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A propostaPublicado em 2015-04-02 na categoria Contos eróticos / Hetero
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A crise fez com que a fábrica onde o meu marido e eu trabalhávamos fechasse do dia para a noite, deixando-nos com ordenados e subsídios em atraso. Isso fez com que nos atrasássemos também no pagamento da renda da casa. A falta de emprego piorou a nossa situação e apesar do meu marido ir fazendo uns biscates, íamos ser despejados. O desespero levou-me a fazer uma proposta ao nosso senhorio, uma proposta irrecusável...Era uma segunda-feira como qualquer outra. Após o almoço, tratei de arrumar a cozinha e sentei-me um pouco a ver a novela da tarde enquanto os meus três filhos brincavam na sala. Ouço bater à porta da cozinha. Como esta fica ao lado da cozinha. abro a porta da sala que fica mais próxima de mim, deparando-me com duas visitas, o senhorio e o seu cunhado. Nem precisaram de dizer ao que vinham. Era um momento que eu aguardava e temia há muito. A renda da casa era de 250€ mês e já estávamos com um atraso de 4 meses. No dia seguinte, íamos entrar em mais um mês. Nós já tínhamos pedido dinheiro emprestado aos meus pais, sogros, aos meus irmãos, aos irmãos do meu marido, a outros familiares e alguns amigos, devíamos dinheiro a muita gente. O meu marido ganhava perto de 450€ mês, mas a nossa prioridade era pagar a luz e a alimentação. Estávamos perfeitamente cientes que a qualquer altura ele ia bater-nos à porta para exigir o pagamento da dívida e se não o fizéssemos, para nos por na rua. Sabíamos também que se não pagássemos, nada podíamos a fazer para o evitar. Eu não tinha nenhuma ideia de como resolver o problema, porque implorar, mesmo que pelos meus filhos, da nada nos ia valer. Cumprimentaram-me, dizendo que eu já devia adivinhar ao que vinham. Acenei com a cabeça e convidei-os a entrar. Mandei os miúdos ir brincar para o quarto, desliguei a televisão e convidei-os a sentar no sofá. Começaram por apresentar contas. - Vocês já devem 1000€ mais a multa por incumprimento de 50%, a dívida já vai em 1500€, e amanhã entramos num novo mês... Você tem dinheiro para nos pagar? Respondi negativamente com a cabeça e o olhar fixo no chão. Perguntaram-me então: - Vocês sabem o que vai acontecer agora, não Sabem? Voltei a acenar com a cabeça, respondendo que sim. - Então você tem que abandonar esta casa ainda hoje. Amanhã voltamos e se ainda cá estiverem, são expulsos à força e as vossas coisas vão todas para a rua... Pedi, implorei para nos darem mais uma oportunidade, mas eles responderam que já tinham dado muitas, apesar de nós só devermos 4 meses, há já quase um ano que andávamos sempre atrasados. Eu sabia que de nada me valia chorar misérias. Nós íamos para a rua, então em desespero, saiu-me uma frase da boca. Saiu-me sem pensar: - Por favor, não nos ponham na rua, eu estou disposta a fazer qualquer coisa, faço tudo o que vocês quiserem... De repente calei-me, ao ter consciência do que estava a dizer. Eles olharam um para o outro e o senhorio perguntou-me: - O que é que você está disposta a fazer?... Eu sabia que tinha ido longe de mais, mas tinha ali uma porta aberta para a resolução dos nossos problemas. - Não sei... eu... eu... não sei... - Se não tem dinheiro, que outra coisa está disposta a oferecer para pagar a sua dívida? - Não sei... eu... não sei... o que é que vocês querem? Tinha perfeita consciência que a moeda de pagamento que todos tinham em mente era «sexo», mas ninguém se atrevia a dizê-lo abertamente. Naquele momento, na minha cabeça os pensamentos corriam. Será que eu estava mesmo disposta a entregar-me em troca da dívida? Na verdade tinha ali uma oportunidade de ouro para a resolução de todos os nossos problemas. - Você está disposta a dar umas folgas ao seu marido? Pergunta o meu senhorio. Apesar de nunca ter ouvido aquela expressão, consigo adivinhar o que está a insinuar, mas faço-me