A enteada
Publicado em 2013-09-05 na categoria Contos eróticos / Hetero


Após o meu divórcio, comecei a gozar a minha liberdade comendo praticamente tudo o que me aparecia à frente e se colocasse a jeito. Foi assim que conheci uma mulher também divorciada que tinha deixado o marido depois de descobrir que este tinha uma amante. Era uma mulher bonita, trabalhava como gerente de uma loja de vestuário, vivia sozinha, apesar de ter dois filhos na universidade que só a visitavam ao fim de semana.

Casou-se muito nova, com 18 anos, por causa de uma gravidez não planeada, da qual nasceu a Cláudia e o Carlos. Estava divorciada há dois anos e vivia com alguma dificuldade. Manter dois filhos numa universidade privada não era nada barato e para piorar o ex-marido não pagava a pensão a que estava obrigado.

Conheci-a num dia chuvoso e por acidente. Ela estava a sair da loja e eu ia a passar no passeio a falar ao telemóvel quando chocamos um no outro. Ela estava a virar-se e eu ia a olhar para o outro lado da estrada por causa de uma bela mulher. Com o embate larguei o meu aparelho celular que caiu violentamente no chão, desmontando-se. Ela também se desequilibrou, caindo no chão.

Segurei-a firmemente e ajudei-a a levantar-se. Pedimos desculpas mútuas, cada um assumindo-a como sua. A minha preocupação era ver se ela estava bem e a dela era o estado do meu telemóvel. Conversamos durante uns dois minutos sobre o que tinha acontecido, enquanto eu ia tentando montar o aparelho.

Entretanto começou a chover. Eu apressei-me a abrigar-me debaixo do toldo. Ela fez-me companhia enquanto a chuva não passava. Começamos por comentar o tempo, depois lembramo-nos que ainda não nos tinhamos apresentado. Daí a falar das nossas vidas foi rápido. Convidei-a para jantar no restaurante que ficava no outro lado da rua. Para minha surpresa aceitou.

A chuva que já tinha diminuido de intensidade permitiu-nos sair. Atravessamos a rua e entramos. Escolhemos uma mesa, sentamo-nos e fizemos o pedido. O jantar durou mais de uma hora. Notei que houve uma grande empatia entre nós. No fim, já quando saíamos disse-lhe que a conversa e a companhia tinham sido agradáveis. Ela sorriu e respondeu o mesmo.

Acompanhei-a a pé até casa. Ela morava a menos de um quilómetro, pelo que fazia diariamente o trajecto a pé. Ao chegar à entrada do seu prédio, gentilmente estendi a mão para a cumprimentar com um aperto de mão, mas ela aproximando-se deu-me dois beijos na face. Perguntei-lhe então se lhe podia ligar um dia destes para repetir. Respondeu que sim e deu-me um cartão.

Quando já me preparava para me ir embora, ela pergunta-me se não desejo tomar um café. Respondo-lhe que sei que o convite é perfeitamente inocente, mas no meu estado, tenho receio de passar qualquer limite. Ela interrompe-me dizendo que já é adulta e que está ciente do que significa aquele convite. Sorri e aceitei. Subimos e assim que entramos e fechou a porta, atira-se aos meus braços, beijando-me.

As nossas mãos começaram a percorrer o corpo um do outro e as roupas começaram a desaparecer enquanto nos iamos encaminhando para o quarto. Aí já estavamos quase completamente nús. Livramo-nos das últimas peças de roupa e deitamo-nos na cama. Enquanto a acariciava elogiei-a e voltei a beija-la.

Enquanto o fazia, comecei a acariciar-lhe os seios. Ela entretanto começou a masturbar-me. Então desci até aos seus seios, chupando-os, desci até lá baixo e chupei-lhe também o grelo. Ela gemeu intensamente até que uns bons minutos depois me pediu para a montar porque queria sentir-me dentro dela. Fiz-lhe a vontade e penetrei-a até gozarmos.

A partir daí, os nossos encontros passaram a ser na casa dela ou da minha. Duas semanas depois conheci os filhos num almoço, os quais, aprovando-me, consideraram-me o novo namorado da mãe. Eram gémeos falsos e a filha em particular era muito bonita. Um mês depois, eu já pernoitava na casa dela algumas vezes e convivia com os filhos ao fim de semana.

Cerca de dois meses depois, tive uma reunião de trabalho numa cidade vizinha. Terminada fomos todos jantar, durante o qual se começou a combinar a saída seguinte. Um dos sócios sugeriu um bar, o outro falou num bar com gado muito jeitoso, até que eu perguntei se não seria melhor comer umas febras. Eles sorriram e disseram conhecer uma casa que tinha umas "meninas" de primeira qualidade.

