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A história de uma estranha sedução - IIPublicado em 2015-01-07 na categoria Contos eróticos / Incesto
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Depois daquela tórrida e inesperada noite de sexo, e não me tendo dado qualquer explicação, esperava pelos desenvolvimentos do dia seguinte. Como é que nós iríamos lidar um com o outro depois do que tinha acontecido? Eu não cabia em mim de felicidade. Apesar de ser uma situação estranha e nada natural, era a realização de um sonho. A grande questão agora era se aquilo seria para continuar...No dia seguinte ao acordar, já a minha mãe se tinha levantado. Encontrei-a na cozinha. Ao entrar cumprimentei os presente e olhei para com grande expectativa, mas ela devolveu-me o cumprimento da mesma forma usual como o fazia no nosso dia a dia. Não dei muita importância, até porque não estávamos sozinhos, mas fiquei particularmente atento para tentar perceber um olhar ou um sorriso dela durante o pequeno-almoço. Entretanto o assunto da manhã era a forte trovoada que caiu durante a noite. Achei curioso o comentário da minha mãe dizendo que não ouviu nada, tendo dormido como uma pedra. Disse-o com grande naturalidade. Ela não insinuava nada nem dava qualquer pista. Eu participei na conversa dizendo que tinha acordado com os travões e não tinha dormido nada. Ao dizer isto olhei para a minha mae mas esta manteve-se impávida. As minhas expectativas eram muitas. Desejava à força ver um sinal especial, mas ela tinha para comigo um comportamento perfeitamente normal. A conversa prosseguia, mas ela não me olhava nem falava para mim de forma diferente. Não percebia nada de nada. Depois da sua atitude naquela noite. Depois do que fizemos naquela noite, não conseguia perceber a sua atitude. Parecia que nada tinha acontecido entre nós. Terminado o pequeno-almoço ela pediu-me para a ir ajudar a arrumar o nosso quarto no sótão. Achei que aquela seria a oportunidade para ela falar comigo sobre a nossa noite, pedindo-me para guardar segredo e talvez para dizer que iríamos repetir essa noite... Enquanto subíamos a escada, indo ela à minha frente não evitei ficar com uma erecção ao olhar para o seu corpo. A escadaria levava-nos a um pequeno corredor com quatro portas. A casa tinha a forma de um rectângulo curto, parecendo quase quadrada. O sótão estava dividido em quatro, comum quarto, uma pequena casa de banho, uns arrumos e a divisão maior era onde os meus avós guardavam as batatas. Enquanto a ajudava a fazer as camas, não deixava de olhar para ela que, percebendo: - Está tudo bem, querido? Estás a olhar para mim assim porquê... tenho alguma coisa? - Não, mamã... não se passa nada... Deixei de olhar para ela. Continuava sem perceber por que era que ela não tocava no assunto. Fiquei tão intrigado que não resisti perguntar: - Dormiste bem esta noite? - Sim dormi... apesar da trovoada, dormi profundamente... devia estar mesmo cansada... Não perguntei mais nada. Ela diz que dormiu como uma pedra, não noto nela nada de diferente para comigo, será que aquilo foi tudo um sonho? Começo a duvidar de mim próprio. Será que sonhei? Se aquilo foi um sonho, foi mesmo muito realista. Não me convenço, aquilo não foi um sonho. Eu sei o que fizemos, sei que foi real, só não percebo a reacção dela, ou melhor, a falta de reacção... O resto do dia decorreu normalmente e à noite, deitei-me a aquando a minha mãe. Como estava sem sono, entreti-me a jogar debaixo dos cobertores com o telemóvel, tendo o cuidado de o fazer sem som. Minutos depois já ouvia a minha mãe a ressonar. Ela não era pessoa de ressonar muito, mas quando o fazia, nem era muito alto, sendo mesmo em "baixo volume". Percebendo que ela já tinha adormecido, confirmei que nada haveria entre nós. Então como explicar o que sucedeu na noite anterior? Sonambulismo? Ela não agiu nada como se estivesse sonâmbula. Dupla personalidade? Durante o dia é uma pessoa e