Aliens
Publicado em 2014-10-21 na categoria Contos eróticos / Fantasias


Enquanto eu tratava da cozinha, o meu marido e os meus filhos assistiam a um filme, findo o qual, foram-se deitar. Eu continuei nas minhas tarefas domésticas durante mais meia hora. Ao terminar, estava tão transpirada que a roupa parecia colar-se ao meu corpo que "fervia", pelo que decidi ir tomar um duche frio.

Despi-me e meti-me debaixo do chuveiro. Talvez fosse pelo intenso calor daquela noite, mas eu estava particularmente excitada. Só passados alguns minutos é que percebo que ao passar o gel de banho pelo meu corpo, estou também a acariciar-me, o que faz com que a minha excitação se torne mais intensa.

Apesar de ser casada e bem casada, não me queixo da minha vida sexual, apesar desta não ser muito regular, isto é, por vezes ando sem interesse nenhum, mas outras ando com uma grande fome de sexo. E esta noite é um desses dias e para piorar tudo, o meu marido já dormia profundamente.

Já me masturbei muitas vezes. Faço-o com naturalidade sempre que sinto uma necessidade de me satisfazer, porém faço-o sempre ás escondidas e nunca confessei ao meu marido que o faço, até porque aproveito esses momentos mágicos que passo comigo mesma para fantasiar e atingir belos orgasmos.

Acaricio com toda a calma do mundo os meus seios, fazendo círculos com a espuma e apalpando-os. Depois deslizo as minhas mãos cheias de creme pelo meu corpo, concentrando-me no meu clitóris, enquanto a minha outra mão percorre incansável toda a minha pele, desde o meu baixo ventre até ao meu pescoço.

Encostada à parede, com a água fria a escorrer pelo meu corpo escaldante, gemo em voz baixa, enquanto me balanço e contorço ao sabor do prazer que as minhas carícias me proporcionam, até que alguns minutos depois gozo um belo e intenso orgasmo. Fecho as pernas como que tentando proibir o acesso dos meus dedos ao meu grelinho, mas estes conseguem continuar o seu trabalho.

As minhas pernas fraquejam ao ponto de me fazer deslizar para baixo até ficar sentada na banheira de pernas bem abertas enquanto continuo a masturbar-me, agora com o jacto da água a incidir directamente sobre o fogo que existe entre as minhas pernas.

Terminado aquele momento de prazer, termino o meu banho, envolvo-me apenas numa toalha e aproveitei para levar o cesto da roupa que já estava cheio à lavandaria. Tiro a roupa que estava na máquina de lavar para outro cesto e introduzo a roupa para lavar. Depois vou até ao alpendre junto à lavandaria para estender a roupa lavada. Era uma noite de verão quente e estranhamente silenciosa

Nós moramos numa grande quinta agrícola. A nossa casa fica uns 50 metros afastada da estrada e não temos vizinhos nas redondezas. A povoação mais próxima fica a meia dúzia de quilómetros. De repente vejo um pequeno clarão no céu. Ao olhar para cima vejo o que parece ser uma pequena bola de fogo a cruzar o firmamento. Esta transforma-se no que parece ser um fragmento incandescente que continua a cair até desaparecer ao longe.

Fico fascinada com a observação da queda daquele meteorito. O universo tem coisas mesmo incríveis. Entro a pensar que no dia seguinte vou ter uma novidade para dar à minha família. Algures a sul da nossa quinta tinha caído um pedaço de rocha do céu. Ia ser um dia diferente para nós que qual Indiana Jones, íamos procurar o rasto daquele meteorito. Já imaginava o sucesso que os meus filhos fariam na escola com ele.

Chegada ao quarto, tirei a toalha e deitei-me toda nua na cama, cobrindo-me apenas com o lençol.  O meu marido já ressonava. Toco-lhe com o cotovelo para que se cale, mas ele só deixa de ressonar durante dois ou três segundos, retomando com aquele barulho irritante. Os minutos vão-se passando e eu não consigo adormecer por isso levanto-me, visto a camisa de noite e vou dormir para o quarto de hóspedes.

