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A merceariaPublicado em 2014-01-08 na categoria Contos eróticos / Fantasias
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Desde que me casei que não tenho tido uma vida sexual muito intensa. Na verdade, durante estes vinte anos de casada habituei-me a isso porque o meu marido pouco me procurava, preferindo frequentar prostitutas. Vivia uma vida monótona, fantasiando inúmeras aventuras sexuais, mas não me atrevia a concretiza-las, nem sequer a procurar sexo fora de casa, apesar de ser cortejada na rua...No início do casamento trabalhava numa loja de vestuário, mas com a chegada dos primeiros filhos, um casal de gémeos, tive que deixar o trabalho para cuidar deles. Um ano depois, sem contarmos, fiquei novamente grávida de uma menina. Os meus filhos passaram a ser a razão da minha vida, a minha companhia. Três anos depois engravidei de novo e aos vinte e cinco anos, tinha já quatro filhos pequenos. No início agradou-me muito esta vida de mãe a tempo inteiro. Como vinha de uma família com cinco irmãos, estava habituada. O meu marido não queria mais filhos, mas eu fiz por engravidar de novo. Com o quinto, ele exigiu que eu fizesse uma operação para não ter mais filhos, mas neguei-me sempre e acabei mesmo por engravidar de novo! Hoje, com quarenta anos feitos, tenho seis belos filhos! Embora eles me completem e me encham de felicidade, sinto que falta algo na minha vida. Sinto-me realizada como mulher, mas como mulher, sinto-me também insatisfeita... sexualmente. Certo dia, enquanto tomava um banho de imerção, começo a fantasiar com um homem que tinha visto na mercearia a fazer compras com a esposa. Imaginei-o a passar por mim e a medir-me de cima a baixo dizendo um belo piropo. Eu sorri, gentilmente, enquanto lhe lançava um olhar sedutor. Ele voltando a olhar para os expositores, volta para trás e como os corredores eram bastante estreitos, roça em mim enquanto tenta chegar a uma caixa de cereais. Sinto claramente o seu tesão, fazendo-me estremecer. Ele pede desculpa. Eu baixo a cabeça e respondo para não se preocupar e retiro-me. Todo o meu corpo treme. A minha respiração aumenta, bem como os batimentos do meu coração que parece querer sair-me pela boca. Boca que instantaneamente, assim como a minha garganta, sinto secas como um deserto. Sinto também um calor intenso entre as minhas pernas. Sinto-me húmida. Sinto uma vontade louca de fazer sexo! A mercearia era composta por quatro divisões, as duas primeiras tinham produtos alimentares, a terceira tinha produtos de plástico e a quarta utencilios de cozinha. Enquanto percorria outro corredor, vejo a esposa dele à minha frente, de costas para mim, enquanto vai avançando muito lentamente, pegando num e noutro artigo, comparando-os. Ele aproxima-se por trás. Pego num artigo qualquer e finjo ler o rótulo. A esposa, sentindo gente atrás dela, olha e ao ver-me pede desculpa e pergunta se quero passar. Instintivamente respondo que não e agradeço. Ela olhando para o marido fala qualquer coisa sobre os artigos. Ele responde e ela vira-se novamente para a frente. Nesse mesmo momento sinto a sua mão junto à minha nádega, começando a acariciá-la gentilmente enquando disfarça, pegando num artigo com a outra. Tento afastar-me mas a esposa corta-me o caminho de fuga. Tento afastar-lhe a mão, mas ele insiste e volta a tocar-me, mas desta vez, agarra-me a nalga com alguma força, apalpando-a. Temo que os meus movimentos chamem a atenção da esposa e olho para ele com um olhar de reprovação. Ele pisca-me um olho e continua a apalpar-me. Sinto-me encorralada e terrivelmente excitada com aquele estranho a apalpar-me a menos de um metro da esposa. Não consigo evitar estremecer e ele repara que não sou insensível ao seu toque. Então baixa-se para pegar num artigo que estava na primeira prateleira e ao erguer-se, faz a sua mão esquerda deslizar ao longo da minha perna, passando por baixo da minha saia até chegar novamente à minha nádega. Desta vez sinto a sua mão quente na minha pele fria. A sensação era sublime, fazendo-me engolir em seco. A esposa começa a caminhar, eu acompanho-a e ele segue-me sem tirar a mão das minhas nádegas, continuando a acariciar-me. Já no fim do corredor, a esposa vira numa direcção e eu fujo na outra, separando-me daquelas deliciosas carícias. Sinto-me completamente encharcada lá em baixo. As minhas pernas tremem com a excitação e a emoção. Estava tão fora de mim que precisava recompor-me por isso, diriji-me para o compartimento mais afastado. Estava vazio. Àquela hora não haviam mais clientes dentro da loja. Sentindo-me segura, fecho os olhos e inspiro profundamente, dizendo a mim mesma que tinha que me acalmar e ter juízo. Nesse momento, sinto alguém atrás de mim, ao olhar assustada, vejo-o com um olhar ávido de tesão. Encosta-se a mim, prendendo-me os braços e empurra-me para trás das prateleiras, até ficarmos fora da visão da entrada daquele espaço. Pergunto-lhe o que está a fazer