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Prenda de aniversárioPublicado em 2014-01-13 na categoria Contos eróticos / Fantasias
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Para a celebração do meu quadragésimo aniversário, as minhas amigas mais intimas lá do escritório decidiram que iriam concretizar um sonho nosso. Perguntei-lhes que sonho era esse porque não me lembrava de termos um sonho comum. Elas entre sorrisos provocadores, mandaram-me esperar até ao dia D. Só me disseram que o presente delas iria ter um aviso: "bem-vinda aos entas!"...Entre nós, praticamente não havia segredos. Éramos um grupo em incluía casadas, divorciadas e uma solteira. Era normal almoçarmos diariamente juntas e de vez em quando, saíamos juntas, uma saída só de mulheres. Ainda faltava uma semana para o meu aniversário. Apesar de eu insistir e tentar indirectamente obter indícios, a verdade era que nenhuma descaía. A coisa mais ousada que já havíamos feito nos nossos aniversários tinha sido a contratação de stripers masculinos para um show privativo, e de uma outra vez que fomos a um clube onde exibiram sexo ao vivo. Mas elas garantiram-me que não iam repetir nada do que tinha sido feito anteriormente. A semana de trabalho no nosso escritório de advocacia, decorreu normalmente, até que chegamos ao dia do meu aniversário. Era sexta-feira. Cheguei ao escritório e elas, como de costume, já estavam nos seus postos de trabalho. Enquanto me dirigia para o meu gabinete, pude notar os seus olhares de provocação e sorrisos. Apesar de ser dia de aniversário, vesti-me como de costume, saia algo justa um palmo acima jo joelho, camisa branca e casaco. Portanto, uma indumentária formal para alguém que, como eu, tinha que lidar diariamente com clientes. Assim que entrei no meu gabinete, senti um delicioso cheiro a rosas, as minhas flores de eleição. Sobre a pequena mesa de reuniões estava um bonito ramos. O cartão só dizia «bem-vinda aos entas!». Era a palavra código, mas aquele não seria certamente o presente prometido. Encaminhei-me para a minha mesa, ligo e computador e como já é meu costume, começo por perder alguns segundos a olhar para o exterior. O nosso escritório fica num prédio de negócios. O meu escritório fica no piso vigésimo-terceiro e tem uma boa vista sobre a baixa financeira da cidade. Sentei-me, e consultei a minha agenda. Entretanto a minha secretária entra, trazendo-me o correio e colocando-me ao corrente do expediente. Curiosamente, nessa manhã, não tinha nenhum cliente com marcação. Também não tinha que ir representar nenhum cliente em tribunal. Aproveitei então para estudar alguns casos que tinha para tratar. A meio da manhã, foi até à sala de pessoal que tínhamos instalada numa pequena divisão para tomar um café. Ao passar pela sala de espera, vejo um belo rapaz de pé a olhar para um quadro da parede. Era um belo rapaz. Bonito, bem constituído e bem vestido. Como não estava ninguém ali, cordialmente, cumprimentei-o e perguntei se já o tinham recebido. Ele volta-se, sorri, devolve o cumprimento com muita simpatia e agradecendo a minha amabilidade, confirma que já foi atendido e que a menina tinha ido avisar da sua chegada. Despedi-me e continuei o meu caminho até à sala, onde já estavam duas colegas. Assim que entrei, perguntaram-me se eu tinha visto o monumento que estava na sala de espera. Comentei que o tinha visto e que até tinha falado com ele. Durante uns minutos ficamos ali como umas adolescentes a falar dos belos atributos físicos do rapaz. Apesar de sermos as três casadas, não nos privamos de fazer comentários de como aquele rapaz seria um bom pedaço de carne para a nossa dieta... Ao regressar ao meu gabinete, uma outra colega aborda-me para me informar que tinha um caso para mim. Enquanto caminhávamos, informou-me que tinha acabado de receber um cliente com