Loucura de uma noite de verão
Publicado em 2015-04-02 na categoria Contos eróticos / Hetero


Depois do meu divórcio passei uma fase menos boa na minha vida, refugiando-me no meu trabalho e afastando-me das pessoas. Sentia-me sozinha, triste e insatisfeita. Desejava fazer sexo mas tinha receio de sair à procura como se fosse uma desesperada. Por outro lado, morava numa comunidade pequena, pelo que, não queria cair nas bocas das pessoas.

 Há já mais de um ano que não fazia sexo e isso estava a deixar-me louca. Comecei a masturbar-me com grande frequência. No início, acariciava-me apenas com as mãos e os dedos, mas o desespero fez com que rapidamente começasse a introduzir objectos na minha vagina. Acabei mesmo por comprar dildos e vibradores em sexshops na internet.

Apesar de já me satisfazer melhor, a verdade era que continuava a ansiar por uma verga verdadeira, dura e quente. Dei comigo também a desejá-las cada vez mais. Comecei mesmo a idolatrá-las, chegando ao ponto de desejar comê-las e sentir o seu leite a escorrer para o interior da minha boca.

Este desejo excitava-me tanto que me fazia gemer desesperada, castigando-me a mim mesma, apertando os meus seios até ao limite da dor. Era estranho porque fiz poucas vezes sexo oral ao meu marido e só tenho memória dele se ter vindo na miha boca meia dúzia de vezes. Na verdade, no campo sexual, eu era um pouco aberta a estas coisas. Penso que foi isso que pôs um fim à nossa relação.

Isto começou a tornar-se um problema sério. Eu queria a minha desforra, queria dar largas à minha luxúria, queria fazer uma loucura qualquer. Nas minhas férias, arredei um pequeno bungalow com vista para o mar que ficava dentro de um parque de campismo. Aquele seria o meu ninho para o deboche. Os bares nocturnos situados na marginal seriam o meu território de caça...

Eu andava literalmente nas nuvens imaginando milhares de possíveis cenários. Imaginava-me a conquistar um amante diferente todas as noites durante aquela louca semana. A minha pulsação estava continuamente acelerada e eu andava particularmente feliz comigo mesma só de imaginar que ia tirar a "barriga de misérias"...

Acabada de me instalar, dou uma volta pela vila. É segunda-feira, pouca gente na rua e a fazer praia. Não deixo que isso me preocupe. A noite deve ser mais alegre, atendendo a que existem quatro bares ao longo da praia. Está bom tempo, muito sol e uma ligeira brisa fresca de norte. O mar está também calmo, bandeira verde. Decido aproveitar o o resto da tarde para fazer praia.

Afasto-me da zona central, na direcção das dunas, coloco o pára-vento, o guarda sol, estendo a toalha e dispo-me por completo, fazendo nudismo. Como não há ninguém naquela área e quem passeia à beira-mar passa a uns bons 100 metros de mim, dificilmente alguém perceberá que estou nua. Atrás de mim ficam as dunas, a escassas duas dezenas de metros. Sei que pode aparecer por ali algum "mirone", mas com o pára-sol posicionado estrategicamente para garantir mais privacidade, é um risco mínimo que aceito correr. A minha ideia é morenar sem marcas do bikini.

Como ainda era cedo, 2 da tarde, ia-me virando com grande regularidade, mas com o passar das horas, comecei a aumentar esse intervalo, até que acabei por cair no sono quando estava deitada voltada para cima, só acordando quando comecei a ganhar consciência de algum barulho. Ao abrir os olhos e olhar na direcção sul percebi que havia um grupo de jovens a jogar à bola a cerca de 50 metros.

Rapidamente percebo que olham todos na minha direcção. Também de imediato percebo que alguém está próximo de mim. Olho na direcção do mar e apesar do sol estar de frente, percebo que está um jovem a afastar-se com uma bola. Eles aperceberam-se que eu estava nua e aproveitavam para chutar a bola na minha direcção para poderem desfrutar de uma melhor visão.

Viro-me rapidamente de bruços e verifico outro pormenor. O jovem leva na mão um telemóvel. Ao chegar junto dos colegas mostra-lhes algo no mesmo. De repente caio em mim. Os telemóveis modernos têm câmaras fotográficas. Será que ele tirou-me fotografias? Visto rapidamente o bikini, levanto-me e dirijo-me ao grupo que continua em grupo a olhar para o telemóvel. Assim que um deles dá o alarme da minha aproximação é que eles disfarçam e desmobilizam.

