Um dia na praia
Publicado em 2013-09-02 na categoria Contos eróticos / Fantasias


Sempre me considerei uma mulher curiosa com relação ao sexo, mas a minha timidez impediu-me de viver a minha vida sexual em plenitude. O facto de ter tido um só namorado e com ele ter casado aos 18 também não me ajudou a explorar a minha sexualidade. Fui sempre uma mulher fiel ao meu esposo apesar de não me terem faltado oportunidades para o trair.

Consideram-me uma mulher atractiva. Apesar de não ter o corpo de uma manequim nem a cara de um Miss Mundo, sei que tenho atributos que são muito apelativos para os homens em geral. Com o meu marido muitas vezes ausente e uma vida sexual quase ausente, comecei a fantasiar, mas nunca me atrevi a fazer nada.

Entretanto fui confrontada com a notícia que o meu marido queria o divorcio. Confessou que já me amava e que estava apaixonado por uma jovem de 20 anos com quem vim a descobrir, era sua amante há já mais de um ano. Expulsei-o aos gritos de casa, insultando-o e quase agredindo-o. Abri a janela e atirei todos os seus pertences pela mesma.

Durante dois dias não saí de casa, afogando as minhas mágoas no meu choro. Ao terceiro dia umas amigas começaram a tentar animar-me, convidando-me a sair, pelo que, na sexta-feira à noite, tive a sua companhia, o que me ajudou a esquecer um pouco o desgosto. Como o meu ânimo não era o melhor, não consegui despertar a simpatia de ninguém, mas elas puxaram por mim dizendo que eu era ainda uma bela mulher, que despertava atenções e olhares masculinos, sinal de interesse.

Eu tinha 37 anos, ainda estava em forma, bem cuidada, com tudo no sitio,por que haveria de ficar a lamentar a minha sorte? Decidi viver a vida, desfrutar da minha liberdade sem estar presa a compromissos e sem ter que dar satisfações a ninguém. Decidi também que jamais acreditaria em homem algum, eles são todos iguais, por isso, homens, a partir de agora, é comer é deitar fora.

No sábado levantei-me quase ao meio dia. Não me apetecia cozinhar, por isso, como fazia calor fui até à praia. Como numa esplanada e passei um pouco pelas lojas a fazer horas. Por volta das quatro da tarde encaminhei-me para a praia. Procurei um local afastado para poder ficar mais à vontade. Estendi a toalha e deitei-me ao sol. Como não havia ninguém por perto, tirei a parte de cima do bikini e fiz topless.

Entretanto, ouvi o barulho de uns jovens. Ao verificar, vi 4 rapazes que se aproximaram e estenderam as toalhas a uns vinte metros. Reparei que olhavam na minha direcção, mas apesar de eu estar virada para cima com os meus peitos descobertos, decidi ficar como estava. Depois começaram a jogar volei. A bola, muito provavelmente de forma intencional, começou a cair perto de mim o que os obrigava a vir buscá-la.

A situação começou a deixar-me pouco à vontade e decidi virar-me de costas. Estes continuaram a jogar da mesma forma, atirando a bola muitas vezes na minha direcção. Às cinco levantei-me e fui até à agua. Como havia alguma gente à beira mar, decidi vestir o bikini. Ao passar perto dos rapazes, fui brindada com assobios e piropos. Perguntaram-me se podiam fazer-me companhia. Respondi que a praia era pública.

Juntaram-se a mim já na água. O mar fazia algumas ondas, mas a água estava fria. Eles entraram rapidamente, mas vendo o meu receio, aconselharam-me a ir molhando o corpo para me ambientar. Depois incentivaram-me a mergulhar. Dei uns risos nervosos e neguei-me, mas estes prontificaram-se a fazer de seguranças, porque não queriam que o mar levasse uma "coisa tão valiosa". Mergulhei.