Fomos até ao local e fomos recebidos por uma madame muito simpática que nos convidou a entrar. Serviu-nos uma bebida, recebeu e chamou as "meninas". Entraram cinco. Quando me virei fiquei estupefacto. Uma das raparigas era a Cláudia. Assim que me viu, ficou pálida. Ficamos os dois sem reacção. Entretanto um dos sócios escolheu uma morena e o outro, a Cláudia. Nesse momento, como que acordando de um transe, levanto-me e aproximando-me dela, digo-lhes que as visitas têm sempre a primazia. Eles concordam, e permitem-me escolher primeiro.

Escolho a Cláudia. O primeiro volta a escolher a morena e o outro, uma loira. Elas apresentam-se e encaminham-nos até aos quartos. Ao contrário delas que abraçam e beijam os seus parceiros, a Claudia e eu caminhamos como se fossemos a caminho do patíbulo. Entramos para o quarto e a Cláudia rompe em lágrimas, começando a tremer visivelmente.

Sentei-me ao seu lado na cama e acalmei-a. Ela justificou-se dizendo que entrou naquela vida porque a mãe não conseguia sustentar o curso dos dois. Aquilo que a mãe pagava mal chegava a metade da propina mensal, e ainda faltava a alimentação e hospedagem. Aquela foi a forma mais rápida de ganhar dinheiro para ela e o irmão poderem estudar. Disse-me também que o irmão não sabia de nada, pensando que ela trabalhasse num part-time.

Mostrei-me compreensivo e prometi que guardava segredo. Ainda sentado ao seu lado, abracei-a confortando-a, enquanto iamos falando até ficarmos ambos em silêncio. Cerca de meia hora depois ouvimos uma porta bater. Ela "acordando para a realidade", diz que vou ter aquilo por que paguei e começa a beijar-me o pescoço enquanto me acaricia o pénis que esteve sempre de pé.

Apesar da excitação não reajo. Ela tira a blusa ficando em topless. Fiquei doido com aqueles belos seios. Ela estende as mãos, agarrando nas minhas e coloca-as nos seus peitos, fazendo-me apalpa-los. Assim que sinto o seu calor, a suavidade e a dureza, fecho os olhos e suspiro profundamente. Ela então desce as mãos e desaperta-me as calças pondo a minha verga de fora.

Ajoelha-se e prepara-se para a enfiar na boca. Nesse momento, peço-lhe para parar. Ela perplexa pergunta se não estou a gostar ou se está a fazer alguma coisa errada. Respondi duas vezes sim, estava a adorar e estavamos a cometer um erro. Eu não podia fazer aquilo com ela, logo com ela, minha quase enteada. "Enteada não é filha", responde e tenta tocar-me. Eu afasto-me um passo e peço para se tapar. Ela sorri, faz um movimento corporal sedutor e pergunta se não gosto dela. Respondo que sim, mas por muito que adorasse fazer sexo com ela e sabendo que me ia arrepender amargamente, não podia fazer sexo com ela.

Ela aceitou, avisando que não me iam devolver o dinheiro. Respondi que não tinha importância. Já vestidos, perguntei-lhe se estava disposta a abandonar aquela vida. Respondeu que o faria assim que tivesse juntado o suficiente para cobrir os estudos. Fiz-lhe então uma proposta, deixava já aquela casa e eu emprestava-lhe o dinheiro sem juros para ela pagar os estudos dela e do irmão, pagando quando pudesse. Ela de forma provocadora pergunta se pode pagar com o corpo. Peço-lhe seriedade. Promete pensar no assunto e conversavamos no fim de semana.

Ela e o irmão chegaram a casa na sexta à noite. Juntei-me a eles à hora do jantar. Trocamos alguns olhares cumplices. No que restou da noite não surgiu a oportunidade para concersarmos. Nessa noite decidi dormir lá em casa, mas as horas passavam sem que eu conseguisse adormecer. Levantei-me perto da uma e fui beber água à cozinha. Ouço passos e ao olhar para o corredor vejo a Cláudia vestindo apenas uma sedutora camisa de noite quase transparente e um par de meias. Queixa-se que também não consegue dormir.

Assim que a vejo sou traído por uma reacção involuntária do meu corpo, ao ficar com uma erecção perfeitamente visivel no meu calção. Ela que entretanto se tinha aproximado sorri e pergunta se aquela alegria era por a ver. Pedi desculpa e sentei-me cruzando a perna para disfarçar. Perguntei-lhe se tinha pensado na minha proposta. Respondeu que sim, mas questionou-me se eu sabia os valores que estavam envolvidos. Não sabia, mas era uma questão de analisar o problema.

