Prenda de casamento
Publicado em 2015-04-02 na categoria Contos eróticos / Hetero


Para a celebração do nosso vigésimo aniversário de casamento, decidimos fazer uma programazinho a dois. Mandamos as crianças para casa dos avós e tiramos o fim de semana só para nós. Decidimos que iríamos passá-lo no mesmo local onde passamos a nossa lua de mel e tanto quanto possível procuraríamos frequentar os mesmos locais do passado. Desconhecíamos se estes ainda existiam volvidos tantos anos.

Na sexta ao fim da tarde deixamos os miúdos em casa dos meus pais e fizemo-nos à entrada. A viagem que há vinte anos demorou quase cinco horas, agora, com as novas autoestradas, fizemos em pouco mais de uma hora e meia. A cidade estava muito diferente daquela que nos recordávamos. Era mais moderna, com muitos prédios, novas ruas e avenidas e uma nova marginal frente à praia, a qual, apresentava menos areal, com modernos bares, zonas desportivas, uma piscina e muitos restaurantes.

Procuramos então o mesmo hotel onde tínhamos pernoitado vinte anos atrás. Não foi difícil dar com ele porque na baixa, os arruamentos pouco tinham mudado, ou seja, as velhas ruas de paralelepípedos tinham dado lugar a ruas pedonais ou alcatroadas. Ao chegarmos confirmamos que o hotel já não existia, ou melhor, o edifício ainda estava lá, mas estava completamente abandonado, com portas e janelas entaipadas e uma placa a dizer «vende-se».

Decidimos então dar uma volta pela marginal onde encontramos quatro hoteis. Optamos por nos instalarmos num dos mais pequenos frente ao mar. Era um prédio em forma de L. Na parte vertical ficavam os quatros, enquanto na horizontal, havia um restaurante e no topo, uma grande piscina descoberta. Instalamo-nos num dos quatros voltados precisamente para esta parte lateral do hotel, que tinha também vista para o mar.

Este programa a dois, era na realidade uma tentativa de salvarmos o nosso casamento, neste nosso aniversário, tudo porque, quinze dias antes tinha descoberto que o meu marido tinha tido um caso amoroso com uma mulher a dias que ia lá a casa e que já durava há algum tempo. Tudo aconteceu quando, sentindo-me indispota, fui para casa e ao chegar, apanho o meu marido na cama com a mesma.

Houve logo uma grande discussão. Expulsei aos gritos a mulher de casa, pondo-a ainda nua na rua. Exigi o divórcio e que saísse de imediato daquela casa. Ele procurou acalmar-me, implorou-me por perdão, pediu-me para pensar nos nossos três filhos, dois ainda menores, na nossa família. Como eu estava muito alterada, ele saiu de casa, deixando-me envolta num mar de lágrimas.

Nos dias seguintes, as coisas acalmaram, mas o ambiente entre nós continuava de cortar a faca, no entanto, começamos a fazer uma coisa que não era muito regular entre nós, conversar. Conversamos muito, com ele a procurar continuamente por perdão e dizendo que queria lutar pelo nosso casamento.

Não sei até que ponto ele estaria a ser completamente sincero. A nosso negócio é familiar. Era do meu pai e foi lá que conheci o meu marido. Apaixonamo-nos, casamo-nos e ele acabou por ficar a gerir o mesmo com a reforma do meu progenitor. Se nos divorciasse-mos, ele perdia praticamente tudo. O negócio é da minha família, a nossa casa, é minha, tendo-me sido oferecida a mim, pelo meu pai, logo, ele só teria direito a metade do nosso dinheiro, que não era nenhum fortuna.

Mas apesar da traição, a verdade é que eu ainda gostava dele, afinal de contas tinha sido a minha primeira grande paixão, foi o primeiro e único homem a quem me entreguei, é o pai dos meus maravilhosos filhos e sempre foi bom para mim. A nossa vida sexual é que com o tempo caiu na rotina, perdeu algum interesse, também por culpa minha, reconheço, mas uma mulher tem muito com o que se preocupar.

