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A nossa empregadaPublicado em 2015-03-03 na categoria Contos eróticos / Hetero
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Em casa sempre tivemos empregadas externas que cumpriam um horário de trabalho normal, entrando de manhã e saindo à noite ocupando-se de todos os afazeres da casa, como cozinhar, limpar e tratar da roupa. Quando esta se reformou, os meus pais contrataram uma nova. Só a conheci quando entrei de férias na faculdade. Ela era uma senhora alta, bem parecida e com um corpo jeitoso para a idade...Logo no primeiro dia fiquei com uma boa impressão da senhora. Chamava-se Emilia. Era muito educada, pessoa de uma grande simplicidade, notava-se que era muito humilde e algo tímida. Começou por me tratar por senhor, mas corrigi-a dizendo que me podia chamar pelo nome. Ela sorriu, mas manteve o o diálogo sempre na terceira pessoa, "você isto", "você aquilo" ou "o Pedro quer...", "o Pedro vai...". Naquele meu "primeiro dia em casa", estive a desfazer as malas. A Emilia muito solícita, fez questão de me ajudar a arrumar as minhas coisas. Enquanto o fazíamos fomos conversando um com o outro, procurando conhecermo-nos melhor. Fiquei a saber que tinha 46 anos de idade, era casada e tinha 3 filhos, todos rapazes. Trabalhou desde os seus 15 anos numa fábrica de calçado até à falência desta, quando ela e o marido que também trabalhava lá, vieram embora com uma mão à frente e outra atrás, que é como quem diz, com vários ordenados e subsídios por pagar. Também não receberam qualquer indemnização, o que os deixou numa situação muito difícil. Tinham a casa para pagar, os filhos a estudar, por isso tiveram que fazer pela vida. O marido ia trabalhando aqui e ali e ela decidiu dedicar-se às limpezas nas casas das senhoras, até que uma lhe falou que a minha mãe procurava uma empregada fixa e que pagava um bom ordenado. Então aproveitou. Mesmo fazendo mais horas que numa fábrica, no final do mês compensava porque os meus pais pagavam muito bem, pagavam-lhes as horas extra que fazia e mais importante, pagavam a tempo e horas! Os meus pais são pessoas que saíam de casa antes das 8 da manhã e só regressavam já perto das 8 da noite. O meu pai trabalha como vendedor num concessionário da Mercedes-Benz, enquanto a minha mãe tem um pronto-a-vestir feminino. Como homem que sou, não evitei tirar-lhe as medidas sem que ela notasse. Ela era uma mulher alta para a média, era relativamente bonita, sem ser um beleza de arrasar e tinha um físico "másculo", isto é, era assim para o corpulenta, mas sem ser gorda. Usava uma blusa sem mangas e com um pequeno decote, mas o generoso volume das mamas percebiam-se perfeitamente. Eram mais ou menos grandes tanto no formato como no volume, mas nada de exagerado. Usava o cabelo bastante curto e pintado. Não tinha uma cintura de violão, talvez o seu único ponto negativo, mas era larga de anca e tinham um traseiro a puxar para o volumoso. Usava uma saia escura que lhe ficava um pouco acima do joelho, permitindo ver um pouco das suas grossas coxas. Eu aproveitei a primeira semana de férias para rever amigos, saindo de casa de manhã e só regressando ao final do dia, até que a meio da segunda semana, tive uma avaria no meu carro. Liguei para a assistência de viagem e mandei o carro para o meu mecânico, regressando a casa de autocarro, cujo trajecto passava a uns 100 metros de casa. Ao chegar a casa, entro e desço até à garagem. Ao percorrer o corredor e passar por um quarto de arrumos onde a minha mãe guarda algumas peças de roupa, vejo a Emilia a ver-se à frente do espelho do guarda-fatos. Este é embutido na parede e as portas são completamente espelhadas. Parei e fiquei a olhar para ela. Sem perceber a minha presença, ela ia virando-se de um lado para o outro vendo como lhe ficava um vestido. A roupa dela estava espalhada sobre a pequena cama. Percebi de imediato que ela estava a provar nela um dos vestidos da minha mãe. Além de se pavonear frente ao espelho, passava as mãos pelas laterais do seu corpo como se estivesse