Ela disse que já tinha feito as contas por alto e tinha essa informação no quarto. Levantei-me já recomposto e fomos lá. Ela foi à estante e pegando num caderno, mostro-me uma folha com uns valores. Era muito dinheiro. Aquilo era mais de metade das minhas economias. Pedi-lhe a sussurrar alguns esclarecimentos e ela aproximou-se de mim. Ao sentir o seu perfume voltei a ficar com uma erecção. Ela assim que a nota responde que tem aquele efeito nos homens.

Eu digo que é melhor eu sair dali antes que perca a cabeça e cometa uma loucura. Ela sorri. Aproxima-se de mim, abraça-me e agradece-me por tudo o que estou a fazer por ela sem exigir nada em troca. Abraçando-a também respondo-lhe que não sou nenhum santo e que não me é nada facil resistir-lhe. Quando dou por mim estou a fazer-lhe carícias com as mãos nas costas. Ela afasta-se um pouco e pergunta o que é que estou a fazer.

Eu não consigo responder, engolo em seco e limito-me a olhar para o seu corpo, então num impulso, agarro-lhe a camisa de noite pelo decote e com um puxão forte rasgo-a de cima a baixo, fazendo-a soltar um pequeno grito de surpresa. Pego nela e deitando-a sobre a cama, atiro-me sobre o seu corpo começando a beijá-lo e a acariciá-lo.

Ela não se debate e deixa-me à vontade, limitando-se a soltar pequenos gemidos. Enquanto lhe acaricio e apalpo os seios, vou-lhe chupando os mamilos, fazendo-os ficar erectos e duros. Ela estende os braços acima da cabeça, entregando-se por completo. Enquanto continuo guloso a chupar-lhe os seios, desço uma mão e com os dedos começo a acariciar-lhe a rata já bastante húmida. Ela recebe-os arqueando o corpo e soltando um profundo gemido.

Depois de uns longos minutos de beijos e carícias, deslizo para cima do corpo dela que abre as pernas para eu me encaixar entre elas. Ela começa então a querer puxar o meu calção para baixo. Depois de o conseguir descer um pouco, eu baixo-o até meio da perna e começo a esfregar a minha verga entre os seus lábios vaginais já encharcados nos seus fluídos.

Ela pede-me ao ouvido para a comer, mas eu, muito a custo começo a recuar e dizer repetidas vezes "não". Perante o espanto dela, peço-lhe perdão por ter perdido a cabeça e pelo que estava a fazer. Ela compreende e aceita as minhas explicações. Depois de me vestir ela diz-me que pela primeira vez na vida conheceu um homem com «H» grande. Eu sorrio e respondo que devo ser o maior asno do mundo ao fugir de uma mulher como ela.

No sábado saí cedo. Almocei em casa, mas a Cláudia e o Carlos tinham saído. Só a voltei a ver à noite durante o jantar, onde trocamos alguns olhares. Depos saiu com o irmão. Como estava cansado deitei-me cedo. Acordei com um barulho na entrada. Levantei-me e fui até à porta mandá-los fazer pouco barulho. Estavam os dois alcoolicamente alegres. Fiz questão de os acompanhar até aos quartos para garantir que não faziam barulho.

Ajudei o Carlos a deitar-se, tirei-lhe os sapatos e cobri-o com a colcha. Depois fui ver a Cláudia. Ao entrar no quarto vi-a só de cueca. Ao ver-me fez-me uma festa. Tive que quase correr até ela para a fazer calar. Ela abraça-me dizendo que quer foder comigo. Eu tento manter a cabeça fria ao mesmo tempo que lhe vou dizendo que ela não está em si e que não sabe o que diz.

Ela insiste e insinua-se, provocando-me com o olhar, com palavras e roçando o corpo no meu. Sentindo a minha erecção, diz que sabe que a desejo. Respondo afirmativamente mas acrescento que também a respeito.Então pede-me para não a respeitar e tratá-la como aquilo que ela é. Dou-lhe uma violenta bofetada na cara que a faz cair sobre a cama, começando de imediato a chorar.

Arrependido do meu acto, sento-me ao lado dela pedindo desculpa. Ela abraça-me. Ficamos assim alguns minutos até que a deito na cama cobrindo-a. Afasto-me e ao chegar à porta olha para trás. Ela olha fixamente para mim. Fico uns segundos paralisado a lutar comigo mesmo. Então fecho a porta e caminho na sua direcção, começando a despir-me pelo caminho...

 
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