Ao vir à tona, perdi o sentido de orientação e ia caindo mas fui segura por dois rapazes que me prenderam entre os seus corpos. Estava tão eufórica que demorei aperceber que estes me agarravam de uma forma mais ousada, mas decidi não dar a parte de fraca e fiz-me de desentendida. Como trouxeram a bola, fez-se um jogo o que originou que estes procurassem o contacto comigo para dissimuladamente me apalparem.

Numa das vezes em que eu tentava impedir um de apanhar a bola, retrocedi de costas para ele, encostando-me nele, e naquela "luta", para me tentar afastar, puxou-me para o lado, colocando as mãos nos meus seios. Retomando a posição, decidi vingar-me e no momento em que ela ia receber a bola, deslizei a mão por baixo da água e apalpei-lhe o pénis.

Face à sua surpresa, avisei-o que na guerra vale tudo. Ele avisou os amigos para o facto de eu ser "perigosa". O jogo tornou-se mais ousado nos toques corporais, até que numa jogada mais atribulada, alguém deve ter-me puxado o bikini e este rebentou, deixando-me sem a parte de cima. Para piorar naquele momento uma onda fez-nos dar umas cambalhotas.

Vendo-me aflita, um deles agarrou-me por trás e manteve-me segura presa ao seu corpo. Queixei-me da falta do meu bikini e eles começaram à procura da peça mas esta parecia ter desaparecido. Entretanto comecei a sentir algo a crescer no calção do que estava comigo. Perguntei-lhe o que era aquilo e este respondeu que não podia evitar, justificando-se com elogios ao meu corpo.

A verdade era que eu também estava algo excitada com o facto de estar a ser tão "desejada" por aqueles quatro jovens na flor da idade que se sentiam atraídos por uma mulher da minha idade. Naquele momento, enquanto os amigos mergulhavam para procurar, deixei-o ficar encostado a mim, sentido o vigor do seu pénis nas minhas nádegas.

Ele que até então me segurava pela cintura, começou a acaricia-la, para depois, aos poucos ir subindo as mãos até chegar ao meu peito, começando a apalpá-lo. Como a água me estava quase pelo queixo, os outros não viam nada. O meu coração dispara. Deslizo a minha mão e começo também a apalpar-lhe o pénis já duro. Então começa a beijar-me o pescoço. Nessa altura os amigos, um a um, vão-se apercebendo do que está a acontecer e trocam sorrisos cúmplices.

O que está mais próximo de nós aproxima-se e colocando-se frente a mim, "cola-se" a mim, começando a esfregar-se em mim. Os amigos entretanto aproximam-se também e começam a trocar olhares. O que está atrás de mim, desce as mãos pelo meu corpo e tira-me a parte inferior do bikini, deixando-me toda nua. Depois faz o mesmo com o seu calção, voltando a encostar-se a mim, fazendo-me sentir o seu membro em contacto com a minha pele, enquanto volta a agarrar os meus seios, apalpando-os. Os outros vendo as nossas peças de roupa, rapidamente adivinham o que se está a passar.

O que está à minha frente tira também o calção, sendo seguido pelos outros dois. Mergulha, agarra-me as pernas e puxando-me para ele, encaixa-se entre elas, deixando-me semi-deitada encostada ao colega. Antes que eu possa dizer alguma coisa, sinto o seu membro invadir-me, deixando-me sem fôlego. Passa-me as pernas à volta da sua cintura e começa a penetrar-me enquanto os amigos, rodeando-me, acariciam-me o corpo.

Como começamos a dar nas vistas, apesar de eu estar nas nuvens, mando-os parar. Afastam-se todos menos o que me estava a comer a rata. Subo para o colo dele, parecendo que estou apenas a abraçá-lo e ele penetra-me novamente. Fingindo ser dois namorados aos beijos dentro de água, começamos a mover-nos dissimuladamente, até que uns minutos depois este gozou.

Assim que me soltou, outra nadou rapidamente até mim, fazendo-me colocar na mesma posição que o anterior e penetrando-me logo de seguida. Como eu já estava bastante excitada, não demorei muito a gozar também. E o facto dele continuar a penetrar-me enquanto eu gozava fez com que o meu orgasmo fosse mais intenso. Também ele gozou pouco depois, retirando-se e dando a vez ao terceiro que também me abraçou e afastando as minhas pernas, colocando-as em torno da sua cintura, enfiou-me a sua verga.