e responde para ficar quieta porque vai-me dar aquilo que eu quero. Ordeno-lhe que pare mas ele manda-me calar. Com o seu corpo empurra-me contra um conjunto de caixas plásticas, fazendo inclinar sobre elas. Mantendo-me prensada pelo seu corpo contra aquela estrutura, solta-me e começa a apalpar-me a cintura enquanto eu tento afastar-lhe as mãos e em voz baixa peço para parar. Mas ele não me dá ouvidos e continua a acariciar-me enquanto me sobe as saias, descobrindo-me totalmente as nádegas, começando a apalpá-las. Aflita, enquanto tento baixar as saias e olho por entre os artigos expostos em altura para ver se vem alguém, num ápice ele puxa as minhas calcinhas para o lado e sinto o seu membro invadir-me por completo até ficar todo dentro de mim. Ao sentir aquele membro duro e grosso senti uma explosão imediata de prazer que quase me fez gritar de felicidade. Sem saber como, consegui conter aquiele grito que nos denunciaria. Eu estava tão excitada e molhada, que a sua verga não teve deficuldades em percorrer a minha vagina bem lubrificada até chegar bem ao meu fundo, obrigando-me a abrir a boca para soltar um profundo gemido enquanto fechava os olhos e inclinava a cabeça para trás. Antes que pudesse assimilar aquela onda de prazer que me invadiu, subiu por mim a cima e pareceu sair-me pela boca, já ele tinha feito o movimento para trás e voltado a estocar-me com força, fazendo gemer novamente. A sensação de prazer é tão intensa que sinto as minhas pernas fraquejarem. Só não caio porque estou presa contra as caixas. Deixo de me debater para ele me soltar e agarro-me com força, enquanto ele me penetra continuamente com força. De cada vez que o seu membro entra todo dentro de mim, solto um gemido de prazer. Mas de repente caio em mim e volto a espreitar por entre as caixas para ver se não vem ninguém, enquanto continuo a suspirar de prazer com as suas constantes estucadas e me vai acariciando as nádegas e cintura. Até que completamente rendida, deixo-me cair para a frente. Não aguento mais. Aquele sentimento de podermos ser apanhados ainda aumenta mais a minha excitação. Ele também está tão sobre excitado que cerra os dentes e aumenta ainda mais a cadência das suas estucadas, fazendo-me delirar com o prazer. Então sobe as suas mãos pelo meu corpo e passando-as por baixo da minha blusa, sobe até chegar aos meus peitos. Primeiro apalpa-os para depois fazer as mãos passar por baixo do sutiã para os acariciar directamente. Os meus mamilos, já duros, pareceram ficar ainda mais rijos quando os seus dedos os esfregam. Enquanto a minha mente divagava por aquela fantasia, as minhas mãos começam a acariciar os meus seios. Ao fazê-lo, imagino que é o meu amante imaginário que os acaricia. Sinto os meus peitos mais duros, os mamilos estão completamente erectos e bastante sensíveis ao meu próprio toque. De olhos fechados abro a boca para soltar os meus gemidos de prazer. Então desço uma das minhas mãos pelo meu corpo até chegar ao interior das minhas coxas e começo a acariciar o meu clitórios. Senti tanto prazer que não evitei soltar um sonoro gemido de prazer. Nesse momento, assustada com a minha reacção involuntário desperto daque sonho e fico alguns segundos em alerta para ver se alguém ouviu. O silêncio que se segue diz-me que ninguém me ouviu. Volto a deitar-me na banheiro, fecho os olhos e volto a imaginar aquela cena ma minha mente enquanto as minhas mãos castigam o meu corpo com carícias. Rapidamente sinto a excitação a crescer dentro de mim. O meu amante continua a estocar-me com força. Aquela volumosa, quente e dura verga a entrar e sair com aquela grande velocidade de dentro mim deixa-me louca. Sinto o que parece ser um borbulhar entre as minhas pernas ao mesmo tempo que parece que algo em mim vai rebentar tal é a pressão que parece existir. Aos poucos aquela pressão vai subindo de intensidade e vai alastrando pelo meu corpo. O meu corpo parece que quer explodir. Sinto-me um vulcão que está pronto para entrar em erupção. E uns minutos depois, sinto uma pressão dentro de mim tão intensa que agarro-me com todas as minhas forças ao mesmo tempo que expludo de prazer. A explosão dá-se entre as minhas pernas, por onde parece sair toda aquela pressão. Quero gritar mas com grande esforço contenho os meus suspiros enquanto desfruto aquele orgasmo tão intenso. Enquanto sinto aquelas ondas de prazer percorrer-me o corpo, o meu amante continua a estocar-me com força até que também ele goza com umas penetrações mais prolongadas. Ficamos uns dois minutos naquela mesma posição, com a sua verga ainda dentro de mim, enquanto desfrutavamos daquele prazer tão intenso. Por fim, ele levantou-se, arranjou-se e sem dizer uma palavra saiu. Eu ainda atordoada, arranjei-me também. Deitada na banheira, com o corpo submersa naquela água quente, esboço um rasgado sorriso com aquele orgasmo que eu tinha acabado de sentir graças àquela fantasia, enquanto me acariciava. |
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