um problema profissional para o qual, eu estava melhor preparada porque enquadrava-se na minha especialização. Perguntei-lhe se o tal cliente seria o belo rapaz que tinha visto minutos antes na sala de espera. Ela confirmou e confidenciou-me que tinha inveja minha por não poder ser ela a representá-lo. Entrei no meu gabinete, onde já era esperada. Ele virou-se ao notar a minha entrada e cumprimentamos-nos com um aperto de mão. Dirijo-me para a minha cadeira e ao voltar-me, reparei que ele estava a olhar para o meu rabo. Sentindo-se apanhado, tentou disfarçar, desviando o olhar. Por momentos, senti-me nas nuvens ao perceber que apesar da minha idade, ainda despertava interesse nos homens mais novos. Sentamos-nos e ele começou a falar do seu problema. Enquanto conversávamos, não pude deixar de notar que as minhas colegas faziam por passar propositadamente pelo corredor para espreitar pela janela, onde paravam para olhar para o meu cliente e fazer gestos de como ele era bom. Como aquilo me distraía, pedi desculpa, levantando-me e pedindo-lhe para continuar, contornei a secretária e fui fechar os estores da ampla área envidraçada que nos separava da divisão central. Enquanto caminhava, não pude deixar de notar que ele foi acompanhando-me, movimentando a sua cadeira e cravando o seu olhar no meu corpo. Assim que fechei o cortinado, nem tive tempo de me virar. Todo o meu corpo estremeceu quando senti o seu corpo encostar-se ao meu, enquanto ele me segurava pelos braços. - O que pensa que está a fazer? - Pergunto, assustada e com o coração aos pulos. - Bem-vinda aos entas! - Responde ele sedutoramente ao meu ouvido. Ele assim que termina aquela frase, encosta-se por completo a mim, fazendo-me sentir a sua erecção. A surpresa daquele gesto e frase deixaram-me petrificada sem saber o que dizer os fazer. Começa a beijar-me o pescoço enquanto as suas mãos sobrem pelos braços até chegar ao meu peito, começando de imediato a apalpar-me os seios, fazendo-me soltar um prolongado suspiro de prazer ao mesmo tempo que deixo a minha cabeça cair para trás. Seguro-me ao vidro e entrego-me àquele prazer. Ela desaperta-me dois botões do casaco, deixando apenas o último abotoado, depois começa a desapertar-me a camisa até deixar os meus seios descobertos. Então com ambas as mãos agarra-me os dois seios e começa a apalpá-los separadamente ou empurrando-os um contra o outro, esfregando um no outro. Entretanto, sinto a sua verga, cada vez mais dura, a ser esfregada entre as minhas nádegas. Sinto-me terrivelmente excitada e toda húmida. Que tesão que aquele belo homem me está a dar. Entre beijos e banhos de língua, vai-me provocando com palavras ousadas, dizendo-me que me ia fazer isto e aquilo. Respondo-lhe que sou toda dele e que faça comigo o que quiser... Ele agarra-me o sutiã e puxa-o violentamente, rebentando-o. A minha surpresa foi tal que não evitei soltar um pequeno grito. Ele pede para me acalmar e recomeça a apalpar-me novamente os seios, dizendo-me que queria sentir o calor da minha pele suave e perfumada. Eu sorrio nervosamente e permito que ele mos acaricie. Ao toque dos seus dedos, os meus mamilos rapidamente ficam erectos e duros. Depois de os esfregar durante uns minutos entre os seus dedos, volta a agarrar-me os seios, acariciando-os, fazendo círculos com ambas as mãos e fazendo-os chocar um contra o outro, enquanto os vai espremendo delicadamente, fazendo gemer de de prazer. Depois encaminha-me para a mesa que estava a dois passos de nós e faz-me inclinar sobre ela. Ainda com as mãos a agarrar-me os seios, puxa-os para fora, deixando-os expostos. Desce aos mãos pelo meu corpo até chegar às minhas coxas, onde começa a subir a minha saia, passando as suas mãos por baixo, acariciando as minhas pernas enquanto as faz subir pelas minhas coxas. Agarra-me a cueca e puxa-a até aos meus