a confirmar que lhe assentava bem, também agarrava os seios com ambas as mãos, juntando-os ou subindo-os e olhando-se de perfil no espelho. Já satisfeita tirou-o, ficando apenas com uma lingerie. Foi então que ao virar-se para pegar noutro vestido que olhou para a porta e viu-me. Dando um pequeno grito com o susto, empalideceu de imediato. Agarra na roupa dela e tenta tapar-se e esconder-se no canto. Dou um passo em frente e apressei-me a pedir para se acalmar. Ela visivelmente constrangida, a gaguejar, pede mil desculpas. Repetindo o meu pedido para ter calma, aproximo-me dela. Sem querer fico com uma erecção involuntária ao ver todo aquele corpo semi-desnudo. Ela não olha para mim e continua a pedir desculpa. Segurando-a pelos ombros faço-a endireitar-se e peço para que olhe para mim, o que faz ao fim de alguns pedidos. Então calmamente digo-lhe para não se preocupar, para ter calma e que não havia nada para desculpar, ela só estava a provar umas roupas que a minha mãe já não usava e que muitas vezes acabava por ir para o lixo. Ela ficou surpreendida com o que lhe disse, mas noto no seu olhar um grande receio. Olho para o seu corpo e ela reage, tapando-se como pode. Peço novamente para ter calma e digo-lhe num tom de voz suave que ela não tem nada de que se envergonhar até porque se estivéssemos numa praia ela ia estar daquela mesma forma, com a diferença que em vez de estar com roupa intima, estava de bikini. Rapidamente tomo a iniciativa e dizendo-lhe que conhecia um vestido que lhe ia cair muito bem, faço-a endireitar-se, colocando-a frente ao espelho. Abro uma porta lateral do armário e retiro um dos vestidos que ali se encontrava protegido por um plástico. Entrego-o o peço-lhe para o vestir. Ela recusa dizendo que não queria abusar mais. Tive que insistir uma e outra dizendo-lhe que já que tinha começado por que não ver mais alguns? Por fim convencia-a e ela lá o vestiu. Era um vestido justo azul e comprido até aos pés com uma racha lateral que chegava a meio da cocha. A parte superior era de alças e tinha um generoso decote. As costas eram completamente abertas até quase às nádegas. Ficava-lhe algo apertado, mas a custo, serviu. Coloquei-me atrás dela e pousando as mãos nos seus ombros perguntei se gostava. Respondeu que era bonito. Disse-lhe então que aquele vestido fazia sobressair toda a sua beleza. Ela corou, sorriu timidamente e baixou o olhar. Nesse momento as minhas mãos descem um pouco e faço-lhe os carícias nos braços dizendo-lhe que quem diz a verdade não merece castigo. Voltei a elogiá-la enquanto olhava para os seus seios que pareciam querer sair pelo decote. Aproximo-me dela, encostando-me a ela. Assim que sente o contacto do meu corpo, tenta afastar-se mas eu seguro-a pedindo para ter calma. Ela atrapalhada responde que tem que ir porque tem muita coisa para fazer, mas eu impeço-a dizendo que agora ela tinha uma coisa mais importante para fazer. Surpreendo-a dizendo que ela não saía dali até escolher 3 vestidos para ela. Ela recusa mas eu insisto. Apesar de continuar a recusar a minha oferta, eu vou contra-argumentando. Enquanto o faço vou-a elogiando e insisto que uma mulher com um corpo tão bonito merece o melhor. Noto que ela não está à vontade mas ainda assim encosto-me a ela novamente. Ela faz um movimento brusco para se soltar e consegue, mas com a pressa e como o vestido lhe ficava muito justo, acaba por o rasgar. Fica desesperada com o que acaba de fazer, amaldiçoando a sua pouca sorte. Quando lhe digo o preço daquele vestido ela fica pasmada, dizendo que tinha que trabalhar um ano para poder pagar um vestido daqueles. Esclareço-a dizendo que os vestidos que estavam naquele canto eram todos de alta costura e andavam todos por aquele preço. Noto a aflição no seu olhar, leva as mãos à cara perguntando o que ia fazer da vida. Aproximo-me dela abraçando-a e pedindo para ter calma porque tudo na vida tem solução. Ao dizer isto começo novamente a acariciar-lhe um braço. Permanecemos alguns segundos em silêncio até que ela diz que é melhor tirá-lo antes que o estrague