Dispo-me e deito-me sobre a cama. O calor é tanto que eu sinto que estou novamente a começar a transpirar. Naquele momento não evito pensar em sexo e assim que essa ideia me assalta a cabeça, sinto-me imediatamente molhada entre as pernas, começando a esfregar uma perna na outra para tentar aplacar a vontade.

Fecho os olhos e muito lentamente começo a acariciar-me. À vez, vou molhando os dedos na minha boca para depois os introduzir na minha vagina, voltando depois a enfiá-los na minha boca para saborear os meus próprios fluídos. Enquanto vou acariciando a minha rata, de pernas bem abertas, começo a gozar de prazer até que um gemido mais alto lembra-me que alguém pode entrar.

Levanto-me e apresso-me a trancar a porta à chave. Ao regressar à cama percebo uma claridade no exterior da casa que ilumina a janela. Aproximo-me e espreito pela portada fechada, mas a luz desapareceu. Abro a portada e verifico que a noite continua estranhamente muito silenciosa. Permaneço na varanda do primeiro andar durante alguns minutos na expectativa de ouvir alguma coisa, mas nada. Fecho-a e regresso à cama para continuar com a minha sessão de prazer.

Novamente deitada na cama recomeço com as minhas carícias. Enquanto ia enfiando os dedos de uma mão na minha rata, ia chupando os outros, para depois trocar. De repente saio do meu transe erótico porque parece-me ouvir ruído dentro do quarto. Não sei ao certo o que tinha sido, mas ouviam-se passos como que de patas de caranguejos.

Acendo a luz da mesa de cabeceira e olhando à minha volta não vejo rigorosamente nada. Apago-a e volto a concentrar-me nas minhas carícias, quando volto a ouvir aqueles passitos. Decido ignorá-los, aquilo devem ser ratos no sótão. Mas aquele barulho começa a intrigar-me porque parece mesmo dentro do meu quarto.

Volto a acender a luz, mas não vejo nada. Parece que o calor está a causar-me alucinações. Desta vez deixo a luz acesa mas coloco uma fronha sobre ele para escurecer o ambiente. O quarto fica quase na penumbra. Eu recosto-me para trás e volto a acariciar o meu corpo.

Apalpo os meus seios até ficar com os bicos duros. Depois puxo-os para cima para os chupar e lamber enquanto esfrego as minhas coxas uma na outra. Por fim abro-as bem e com ambas as mãos começo a acariciar a minha rata, introduzindo nela os meus dedos que à vez, vou levando à boca, simulando em cima e lá em baixo os movimentos de vai e vem.

Depois de saborear os meus fluídos, encaminho rapidamente a mão até á minha rata, acariciando o meu corpo pelo caminho enquanto esfrego a outra pela minha cara. Nesse momento ouço novamente aqueles passitos. Tiro a mão da cara e ergo-me um pouco. Um vulto salta para a minha cara agarrando-se à minha cabeça enquanto algo envolve o meu pescoço apertando-o.

Levar com aquilo na cara faz-me cair para trás e ainda antes de cair sobre a almofada, consigo perceber que algo se abre por baixo daquela coisa de onde sai uma coisa móvel que entra pela minha boca, chegando quase até à minha garganta. Tento gritar mas não consigo. Completamente aterrada, fico estática sem conseguir mexer um único músculo do meu corpo.

Ao olhar á minha volta, pelo canto do olho vejo outros vultos como aquele. São uns seres muito estranhos. Têm o tamanho um pouco maior que uma bola de futebol, mas achatada até ao meio. Têm o que parece ser uma carapaça e várias patas pretas, finas e compridas como as das aranhas e uma longa cauda que mais parece uma serpente.

Assim que olho novamente para cima, consigo entrar perceber o que parecem ser uns olhos muito escuros que parecem hipnotizar-me. Não sei como, mas aos poucos vou perdendo o medo, a minha respiração volta ao normal, bem como os meus batimentos cardíacos. Naquele momento sinto que aquela coisa está a controlar-me.

Então aquele ser começa a fazer um vai e vem ritmado enquanto solta pequenos guinchos. Aquele membro começa a tornar-se mais grosso até ficar com o diâmetro de uma banana. Ele é frio e bastante viscoso. Curiosamente, apesar dele chegar mesmo até à minha garganta, dificultando-me um pouco a respiração, não sinto qualquer vómito, antes pelo contrário, estou até a sentir prazer.

