A história de uma estranha sedução - I
Publicado em 2015-01-06 na categoria Contos eróticos / Incesto


Vou relatar uma situação muito estranha que aconteceu comigo. Fui seduzido pela minha própria mãe! Devo confessar que não me importei mesmo nada. Passado o efeito surpresa e vendo que ela estava mesmo a fim de fazer sexo, aproveitei. O facto de me envolver sexualmente com ela não era nada que eu já tivesse fantasiado muitas vezes no meu quarto, enquanto me masturbava.

Tudo começou durante as minhas férias de Natal. Os meus avós, da parte da minha mãe convidaram-nos como de costume para passarmos a época natalícia com eles. Nesse ano havia a particularidade de uma tia (irmã da minha mãe) que estava emigrada na Austrália e que já não vinha cá há muitos anos, vir passar o Natal connosco.

Então para mim era uma novidade total, porque na ultima vez que vieram cá, eu ainda era muito pequeno e não me lembro deles, de quem só sei que têm três filhos, a minha tia tem um restaurante, o meu tio uma pequena empresa ligada à construção civil e os meus primos, duas raparigas e um rapaz, estudam todos.

A minha mãe é proprietária de quatro talhos espalhados por outras tantas freguesias. Ela não começou neste ramo. Quando ela se casou com o meu pai, era este que tinha um talho. Com o seu prematuro falecimento a minha mãe ficou à frente do negócio e como é uma mulher de garra e de guerra, refugiou-se no trabalho como forma de ultrapassar o desgosto da viuvez, criando aquele pequeno "império" que nos permitia viver relativamente bem.

Alguns anos após o trágico acidente do meu pai, a minha mãe teve dois ou três "namoros", mas foram relações rápidas e sempre que terminavam eu bem via como a minha mãe ficava destroçada, lamentando-se, revoltada por os homens só andarem com ela pelo seu dinheiro porque depois acabava por descobrir que andavam também metidos com outras mulheres mais novas.

A minha mãe não é uma mulher velha. Tem 43 anos de idade e para a idade está muito bem conservada. É uma mulher alta, para a média, loura (pinta o cabelo) e tem um corpo impressionante. Apesar de ter uma constituição roliça (não é gorda nem pouco mais ou menos). Mas o que salta logo á vista são os seus enormes seios. Seios que ela retocou cirurgicamente, não para os aumentar, mas para não ficarem tão descaídos pelo peso da idade e da gravidade.

Ouvia muitas vezes os empregados dos seus talhos a comentarem comigo "tens uma mãe bem boa", " a tua mãe é cá uma brasa",  ou então "que toira!". Diziam-no porque sabiam que eu não ia dizer nada, mas isso demonstrava que ela era realmente uma mulher que chamava a atenção e que era desejada.

Eu próprio não era imune. Sendo um rapaz tímido, nunca tinha tido uma namorada e tinha perdido a virgindade indo às prostitutas com dois amigos. Por isso, fantasiava muitas vezes - ou mesmo quase sempre - com ela, enquanto me masturbava, imaginando mil e uma diferentes aventuras.

Quando chegamos à casa dos meus avós, já os meus tios se tinham instalado. A casa só tinha três quartos, o dos meus avós e outros dois, um com uma cama de casal e outro com duas camas de solteiro. Os meus tios ficaram com o primeiro e os meus primos com o outro. A minha mãe e eu iríamos ficar no sótão onde havia uma cama de solteiro e um pequeno divã.

A minha mãe ia ficar na cama e eu no divã, divididos com um lençol que estava pendurado numa corda. O meu avô disse que o tinha feito para nos dar mais privacidade. Nessa noite, quando nos fomos deitar, ela retirou o lençol, dobrando-o e colocando-o a um canto. Deitamo-nos, cada um na sua cama e, cansado pela longa viagem dormi como uma pedra até à manhã seguinte.

Mas as coisas iriam ser muito diferentes na noite seguinte. Depois de um dia de convívio familiar, os nossos pais foram-se deitar já perto da meia-noite, ficando os meus primos e eu a jogar na sala. Já perto da uma da manhã, a minha avó acorda com o nosso barulho e obrigou-nos a ir para a cama.