mais. Assim que o tira, estendo-o sobre a cama que já tinha uma "montanha" de roupa, ficando a olhar para o rasgão enquanto abanava a cabeça de um lado para o outro, negativamente. Volto a aproximar-me dela e encostando-me a ela, seguro-a gentilmente pelos braços sussurrando-lhe ao ouvido que se ela quisesse eu podia resolver o seu problema. Ela engole em seco mas não diz nada. Agarro-lhe nas alças do sutiã e faço-as deslizar para baixo lentamente. Ela coloca uma mão na cara, como se estivesse a tapar os olhos e continua sem dizer nada. Desaperto-o e deixo-o cair. Ela reage, tapando os seios. Enquanto a vou acariciando, começo a dar-lhe pequenos beijos pelo pescoço e ombros. Então faço-lhe um longo lingado no pescoço fazendo-a estremecer. Depois agarro-lhe os braços e faço-os descer, deixando-lhe os seios bem visíveis frente ao espelho. Comento que são muito belos e agarro-os para os acariciar. Ela mantém-se imóvel com os olhos fixos no vestido rasgado no chão. O corpo dela começa a ter tremores e ela fecha os olhos. Pede-me para parar, mas sem grande convicção. Dando-me por satisfeito de tanto lhe beijar o pescoço e de lhe apalpar as mamas, desço as minhas mãos pelo corpo dela, fazendo-lhe carícias circulares até que chego à calcinha, fazendo-a deslizar pela anca até a deixar aos seu pés. Então,mantendo-me atrás dela, com uma mão apalpo-lhe uma nádega e com a outra a rata. Ela reage ao meu toque de imediato, soltando um gemido e inclinando-se um pouco para a frente. Enquanto a vou acariciando, vou-lhe sussurrando ao ouvido palavras elogiosas e de como me excita. Continuando de olhos fechados, limita-se a ficar estática, deixando-me mexer-lhe à vontade. Apresso-me a desapertar as minhas calças, tiro a minha verga já dura como o aço para fora e encosto-a ao rego das suas nádegas, começando a esfregá-la para cima e para baixo. Ela reage novamente assim que a sente encostada a ela soltando outro gemido e contorcendo-se. Enquanto me masturbo contras as suas nádegas, vou-lhe acariciando o grelo ainda seco com uma mão enquanto a outra lhe apalpa uma das mamas. Naquele momento ela faz-me lembrar uma presa que não vendo escapatória entrega-se à sua sorte nas mãos do seu predador. Sei que ela nada fará para se opor e que vai-me deixar comê-la, por isso tomo todo o tempo para me alongar nas carícias. Não tenho pressa e quero desfrutar aquele momento ao máximo. Depois de algum tempo a masturbar-me entre as nádegas, faço a minha verga deslizar por baixo delas, começando agora com um vai e vem ao longo dos seus lábios vaginais. Ela continua com os tremores corporais, agora mais perceptíveis. Como o meu vai e vem desequilibram-na, ela estende um braço para se apoiar no espelho enquanto leva a outra à cara como que tapando-a. Noto a sua respiração mais ofegante e sou até capaz de jurar que já sinto alguma humidade entre as suas pernas. Os seus mamilos também estão ligeiramente erectos, não sei se como reacção directa às minhas carícias ou se ela está a começar a sentir algum prazer. Não aguento muito com aquilo com a minha excitação a começar a falar mais alto, por isso, puxo-a um pouco mais para trás e faço-a inclinar-se um pouco para a frente. Ela segura-se com ambas as mãos contra o espelho enquanto eu faço a minha verga deslizar contra os seus lábios vaginais até a sentir à entrada da gruta mágica. e então sem aviso prévio, empurra-a de rompante até ficar com ela toda entalada lá dentro. Ela solta um sonoro gemido ao mesmo tempo que tenta afastar-se para a frente, mas não consegue evitar a minha profunda penetração porque tenho-a bem segura pela cintura, mantendo-a toda enterrada. Assim que termino de empurrar, olho para a reacção dela através do espelho. Ao sentir-se invadida com tamanha força, ergue a cabeça. Posso ver claramente a sua expressão de completa surpersa. Tem olhos completamente abertos, assim como a boca. Antes mesmo que se pudesse recompor, com grande rapidez, dou-lhe uma segunda estocada, obrigando-a a ficar momentaneamente em bicos dos pés. Quando a minha verga bate bem fundo, ela