sem dó a língua no meio das bofetadas. Enfiei dois dedos na rata escorregadia de Sibele, que gozou mais uma vez na minha boca. Eu sorvia do seu mel com todo o prazer do mundo.

Levante-me e deitei a Sibele na minha mesa. Ver aquela mulher deitada na minha mesa completamente arreganhada excitava-me muito. Coloquei as suas pernas nos meus ombros, beijei os seus pés e fui descendo lentamente pelas pernas. Beijei e lambi cada centímetro. Parei na virilha, coberto com pouquíssimos pelos macios. Deixei a região toda babada com a minha boca gulosa. Sibele não se controlava e gemia alto, pedindo mais da minha boca. Eu atendia aos seus caprichos, lambendo apenas ao redor da sua rata. Finalmente dei o golpe certeiro, abocanhando o seu clitóris inchado. Passei a ponta da língua insistentemente, fazendo Sibele ter espasmos de prazer. Vieram vários orgasmos, um atrás do outro.

Voltei a colocar as suas pernas nos meus ombros, encaixando a minha pélvis. Coloquei a cabeça do pau na entrada e empurrei lentamente, sentindo o membro deslizar na gruta quente e molhada. Os movimentos eram lentos, mas logo intensificaram-se. Entre gemidos de prazer, Sibele gozava fartamente e sem nenhuma timidez. Eu apertava o seu pescoço, enquanto metia se dó na putinha filha do meu chefe.

Tirei a Sibele de cima da mesa e coloquei-a encostada, quase debruçada. Ela entendeu o recado, empinando o seu rabo pra mim. Sem pena nem piedade, coloquei a cabeça na direção certa e soquei forte e fundo no seu útero. Sibele deu um salto para frente. Foi prazer e dor ao mesmo tempo, do jeito que ela gostava. Passei a fodê-la com intensidade, com força. Dei-lhe chapadas e mais chapadas nas suas nádegas, puxei os seus cabelos para trás com força, tal qual uma égua no cio. Era intenso, comê-la, daquela forma. Entretanto não faltaram palavras de incentivo: “Isso putinha, rebola na minha vara! Vai cadelinha, sente o meu pau a rasgar-te toda! Toma vagabunda, toma chumbo! Ah, como é bom comer a filhinha do chefe!”. Isso excitava-a mais ainda e mais ela pedia para eu continuar a humilhá-la.

Com Sibele de quatro, eu tinha uma perfeita visão do seu corpo. Adoro uma mulher de quatro e ver o rabo bater no meu quadril. Mas adoro também ver um cuzinho doido para ser preenchido. E pensando nisso, deixei cair um fio de saliva no cuzinho de Sibele e lentamente fui introduzindo o meu dedo médio. No começo ela esquivou-se, mas sem muita saída, o dedo foi entrando. Sibele gemia mais, com um pouco de dor presumo. Mas depois era apenas prazer. Ela rebolava com mais intensidade. Quando vi que ela já se tinha acostumado, coloquei outro dedo. Eram dois agora dentro daquele cuzinho, que mastigava os meus dedos. Fui socando mais fundo e aumentando o ritmo. Quando vi que dois dedos eram suficientes, tirei-os e coloquei a cabeça do pau. Sibele não se mostrou contra. Deixei outro fio de saliva, deixando-lhe o olho bem molhado.

Lentamente fui introduzindo o meu pau, enquanto Sibele usava as duas mãos para abrir as nádegas. A chapeleta entrou e logo o corpo do pau foi deslizando. Com todo o membro dentro, esperei alguns segundos para que ela se acostumasse com o volume dentro de si. Depois fui aumentando o ritmo, estocando cada vez mais rápido. Aumentei ainda mais e logo eu fodia aquele rabinho gostoso. Sibele gritava de prazer, pedindo mais, enquanto os seus dedos cuidavam da sua rata ensopada. Estava muito bom, muito intenso e eu não aguentaria muito tempo. Então anunciei o gozo e jorrei o meu leite quentinho dentro daquele cuzinho apertado. Sibele rebolava sem parar e mais, gozou comigo.

Já estávamos em cima da hora. Arranjamo-nos e fomos directo para o aeroporto. Entramos no carro dela, importado de luxo, para poder causar uma boa aparência aos visitantes. Ainda bem, já que o meu quatro rodas não iria impressionar ninguém. Ela pediu-me para eu conduzir porque estava muito alterada.

Acelerei rumo ao aeroporto. Seria uma viagem de pelo menos 20 minutos até lá. Mas com o trânsito atual, a viagem demoraria um pouco mais. E o nosso temor era de chegarmos atrasados para pegarmos o pessoal no desembarque. Mas não poderíamos fazer nada, afinal, não podíamos sair dali a voar. Para complicar, um infeliz resolveu bater na traseira de um camião, causando um engavetamento de outros quatro carros. Ninguém ferido gravemente pelo menos. Mas teríamos que esperar e o atraso parecia inevitável.

Conversávamos sobre a loucura que tinhamos feito lá no escritório e estávamos como dois adolescentes que descobrem o sexo pela primeira vez. No começo um pouco sem graça, mas depois estávamos a rir descontraídos. Enquanto falávamos o meu pau dava sinais de vida, ficando rígido por baixo da calça. Sibele percebeu e passou a mão na minha coxa. Foi subindo e começou a acariciar o meu membro, que sobressaiu da calça com o volume. Sibele fazia de novo aquela mordidinha de canto de boca que me deixou louco anteriormente. Lentamente ela foi abrindo o zíper e tirou o cacete para fora. O pau saltou.

Olhei para os lados, mas lembre-me que o carro tinha os vidros fumados. Impossível de ser visto do lado de fora. Sibele não pensou duas vezes e caiu de boca no meu pau. Ela chupava e punhetava com uma maestria suprema. Babava-se no meu pau, batia com ele no rosto. Eu apertava a sua cabeça, atolando o pau no fundo da sua garganta. Ela adorava, olhando para mim com cara de ‘quero mais’. Estiquei o meu corpo o máximo que pude, deixando as pernas mais à vontade para que ela me chupasse sem problemas. Ainda bem que era um carro automático, o que me livrava de estar a meter mudanças. Ela então pode trabalhar com tranquilidade.

Sibele passou a pôr os seus seios no meu pau, batendo com ele nas tetas e depois chupando. Logo o pau estava completamente molhado, cheio de tesão por ela. Eu aproveitei para estender a mão e puxando-lhe a saia para cima, ia-lhe acariciando as coxas. Enquanto ela me fazia o broche, eu ia gemendo de prazer, acelerando lentamente e travando ao sabor do engarrafamento. Então, depois de uns 20 minutos de acção, anuncio que me vou vir.

Ela capricha ainda mais ao sugar-me a verga e ao sentir os jatos de esperma, aperta os lábios para receber tudo na sua boca, assegurando-se que nem uma gota se escapava. Ainda com a minha verga na boca, sinto-a sugar e engolir tudo. Depois volta a chupar-me até a deixar limpa.

Depois daquele momento delicioso, seguimos para o aeroporto. Completamente nervosos, mas com a missão cumprida. E depois das reuniões e de deixarmos os visitantes no hotel, ainda fomos terminar a noite magistralmente num motel...

 
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