A dono do telemóvel oculta-o atrás do corpo enquanto me observa a aproximar dele. Assim que chego, exijo ver o seu telemóvel. Este faz-se desentendido, mas eu insisto. Ele nega-se a mostrar-mo pelo que tento tirá-lo à força, com ele a tentar afastar-me. Os outros intervêm afastando-nos, mas os meus gritos chamam a atenção de outras pessoas. Eles soltam-me e tentam acalmar-me, mas a discussão continua.

Acuso o rapaz de ter estado a tirar fotos, mas eles tentam convencer-me que ele não o fez. Até que um deles diz-me para ter calma e para conversarmos como adultos para desfazer qualquer dúvida. Começa por dizer que ninguém ali tem culpa de nada. Eu tinha todo o direito de fazer nudismo, afastando-me o máximo possível, mas não o suficiente porque aquela zona era a única onde podiam jogar à bola, apontando para um sinal que estava a algumas dezenas de metros.

Depois fez-me ver que, tendo eles também o direito de estar ali, perante a presença de uma senhora a fazer nudismo, por muito que o quisessem evitar, obviamente que isso chamava-lhes a atenção, não porque nunca tivessem visto uma mulher nua, a internet está cheia disso, mas pela curiosidade masculina, acrescentando que se eu estivesse no lugar deles fazia o mesmo.

Por outro lado, ressalvou que sendo eu uma mulher muito bonita e com um belo corpo, era normal que despertasse o interesse do sexo oposto e o facto de todos eles admirarem o meu físico, com todo o devido respeito, era o melhor dos elogios que me podiam fazer, admitindo porém que estavam a agir incorrectamente ao não respeitar a minha privacidade, apesar de eu ter algumas culpas por me colocar a jeito.

O discurso daquele jovem estava bem estruturado e não podia deixar de lhe dar razão. A culpa, de facto, era tanto minha como deles e no fundo, fui eu que provoquei a reacção deles. Mas todas aquelas explicações não me desviaram de querer ver o telemóvel para ver se ele tinha tirado fotografias. O rapaz com quem eu estava a conversar pede o telemóvel ao outro e começa a mexer nele dizendo que estava à procura.

A procura prolongou-se durante alguns minutos, dizendo que o rapaz tinha ali muitas pastas com imagens, mas não encontrava nada meu. Por fim, ouço algures um toque de mensagem enquanto ele se aproxima de mim e mostrando-me, começa a correr as pastas, uma por uma, provando não haver ali nada. Comprovo que ali não há nada, mas reafirmo a suspeita que aquele tempo que presumivelmente procurou, esteve de facto a enviá-las para outro telemóvel, e a apagá-las neste.

Este continua a insistir que estou a ver coisas onde elas não existem, acrescentando que eles eram rapazes de bem, que estavam ali para se divertir e que lamentava profundamente toda aquela confusão. Também referiu que dia anterior, tinham estado naquele mesmo sitio mulheres a fazer topless e também elas despertaram a curiosidade deles, mas estes nunca pretenderam faltar ao respeito de ninguém.

Por aquela altura eu arrepio-me e ele prontamente coloca-me uma toalha pelas costas. O tempo estava a mudar muito rapidamente. Quando cheguei à praia, apesar de estar sol, reparei que ao longe, no mar, havia um grande nevoeiro que se aproximava. Com ele, o vento aumentou e era mais frio. Dava para notar que o nevoeiro que já se fazia sentir entre nós, ia ficar muito denso porque já não víamos ao longe, as pedras da extremidade do paredão.

Agradeci o gesto, mas queria devolvê-la dizendo que tinha a minha. Ele insistiu que continuasse com ela e pediu-me para permanecer um pouco mais com eles porque eu tinha ficado com uma imagem deles e tudo o que eles queriam era dar-se bem com toda a gente, porque eles eram pessoas de bem. Disse-me que começamos com o pé esquerdo e pediu-me para o deixar corrigir aquela confusão. Aceitei.

Tirou duas cervejas de uma das arcas e sentamo-nos em cima delas, enquanto os amigos continuaram a jogar. Agradeci a cerveja e perguntei se não ia jogar com eles. Respondeu que eram 9, pelo que sem ele, estavam mais equilibrados. Apresentamo-nos, disse que eram de uma aldeia do interior e que tinham vindo passar uma semana de férias ao litoral. Iam-se hoje embora. Como gastaram todo o dinheiro que trouxeram, um irmão de um deles, vinha com uma carrinha buscá-los. Só chegava por volta das 23h.

Depois quis saber o que fazia uma mulher tão bonita como eu sozinha ali (te ao reparar que eu não tinha aliança...) e sem companhia? Respondi que estava melhor só que mal acompanhada. Então perguntou se os homens por estas bandas eram todos más companhias ao que respondi que tinha sido casada, mas a relação acabou mal e que ainda não tinha encontrado o homem certo. "Então entretanto divirta-se com os errados", respondeu ele prontamente, fazendo-me dar uma gargalhada.