á noite é outra? Era uma explicação possível... Mas então essa outra personalidade só surge à noite? Por quê só agora? Por que é que isso não se manifestou antes? E sabendo quem eu sou, ainda assim fez o que fez comigo? Acabei por adormecer com todas aquelas dúvidas na cabeça e sem ter encontrado uma explicação lógica. Acordo com alguém a abanar-me o ombro. Ainda meio ensonado, percebo que ainda é noite. Ao começar a ganhar mais consciência, percebo que é a minha mãe. Fico perplexo e sem reacção, tal é a minha surpresa. - Chega-te para lá... anda... Ao dizer isto começa a deitar-se na beira da cama. Eu chego-me para trás e ela acaba por se deitar ao meu lado, cobrindo-se logo de seguida. - O que estas a fazer mama?... - Pergunto a medo. Ela interrompe-me colocando-me um dedo encostado ao lábios e fazendo aquele som característico de quando mandamos alguém calar-se: "Ssshhhhhhiiiuuuu...". Os seus lábios aproximam-se dos meus e beija-me. No início nem consigo reagir, mas ela continua a beijar-me. Eu fico com uma erecção instantânea. Acho que o meu pénis nunca tinha ficado em pé e duro tão rápido. Retribuo-lhe os beijos, começando a acariciar-lhe o corpo, mesmo por cima da camisa de noite. Ela puxa-me para ela, fazendo com que os nossos corpos ficassem literalmente "colados" um no outro, fazendo-me sentir todo o calor que emanava do dela. Ela passa uma perna para cima das minhas e eu aproveito para dobrar a minha, colocando-a entre as dela, fazendo pressão directamente contra a sua rata e começando a fazer uma espécie de vai e vem com ela, como se a estivesse a esfregar, fazendo-a gemer. Estivemos imenso tempo a beijar-mo-nos e a trocar carícias mútuas, durante o qual, as nossas mãos deslizaram por baixo das roupas para podermos acariciar directamente o corpo um do outro. Eu acariciava-lhe os seios e a rata, ela, agarrada ao meu pénis ia masturbando-o. Então aos poucos começamos a tirar a roupa, começando ela com a iniciativa de me tirar as calças do pijama. Depois tirou-me a camisa, deixando-me nu. Enquanto me acariciava foi a minha vez de lhe tirar a camisa de noite. Mas como ela não me facilitou a tarefa, limitei-me a descer as alças e descê-la até à cintura. A minha excitação era tal que virei-a para cima, posicionei-me de joelhos entre as suas pernas, sento-me sobre os meus calcanhares e puxo-a para mim. Ela ajuda chegando-se um pouco para baixo, o suficiente para que eu a pudesse penetrar. E é ela própria que com ambas as mãos afasta os seus lábios vaginais, oferecendo-me a sua rata para ser penetrada. Apesar da enorme vontade de lhe enfiar a minha verga, segurando-a com a mão, esfrego-a várias vezes ao longo da sua rata fazendo-a ficar louca de tesão, ao ponto de me pedir, usando uns palavrões, e depois até suplicar para a penetrar. Após fazê-la "sofrer" um pouco, por fim empurro o meu pénis para a frente, fazendo-o entrar. Ambos soltamos um profundo gemido de prazer. Começo então com o vai e vem enquanto lhe vou acariciando e apalpando o interior das suas pernas que permanecem bem abertas no ar. Ela gemendo e virando a cabeça de um lado para o outro, vai apalpando os seus seios, por vezes com alguma violência. Penetro-a continuamente naquela posição até ficar cansado. Percebendo que eu estava a diminuir a intensidade das minhas penetrações, ele própria faz-me deitar e passa para cima de mim, sentando-se literalmente sobre o meu pénis e começando a esfregar-se nele. Parecia uma gata assanhada a roncar de desejo. Então ergue-se um pouco, apenas o suficiente para conseguir agarrar-me o pénis, apontá-lo para cima e fazer descer todo o peso do seu corpo sobre ele, fazendo-o entrar de rompante na sua rata. Depois, mantendo-se direita e sentada, começa a saltar em cima de mim. Eu entretanto estendo os braços e agarrando-lhe os seios, começo a apalpá-los ou a esfregá-los um no outro. Ela mexe-se de forma incansável. Umas vezes inclina-se um pouco para a frente, oferecendo-me