Custou-me muito, mas perdoei-o. Não sei bem se foi pelo motivos anteriores, ou se foi pelo facto dele ter começado a falar numa proposta que reacenderia a chama na cama. A ideia dele era que eu tivesse a mesma oportunidade que ele teve de viver uma aventura com outro homem. A ideia não me agradou, de todo, mas ele tanto insistiu que aceitei ponderar a sua proposta: que homem, aceitaria de bom grado entregar a sua mulher a outro?

Tudo culminou quando, depois de muitas conversas abertas e francas, ambos reconhecemos que já tínhamos fantasiado com outros parceiros. Ora, se eu já o tinha feito, ele aceitava que eu passasse da ideias aos actos. Como a ideia não me agradava, ele então modificou a sua proposta inicial. Ao invés de eu ir simplesmente para a cama com outro homem, fazíamos um menage a três. E como o nosso aniversário de casamento estava próximo, seria a minha prenda.

Não chegamos a nenhum consenso, mas confesso que a ideia mexeu comigo. Sonhei várias vezes com isso, mas na realidade, faltava-me a coragem para dar esse passo. A verdade é que eu nunca foi uma rapariga muito bonita, era fortezinha, sem ser gorda e na minha adolescência nunca tive nenhum rapaz interessado em mim. Actualmente, continuo a ser uma mulher roliça, com umas coxas grossas, umas nádegas redondas e uns seios que parecem uns melões.

Nunca mais falamos disto, apesar dele ter marcado tudo. Naquela noite, tivemos um jantar romântico a dois junto à varanda do nosso quarto, vindo um moço servir-nos com um carrinho. Este tinha sido especificamente requisitado para aquele serviço, mantendo-se afastado de nós junto ao seu carrinho pronto para nos servir quando o chamássemos.

Já no fim do repasto, enquanto degustávamos a sobremesa, ele surpreendeu-me perguntando se eu queria que ele convidasse aquele jovem para passar a noite connosco. Gelei. Não estava à espera... ou até acho que estava... e até desejava... mas continuava a faltar-me a coragem... fazer aquela proposta àquele jovem? E se ele olhasse para mim e dissesse não? Pedi-lhe para não o fazer porque ainda não estava pronta.

O meu marido chama o rapaz, este aproxima-se, e então pergunta-lhe:

- Ouvé lá, o que achas da minha esposa?

- Desculpe?... Pergunta o rapaz visivelmente surpreendido pela pergunta.

- Olha bem para a minha esposa e diz-me-me sinceramente, sem qualquer receio, o que achas dela? Ao dizer isto, levanta-se, faz-me levantar e exibe-me perante os olhos do rapaz.

- A sua esposa é uma mulher muito bonita... responde ele, evitando olhar muito parao meu corpo.

- Se ela fosse solteira e tu a encontrasses sozinha num bar, ela despertava o teu interesse?

- Desculpe... mas não percebo...

- Tem calma rapaz, responde à vontade que ninguém te bate, apenas estamos a tirar uma dúvida. A minha esposa acha que não desperta o interesse de ninguém, ou sou de opinião contrária, tu, vais tirar a dúvida. Responde lá... Diz o meu marido com um sorriso.

- Sim... por que não?... Responde algo titubeante.

- Agora uma pergunta mais difícil, e lembro-te que podes responder à vontade... ao olhar para ela nesse bar, imaginavas-te a ir para a cama com ela?

O rapaz fica tão surpreendido que nem sabe como reagir. O meu marido repete a pergunta e insiste para ele ser sincero. O rapaz olha para um e para outro, visivelmente constrangido. E quase a gaguejar, responde:

- Se a sua esposa fosse solteira... e se eu a visse num bar sozinha... ia gostar de a conhecer... Interrompe a frase e não continua, então o meu marido insiste:

- Depois de conversarem, beberem uns copos, dançarem, se tivesses a oportunidade, ias com ela para a cama?

- Sim... Responde ele depois de engolir em seco.

