As prostitutas
Publicado em 2013-08-26 na categoria Contos eróticos / Fetiches


Desde a minha adolescência que comecei a frequentar as prostitutas. Gostava de fazer sexo com elas porque estas estavam dispostas a fazer tudo. Já o mesmo não acontecia com as minhas namoradas que tinham sempre alguns complexos, o que na hora «H» me deixava muito aborrecido. Então deixei de ter namoradas e passei a ir para a cama com as conquistas do momento...

Mas também estas, na hora «H», esquivavam-se a algumas práticas. Umas não gostavam de fazer sexo oral ao natural, outras não admitiam sexo anal, outras ainda não gostavam muito de fazer algumas posições mais acrobáticas. Como tudo isto era possível com as prostitutas, passei a preferir estas. Tinha que pagar?

Sim, mas fazendo bem as contas, para conquistar uma mulher e levá-la para a cama também tinha que investir dinheiro, a pagar um jantar, uns copos num bar, umas prendas, o quarto do hotel (sim, porque eu não as levava para minha casa). Depois, também poupava muito tempo, era chegar, pagar e ir directo para acção.

Mas com o tempo tornei-me mais selecto e passei a preferir as prostitutas que ofereciam algo mais do que sexo. Comecei a frequentar as que se anunciavam como acompanhantes ou tipo namoradinha. Isto permitia prolongar um pouco mais a coisa, o que tornava tudo menos mecânico e automático.

Comecei também a coleccionar no meu computador, as fotos das prostitutas que ia comendo, tendo-as divididas por categorias, assim ia marcando encontros em função do meu estado de espírito. Umas vezes apetecia-me comer uma loira, outras uma morena, ou uma com uns grandes melões, ou uma jovenzinha, ou uma dupla que oferecia show lésbico, etc.

Curiosamente nas duplas, algumas anunciavam-se como mãe e filha, mas isso era estória porque na realidade era uma prostituta mais velha que dividia o apartamento com outra mais jovem e faziam-se passar por familiares. Certo dia encontrei um anúncio que de início me pareceu manhoso. Uma dupla que se anunciava como mãe e filha a iniciar-se. O preço era baixo, o que normalmente indicia o início de actividade e o desejo de angariar clientes.

Ligação telefónica da praxe para saber condições, local do fight e preços. Atendiam juntas ou separadas, atendiam em sua própria casa e informou o preço individual e com ambas. Perguntei se faziam show lésbico. Respondeu que podiam atender juntas mas não faziam isso, só conviviam pela necessidade de dinheiro. Perguntei então pelo homem da casa para ver melhor o filme. Respondeu que era camionista, só vinha a casa a cada quinze dias e não as ajudava com nada. A história parecia coerente, decidi arriscar.

Marquei uma visita para a primeira hora do dia seguinte e informei que pretendia conviver um pouco antes de passar á acção para a coisa não ser tão mecânica, pagando o tempo que estivesses juntos. Ela concordou. Na manhã seguinte, apresentei-me no local indicado e voltei a ligar para me dizerem o número da porta. Era um prédio já com alguns anos. Subi pelo elevador e ao chegar ao patamar, abriu-se uma porta. Dirigi-me à mesma, sendo convidado a entrar por uma senhora nova que vestia uma sensual lingerie. Pensei que se esta era a filha, a mãe estaria fora de prazo.

Cumprimentou-me com dois beijos na face e encaminhou-me para a sala. Sentei-me no sofá e ela ao meu lado. Apresenta-se. Chama-se Dorinda. Durante uma primeira troca de elogios, entra na sala uma rapariga jovem, também de lingerie, a qual me é apresentada como sendo a filha. Era mesmo muito nova. Diz chamar-se Rita. Perguntei-lhe a idade. Respondeu 18. A mesma pergunta à mãe. 34! Engravidou muito nova, diz. Nem me questiono se são realmente mãe e filha, Elas parecem mesmo irmãs.

Eram ambas magras, da mesma estatura, os meus olhos, a única diferença era a mãe ter uns peitos maiores e a filha ser ligeiramente mais magra. Mas esta, também era bem servida de peitos. Serviram umas bebidas e fizemos conversa durante uns bons quinze minutos, durante os quais fomos trocando carícias e beijos. Como estava sentado entre as duas, ora virava-me para uma, ora fazia-o para a outra. Entretanto, descendo uma das alças de ambas, descobri-lhes um seio, aproveitando para brincar com eles ao mesmo tempo enquanto os elogiava. A mãe mais atrevida, desapertou-me as calças e tirou o meu membro já erecto para fora, começando a masturbá-lo lentamente.

Ao inclinar-me para chupar o peito da Rita e a Dorinda inclina-se sobre mim enfiando a minha verga na boca para a chupar. A Rita desce a outra alça descobrindo também o outro peito e oferecendo-mo para o chupar também. Entretanto, começa a desapertar-me a camisa. Uns minutos depois a mãe começa a subir pelo meu corpo aos beijos enquanto continua a masturbar-me. Ao virar-me para ela, a filha substitui a mãe, engolindo o meu pénis.