desentendida. - Você está disposta a abrir-nos aí o seu cofre? Repete, fazendo um gesto com a cabeça na direcção do meu sexo. Como continuo a desempenhar um papel de não perceber, não porque me esteja a fazer de difícil, mas porque estou numa luta interna, tentando convencer-me se devo os não aceitar fazer aquele sacrifício, o outro homem dispara: - Olha, o que o meu sócio te está a propor é muito simples, se não tens dinheiro, podes pagar de outra forma... percebes? - Pagar de outra forma?... - Sim, se não tens dinheiro, podes pagar com o corpo! Estava dito. Agora não havia volta a dar. Era agora ou nunca. Apesar de me sentir profundamente revoltada com tudo aquilo e de noutra situação escorraçar aqueles desgraçados, eu estava de mãos atadas e pelos meus filhos, tive que aceitar fazer aquele sacrifício. - Se eu... se eu fizer isso... vocês... vocês esquecem a nossa dívida?... - Sim! Responderam ambos. Acenei com a cabeça afirmativamente. Eles levantam-se e sentam-se ao meu lado, começando a dizer que ia ser um prazer cobrar aquela dívida, enquanto os dois introduziam as mãos por baixo das minhas saias para me apalparem as coxas, enquanto ias espreitando as minhas mamas pelo decote da minha blusa. Começaram então a acariciar-me também os seios enquanto à vez, começaram a esfregar a minha rata, fazendo constantes insinuações de como eu era jeitosa. O sócio do meu senhorio, baixa a alça da minha blusa, descobrindo o meu seio e começa a chupá-lo enquanto o outro me faz um linguado pelo pescoço. Eu limito-me a fechar os olhos, ficando estática, até que alguns minutos depois, lembro-me que os meus filhos podem aparecer. Levanto-me de repente, para surpresa deles. Arranjo-me e digo-lhes que não podemos fazer aquilo ali, pedindo-lhes para irmos para o meu quarto. Eles acompanham-me. Eu fecho a persiana diminuindo a claridade até ficar uma penumbra enquanto um deles fecha a porta à chave. Despimo-nos em silêncio, eu de um lado da cama e eles do outro. O sócio aproxima-se de mim e faz-me ficar de quatro atravessada na cama. Começa a acariciar-me as nádegas e a minha rata enquanto o outro aproxima-se de mim, exibindo a sua verga ainda meio murcha, ordenando-me para a chupar. Olho para o relógio, são 14h25, ainda temos tempo antes que o meu marido chegue. Meto-a na boca e faço-o sem grande vontade. Algum tempo depois, segura-me a cabeça e começa a fazer um vai e vem, até que acaba por reclamar que não lhe estou a dar pica. O outro dá-me umas bofetadas nas nádegas dizendo que eu estava muito tensa, que tinha que relaxar e que podia aproveitar para juntar o útil ao agradável, desfrutando daquela experiência com elas. Olhando para o relógio, são já 15h10. Tínhamos estado ali quase uma hora e nada. Eu tinha que os despachar para acabar com aquilo depressa e a melhor forma era fingindo que estava a gostar para os excitar e levá-los a terminar mais rápido. Agarro na verga e começo a masturbá-la, voltando a enfiá-la na boca, desta vez para a chupar. Ele fez um som de satisfação dizendo que agora sim, eu estava a "trabalhar bem". O outro começa a lamber-me os lábios vaginais e a chupar--me o grelinho, enquanto me acariciava continuamente todo o corpo. Comecei a fazer uns gemidos de prazer para fingir que estava a gostar. O sócio comenta que estou a deixá-lo louco de tesão. Até que uns 20 minutos depois, ele ergue-se e sem avisar, penetra-me de repente, enfiando-me a sua verga de uma só vez, obrigando-me a soltar um grande gemido. Após aquela primeira investida, começou a estocar-me com bastante força, forçando-me a conter os gritos. Já mal conseguia ter a verga do outro na boca porque mal conseguia respirar, limitando-me quase sempre a masturbá-lo, apesar dele de volta e meia voltar a enfiá-la e fazer-me chupá-la. Aquilo não parece ter fim, por esta altura o meu marido já se tinha vindo. Olho para o relógio e para minha surpresa, já passa das 15h45. Ele continua a estocar-me com força, fazendo por vezes alguns