Quando cheguei lá cima, a minha mãe dormia profundamente. Deitei-me e acabei também por adormecer até que acordei com um estrondo. Ouvia-se um vento forte, chuva e uma trovoada muito intensa. O facto de estarmos no sótão fazia com que o barulho fosse mais sentido. Por outro lado, havia uma pequena janela junto de nós que não tinha persiana, apenas uma cortina que deixava entrar o clarão dos trovões.

Talvez pela forte chuva que se ouvia bater no vidro e nas telhas, senti uma enorme vontade de orinar. Levanto-me e para não acender a luz, uso a lanterna do meu telemóvel e vou à casa de banho para me aliviar. Ao regressar e quando já me preparava para me deitar ouço a voz da minha mãe:

- Querido, está muito frio, não queres deitar-te aqui comigo para nos aconchegarmos juntinhos?

- Está bem mamã. Respondi e encaminhando-me até à sua cama.

Deito-me, ficando de lado e virando-lhe as costas. Ela então aproxima o seu corpo quente do meu, "colando-se" a mim em forma de "colher". Ao sentir o meu corpo frio comenta:

- Ui, estás tão frio querido...

Ao dizer isto, "esfrega-se" em mim enquanto vai deslizando a sua mão pela lateral do meu corpo, do ombro até quase ao joelho, enquanto ia repetindo que eu estava gelado. Ao sentir o seu corpo, mas especialmente os seus seios espremidos contra as minhas costas não consegui evitar ficar com uma erecção tão forte que parecia que o meu pénis ia rebentar de tão duro que ficou.

Isso deixou-me muito atrapalhado e com receio que ela inadvertidamente pudesse "tocar-me" onde não devia, percebendo o meu estado e consequentemente, ficasse ofendida ou aborrecida comigo. E o meu receio não foi infundado porque ela começou também a "esfregar-me" a zona peitoral e acabou por descer a mão o suficiente para tocar no meu pénis.

- O que é isso querido?

Fiquei momentaneamente petrificado sem saber como reagir. Mas mesmo antes de que eu pudesse fazer ou dizer alguma coisa, ela desliza a mão colocando-a sobre o meu pénis, agarrando-o e apertando-o ligeiramente como se estivesse a comprovar a sua dureza.

- Mas o que é que temos aqui, querido...

Ao dizer isto começa a mover a mão lentamente para cima e para baixo, como se me estivesse a masturbar. Percebo que o seu tom de voz não é de reprovação, ela não estava zangada comigo, antes pelo contrário, ela falava com um tom de voz provocador.

Ainda surpreso pelo que estava a acontecer fiquei quieto. O meu coração trabalhava tão depressa que parecia que a qualquer momento me ia saltar do peito. Se eu segundos antes estava gelado, agora já transpirava, enquanto ia estremecendo de prazer. Ela então volta a surpreender-me, deslizando a mão por dentro do meu pijama e agarrando-me agora directamente o pénis, retomando com os estímulos.

- Huuuummm... que belo material aqui tens querido... até é uma pena desperdiçar isto...

Puxa-me, virando-me para cima e deslizando por baixo dos cobertores aproxima-se do meu pénis, abocanhando-o, enfiando-o quase na totalidade na sua boca quente e húmida, fazendo-me soltar um profundo suspiro de prazer. Depois de o manter durante uns breves segundos todo enfiado na boca, desliza-a para fora, lambendo-me a cabecinha e fazendo-me estremecer.

Eu estava quieto e ainda incrédulo a olhar para ela, vendo-a a chupar-me a verga com vontade e prazer. Eu nem queria acreditar no que estava a acontecer comigo. Nunca, nem nos meus melhores sonhos tinha imaginado aquela situação.

Apesar de não haver nenhuma luz acesa, o sótão era apenas e muito ligeiramente iluminado pela pouca claridade que vinha da luz pública exterior. Era o suficiente para poder admirar todo o esplendor do seu belo corpo semi-nu. Mas sempre que um trovão cruzava o céu nocturno, iluminando por completo o espaço, podia desfrutar de uma melhor visão daquela incrível cena.

Logo de seguida, baixa-me o pijama até quase aos joelhos e deitada ao meu lado, com a cabeça quase pousada sobre a minha barriga, começa de imediato a chupar-me o pénis, ora devagar, ora com maior intensidade, enquanto o ia masturbando também de vez em quando, apertando-o algumas vezes.