- Ora aí está! Diz o meu marido voltando-se para mim. - Aqui tens a prova que ainda és uma mulher desejável. Aproxima-se do rapaz, coloca-lhe o braço sobre o ombro, como se fossem amigos há longa data e volta a perguntar, agora num tom mais sério:

- Rapaz, vou-te fazer uma última pergunta e espero que a tua resposta seja sim... a minha querida esposa e eu vamos agora fazer amor... e queremos convidar-te para te juntares a nós... não é querida?... que dizes?...

Eu estou tão surpresa quanto o rapaz. À pergunta do meu marido respondo "sim". O rapaz não responde, limitando-se a olhar algo assustado para nós. O meu marido insiste na pergunta, ressalvando que o está a convidar para me comer. Incentiva-o uma e outra vez para lhe dar coragem, forçando-o literalmente a aceitar.

Praticamente obrigou-nos aos dois a irmos tomar um duche juntos (apesar de eu ter tomado um, pouco antes). Foi um pouco constrangedor estar nua à frente daquele rapaz também nu no polivan, com o meu marido do lado de fora a incentivar-nos para trocarmos beijos e carícias. Como havia falta de coragem mutua, o meu marido mandou-nos passar o gel de banho no corpo um do outro.

O rapaz não demorou muito a ficar com uma erecção. Era um rapaz muito bem dotado. O seu pénis era bem mais avantajado que o do meu marido. A pedido dele, comecei a masturbar lentamente o rapaz, enquanto este, também a pedido, acaricia-me um seio com uma mão e a rata com a outra, provocando-me pequenos arrepios e fazendo-me respirar de forma mais acentuada, enquanto a água corria pelos nossos corpos.

Então, ainda a pedido, beijamo-nos. No início foi um beijar um pouco descoordenado, mas pouco depois, as nossas bocas encaixaram-se na perfeição e as nossas línguas exploravam-se mutuamente. Começo a ficar tão excitada que puxo-o ainda mais para e mim e fazendo a sua verga escorregar pelomeu baixo ventre, começo a esfregá-la nos meus lábios vaginais. O facto dele ser um pouco mais baixo torna tudo mais fácil.

Ele então começa a forçar com uns ligeiros movimentos de vai e vem. Não há qualquer dúvida que ele quer penetrar-me e na verdade, naquele momento, eu quero ser penetrada por aquele delicioso rolo de carne dura. Encosto-me à parede, arqueio um pouco as pernas, abrindo-as e encaminho a sua verga até à entrada da minha vagina, procurando introduzi-la vagarosamente.

Mas ele assim que sente a cabeça da sua verga dentro de mim, empurra-a toda para dentro, num só movimento, tão rápido, tão violento, que obriga-me a deixar de o beijar para soltar um gemido. Ele volta a procurar a minha boca e voltamos a beijar-nos com loucura, enquanto ele continua com umas investidas ainda lentas. Eu vou-lhe acariciando os cabelos enquanto ele me acaricia todo o corpo, desde os seios até ás minhas nádegas e coxas. Naquele momento esqueço-me por completo do meu marido.

Depois de ter passado um bom tempo de beijos, carícias e penetrações, sou obrigada a deixar de o beijar porque falta-me oxigénio. Ele aproveita para me chupar ambos os seios enquanto os apalpa. Eu limito-me a gemer de prazer com os olhos fechados enquanto sou possuída por aquele pénis que me preenche por completo.

Então ele vira-me, faz-me inclinar. Abro as pernas e ele penetra-me por trás, recomeçando com as investidas, desta vez com maior intensidade. Apoiada à parede com um braço, com a mão livre, começo a acariciar o meu clitóris sedento de toque. Aos poucos percebo que o meu climax começa a aproximar-se. Então o rapaz avisa que se vai vir, retirando apressadamente o pénis. Peço-lhe desesperadamente para continuar. Ele não o faz de imediato, mas acaba por voltar a penetrar-me, continuando com as suas investidas, embora mais vagarosas.

