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A surpesaPublicado em 2014-03-20 na categoria Contos eróticos / Grupo
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Para não deixar cair o casamento na rotina, começamos a fazer brincadeiras sexuais onde nos fantasiávamos ou então marcávamos encontros em determinado local para fazermos amor. Com o passar do tempo, decidimos inovar e começamos a falar em introduzir uma terceira pessoa na nossa intimidade. Depois de muito falarmos sobre o assunto, acabei por concordar. A ideia do meu marido era fazer um menage a trois com outra rapariga. Excitava-lhe a ideia de fazer sexo com duas mulheres e vê-las a comerem-se uma à outra. Perguntei-lhe se depois fazíamos um com dois homens. Notei que aceitou com relutância. Entretanto tive uma outra ideia, por que não darmos os dois uma facadinha no matrimónio? Ele ficou intrigado com a minha ideia, então expus o meu plano. Cada um de nós ia preparar um encontro surpresa ao outro. Eu escolhia uma mulher e enviava-a para ele a comer. Ele depois fazia o mesmo, escolhia um homem e enviava-o para me comer. Concordou e em tom de brincadeira acrescentou «uma ou duas...». Para aumentar o suspense, nenhum de nós conheceria a pessoa escolhida pelo parceiro, nem saberia o dia, o local ou a hora a que o encontro aconteceria e só no fim é que o outro deveria aparecer. Ele concordou com a ideia e tratamos de mais alguns pormenores. Alguns dias depois, consultei um site de internet com anúncios de acompanhantes. Depois de consultar demoradamente os perfis das anunciantes, acabei por escolher aquela que considerei mais bonita. Liguei-lhe mas não atendeu. Minutos depois deu-me um toque, então voltei a ligar. Ouvi uma voz doce de uma brasileira. Expliquei-lhe o que pretendia e esta prontificou-se a participar. Queria combinar com ela um encontro para acertemos os pormenores e ela convidou-me para tomarmos um café nesse mesmo dia no centro da cidade. Aí conversamos sobre como iríamos fazer. Ela iria fazer-se passar por uma vendedora novata que lhe queria vender-lhe um plano de férias. Para o convencer, teria que o seduzir. A ideia era juntar o útil ao agradável: ele tinha o encontro dele (mais tarde eu teria o meu), mas eu teria um prémio extra, a viagem era real... Tudo correu como planeado. No dia marcado, ela apresentou-se na loja dele poucos minutos antes da hora do fecho. Estava toda arranjada e muito bem vestida. Eu entrei pela porta do armazém e fiquei à espreita. Ela fez um óptimo trabalho e como eu esperava, ele fez-se difícil. Então entrou a sedução e aí ele caiu como um patinho. Depois de uns beijos e uma carícias, ela desaperta-lhe as calças, tira-lhe a verga já dura para fora e faz-lhe um demorado broche. Depois ele deita-a de costas para ele sobre a mesa da secretária e despe-a da cintura para cima. Sobe-lhe a saia curta, arranca-lhe a cueca e baixando-se, começa a chupar-lhe a rata. Quando se levanta, mete uma camisinha, aponta a sua verga e empurra-a certeiramente fazendo a loira soltar um sonoro gemido de prazer. Se era real ou fingido não sei, mas ela era quente e mexia-se muito bem. Após umas boas estocadas, ele virou-a para ele, voltando a deitá-la sobre a mesa e erguendo-lhe as pernas para cima. Aponta novamente a verga e enfia-a bem até ao fundo, fazendo-a gemer sonoramente. Ele comeu-a com umas estocadas bem fortes até que já cansado, senta-se na cadeira. Ela ajoelha-se à frente dele e volta a fazer-lhe um demorado broche, punhetando-o e chupando-lhe as bolas de vez em quando, levando-o ao delírio. Uns minutos depois ele puxa-a para ele e faz com que ela se sente sobre ele e de costas para ele, encaixando-a na sua verga. Da minha posição, consigo ver perfeitamente o seu pénis a aparecer e desaparecer entre as pernas dela. Ao ver o meu marido a comer aquela prostituta, sinto uma excitação tão grande que não evito