Além de chupar, parava várias vezes de o fazer. Umas vezes, limitava-se a masturbar-me, outras, esfrega-me a cabecinha com a palma da mão e outras ainda, chupava-o pelo exterior, deslizando boca e língua da ponta até às minhas bolas, chupando-as também de vez em quando, fazendo-me delirar de prazer.

O meu climax andava num constante vai e vem. Quando ela me chupava e masturbava eu sentia que não ia demorar muito tempo a vir-me, mas como ela intercalava com grande regularidade a mamada com as carícias à minha glande, esta estava tão sensível que fazia com que esse momento como que retrocedesse.

Mas o prazer que eu estava a sentir era de tal ordem e tão intenso que por fim não consegui aguentar mais e sentindo uma enorme pressão a formar-se na base do meu pénis que aos poucos vai subindo por ele acima, só me lembro de dizer:

- Cuidado...

Como a minha mãe tinha a mão a agarrar-me o pénis deve ter sentido o meu leite a subir porque mesmo antes do meu "aviso" ela parou o vai e vem que estava a fazer com a boca e como que apertou os lábios em torno do meu pénis, como se estivesse a selá-lo e repousando a cabeça sobre a minha barriga, recebeu todo o meu leite no interior da sua boca.

Durante as primeiras duas golfadas, ela permaneceu quieta, mas logo depois, mantendo o meu pénis "preso" pelos seus lábios, começou novamente a masturbar-me com alguma violência enquanto juntava os seus gemidos aos meus e só parando de o fazer quando percebeu que do meu pénis já não jorrava mais leite.

Então senti-a a chupar-me, como se estivesse a sugar. Tira o meu pénis da boca por um par de segundos e apressa-se a chupar e a lamber-me a glande, como se estivesse a limpar qualquer vestígio do meu leite. Não percebi que ela o cuspisse, por isso, imaginei que ela tinha engolido tudo.

Agora que estava tudo terminado, fiquei na expectativa do que ela iria dizer e de como iria justificar o seu acto. Mas ela limitou-se a deitar-se ao meu lado dizendo:

- Anda querido, agora é a tua vez, come-me a rata...

Deita-se ao meu lado e sobe a camisa de noite, abrindo as pernas. A minha surpresa por toda aquela situação é tal que no imediato nem reajo. Ela vê-se obrigada a repetir o pedido, enquanto se vai masturbando. Deixo de lado o receio natural por toda aquela situação e obedeço ao seu pedido, deslizando para o fundo da cama e aninhando-me entre as suas pernas, começando a lamber-lhe a rata já húmida e cheia de fluídos.

No início passei a ponta da língua meia dúzia de vezes, um pouco a medo, mas depressa comecei a "trabalhar" com gosto, pondo de fora toda a língua para lhe lamber a rata em toda a sua extensão, ficando com a minha boca toda lambuzada no seu "mel".

- Chupa-me.... ai... chupa-me... ai... ai... isso querido, chupa-me toda...

Assim que pediu, "colei" literalmente a boca à sua rata e comecei a chupá-la toda. Enquanto o fazia, com ambas as mãos, vou-lhe acariciando ou apalpando constantemente as coxas. A minha boca percorre incansável todos os recantos da sua rata, deliciando-me por completo.

- Mete agora a língua querido... mete-a... anda, enfia-a...

Coloquei a língua em riste e procurei o seu orifício, empurrando-a então para o seu interior, mas esta não devia entrar mais do que um centímetro, mas era o suficiente para a fazer gemer de prazer. Depois de alguns minutos, fez novo pedido:

- Morde querido... morde-me... morde-me com delicadeza... faz-me gozar de prazer...

Não sabia ao certo o que morder, mas comecei a morder-lhe os lábios vaginais com grande cuidado, mas aí ela pediu "mais para cima... mais para cima...". Obedeci ao seu pedido e comecei a morder-lhe o clitoris. Não era bem morder, era antes passar os dentes, mas sem fazer grande pressão. Isto fez com que levasse as mãos á cabeça e quase rebolasse de um lado para o outro.