joelhos, voltando a subir as mãos pelas minhas quentes coxas acima. Com um movimento faço a cueca deslizar até ao chão e atiro-a para debaixo da mesa. Depois abro ligeiramente as pernas para lhe permitir um melhor acesso à minha rata já sedenta. Ele entretanto ia-me apalpando as coxas, as nádegas e com o meu último movimento, encaminha os seus dedos até à minha rata, sentindo-a bem húmida. Peço-lhe para me comer bem comida porque estou com fome de sexo. Ele não se faz rogado e rapidamente sinto a sua verga quente e dura surgir entre as minhas coxas. Movendo-se para a frente e para trás, começa a esfregá-la contra os meus lábios vaginais, encharcando-a com os meus fluídos. Não aguentando tanta excitação, faço um novo pedido: - Enfia-a toda! Coloco-me a jeito e ele desliza-a num só movimento para dentro de mim, fazendo-a entrar toda até ao fundo, obrigando-me a abrir bem a boca para soltar um profundo gemido de prazer, ao sentir-me invadida por aquele canhão grosso. Sem me deixar recuperar o fôlego, retira-a quase na totalidade para, numa nova investida, penetrar-me profundamente novamente, e uma e outra vez, num ritmo que me faz baloiçar para a frente e para trás. Depois tira-a, obriga-me rodar e ajoelhar, fazendo-me ficar com a cara à frente da sua grande verga rosada. Não preciso que ele diga nada. Agarro-a com uma mão e enfio-a na boca, começando a chupá-la com vontade enquanto lhe vou batendo uma punheta com uma mão e com a outro lhe apalpo os testiculos, fazendo-o gemer de prazer. Após uns bons dez minutos de acção oral, pego nos meus dois seios e coloco a sua verga entre eles para o masturbar com os mesmos. De vez em quando diminuo velocidade para lhe chupar a glande enquanto esfrego os meus seios para cima e para baixo. Satisfeito com o meu tratamento, faz-me sentar na cadeira, abre-me as pernas e começa a lamber-me a rata, ao mesmo tempo que os seus dedos me acariciam toda. Logo depois, começa a brincar com os dedos, enfiando-os na minha rata enquanto me lambe e chupa o clitóris. Não aguentei muito e explodi de prazer num orgasmo muito intenso. Ele percebe o meu momento e castiga-me, continuando a chupar-me toda, obrigando-me a rebolar de um lado para o outro em cima da cadeira. Então ergue-se, ficando de joelhos e volta a penetrar-me, enquanto eu continuo a gozar de prazer. Sentindo-me ainda em brasa, abro os olhos para desfrutar da visão de ver aquele mastro enorme aparecer e desaparecer dentro da minha rata bem aparadinha e apesar do climax já ter passado, continuo a sentir um enorme prazer de cada vez que ele a empurra bem até ao fundo. Já cansado, senta-se e faz-me sentar em cima dele, de costas para ele. Agora compete-me a mim cavalgá-lo e completamente enlouquecida, começo a saltar em cima dele como uma louca. Como a posição não é confortável, viro-me ao contrário, ficando de frente para ele e recomeço a mover-me em cima dele, ao mesmo tempo que lhe ofereço os seios para ele os chupar, ao que ele acede rapidamente. Quando sente que eu estou a ficar cansada, sem tirar a verga de dentro de mim, agarra-me e faz-me tombar delicadamente sobre a alcatifa. Acomoda-se em cima de mim, e começa a penetrar-me com fúria, como se não houvesse um amanhã. Quando me avisa que está perto, peço-lhe para aguentar um pouco porque eu também estou, mas a excitação é tanta que ele não consegue esperar muito mais, vindo-se e brindando-me com o seu leite quente. Felizmente, não para e aproveitando o vigor da sua verga, continua a estocar-me com força, fazendo gozar pela segunda vez. Ficamos ali no chão abraçados mais alguns minutos enquanto trocávamos carícias e beijos. Trocamos algumas palavras de circunstância, elogiando-nos mutuamente. Depois de nos arranjarmos, despedi-me dele... mas não sem antes ter ficado com o seu contacto...
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