meter a mão entre as minhas pernas para me masturbar. Vendo-a ficar cansada de tanto saltar em cima dele, ergue-se e pede-lhe para se inclinar um pouco para a frente e segurar-se à parede. Ele abre as pernas, arqueia as costas e arrebita as nádegas. Ele posiciona-se por trás dela e penetra-a, agarrando-a pelas nádegas. Volta a estocá-la com movimentos rápidos, fazendo-a soltar um sonoro gemido sempre que ele empurrava até ao fundo. Comeu-a naquela posição até que avisou que se estava a vir. Ela pergunta-lhe se ele se quer vir nas nádegas, no peito ou na boca dela. Ele tirando a camisinha responde que quer vir-se na boca dela. Ela vira-se, baixa-se, abre a boca e espera enquanto ele bate uma punheta. Por fim, deita cá para fora o seu leite, espalhando-o pela boca e cara da rapariga. Assim que termina, ela volta a enfiar o pénis na boa para o chupar novamente. Nesse momento eu apareço e pergunto-lhe se gostou dão meu presente. Respondeu dizendo que tinha adorado e beijou-me. Assim que ela se foi embora, lembrei-lhe que ele iria ter que se esmerar para me superar. A partir daquele momento, fiquei à espera do momento. Sempre que via um homem bem parecido, ou sempre que era alvo de um piropo, ficava na expectativa se seria o meu presente, mas os dias passaram e nada acontecia. Até que um dia, sai do escritório e já na rua encaminhei-me para um parque subterrâneo ali perto onde normalmente estacionava. Ao descer a rampa, notei que vinha alguém atrás de mim, pelas vozes, eram dois homens que conversavam sobre futebol. Encaminhei-me até ao meu carro, tirei a chave da bolsa e ao aproximar-me da porta, sou agarrada por trás, ao mesmo tempo que me tapam a boca e encostam uma navalha ao pescoço, dizendo que aquilo era um assalto e se eu queria viver para fazer o que eles mandavam. Com a cabeça respondi afirmativamente. Então era esta a surpresa do meu marido, simular um assalto. Curiosamente nós os dois já tínhamos feito isto, onde ele fingiu ser um assaltante que me queria comer, mas desta vez, a variante era que não se tratava de um, mas de dois. Entrei no jogo fazendo o meu papel de vitima assustada e submissa, por isso, quando me meteram no banco de trás do meu carro, pedi-lhes para não me matarem nem magoarem que fazia tudo o que eles quisessem. Um sentou-se ao meu lado e o outro ao volante, arrancando. À saída do parque, um terceiro homem entrou para o banco de trás, ficando eu no meio dos dois. A coisa estava a melhorar, já não eram dois, mas três. O meu marido realmente tinha-se superado. Não sabia para onde íamos mas imaginava que ele nos estaria a seguir ou então já estaria no local onde se ia passar a acção. Uns minutos depois, um deles puxa um lenço e venda-me os olhos. Enquanto me ameaçam continuamente a vida, dizendo que se grito ou se me mexo que me matam, começam os dois a acariciar-me o corpo. Eu fingindo-me assustada, deixo-os fazerem tudo o que querem. Um deles começa por me apalpar os seios, enquanto o outro enfia a mão por baixo da minha saia e apalpa-me a coxa do joelho até à minha rata que começa já a ficar húmida. Desapertam-me metade dos botões da camisa e apalpam-me os peitos sobre o sutiã, elogiando-os, depois, com a navalha cortam o sutiã libertando-os. Perante a visão dos meus balões, comentam que tenho ali uns "belos marmelos". Entretanto o outro já me esfrega a rata com os dedos. A parte de trás do meu carro é espaçosa, por isso, eles têm alguma liberdade de movimento. Por outro lado, os vidros fumados não deixam que de fora se perceba o que acontece lá dentro. A viagem continua sem que eu imagine para onde me levam, mas o pouco ruído exterior diz-me que já saímos da cidade. O que me acaricia os peitos, inclina-se sobre eles para os começar a chupar, enquanto os apalpa continuamente. O outro, com a navalha corta um pouco a base da saia e depois puxando as pontos, rasga-a quase até