Tudo aquilo tinha excitado tanto que eu senti o vigor a regressar ao meu pénis. Completamente enlouquecido pelo tesão que voltava a senti. Ela já não pedia nada e eu fazia-lhe de tudo. Lambia, chupava, mordia, acariciava, enfiava-lhe os dedos, até que ela começou a gemer de forma bastante intensa enquanto empurrava com ambas as mãos e minha cabeça contra a sua rata.

Ela inicialmente manteve-me "preso" enquanto começava a gozar o orgasmo, mas como eu não parei de a chupar nem por um segundo, ela dizendo que não aguentava mais, rapidamente tentou afastar-me, mas agora era eu que me mantinha "preso" a ela, agarrando-a pelas pernas.

Ela gemia de tal forma que eu não aguentei mais a excitação e por fim deixei de a chupar. Rastejo pelo seu corpo acima e tento penetrá-la sem grande sucesso. Ela percebendo a minha vontade e o meu desespero, talvez porque também desejasse sentir o meu pénis dentro dela, agarro-o e encaminha-o para a entrada, depois foi fácil fazer o resto, bastou-me empurrar, só parando quando o senti todo enfiado dentro dela.

Enquanto o meu pénis deslizava por aquela gruta quente e húmida, ambos soltamos um gemido de prazer simultâneo. Assim que a penetrei, fiquei durante alguns segundos parado, mantendo o pénis bem empurrado dentro dela, desfrutando aquela deliciosa sensação. Era uma dupla sensação de prazer, por um lado por sentir o meu pénis completamente enterrado naquela rata, por outro e não menos importante, por ser a rata de quem era...

Então comecei com um lento vai e vem, até que aos poucos fui aumentando a cadência. Alguns minutos depois, sentindo que estava a apressar o meu climax, decidi acalmar um pouco. Queria prolongar aquele momento, torná-lo memorável, inesquecível...

Ela permanece de pernas bem abertas e com os braços estendidos para trás, numa posição de total submissão, entregando-se por completo ao prazer. Ao diminuir a intensidade das minhas penetrações, aproveito para lhe descobrir os seus enormes seios para os apalpar e chupar longamente. Ela fica rapidamente com os mamilos erectos e duros, gemendo de prazer. Felizmente a tempestade que caía abafava por completo os seus gemidos de prazer.

Depois, fi-la virar-se, pondo-a de quatro. Acomodei-me de joelhos atrás dela e voltei a penetra-la, dando-lhe uma estocada tão forte e profunda que ela teve que soltar um grito de surpresa e prazer, dando de seguida uma pequena gargalhada e recomeçando a gemer enquanto pedia mais e mais, afastando uma nádega enquanto a apalpava com força.

Eu então agarro-a pelos cabelos e ao mesmo tempo que empurro a minha verga para a frente, puxo-lhe o cabelo com força para trás, fazendo-a vir contra mim com violência. O meu corpo choca contra as suas nádegas com tal força que o som ecoa pelo sótão como se fossem bofetadas.

Dou-lhe com tanta força e vontade que uns minutos depois aviso que não vou aguentar muito mais. Ela pede-me para não parar e acrescenta que quer gozar comigo, começando ela própria a acariciar a sua rata. Por fim, sou vencido pela minha excitação e dando-lhe umas estocadas mais espaçadas, faço jorrar todo o meu leite dentro dela.

Ouvindo-me gozar, volta a pedir-me para não parar ao mesmo tempo que percebo que os seus gemidos se vão tornando mais intensos, até que também ela goza de prazer.

Por fim deita-se, comigo ainda em cima dela e com o meu pénis ainda dentro da sua rata. Ambos temos os corpos transpirados e uma respiração ofegante.

- Foi tão bom querido... hummmm... foi tão bom...

Permanecemos deitados durante algum tempo, em silêncio, trocando carícia, até que ela levantou-se para ir à casa de banho. Durante aquele período fiquei com os meus pensamentos. Na verdade, não sabia o que pensar. Por que é que aquilo aconteceu? O que significava aquilo? Como seriam as coisas dali para a frente? Esperava algumas respostas quando ela regressasse, mas ela limitou-se a mandar-me para a minha cama. Obedeci sem fazer qualquer comentário e adormeci na paz dos anjos.

 
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