"É essa a ideia", respondi sem pensar. Ele então desabafa dizendo que não me desejava a sorte deles porque eram todos das serranias do interior e que a maior parte deles nunca tinha tido uma namorada a sério, aliás, muitos deles ainda era virgens. Quando tiveram a ideia de virem até ao litoral era a de se divertirem e de "comerem umas gajas", mas nenhum deles tinha tido a sorte de sequer encontrar as raparigas erradas para se divertirem.

Tentei dar-lhe ânimo, dizendo que eles nem eram mal parecidos, pelo que não percebia porque é que as raparigas não olhavam para eles. Este lamentou-se dizendo que não tinham carro, dinheiro nem roupas caras para as impressionar e que elas notavam que eles eram malta simples, pobre e sem interesse. Respondi que elas estavam erradas porque do pouco que tinha lidado com ele, percebi que ele era um rapaz com uma boa onda e que qualquer rapariga ia gostar de curtir com ele.

Ele sorriu e respondeu que eu estava a exagerar. Respondi que não estava, e acrescentei que se eu tivesse a idade deles, teria gostado de conviver e curtir com ele, ao que responde que gostava muito de poder ter tido a oportunidade de ter conhecido uma rapariga que pensasse como eu. "Acredito que encontrarás uma que pense como eu", digo piscando-lhe um olho e bebendo um pouco mais.

Ele fica a olhar para mim. "Você diz mesmo a verdade quando diz que se tivesse a minha idade gostava de curtir comigo?", insiste. "Claro, por que não! És um excelente rapaz! Qualquer rapariga que tenha o privilégio de te conhecer de verdade vai dar-te o devido valor!", respondo inocentemente tentando animá-lo. Ele continua a olhar fixamente para mim e então, sem prévio aviso, beija-me repentinamente, sem me dar tempo de reagir.

Aquele vento frio gelou-me os lábios, mas o toque dos lábios também frios e salgados daquele rapaz, desconcerta-me. Demoro alguns segundos a reagir, afastando-me e perguntando-lhe o que pensa que está a fazer. Ele olha para mim com uma expressão ternurenta, de desejo e excitação. Colocando a mão na minha nuca, puxa-me para ele e volta a beijar-me, desta vez com mais intensidade, parecendo querer sugar-me todo o ar dos meus pulmões.

Queria opor-me, mas o facto de não sentir o contacto de uns lábios há mais de um ano, somado à forma arrebatadora como aquele jovem me beijava, trouxe rapidamente toda aquela excitação contida à flor da minha pele, deixando-me totalmente rendida. Sem forças para me opor, e com todo o meu ser a desejar ardentemente desfrutar daquele momento de magia, correspondo ao beijo, juntando a minha língua ao dele.

Ignoramos por completo os amigos dele que continuam a jogar à bola, mas assim que estes se apercebem do nosso beijo, começam a fazer imenso barulho, fazendo-nos "despertar" daquele transe. Peço-lhe desculpa, levanto-me e entrego-lhe a toalha, correndo até às minhas coisas. O vento está mais forte e o nevoeiro mais denso. Pego na minha toalha para me cobrir, mas assim que me viro dou de caras com o jovem rapaz que volta a beijar-me, segurando a cara com ambas as mãos.

Consigo afastá-lo e defendo-me com uma desculpa estúpida dizendo que os amigos podiam ver-nos. Que raio de argumento foi aquele? Ao olhar para o local onde eles estavam, com o nevoeiro já não via nada. Eu já não pensava coisa com coisa. Ele diz que me deseja e volta a beijar-me com paixão. As minhas pernas ficam "bambas", tenho que me sentar para não cair. Ele acompanha-me e pouco depois estamos deitados mesmo junto ao pára-vento. Ele cobre-nos com a toalha dele e voltamos a beijar-nos. Um beijo tão longo que só terminou quando me começaram a doer os maxilares.

Com o seu corpo quente encostado ao meu não menos quente, sinto claramente o seu membro duro em contacto com o meu corpo, desejoso de o receber. Enquanto me faz um delicioso linguado pelo pescoço e ombros, acaricia-me todo o corpo, concentrando-se nos meus seios, desviando o bikini para os libertar e fazendo com que os meus mamilos fiquem logo duros, prontos para serem chupados.

Assim que ele percebe, faz-me a vontade, chupando-os aos dois, juntando os seios, um contra o outro, enquanto os apalpa. Entretanto, encaixa-se entre as minhas pernas e começa a esfregar-se na minha rata que já está completamente encharcada. Queremos avançar mas como estamos deitados directamente sobre a areia, esta não nos dá muita liberdade para explorarmos os nossos corpos.