cima, descobrindo-me as coxas até cima. Depois com um dedo puxa-me a cueca e corta-a, tirando-ma e comentando que eu tinha uma "ratinha aparadinha". Agarrando-me pela cintura, faz-me deslizar um pouco mais para baixo, fazendo-me ficar sentada na ponta do banco, então abre-me completamente as pernas e enfia os dedos na minha racha, começando a acariciá-la e comentando que "a gaja está excitada". Sem demora enfia-me alguns dedos fazendo-me arquear o corpo e soltar um gemido de prazer. Eles riam e comentavam que eu era uma "gaja quente e tesuda" e que me iam dar "uma foda memorável". Era mesmo isso que eu queria. Para manter a excitação do momento, continuei a desempenhar o papel da vitima submissa e excitada. Ouço um deles dizer que não aguenta mais e que tem que me comer ali mesmo. Os outros dão uma gargalhada. Ele desliza o banco do acompanhante para a frente para criar mais espaço e puxa-me para o banco do lado direito. Volta a colocar-me na ponta do assento, abre-me bem as pernas e sinto a sua respiração ofegante entre as minhas coxas. Comenta que tenho "uma rata bem cheirosa" e incentivado pelos colegas, começa a dar-me pequenas lambidelas, como se fosse um gato, dando um prazer sublime. Tendo-lhe tomado o gosto, cola literalmente a boca a mim, chupando-me toda, enquanto me vai acariciando as coxas. O outro vais fazendo comentários enquanto me continua a apalpar as mamas e especialmente os mamilos, que já estão bem tesos e duros, facto que não lhe passa despercebido. O que está entre as minhas pernas come-me a rata com tal avidez que uns minutos depois, tenho que fazer um esforço para dissimular um belo e intenso orgasmo. Mas ele não para e continua a "castigar-me", fico com a rata tão sensível que não evito soltar um grito de prazer ao mesmo tempo que dou um salto para me afastar dele. Ele coloca uma mão no meu pescoço, apertando-o e graceja que eu estou a gostar. Sinto-o a encaixar-se entre as minhas pernas ao mesmo tempo que com a outra mão me puxa novamente para a ponta do assento. Depois so sinto a sua verga quente e dura a irromper por mim a dentro, fazendo-me soltar um gemido. Ele sorri, dá-me um beijo nos lábios e solta-me o pescoço, ao mesmo tempo que começa a enfiar-me com força, até que uns bons minutos depois, ouço-o gozar. De repente sou puxada para o lado tombando no banco. Sinto uma verga perto da minha cara e ouço a ordem para lhe fazer um broche. Viro-me para ela, abro a boca e começo a dar pequenas chupadelas na ponta. Entretanto o motorista reclama que também se quer juntar à festa. Para o carro e troca com o parceiro. Arrancam novamente enquanto o novo interveniente começa a acariciar-me o corpo, principalmente as mamas e a rata. Bastante excitada, enfio a verga na minha boca e começo a fazer-lhe uma mamada bem caprichada fazendo com que a minha cabeça subisse e descesse a um bom ritmo enquanto ele, com uma mão pousada na mesma, ia acompanhando o meu vai e vem e acariciando-me os cabelos. Com a outra, ia brincando com um dos meus mamilos. O outro, acaba por me virar, pondo-me de quatro e numa posição transversal. Ergue-me uma perna colocando-a sobre o assento e fico com a outra firme no piso. Coloca-se atrás de mim, e começa a esgregar-me a rata até encontrar o meu orifício, empurrando-a toda para dentro de mim, começando a estocar-me com alguma dificuldade porque o espaço disponível já não era muito. Então o carro entrou numa zona com o pavimento muito mau porque balançava muito. Uns minutos depois paramos. Saíram do carro e tiraram-me para fora, fazendo-me avançar. Por fim, tiram-me a venda. Estou numa divisão de uma casa que desconheço. Eles tiram as roupas que me restam e despem-se também. Encaminham-me para a cama onde um deles já se deitou e apontando a verga para cima, manda-me mamá-la. Ia baixar-me, mas eles não me deixam, obrigando-me a inclinar-me para a frente. Abrem-me as pernas e