Não chupa tão bem como a mãe, mas esforça-se por agradar. Digo á mãe para se juntar à filha e ajoelham-se as duas aos meus pés. Enquanto uma chupa a ponta, a outra lambe-me toda a extenção do pénis. Começo a imaginá-las a fazer um show lésbico. Peço-lhes para se beijarem, mas elas negam-se. Ofereço o dobro do preço acordado pelo serviço. A mãe diz-me que não se sente à vontade para fazer isso com a própria filha.

Respondo que se estão nuas e fazem sexo uma à frente da outra, por que razão não interagem entre si? Ela defende-se dizendo que não lhe parece natural, e que não tem coragem. Perguntei-lhe se já tinha estado com outra mulher. Respondeu que sim. Perguntei o mesmo á filha e respondeu o mesmo. Então disse-lhes que só tinham que esquecer o laço familiar e entregar-se ao prazer. Ressalvei que a oferta estava de pé e pedi um beijo.

Elas olharam uma para a outra e uns segundos depois, com muitos incentivos meus, trocaram um beijo. Esclareci que queria que se beijassem. Meio atrapalhadas lá começaram a beijar-se. Fui pedindo mais realismo e elas com o tempo foram perdendo os complexos e começaram a fazê-lo como deve ser, o que era muito excitante. Após uma boa troca de beijos, que a meu pedido, envolveu as línguas, estas viraram-se para mim e gatinharam na minha direcção, começando a despir-me por completo entre contstantes beijos e carícias entra os três.

Encaminharam-me para o quarto e perguntaram quem queria primeiro. Mandei a mãe deitar-se, virada para cima. Depois, pedi à filha para subir também para a cama e comer a rata da mãe. Enquanto o fazia, posicionei-me atrás dela, apontei a minha verga, deslizei-a entre as suas pernas e comecei a comê-la por trás, agarrando-a pela cintura para a poder penetrar com força. Ela tinha uma rata ainda apertadinha. A cada investida minha, ela soltava um sonoro gemido.

Uns bons minutos depois, mandei-a deitar-se sobre a mãe e beijá-la para ela sentir o sabor da sua própria rata. Posicionei-me atrás das duas e encaixei-me por forma a agora poder penetrar a mãe. Enquanto estas se beijavam, ia comendo-as por turnos, ora enfiava numa, ora enfiava na outra, até ficar cansado de estar naquela posição.

Deitei-me e pedi à filha para me montar. Ela encaixa-se rapidamente em cima de mim, enfiando a minha verga e começando a cavalgar-me. A mãe, deitada ao meu lado, ia-me beijando e acariciando o corpo. Eu ia acariciando uma e outra. Então, a mãe mandou a filha sair de cima porque também queria participar na festa. Assim que a filha se retira ela salta logo para cima de mim, mas eu peço-lhe para me fazer primeiro um broche.

Ela prontifica-se de imediato e a filha junta-se a ela. Mando-as ficar de costas para mim para eu poder brincar com as suas ratas. Ao afastar os lábios vaginais de ambas, pude vê-las completamente encharcadas nos seus fluídos. Começo a acariciar-lhes o clitóris, fazendo-as enlouquecer de tesão.

A mãe queixa-se que não aguenta mais e quer-me dentro dela. Afasta a filha e senta-se em cima de mim, começando a saltar como uma louca. A filha entretando desliza sobre o meu corpo e beija-me para depois me oferecer os seus seios para eu os chupar. Entre as suas pernas permanece a minha mão direita a brincar com o seu grelinho. Com a outra vou apalpando os melões da mãe que balançam para cima e para baixo.

A Dorinda já cansada deixa de saltar, limitando-se a mover a cintura em círculos. "Agora é a tua vez filha, acaba com ele". Sai de cima de mim e a Rita prepara-se para substituir a mãe, mas eu interrompo-a. Mando-a por-se de quatro e colocando-me por trás, começo a estocá-la novamente com grande intensidade. A mãe coloca-se atrás de mim, encostando o seu corpo ao meu e começa a acariciar-me o corpo todo.

A filha queixa-se e pede para não lhe dar com tanta força, mas eu ignoro-a e continuo a comê-la com violência. Ela geme de forma bem sonora dizendo que não aguenta mais e não demora a gozar, mas isso não me impede de continuar. Esta com uma respiração já muito ofegante, deixa-se cair sobre a cama enquanto eu lhe mantenho o rabo no ar para continuar a penetrá-la. A mãe vem em socorro da filha e colocando-se também de quatro ao lado dela, oferece-se para ser comida.