volta a arregalar os olhos a a abrir desmesuradamente a boca para deixar escapar o oxigénio que lhe resta nos pulmões fazendo depois um gesto como se quisesse morder o ar. À terceira estocada, feita com a mesma rapidez das duas anteriores, ela não consegue conter-se e solta um curto "aaahhhhh" em forma de grito. Desta vez tem os olhos fechados, mas repete a careta que faz com a cara, voltando a "morder" o ar, para depois, mantendo os lábios abertos, cerrar com força os dentes. Bem posicionado atrás dela e segurando-a bem pela cintura, desfruto com prazer da bela visão que me é proporcionada pelo seu grande corpo, pelas suas expressões faciais reflectidas no espelho e pelas suas mamas apontadas para baixo pelo peso da gravidade a baloiçarem ao sabor das minhas investidas. Às três primeiras, seguem-se outras, arrancando-lhe constantes gemidos, ao mesmo tempo que se vai colocando em bicos de pés a cada estocada e contorcendo de um lado para o outro até que as suas pernas parecem começar a querer fraquejar. Parecia que ela ia desfalecer. Então, sem tirar a minha verga, faço-a deitar-se, deitando-me sobre ela. Felizmente sou mais ou menos bem dotado para a média. Os 21,5 centímetros de comprimento da minha verga, permitem-me mantê-la dentro dela, permitindo-me continuar a penetrá-la com um rápido vai e vem sem necessidade dela arrebitar as suas nádegas. Como ela mantém as pernas quase fechadas isso ajuda a apertar a sua vagina, o que faz com que a fricção seja mais intensa. Enquanto a penetro, abraço-a com um braço direito enquanto com a mão direita, agarro a dela. Ainda de frente para o espelho, posso continuar a ver as suas expressões. Ela mantém os olhos bem fechados e a boca aberta, enquanto vai gemendo entre uma respiração ofegante. Acredito que começa a sentir prazer não só pelos seus já constantes gemidos, mas porque ela aperta-me também a mão. Pergunto se está a gostar, mas não obtenho qualquer resposta. Olhando para ela pelo espelho apenas percebo a sua mascara facial que parece ser de verdadeiro prazer. Continuo a estocá-la, mas desta vez mais devagar, parando de vez em quando para a acariciar e beijar, porque já estou algo cansado. Desde o início que vou falando, dizendo-lhe o quanto ela era boa, o quanto eu estava a gostar, que aquela era a minha melhor foda, ia-lhe elogiando constantemente os seus atributos e que adorava ter só para mim uma mulher como ela. Em boa verdade não estava a ser completamente sincero. Ela era de facto um pedaço de mulher, tinha um bom físico para a idade, quase não tinha celulite e o fatídico pneu não era muito pronunciado. Já comi melhor, muito melhor, mas era a primeira vez que comia uma mulher madura, uma verdadeira MILF. Talvez por não ser fisicamente tão excitante e não estar a corresponder à altura, contribuía para não me sobre-excitar, pelo que, o meu climax estava ainda longe de acontecer. Não tenho noção de há quanto tempo estou em cima dela a estocá-la, mas sei que é imenso porque além de cansado, transpiro profusamente. Então tiro pela primeira vez a minha verga de dentro dela, percebendo que está bem molhada, sinal que ela está bem lubrificada, logo excitada. Faço-a virar-se para cima e encaixando-me em cima dela na posição do missionário, volto a penetrá-la, vendo a sua expressão de prazer ao sentir a minha verga a invadi-la. Ergo-lhe as pernas por completo, fazendo-as ficar estendidas junto aos meus ombros. Praticamente uso-as como apoio. nesta posição tenho uma visão privilegiada daquele belo par de mamas. Ela olha para baixo, para o interior das suas pernas, erguidas pela posição forçada em que está e vendo a minha verga a surgir para desaparecer novamente. Posso perceber que ao empurrar ela semi-fecha os olhos. As mão dela andam de um lado para o outro como se quisesse agarrar-se a alguma coisa, mas por fim, agarra-se aos meus braços, apertando-os com força. Vendo que começa a gozar, intensifico novamente a velocidade das minhas investidas, fazendo-a deitar a cabeça para trás para gemer de prazer com mais vigor. Com o passar do tempo, os