sou rapidamente penetrada por outro, enquanto o terceiro, com o pénis ainda murcho, baixa-se ao meu lado para me acariciar e chupar as mamas. O que está deitado, puxa-me então para ele dizendo que agora era a vez dele me comer e faz-me sentar sobre a sua verga, enfiando-a em mim e ordenam-me para o cavalgar. O que me estava a comer por trás, empurra-me as costas para a frente fazendo-me inclinar sobre o companheiro que aproveita para me apalpar e chupar os peitos. O outro começa a puxar os glúteos para os lados para espreitar o meu outro buraco e pergunta-me se já me "tiraram os três". Começa por enfiar-me um dedo e nota que entra sem grande dificuldade. Tenta um segundo e confirma com satisfação que me vai comer aquele "olho cego". Cospe para o rego do meu rabo e colocando-se em posição, aponta e começa a pressionar a sua verga. A cabeça entra sem muita dificuldade, mas o resto já não é tão fácil porque ele tem uma verga bem grossa. Não fiz muitas vezes sexo anal, mas fiz as suficientes para saber como devo proceder para facilitar a penetração e não sentir dor, por isso, ponho em prática os meus ainda poucos conhecimentos. Ele vai empurrando e tirando aos poucos, deixando que o meu orifício se vá acostumando até que por fim, empurra-a toda até não entrar mais, fazendo-me abrir por completo a boca, sentindo-me com falta de ar. O terceiro que entretanto subiu para a cama, vendo-me de boca aberta, vira-me a cabeça para ele e enfia-me a verga na boca. O que está debaixo de mim, praticamente não se consegue mexer, limitando-se a manter a verga dentro de mim enquanto se delicia com os meus seios. O que que está a comer o rabo, começa a estocar-me com força. Com dificuldade em respirar, não consigo chupar a verga que tenho na boca pelo que ele segura-me a cabeça com ambas as mãos e começa a comer-me a boca como se me estivesse a comer a rata, fazendo a sua verga já recuperada no seu vigor, entrar e sair da minha boca em bom ritmo. O que me está a comer o rabo delira dizendo que o tenho bem apertadinho. O que está por baixo reclama dizendo que também o quer comer. Então trocam as posições. Põem-me de quatro e penetram-me outra vez no rabo. Os outros deitam-se lado a lado e fazem-me chupar-lhes as vergas à vez. Enquanto chupo uma, vou masturbando a outra. O seu entusiasmo é tal que come-me até se vir, enchendo-me o ânus com o seu leite quente. Ao sair de dentro de mim, outro atira-me para o lado e deitando-se sobre mim, abre-me as pernas e encaminha a sua verga até à minha vagina, penetrando-me e começando a estocar-me com força. Pouco tempo depois, agarro-me com força aos lençóis enquanto solto sonoros gemidos de prazer ao desfrutar um novo e intenso orgasmo. Vendo-me gozar daquela forma, o que me está a comer fica tão excitado que não aguenta mais e também ele se vem com umas estocadas espaçadas e profundas. Quando termina, aproxima-se de mim, e manda-me chupar-lhe a verga ainda com o sabor dos meus fluidos vaginais misturados com o seu sémen. O terceiro homem, faz-me sentar na beira da cama e oferecendo-me a sua verga, de pé frente a mim, manda-me chupá-la, dizendo que queria dar-me o leitinho dele e que eu tinha que o beber todo, que não queria ver nem uma gota a escorrer-me da boca. Obedeci aos seus desejos e masturbando-o, chupei-lhe a verga com vontade até o fazer jorrar todo o leite dentro da minha boca, e tal como me fora ordenado, engoli tudo, até à ultima gota. Dizendo que me tinha portando muito bem, disseram-me que podia ir à minha vida, entregando-me as chaves do meu carro. Perguntei pelo meu marido. Eles olharam espantados uns para os outros e deram uma sonora gargalhada dizendo que o "cornudo" do meu marido "estava em casa à minha espera". Só nesse momento é que percebi, com grande surpresa minha, que aquilo não tinha sido a surpresa do meu marido...
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