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A ocasião faz o ladrãoPublicado em 2014-01-23 na categoria Contos eróticos / Fantasias
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Confesso que desde tenra idade que fantasio com a minha vizinha da frente. Apesar de ser já uma quarentona, tem um corpo fabuloso. Apesar de não ser muito bonita, é isso sim, uma mulher alta e bem constituída. O facto de ser mãe do meu melhor amigo, faz com que eu possa frequentar a casa, aproveitando, sempre que possível, para admirar o seu corpo.Frequentar a casa dela fez com que eu começasse a ter pleno conhecimento das rotinas da casa. Também conhecia os problemas familiares, como o facto do marido ser muito ausente, de terem alguns problemas financeiros, dela ter ficado desempregada e de estar com uma depressão. Sempre fui muito bem recebido por ela, sempre muito simpática e prestável. Isso só contribuía para me criar a ilusão de que, secretamente, ela poderia também fantasiar comigo, por isso, procurava estar sempre atento ao que fazia e dizia para tentar perceber se estaria a dizer alguma indirecta. Infelizmente isso nunca aconteceu, mas não era por isso que eu ia deixar de sonhar com ela. Quando ela trabalhava, no escritório de uma fábrica que entretanto fechou por falência, ela era uma mulher que chamava a atenção porque vestia-se muito bem. Parece que sabia como tirar proveito dos seus melhores atributos. Por norma usava sempre umas calças justas que deixavam perceber perfeitamente o contorno das suas coxas grossas, bem como do seu rabo arrebitado. Depois, usava sempre blusas, camisas ou camisolas com um generoso decote que mostrava um pouco dos seus grandes seios. Andava sempre muito bem penteada e maquilhada, o que lhe dava sempre um ar muito sexy e sedutor. Com o desemprego, no início, ainda procurou emprego, mas com a crise, não era fácil, até porque os empregadores preferiam raparigas novas à procura do primeiro emprego, logo, com um salário muito mais baixo que o dela. Este foi o argumento que lhe ouvi. Com o passar das semanas, tornou-se numa dona de casa. Ouvi-a muitas vezes queixar-se que se sentia sempre muito aborrecida por não ter nada para fazer. Isso fez com que deixasse de se vestir tão bem, mas esse facto foi compensado pelo facto de andar sempre vestida de forma informal, deixando ver mais o seu corpo. Eu adorava vê-la quando andava de calções, com o robe ou com uns vestidos informais que usava, porque permitiam ver as suas pernas sem nada a cobri-las, bem como deixavam à vista ou permitiam perceber todo o volume dos seus seios. Comecei a aproveitar a minha presença lá em casa para conversar com ela. Por norma, eu ia sozinho para supostamente estar com o meu amigo, para estudar ou jogar, mas outras vezes, iam outros amigos nossos. Foi numa dessas ocasiões que tive a oportunidade de falar com ela. A malta estava toda sentada nos sofás a jogar. Como não podíamos jogar todos ao mesmo tempo e eu estava à espera da minha vez, aproveitei para ir à cozinha beber um copo de água. Ela estava lá a tomar uns comprimidos. Em cima da mesa tinha um jornal aberto na página dos classificados. Perguntei-lhe se também procurava na internet. Respondeu-me que não porque não estava muito familiarizada com as novas tecnologias. Prontifiquei-me de imediato a ajudá-la, fazendo uma busca no computador. Ela mostrou-se muito interessada e agradeceu-me imenso. Disse-lhe que podia ir buscar o computador para começarmos a ver mas ela pediu-me para o fazermos mais tarde porque tinha tomado uns comprimidos que lhe davam muito sono e ia ter que se deitar. Voltei para junto dos meus colegas, mas não me saia a imagem dela da cabeça. Nesse dia ela tinha um vestido azul e branco aos quadradinhos, de meia manga, com um generoso decote em V e que lhe chagava a maio das coxas. Fiquei excitado e com vontade de bater uma. Entretanto chegou a minha vez de jogar. Quando perdi as minhas três vidas, avisei que tinha que ir à casa de banho aliviar-me. Praticamente nem me ligaram. Ao dirigir-me para a casa de banho, olhei para a porta do quarto fechada. Sem pensar no que estava a fazer ou nas consequências dos meus actos, olho para trás para ver se alguém saiu da sala e aproximo-me sorrateiramente da porta, encostando o meu ouvido à porta. Ouço um roncar vindo do interior. Volto a olhar para trás e com o coração aos saltos, agarro a maçaneta da porta e pressiono-a muito lentamente para baixo. Ela move-se em total silêncio, confirmando que a porta não estava