seus gemidos vão-se aos poucos manifestando de forma cada vez mais audível. A sua respiração torna-se também mais ofegante e sofrida. Abro-lhe então as pernas e deito-me sobre o seu corpo, continuando a estocá-la com força. Agarro-lhe as mãos, entrelaço os meus dedos nos dela e faço-as subir, como se a estivesse a por com as mãos no ar num assalto, só que deitados. Olho-a olhos nos olhos. Ela tem-os bem abertos, assim como a boca, fazendo uma expressão que parece de sofrimento, mas é claramente de prazer. Aos poucos ela vai ficando com uma expressão que parece ser de aflição. Respirando de forma ofegante, como se lhe estivesse a faltar o oxigénio e começa a soltar uns "ooohhhhh!!!" enquanto semi-fecha os olhos. Parece-me que ela vai gozar. Solto-lhe as mãos, começo a apalpar-lhas as mamas enquanto lhe faço um linguado pelo pescoço, queixo e face. Ela abraça-me com força e começa a soltar uns constantes gritinhos de prazer até que crava as unas nas minhas costas. Nesse momento fica completamente imóvel, com todo o seu corpo arqueado para cima e tenso como se tivesse apanhado um choque eléctrico. Eu continuo a estocá-la e isso só faz com que, uns segundos depois ainda fique mais tensa. Por fim, deixa-se cair e dá uns gritos de prazer. Ela grita mesmo. Noto que ela tenta conter-se mas o máximo que consegue é baixar um pouco o nível dos seus gritos. Começa de imediato a contorcer-se de um lado para o outro, com grande dificuldade pede-me para parar, diz que não aguenta mais, diz que morre, que morre, umas vezes repete "não... não... não...", e outras "sim... sim.... sim...". Escusado será dizer que ao vê-la gozar daquela forma, não aguentei e vim-me também, jorrando-lhe todo o meu leite bem dentro dela. Só por aquele grande final, esta foda tinha valido bem a pena. E em termos de gozo,não tenho memória de alguma vez ter estado com uma mulher que tivesse gozado daquela forma, então surpresa.... Comigo ainda em cima e com a minha verga ainda entalada dentro dela, ela de repente rompe num choro descontrolado. Sem perceber o que se estava a passar, ergo-me um pouco, ficando apoiado nos meus cotovelos e pergunto o que se passa. Ela não responde, tapando a cara com as mãos. Será um arrependimento pelo que acabou de fazer? Tento tranquilizá-la, digo-lhe que ela não culpa de nada e que nos deixamos levar pelo calor do momento, que aquilo que ela tinha feito não era o fim do mundo, para ela ver o lado bom daquilo, que foi uma boa facadinha no matrimonio e até lhe disse que não acreditava que o marido nunca o tivesse feito. Tanto insisti que ela, já mais calma, lá acabou por dizer que não era nada disso. Chorava por nada. Aquele choro veio de repente, nunca antes lhe tinha acontecido. Comecei então a fazer-lhe perguntas e ela ia respondendo por impulso. Magoei-te? - pergunto. Não... - responde. Estás zangada? Não... Estás arrependida? Não é isso... Não gostaste? Gostei... Ao dizer aquilo cala-se. Tenta arranjar uma desculpa, mas eu não a deixo continuar. Encosto os meus lábios aos dela e pela primeira vez, beijo-a longamente. Quando terminámos ela confessa que chorou porque nunca tinha sentido aquilo que sentiu. "Nunca tinhas tido um orgasmo?", pergunto. "Não... sempre pensei que era frígida...". Fiz-lhe algumas carícias e ficamos a fazer alguma conversa. Por fim levantamo-nos e ela foi tomar um duche. Ainda com tudo aquilo na minha mente, começo a ficar novamente excitado. Vou até á casa de banho onde ela está. Assim que a vejo toda nua debaixo do chuveiro, a minha verga põe-se logo em sentido. Entro para a banheira, onde ela me recebe com um bonito sorriso. Voltamos a fazer sexo ali mesmo. A partir daquele dia e durante todas as minhas férias, passamos a fazer sexo todos os dias em praticamente todos os cantos da casa, experimentando diversas posições, as quais, ela achava muita piada. Quando regressei à faculdade os nossos encontros passaram a ser esporádicos. Ela chegou mesmo a visitar-me algumas vezes propositadamente para irmos para a cama. |
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