os seios para eu os chupar. Enquanto isso, aproveita para mexer o quadril para cima e para baixo, numa cadência ainda mais rápida e forte, o que me deixa quase louco e a ponto de me vir. Outras vezes chega mesmo a deitar-se sobre mim, beijando-me e espremendo os seus enormes seios contra o meu peito, mas sem nunca parar de fazer os movimentos de vai e vem. Aquela incrível cavalgada prolongou-se por imenso tempo, até que ela começou a gemer de forma mais intensa, e dizendo "sim... sim... oh sim... sim..." sinal que estava a ter um orgasmo. Aquilo excitou-me tanto que também atingi o meu climax, soltando golfadas de leite enquanto ela ainda me estava a cavalgar. Depois daquele orgasmo simultâneo, ela voltou a deitar-se sobre o meu corpo e mantendo o meu pénis enfiado na sua rata, começou a beijar-me. Eu retribuí os seus beijos e permanecemos assim durante um bom tempo, até que ela saiu de cima de mim, com a intenção de sair da cama, mas eu agarro-a e faço-a ficar deitada, aconchegando-me ao seu corpo na posição de "colherzinha". Ela sorri e deixa-se ficar, desfrutando do calor do meu corpo e das minhas constantes carícias que percorrem todo o seu corpo, mas privilegiando sempre os seus seios, onde dispenso mais tempo e carícias. Aos poucos, o meu vigor começa a surgir fazendo com que ela comece a sentir a dureza do meu pénis contra as suas nádegas, aproveitando para as esfregar em mim, provocando-me. Isso só faz com que ele se levante mais depressa e fique logo pronto para entrar novamente em acção. Não querendo desperdiçar nem um segundo, aponto-o para o interior das suas pernas. Ela ajuda, levantando a perna e eu não me faço de rogado, penetrando-a certeiramente à primeira. Começo de imediato com o vai e vem fazendo-a gemer de prazer. Passo uma mão por baixo do seu corpo e agarro-lhe um seio, começando a apalpá-lo. Com a outra, apalpo-lhe o outro, ou então, vou acariciando todo o seu corpo. Ela praticamente nem se mexe, tendo as mãos estendidas acima da cabça agarradas à cabeceira do divã. Mas geme continuamente de prazer. De vez em quando deslizava a minha mão até ao interior das suas pernas para lhe acariciar o clitóris. Isso fazia-a gemer ainda mais, ao mesmo tempo que fazia alguns movimentos com o corpo, como se estivesse a esfregar-se em mim. Eu já estava há imenso tempo a fazer o vai e vem, já respirava de forma ofegante e até já estava todo transpirado. Ela percebendo que eu estava a diminuir a intensidade das minhas estocadas, toma a iniciativa de começar a mover o quadril, fazendo ela literalmente o vai e vem. Aproveito esses minutos para a acariciar enquanto lhe faço um linguado pelo pescoço e ombros. Então faço-a virar para baixo. Ela arrebita o rabo para cima e eu começo novamente com o vai e vem. Ela estende os braços e eu junto os meus aos dela, prendendo-lhe as mãos. Depois de desfrutarmos por algum tempo aquela posição, viro-a para mim e deito-me sobre ela, fazendo a posição do missionário,na qual permanecemos até que ambos gozamos os nossos respectivos orgasmos. Depois de umas prolongadas trocas de beijos e carícias ela regressou à sua cama. Durante aquela semana de férias, fizemos amor todos as noites e mesmo depois do regresso a casa, continuamos a fazê-lo, sempre da mesma forma, através daquelas misteriosas visitas a meio da noite. E eu não me importava nada. O que eu não previ foi a consequência dos nossos actos. Tudo aconteceu dois meses depois, quando recebo uma mensagem no telemóvel onde ela me diz que vai chegar tarde a casa. Quando chega a casa, já eu tinha jantado e estava no meu quarto a jogar no computador. Ela entra e diz-me que precisa conversar comigo sobre um assunto muito sério. Tem os olhos vermelhos de ter estado a chorar. Pergunto se está tudo bem com ela, respondendo-me que passou o dia à beira mar para poder assimilar tudo o que tinha acontecido. Começou por me dizer que descobriu que estava grávida, o que foi uma grande surpresa, atendendo