Imploro para que me foda com força. Ele satisfaz o meu pedido, segurando-me com força pelo quadril, quase enterrando as unhas na minha pele, empurra com força ao mesmo tempo que me puxa contra ele, intensificando as suas investidas, ao ponto de me fazer quase gritar ao sentir aquela vara a bater-me bem lá no fundo. Alguns minutos depois volta a dizer-me que não vai aguentar muito mais. Eu sei que ele está preocupado porque não está com uma camisinha, mas naquele momento a minha excitação fala mais alto e peço para que não pare.

Ele vem-se então, dando-me umas estocadas um pouco mais prolongadas. Como estou também quase a gozar, peço-lhe novamente para não parar. Apesar de já se ter vindo, mantém a penetração e aproveitando o vigor da sua verga, continua a estocar-me até que pouco depois, gozo também um delicioso orgasmo. Só então lembrei-me do meu marido. Vejo que se tinha estado a masturbar enquanto olhava para nós. Terminamos o nosso duche, secámo-nos e dirigindo-me até ele digo-lhe para irmos para a cama porque ia tratar dele. Ao olhar para trás vejo o rapaz já a vestir-se. Peço-lhe para não o fazer e para se juntar a nós na cama para continuarmos a festa. Ele sorri e segue-nos.

Deito o meu marido já despido na cama e quase de quatro na cama, começo a chupar-lhe a verga. O meu "amante" aproxima-se e começa a acariciar-me as nádegas, coxas e a rata, para depois começar também a chupá-la deliciado, enquanto ia "brincando" com os dedos, acariciando os lábios vaginais ou introduzindo-os em mim. Aquele "comboio" de sexo oral durou uns bons quinze minutos, culminando com um novo e intenso orgasmo graças àquela deliciosa língua que "castigava" com prazer o meu grelinho.

Imensamente satisfeita por aquela prenda, gatinho até poder beijar o meu marido. Este entretanto diz ao rapaz para este comer-me o cu, mas antes para o preparar bem, lambendo-o um pouco. Eu que já estava deitada, coloco-me de joelhos para levantar o rabo e enquanto beijo o meu marido, aquele rapazinho faz-me um delicioso beijo negro, passando a sua língua pelo meu ânus como um gatinho sedento de leite, introduzindo de vez em quando o dedo.

Sem pedir licença, posiciona-se atrás de mim, e começa a penetrar-me lentamente. Apesar de já ter feito sexo anal com o meu marido algumas vezes, o meu ânus está mais ou menos acostumado, pelo que não me era muito difícil praticá-lo, mas a verga daquele rapaz era um pouco mais volumosa que a do meu marido, pelo que, mesmo cuspindo, o rapaz estava com alguma dificuldade em empurrá-la, mas lá conseguiu.

Acomodei aquele volumoso com alguma dificuldade, cerrando fortemente os dentes e cravando as unhas nos ombros do meu marido. Até fiquei a transpirar. Depois de a ter quase toda enterrada, retirou-a lentamente, sem a tirar por completo e voltando a empurrar. Repetiu este processo durante alguns minutos enquanto o meu ânus se acostumava. Assim que percebeu que já escorregava melhor, agarrou-se às minhas nádegas e começou a estocar-me com uma boa intensidade, arrancando-me sofridos gemidos de dor e prazer.

Depois de assistir ao nosso "espectáculo" durante um bom bocado, durante o qual me ia acariciando e chupando os seios, o meu marido escorrega por mim abaixo e penetra-me também. Ergo-me e dou-lhe as mãos enquanto sou comida naquela deliciosa dupla penetração. O rapaz entretanto aproveita para agarrar as mimas mamas para as apalpar enquanto continua a estocar-me com uma boa cadência.

Ele é o primeiro a vir-se alguns minutos depois, deitando-se na cama, aí começo a cavalgar o meu marido com força até o fazer gozar também, Por fim deitei-me ao seu lado, ficando entre os dois durante alguns minutos a acariciá-los e por eles a ser acariciada. Digo ao meu marido que foi uma maravilhosa prenda de casamento. Ele responde que o fim de semana ainda estava a começar...

Sorri com uma enorme satisfação. Ao olhar para o nosso convidado, este sorri também...

 

 
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