intervalos para me acariciar, mas mesmo nesses, sem parar com as investidas, continuando a enfiar, só que mais lentamente. Outras vezes tira-a para a voltar a enviar ou para me bater nas nádegas com ela. Continuou até deixar-me dizendo ao sócio que era a vez dele. Já eram 16h00, estávamos ali fechados há uma hora e meia e o meu marido saía às 17h. Enquanto sou penetrada pelo senhorio, o outro senta-se visivelmente cansado a olhar para nós enquanto se vai masturbando lentamente. Sentindo-me também um pouco cansada e pelo próprio peso dele, deixo-me cair na cama, mas mesmo assim, ele continua a estocar-me, passando as mãos por baixo do meu corpo para me apalpar as mamas. Apesar de não o desejar, não consigo evitar sentir algum prazer. Tento lutar contra o meu corpo, mas o facto é que aquilo é demasiado para mim, assoberbando-me, sobrepondo-se a mim. Os meus constantes gemidos não são mais fingidos. Chego mesmo a ter um ou dois orgasmos seguidos. Depois de algum tempo em cima de mim, faz-me flectir uma perna, deixando-me meia de lado, e agarrando-me pela cintura, continua a penetrar-me com força até parar dizendo que já estava cansado. Voltam a trocar. O sócio vira-me para cima e encaixa-se em mim na posição do missionário, começando com aquelas rápidas investidas, fazendo-me gozar novamente. Tenho noção que o tempo urge, olho para o relógio, são 16h35. Felizmente, 15 minutos depois ele vem-se sobre o meu ventre. O outro faz-me sentar e chupar-lhe a verga até se vir também, obrigando-me a receber o seu leite na boca, prendendo-me a cabeça. O primeiro jacto escorreu-me directamente pela garganta. Nem consegui reagir. O segundo levou igual destino, mas o restante depositou-se ma minha boca, fazendo-o escorrer pelos cantos da minha boca. Tudo consumado, aflita olho novamente para o relógio, eram 17h05. Digo-lhes que têm que ir embora porque dentro de 15 minutos o meu marido chegava a casa. Enquanto se vestiam perguntei, para confirmar se a divida estava paga. Olham um para o outro, sorriem e o sócio diz: - Achas que uma foda vale 1500€? Nem uma puta de luxo leva tanto... Isto só abateu 40€ à tua dívida... - 40€? Perguntei furiosa. - Minha menina, qualquer puta ali na nacional junto à mata fode por 10 e 15€, e tem lá gajas bem boas de vinte aninhos... Na casa da Olga, as putas cobram 20€... Se tu fores trabalhar para a vida para ganhar dinheiro, não recebes mais do que isto por cada foda e tens que contar com a margem para o chulo ou a mada-me que te fica, com metade... - Só 40 comento incrédula... - Sim minha querida, tu deves a cada um de nós, 750€. logo de cada vez que fores para a cama com um de nós, abates 20€ à tua dívida... Levei as mãos à cabeça. Eu estava nas mãos deles. Quando é que eu ia conseguir abater a totalidade da dívida? Quantas vezes tinha que fazer aquele sacrifício? - Duas já demos, temos ainda 73 fodas garantidas... e amanhã, temos mais 12... Amanhã passa pelo supermercado para pagares a 2ª prestação... - Diz ele com uma gargalhada. Saíram, fui tomar um duche e com a chegada do meu marido não lhe contei nada. No dia seguinte fui ao supermercado e mandaram-me ir ao escritório. Lá o sócio do meu senhorio disse-me que me ia dar um emprego em part-time como repositora e funcionária para fazer a limpeza, mas não me pagava. Aquilo era só para que eu ficasse à disposição deles, já que se eles fossem a miha casa várias vezes, levantavam suspeitas. Assim, dizia, eu também podia dizer ao meu marido que estava a fazer aquele trabalho no supermercado para ir abatendo a dívida, quando na realidade, estava a abatê-la com as pernas abertas. A seguir, abriu o fecho das calças, tirou a verga para fora e obrigou-me a fazer-lhe sexo oral até se vir na minha boca. Ao chegart a casa contei ao meu marido que me tinham oferecido trabalho. Ele ficou muito contente com este "emprego". Nunca lhe contei a verdade. E continuei a pagar a nossa dívida... |
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