A reportagem
Publicado em 2014-07-31 na categoria Contos eróticos / Hetero


Após ter concluído a minha licenciatura em comunicação e jornalismo, fui fazer um estágio curricular para um importante jornal nacional. Pediram-me para fazer um trabalho sobre o turismo na zona velha da capital. Fiz uma pesquisa do local e de mapa, gravador e câmara fotográfica nas mãos, fiz-me à estrada. Estava longe de imaginar a terrível aventura que ia viver...

A escolha recaiu em mim porque falo fluentemente francês e inglês e domino o castelhano, o italiano e o alemão. Dividi a cidade em dois turnos, o dia e a noite. Pretendia aferir as ofertas turísticas em ambos os períodos e o tipo de turistas que as frequentavam. Podia ter levado o meu próprio carro, mas para testar também o serviço prestado pelos serviços de transporte, decidi chamar um táxi.

No primeiro dia, correu tudo bem, visitei algumas lojas, conversei com comerciantes, almocei num restaurante que apostava neste sector e por fim entrevistei alguns turistas. Depois do jantar, ia ver o ambiente nocturno que estava baseado essencialmente nas zonas servidas por bares.

Fiz o meu trabalho e por volta das duas da manhã, entendi dá-lo por concluído. Perguntei a um segurança de um bar onde poderia encontrar táxis naquelo local, tendo este indicado um pequeno largo a 500 metros. Desloquei-me até ao local, mas não estava lá nenhum táxi, havia isso sim, um aglomerado de pessoas que vim a saber, esperavam a sua vez para usufruir do transporte.

Consultando o pequeno mapa que trazia comigo, verifiquei que tinha a indicação de uma praça de táxis a cerca de um quilómetro. Como o percurso passava quase na sua totalidade pela zona de bares, decidi fazer-me ao caminho, aproveitando assim, para uma última vista de olhos pelo ambiente.

Depois de circular pelas duas ruas mais badaladas, entrei numa outra rua onde tinha menos bares e poucas pessoas na rua. O ambiente era sombrio e algo aterrador. Ao passar por aquele local, sem a animação dos bares, percebia-se que as ruas eram muito estreitas, estavam sujas, por vezes mal cheirosas, mal iluminadas, com os carros estacionados de forma quase caótica e em alguns cantos, encontrava algumas pessoas bêbadas.

Ao virar a esquina e vendo já a praça ao longe, percebo que estou numa rua com pensões e residenciais manhosas. Às portas estão algumas mulheres vestindo roupas que sugerem inequivocamente ao que se dedicam. Elas olham para mim de lado, talvez pensando que sou uma concorrente.

Eu visto um top negro sem alças justinho que permite perceber todo o volume dos meus seios. Tenho também um casaco e uma uma mini-saia a combinar que permite uma boa visão das minhas pernas cobertas por umas meias escuras. Uma mais atrevida, pergunta-me se eu não andava enganada porque aquela rua já tinha donas. Não respondi e continuei a caminhar.

No último cruzamento antes de chegar à praça, ao atravessar uma rua transversal apercebo-me de um barulho oriundo da minha esquerda. Vejo o que parecem ser dois vultos a cerca de duas dezenas de metros. Dou meia dúzia de passos para tentar perceber o que é e então vejo dois indivíduos de pé e uma rapariga deitada de bruços sobre o capô de um carro estacionado.

Ela tem as calças e as cuecas vermelhas descidas até aos pés e está a ser forçada para ter relações com um dos homens que a segura pela cintura. O outro permanece ao lado, ao que parece, a masturbar-se. Ao ver-me, faz uma indicação ao amigo que olha também na minha direcção, mas sem parar de continuar com os seus movimentos para a frente e para trás, enquanto a rapariga, parece soluçar e chorar.

- Deixem a rapariga em paz ou chamo a polícia.

O que estava a penetrar a rapariga, deixa de o fazer virando-se para mim com a verga na mão, apontando-a para mim. Enquanto as masturba pergunta-me se também quero. Eu meto a mão na minha bolsa e agarro no meu spray de defesa pessoal e também no meu telemóvel. Enquanto desbloqueio o teclado para fazer a chamada para as emergências, o indivíduo dá dois passos na minha direcção.

Aponto-lhe o spray e recuo também dois passos, mas de repente a minha retirada é bruscamente interrompida porque choco com alguém que me agarra ambos os braços. Com o susto deixo cair o telemóvel. Então debato-me para tentar libertar-me, mas sem sucesso. O homem que me está a prender é bem mais forte do que eu e com apenas uma mão, agarra-me ambas as mãos. Com a mão livre tapa-me a boca porque eu estava a exigir que me liberta-se e tinha começado a pedir socorro.