Assim que gozou veio o último e também ele me fez abraçá-lo, penetrando-me logo de seguida e fazendo-me subir e descer sobre o seu mastro, até o fazer gozar. Então trouxeram-me o bikini, vestimo-nos e voltamos para o areal. Desta vez fui forçada a fazer topless porque a parte superior não apareceu.

Eles então trouxeram as toalhas, o paravento e o guarda-sol e deitaram-se todos ao meu lado. Deitei-me de bruços e fiquei a apanhar um pouco de sol. Uns minutos depois virei-me para cima, então o que estava deitado mesmo ao meu lado, deslizou para o meu lado e começou a acariciar-me o corpo. Não demorou muito para saltar para cima de mim, começando a beijar-me o pescoço e a apalpar-me os seios.

Um dos amigos sentou-se e ficou em alerta. Este então, baixou um pouco o calção, o suficiente para deixar o seu membro de fora, depois, com algum jeito, afastou o meu bikini e voltou a penetrar-me. Eu já estava a ferver com a excitação por isso abri as pernas o suficiente para permitir a sua investida.

Ele de início começou a enfiar-me lentamente, mas rapidamente ficou tão entusiasmado que começou a mover-se com bastante intensidade até gozar novamente. Assim que terminou, deitei-me de lado virada para os outros e perguntei quem era o próximo. O que estava de alerta e que entretanto se tinha posto de pé, estando próximo, apressou-se a deitar-se atrás de mim.

Ergueu-me um pouco a perna e tentou penetrar-me, mas sem sucesso, então com a mão encaminhei a sua verga para dentro de mim, fazendo-me soltar um gemido que se juntou ao dele consoante ele a ia empurrando. Depois, começou a enfiar-me com vontade. Os outros assistiam deliciados. Enquanto ele me comia, começou também a acariciar-me o clitóris, levando-me à loucura e fazendo-me gozar entre constantes gemidos de prazer.

Então, vira-me para cima e deitando-se sobre mim, enfia-me novamente, começando a mover-se quase freneticamente até se vir. Assim que este sai de cima de mim, aproxima-se outra que o substitui rapidamente o amigo, sendo a troca tão rápida que eu mal tenho tempo para descansar.

Depois de uns minutos, eu surpreendo-o, virando-me e ficando por cima dele. Abro as pernas e sento-me em cima dele, como se o estivesse a montar. O receio leva-me a olhar em volta. Surpreendentemente a praia está a ficar deserta. Começo então a mover-me em cima dele enquanto ele me apalpa continuamente os seios.

Apesar de não sentir a proximidade de novo orgasmo, sinto umas ondas de prazer a invadir-me o corpo o que me faz aumentar a cadência dos meus movimentos. Quanto mais rápidos mexo o meu rabo para cima e para baixo, maior é o tesão que sinto, o que me faz inclinar-me mais sobre ele, oferecendo-lhe os meus seios para serem chupados e mexo-me ainda mais depressa.

O pobre do rapaz não aguenta mais e vem-se entre gemidos de prazer, ao mesmo tempo que me agarra as nádegas, apertando-as com força. Mesmo depois dele se ter vindo, eu completamente enlouquecida, continuo a saltar em cima dele aproveitando o vigor que lhe resta. Então, vendo-o aflito, deixo-o sair. O outro senta-se praticamente atrás de mim e faz-me inclinar para a frente, pondo-me de quatro.

Ajoelha-se atrás de mim e depois de me penetrar com um só movimento, forçando-me a soltar um sonoro gemido, começa a comer-me com força, movendo-se com tanta força que de cada vez que o seu corpo bate nas minhas nádegas produz um som igual ao de uma bofetada, fazendo os meus seios balançarem violentamente para a frente e para trás.