Posiciono-me atrás dela e sem pedir, aponto a minha verga para o seu ânus e enfio a cabeça. Ela tenta fugir para a frente ao mesmo tempo que pragueja, mas eu prendo-a pela cintura. Ela diz que ali não, mas eu mando-a aguentar e começo a empurrar devagar. Depois de alguns minutos onde ia avançando e retrocedendo vagarosamente, para se habituar, para depois empurrar um pouco mais fundo, por fim, mantive a minha verga uns dois minutos dentro dela enquanto lhe ia acariciando as nádegas.

Então dando por finalizadas as tréguas, comecei a estocá-la, primeiro, de forma vagarosa, mas aos poucos fui aumentando a cadência dos meus movimentos, fazendo-a agarrar-se com força à colcha da cama e gemer sonoramente. Ignorando os seus lamentos, continuei a comê-la até me vir.

Permaneci na cama com elas, trocando alguns beijos e carícias e comentando o nosso desempenho. Então surpreendi-as com o desejo de ter uma segunda oportunidade. Começamos novamente a envolver-nos os três, mas a mãe desta vez percebeu que eu estava a dar preferência á filha. Elas não sabiam, mas eu queria comer o rabo, tavez ainda virgem desta.

Enquanto me ocupo dos peitos redondinhos da filha, a mãe começa a chupar-me a verga ainda flácida. Uns dez minutos depois, ela começa a ganhar consistência. A mãe entusiasma-se e continua a chupar por mais uns minutos para depois me montar. Mas esteve ali pouco tempo porque eu queria mesmo era comer a filha. Aproveitando a posição de frango assado, deitei-me sobre ela e comecei a comê-la.

Entretanto toca um telemóvel e a mãe entretanto sai do quarto. Saio de cima da Rita e viro-a de lado e de costas para mim, erguendo-lhe uma perna para voltar a penetrá-la. Algum tempo depois, viro-a para baixo e continuo a comê-la. Então ponho-me de joelhos e puxo-a para cima. Volto a penetrá-la e começo a enfiar-lhe o dedo no rabo. Esta avisa-me que não faz sexo anal.

Mando-a ter calma e continuo a enfiar-lhe o dedo. Ela vai insistindo e começa a ficar zangada. Como não tiro o dedo, ela afasta-se de mim e sentando-se na cama repete que não faz sexo anal. Respondo-lhe que há sempre uma primeira vez e pergunto-lhe quanto quer para deixar-me ser o primeiro a abrir caminho.

Ela desculpa-se com as dores mas eu prometo ser cuidadoso e tratá-la com carinho. Começo a falar de números e por fim consigo convencê-la. Ela põe-se de quatro e aguarda. Volto a enfiar-lhe um dedo enquanto a penetro novamente. Depois, já entram dois, fazendo gemer de dor e procurando fugir com o rabo. Deixo então escorrer alguma saliva para o rego do rabo e começo a apontar a minha verga. A mãe regressa e vendo-nos naquela cena avisa-me que o rabo da filha é virgem, e para eu ter cuidado.

Digo à filha para fazer força para fora, como se estivesse a fazer as necessidades que assim é mais fácil e menos doloroso. Ela obedece e o meu pénis começa a entrar vagarosamente e a custo. Ela queixa-se e tenta fugir mas eu prendo-a, avisando-a que só pago se a comer, as tentativas não contam. A mãe coloca-se ao lado da filha e vai-lhe dando dicas e incentivando-a. Então vai a uma gaveta e trás um creme que passa no ânus da filha e esfrega-o na protecção minha verga.

De cada vez que empurrava um centímetro, fazia um compasso de espera de um minuto ou dois. Fui assim, até já estar com metade do mastro dentro dela. A partir dali, parecia ser impossível empurrar mais porque ela já gritava com as dores. Informei-a que aquele seria o limite das minhas investidas e comecei muito lentamente com o vai e vem até áquele limite.

Ela agarrava-se com força à colcha, para além que também a estava a morder. Já estávamos naquela preparação há mais de dez minutos. Então, comecei aos poucos a aumentar lentamente a velocidade dos meus movimentos de vai e vem e uns bons minutos depois, já o fazia com alguma velocidade, mas sem abusar para não a magoar.

Aproveitei isso sim, para ir empurrando a minha verga mais um pouco para dentro, até que algum tempo depois, já a metia quase toda. Quando senti que estava a chegar o meu momento, chamei a mãe e disse-lhe que queria vir-me na boca dela. Ela baixou-se ao lado e aguardou pelo momento.

Tiro o pénis do rabo da filha, retiro a camisinha e ofereço-o à mãe para o mamar. Esta começa a chupá-lo de uma forma fantástica. Ela tem uma boa técnica. Por fim, verto todo o meu sémen na sua boca. A filha entretanto tinha-se sentado e aproximado de nós, ia acariciando as costas da mãe. Eu puxei-a para mim, ficando os dois de joelhos, lado a lado, e beijei-a ao mesmo tempo que deslizo a mão até ao interior das suas pernas para brincar com o grelo.

A mãe levanta-se, ficando também de joelhos frente a nós e abrindo a boca, deixa escorrer o meu sémen pelo seu corpo abaixo.

 
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