Digo-lhe que tenho um local para nós. Sempre aos beijos, levantamo-nos, ele ajuda a arrumar as minhas coisas e começamos a caminhar, empurrados pelo forte vento. Pelo caminho encontramos os amigos que já vinham ao nosso encontro. Estes acompanham-nos. O parque de campismo ficava próximo e felizmente, tinha uma abertura directa para a praia, pelo que, não tivemos que caminhar muito e o meu bungalow ficava a poucos metros.

O bungalow era pequeno. Tinha uma sala ligada à cozinha, um quarto e uma casa de banho. Os rapazes ficaram na sala a ver televisão e a conversar enquanto o meu "amante" e eu fomos tomar um banho de água quente. Com a água a escorrer pelos nossos corpo, começamos a beijar o corpo um do outro, enquanto ele acariciava a minha rata e eu lhe masturbava o membro. Não resisti e baixando-me, comecei a chupá-lo cheia de desejo. Ele tinha ali um belo exemplar...

Ele deixou-me chupá-lo até o fazer quase vir-se. Aí, fez-me levantar e fez-me ele a mim sexo oral. Encostou-me à parede, fez-me abrir as pernas e de joelhos à minha frente, começa a chupar-me e a lamber-me a rata, enquanto me acaricia constantemente as pernas e as nádegas. Estava tão excitada que não demorei a gozar. Mas queria mais, ele penetrou-me ali mesmo, com os dois de pé, começando logo a estocar-me com força, mas não dava muito jeito por isso nem 5 minutos ficamos ali. Limpamo-nos e fomos para o quarto.

Ele deitou-se na cama e eu "atirei-me" para cima dele, não para ser penetrada, mas para lhe chupar aquela deliciosa verga. Ele puxa-me uma perna para fazermos um 69. A minha excitação começou novamente a aumentar enquanto ele não aguenta mais e vem-se na minha boca, brindando-me com imenso leite. As primeiras golfadas foram em tal quantidade que foi com alguma dificuldade que consegui dar conta de todo aquele sémen, mas consegui engolir tudinho...

Como ainda estava "quente", descaí em dizer que queria mais. Ele levanta-se e sai, comigo a implorar para que regresse e me faça gozar outra vez. Ele regressa mas traz um amigo que se despe e junta-se a mim. Os outros não demoram a vir para o quarto. Naquela noite nem dormi. Fui possuída por todos, várias vezes. Fiz sexo de todas as formas e feitios...

Deitada de bruços, na posição do missionário, de quatro de lado pela frente e por trás, comigo por baixo e por cima, de pá, de joelhos, sentada ou a cavalgá-los. Fiz sexo com mais de um ao mesmo tempo, fui duplamente penetrada enquanto chupava outras vergas. Vieram-se dentro dos meus três orifícios (vagina, ânus e boca). Perdi a conta às vezes que gozei.

Às tantas vejo um rapaz novo no quarto. Percebi que era "novo" porque era o único que estava vestido. Era o tal irmão de alguém que os vinha buscar. Convidei-o a juntar-se a nós. Ele não esperou por novo convite, despindo-se e saltando logo para a cama. Saltou-me logo à vista que apesar de não ser muito grande, o seu pénis era mesmo muito grosso. Apesar de eu já ter a vagina bem "lubrificada" por tanto leite, foi com alguma dificuldade que ele conseguiu acomodar a sua verga na minha apertada vagina. A fricção daquele rolo de carne avantajado fez-me gozar um delicioso orgasmo.

Toda aquela loucura sexual durou até às 6 da manhã, quando o condutor disse que tinham que ir porque tinham uma viagem de 2h e ele ia trabalhar ás oito. Despediram-se de mim, deixando-me os contactos, com a promessa de que os visitaria. Assim que saíram, ergui-me sentando-me na cama. Olhando para baixo, vejo o lençol completamente encharcado com o sémen que me escorreu de entre as pernas. Eu própria sinto-me algo enjoada por ter engolido tanto daquele leite.

Tento levantar-me e só o consigo a muito custo porque tenho o corpo todo dorido. Vou tomar um demorado duche. Consoante vou caminhando, sinto o sémen a escorrer-me pelas pernas abaixo. Fico parada debaixo do fluxo de água quente durante imenso tempo. Ao regressar ao quarto, puxo a colcha para cima e deito-me, dormindo até ao final desse dia.

Acordo com dores por todo o corpo, mas imensamente feliz. Deito-me na cama e repasso uma e outra vez aquele filme de luxuria e prazer!

 

 
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