trancada. Empurro-a um pouco e espreito para dentro do quarto semi-escuro, vendo-a deitada de lado, de costas para a beira da cama. Volto a olhar para trás e não vendo ninguém, entro rapidamente, voltando a fechar a porta. Viro-me para ela e fico ali algum tempo a admirar o seu corpo. O seu ligeiro roncar dá-me confiança e eu aproximo-me dela sabendo que já dormia profundamente. Suave como uma pluma pouco as pontas dos meus dedos sobre a sua coxa. Não vendo qualquer reacção, acaricio-a um pouco. Vendo que não reage, vou ganhando coragem para pousar a mão sobre a coxa, acariciando-a. Depois com as pontas dos dedos, agarro-lhe a ponta da saia e puxo-a para cima até lhe descobrir por completo as nádegas, semi-tapadas pelas calcinhas pretas rendadas. Estou com uma erecção tão forte que parece que o meu pénis vai rebentar com o fecho das minhas calças. Enquanto a vou acariciando, desaperto o fecho e começo a masturbar-me com a outra. Gostava de lhe ver e acariciar os seios, mas o braço dela não me permite chegar a eles, por isso, concentro toda a minha atenção nos seus gluteos e coxas. Puxo-lhe as calcinhas para baixo até as tirar por completo, atirando-as para o canto junto à cama. Tento enfiar a mão por entre as suas coxas para chegar à sua vulva, mas não consigo, então, muito devagar, colocando as minhas mãos na sua perna direita, junto ao joelho, puxo-o para cima, dobrando-lhe a perna em quase 45º. Deixando-a nesta posição, tenho pleno acesso ao interior das suas coxas. Apesar da pouca claridade que entra no quarto pela persiana quase toda corrida, consigo ver perfeitamente a sua rata bem aparada. Aproximo-me dela para a poder observar melhor e sou brindado não só por uma visão do paraíso, como por um odor muito agradável. Começo a acariciar-lhe com uma mão toda a zona da coxa junto à sua rata, e com a outra, vou-lhe apalpando as duas nádegas, sempre atento às reacções dela. Alguns minutos depois, encaminho a minha mão até á sua vulva, introduzindo os dedos entre os seus grandes lábios vaginais para a acariciar e enfiar os dedos no seu orifício. Ela mexe-se um pouco, mas não desperta, continuando a dormir o seu sono profundo. Para além das carícias, dou-lhe umas primeiras lambidelas pela coxa. Depois, passo a beijá-las. ambas, enquanto as acaricio constantemente. Começo então a subir até chegar ao interior das suas coxas. Colocando-me na melhor posição possível, com ambas as mãos, afasto as suas nádegas e consigo lamber-lhe e chupar-lhe a rata, enquanto as apalpo. Ela continua a dormir profundamente, sem sequer se mexer, continuando com o ligeiro ressonar. Sentindo-me seguro, levanto-me, seguro o meu pau com uma mão e com os dedos da outra, afasto um pouco as nádegas, deslizando o meu membro pelo seu rego. Após algumas tentativas para a penetrar, por fim obtenho o meu prémio ao conseguir enfiá-lo nela. Ela reage, mexendo-se um pouco. Mantendo-se na mesma posição, baixa um pouco a perna que estava subida e sobe a perna que estava esticada, subindo também o braço, colocando a mão por baixo do travesseiro. Apresso-me a tirá-lo e a afastar-me um pouco dela na expectativa do que ela iria fazer, mas ela volta a ficar quieta. Depois de uma pequena espera, volto a acariciá-la, vendo se ela dá algum sinal. Vendo que continua a dormir, volto a abrir-lhe as nádegas com os dedos enquanto encaminho o meu pau pelo seu rego até voltar, ao fim de algumas tentativas falhadas, acertar com o buraco a enfiá-lo. Ela volta a reagir, mas desta vez não o tiro. Empurro-o o máximo que posso e deixo-o ficar lá para desfrutar o prazer que estava a sentir. Depois deslizo-o lentamente para fora, até sentir que estava quase todo cá fora e volto a empurrar. Sem grandes pressas repito este vai e vem durante alguns minutos, enquanto a vou apalpando. Não vendo qualquer reacção dela, vou ficando entusiasmado e com isso, vou aumentando a velocidade das minhas estocadas. Todo o seu corpo abana em cima do colchão. Enquanto a penetro, inclinado sobre o seu corpo, e sem desviar os olhos da sua cara para ver as reacções, começo a sentir o meu momento a chegar. Diminuo novamente a intensidade das minhas penetrações para tentar prolongar mais o momento, mas a minha excitação fala mais alto e sinto o meu leite subir pelo meu pau, fazendo o jorrar todo para dentro da sua vagina quente. Plenamente satisfeito pela realização daquela fantasia, arranjei-me e apressei-me a sair do quarto, regressando para junto dos meus amigos. |
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