Enquanto me vai comendo, vai-me dando umas bofetadas nas nádegas enquanto elogia o meu corpo. Eu peço-lhe para me dar com mais força, fazendo-o mexer-se mais depressa. Não contente, vou exigindo mais e mais, sentindo que um vulcão se prepara para explodir entre as minhas pernas.

Ele entretanto, avisa-me que não vai aguentar muito mais. Peço-lhe para continuar porque também vou gozar com ele. Mas ele acaba mesmo por se vir enquanto eu sinto que o meu climax ainda não está no ponto. Assim que ele começa a diminuir as suas investidas, peço-lhe para continuar um pouco mais porque também quero gozar, mas uns minutos depois ele vê-se obrigado a desistir.

Deito-me na toalha a gemer e a pedir mais. Então um deles, volta a aproximar-se, vira-me para cima, abre-me as pernas e deitando-se entre as minhas pernas, volta a penetrar-me. Eu agarro-me à cabeça, puxo os meus cabelos e viro a cabeça de um lado para o outro, até que gozo o mais intenso orgasmo da minha vida. Aquelas ondas de prazer parecem não ter fim. Enquanto aquele delicioso pénis entra e sai, a minha vagina parece sofrer constantes explosões de prazer.

Mas esta vez fico tão sensível que tenho que lhe pedir para parar. Ele sai de dentro de mim e noto na sua expressão um sentimento de insatisfação. Chamo-o para se deitar ao meu lado e inclinando-me sobre ele começo a chupar-lhe a verga, enquanto a vou masturbando, até o fazer vir-se na minha boca. Eu estava tão absorta no prazer que estava a sentir e a dar que fui surpreendida com aqueles jactos de sémen dentro da minha boca. Em vez de parar, continuei a mamar, mas permitindo que o seu líquido escorre-se para fora.

Assim que terminei e enquanto limpava a boca, outro se aproximou pedindo o mesmo. Se de joelhos estava, assim fiquei, aproximei-me dele, agarrei-lhe o pénis ainda não muito duro e comecei a mamá-lo, fazendo-o endurecer rapidamente. Chupei-o com tal voracidade que este não aguentou muito, vindo-se também na minha boca. Os outros dois, embora tivessem interesse, não forçaram pelo que dei por terminada a aventura.

Ia despedir-me deles, mas convidaram-me a jantar e a ir para a noite com eles. Aceitei. fomos jantar pizza e depois fomos beber uns copos aos bares que ficavam junto do areal da praia. Já passava da meia noite quando eles começaram a pedir-me para irmos para um sitio mais tranquilo. Fomos buscar os carros e estacionamos umas dezenas de metros mais à frente, no mesmo parque, mas numa zona mais discreta.

Eles queriam vir para o meu carro, mas exigi ficarmos no deles. Saíram todos, deitaram os bancos e um deles entrou comigo, enquanto os amigos ficaram cá fora na conversa e a fumar. As nossas roupas rapidamente desapareceram dos nossos corpos. Deitamo-nos e começamos a fazer um 69 bem caprichado, depois ele virou-se e encaixando-se entre as minhas pernas penetrou-me, comendo-me até se vir.

Enquanto me limpava, entrou o segundo. Despiu-se e vendo-me ali de pernas bem abertas, atirou-se de boca à minha racha, comendo-a deliciado. Quando parou, querendo saltar-me para cima, obriguei-o a continuar até me fazer gozar. Então, já satisfeita, deixei-o vir. Ergueu-me as pernas, colocando os meus pés no ar junto à sua cabeça e começou a estocar-me com força até se vir.

O terceiro assim que entrou despiu-se e saltou rapidamente para cima de mim, começando aos saltos, comendo-me a rata com força até se vir. O último entrou também rapidamente para o carro, ainda o amigo se estava a despir e despindo-se, saltou também para cima de mim, enfiando-me até gozarmos os dois.

Antes de nos despedirmos, trocamos números de telemóvel e promessas de novo encontro. Eles ainda não sabiam, mas eu já fazia planos para o dia seguinte...

 
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