que não tinha namorado há quase um ano e também não tinha relações sexuais desde então. Mas o facto era que se estava grávida era porque tinha estado com alguém. Então lembrou-se de lhe terem aparecido alguns chupões na zona do pescoço durante a época natalícia, mas também depois... Os chupões eram a prova que tinha estado com alguém e mais, tinha feito sexo, senão, não estava grávida. Como não fez, conscientemente, sexo, restava então a opção de o ter feito inconscientemente. O seu primeiro pensamento foi que alguém lhe teria dado alguma droga para poder abusar dela. O principal suspeito fui eu, mas não tinha como o provar. No início fechou a porta do seu quarto à chave, mas os chupões continuaram a aparecer, por isso, teve a ideia de mandar instalar uma pequena oculta câmara no corredor, igual à que usava nos talhos e aí teve uma confirmação chocante. Era ela que saía do quarto dela e entrava no meu, saindo dele mais de uma hora depois. Portanto, foi ela que me seduziu, ou seja, não era ela a abusada mas a abusadora e para piorar tudo, tinha engravidado do próprio filho. Mas como não se lembrava de nada e precisava de explicações para não enlouquecer, consultou um médico especialista, explicando-lhe que tinha descoberto que durante a noite ia para a cama com um vizinho, de quem engravidou, e o pior era que não se lembrava de nada. Depois da realização de exames, o médico disse-lhe que ela sofria de uma espécie de sonambulismo, durante o qual, o seu subconsciente agia por sua própria conta, como num sonho onde as coisas não se desenrolam como nós queremos, simplesmente acontecem e de uma forma que, se estivéssemos de perfeita consciência, não as faríamos. Ela contestou dizendo que se assim fosse, o vizinho notava que ela estava sonâmbula, mas o médico explicou-lhe que ela ficava num estado no qual agia como se estivesse perfeitamente acordada, portanto, o vizinho não tinha como notar qualquer diferença, excepto talvez, estranhar apenas o seu repentino interesse sexual nele, sem que antes lhe tenha manifestado qualquer interesse nele. O médico deu-lhe uns comprimidos para acabar com aqueles episódios. Quanto à gravidez, já nada havia a fazer. Apesar da questão da consanguinidade, os testes que fez até agora dão todos resultados normais, portanto os únicos cuidados a ter são os normais para uma mulher da idade dela que engravida. Por outro lado, recordou um caso em que um primo do pai dela teve relações com uma filha (abusou dela), engravidando-a e esta deu à luz um filho perfeitamente normal. No nosso caso, eu ia ser pai do meu próprio irmão. Desculpou-se por ter suspeitado de mim no início e pelo que me tinha feito, apesar de o ter feito inconsciente do que estava a fazer. Agora restava-nos guardar segredo e continuar as nossas vidas. Ela contou-me tudo isto com um ar pesado, quase a chorar e quase sempre a olhar para o chão. Depois de uns segundos de profundo silêncio retirou-se. Nessa noite não me "visitou", mas a partir do dia seguinte notei que a nossa relação era tudo menos normal. No início, era notório o seu pouco à vontade. Parecia sentir-se envergonhada, mas a troca de olhares era constante, como se estivéssemos a estudar-nos mutuamente. Eu obviamente que olhava para ela com interesse, ela apercebia-se disso mas não reagia. Até que duas semanas depois, notei que ela estava muito intranquila durante o jantar, parecia que queria dizer algo. Perguntei se estava tudo bem ao que respondeu que sim, falando-me de uns novos exames que tinha feito e que estava tudo normal. Então após o jantar e enquanto eu a ajudava a tratar da loiça, ela sem olhar para mim disse-me que queria fazer-me uma pergunta que me poderia ser estranha, mas era uma dúvida que lhe estava a "martelar" na cabeça e que não lhe dava descanso. - Quando o fizemos da primeira vez... o que é que eu fiz?
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A história de uma estranha sedução - II