Sinto outros seres a caminhar sobre o meu corpo e um em particular coloca-se entre as minhas pernas e introduz-me na vagina o seu respectivo membro, começando também ele a fazer os movimentos de vai e vem ritmados enquanto vai soltando pequenos guinchos. Os seus membros parecem línguas, ora lisas, ora rugosas, ora duras, ora maleáveis e por vezes mexiam-se como se estivessem a rabiar.

Em condições normais acharia tudo aquilo repugnante, mas por qualquer razão que eu desconhecia, aqueles seres parece que conseguiam controlar parte das minhas emoções, fazendo com que eu não os temesse e ficasse submissa enquanto eles faziam aquele tipo de sexo comigo.

Agora já me consigo mexer, mas não faço rigorosamente nada para os afastar, pelo contrário, agarro-me com força aos lençóis porque estou a começar a gozar um intenso e muito prolongado orgasmo. Nisso sinto algo muito frio a escorrer para dentro da minha vagina. Parecia que estavam a jorrar água gelada para dentro de mim.

Percebo o que aquilo é quando do ser que está agarrado à minha cara também jorra aquele líquido frio que escorre directamente pela minha garganta abaixo. Consigo senti-lo a descer até chegar ao meu estômago. Eles tinham acabado de se vir.

O que estava agarrado à minha cara solta-me, mas antes que eu pudesse reagir, já outro tinha tomado o seu lugar, introduzindo-me o seu membro na boca e começando com o vai e vem. O mesmo acontece entre as minhas pernas, assim que aquele ser sai, é substituído por outro, não sem antes ter parecido haver uma luta.

Assim que eles começam a penetrar-me, o meu prazer volta a subir em flecha, como se alguém tivesse ligado um interruptor. O prazer que sinto é tão intenso que faz-me delirar e gozar como nunca até gozar novo orgasmo, tão intenso e prolongado como o anterior e desta vez, como na anterior, voltei a ser brindada com aqueles líquidos gelados na boca e na vagina.

Satisfeitos nas suas intenções deixam-me e retiram-se, sendo novamente substituídos por outros dois. Para além do imenso prazer que sinto, parece-me começar a sentir algo estranho dentro de mim. O sémen que jorraram no interior da minha vagina parece estar a fazer algum efeito. Depois de o continuar a sentir, ainda frio dentro de mim, como que a encaminhar-se para o interior do meu útero como se tivesse vida e quisesse chegar aos meus ovários.

Alguns minutos depois, enquanto ainda era penetrada por aqueles dois seres e gemia de prazer, começo a sentir-me cheia. Nesse momento o ser que estava na minha cara solta-me e afasta-se, mas o outro continua com o vai e vem. Ao olhar para baixo vejo o minha barriga crescer muito lentamente, como se estivesse a ter uma gravidez instantânea.

E parece que é isso mesmo que está a acontecer. Aqueles seres tinham acabado de me engravidar, só que esta não ia durar nove meses, mas apenas alguns minutos. Durante cerca de uma hora, ela vai crescendo enquanto eu gozo novos e contínuos orgasmos com aqueles pequenos seres a substituírem-se entre as minhas pernas.

Então a minha barriga, já enorme, começa a mexer-se, ou melhor, algo parece mexer-se dentro dela. Eu continuo incrivelmente calma. Então começo a sentir algo a sair de dentro de mim. Não consigo ver o que é, mas parece que estou a dar à luz os filhos daqueles seres.

Não sinto quaisquer dores, mas depois de ter feito sexo durante quase duas horas mais estes longo minutos a parir, fiquei tão exausta que caí rapidamente no sono. Ao acordar pela manhã, lembrava-me claramente de tudo o que tinha acontecido. "Que estranho sonho" pensei.

Sinto-me estranhamente bem e muito satisfeita. Tenho um sabor estranho na boca e sinto a minha rata dorida. Ao levantar-me vou à casa de banho e ao olhar para o espelho vejo uma ligeira marca vermelha à volta do meu pescoço...

Não sabia o que pensar. Aquilo era demasiado incrível para ser verdade, mas aquelas marcas... teria eu conseguido fazê-las a mim mesma?

 
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