Contra a minha vontade arrasta-me até aos amigos que enquanto se riem, comentam a sorte de ter mais um petisco à disposição. Com as duas presas, levam-nos para a entrada arrombada de um prédio velho e devoluto que existia ali perto. Entramos com a caminho a ser iluminado pelo isqueiro do primeiro.

Levam-nos em direcção à primeira porta do átrio. Percorremos um estreito corredor cheio de lixo e com um cheio nauseabundo e encaminhamo-nos até uma pequena sala, também ela mal cheirosa. O tipo que tem o isqueiro acende meia dúzia de velas que estão espalhadas pela divisão. Pelos cantos vêem-se dois colchões podres cobertos com alguns papelões e muito lixo. No centro existe uma mesa improvisada feita com uma palete.

O indivíduo que levava a rapariga que estava a ser abusada atira-a para cima de um dos colchões, mas eu permaneço presa pelo terceiro. O do esqueiro, que entretanto tinha saído regressa com uns fios eléctricos e ata-me as mãos atrás das costas. Antes de tirar a mão da minha boca, o que me agarrava, encosta uma faca ao meu pescoço dizendo que se eu fizesse barulho, matava-me ali mesmo. Depois de fazer o aviso, pergunta-me:

- Entendeste o que te disse puta? - Pergunta com a boca praticamente encostada ao meu oovido. Respondi que sim com a cabeça.

- Vais gritar? Vais fazer barulho? - Muito bem, linda menina, diz ele com um sorriso ao ver que respondi negativamente às suas perguntas, fazendo gestos com a cabeça.

Então solta-me, atirando-me para cima do outro colchão. Desviando a atenção novamente para a outra rapariga, pegam-lhe pelos cabelos e obrigam-na a levantar-se, dando-lhe algumas bofetadas. Eu queria intervir, mas depois daquele aviso, sabia que se abrisse a minha boca, sofreria igual castigo.

Pela conversa deles, percebi que ela era prostituta e que eles eram os seus chulos. Em causa estava o dinheiro que ela andava a desviar para gastar em drogas. Continuaram a bater-lhe com alguma violência, enquanto a pobre rapariga pedia por perdão. Não aguentei mais e mandei-os parar com aquilo.

Empurram-na na minha direcção, fazendo-a cair desamparada no chão. Ela a chorar rasteja até se sentar ao meu lado com o olhar fixo no chão, enquanto soluça. Eles decidem explorar a minha bolsa, tiram-ma e despejando-a no chão, começam a "catalogar" todos os meus pertences. Roubam-me o telemóvel, o gravador e a câmara fotográfica, atribuindo-lhes uns valores aproximados de venda na rua e revistam a minha carteira, tirando todo o dinheiro. Vendo os cartões, exigem os códigos com um aviso.

- Podes enganar-te três vezes, mas por cada erro que cometas, serás violada por um de nós...

Aterrada decido colaborar e digo-lhes os códigos. Um deles sai a correr com eles na mão enquanto os outros continuam a ver as minhas coisas. Pelo mapa acham que sou uma turista. Pegam no spray de gás pimenta e decidem experimentar o aerossol em mim, accionando-o à minha frente, fazendo-me lacrimejar de imediato.

Ouço-os falar dos meus documentos. Em tom de troça tratam-me pelo nome, dizem que sou uma forasteira que vem da provincia e que moro numa zona chique da cidade. Pela informação que consta no bilhete de identidade um comenta que sou solteira e boa rapariga, ao que o outro responde:

- Lá que é boa disso não tenho qualquer dúvida...

Continuam a revista e descobrem que sou jornalista. Brincam com a situação. Depois voltam à minha bolsa e vão dizendo em voz alta o que encontram. Estojo de maquilhagem, lenços de papel, chiclets, escova, chaves de casa e do carro, estojo com os óculos de sol, alguns papeis e uma embalagem com preservativos.

- Ela gosta de dar umas curvas...

Nisso ouço chegar o terceiro. Não o consigo ver porque ainda tenho os olhos a arder. Com um tom de voz de entusiasmo diz:

- Olhem só o que tenho...

Não terminou a frase porque um dos outros mandou-o calar, perguntando...

- Não conseguiste levantar dinheiro porque o código estava errado, não estava?

- Sim... é isso... estava... estava errado...

Não me pareceu uma resposta muito convincente. Eles estavam a tramar alguma. O que fez a pergunta aproxima-se de mim e agarrando-me pelos braços à força, põe-me de pé, dando-me uma violenta bofetada.

-Estás a brincar com a gente minha puta? Eu não te avisei o que é que te acontecia se nos mentisses?

- Eu não menti... eu não menti... eu disse os códigos certos... eu juro... eu não menti... por favor... não me façam mal... eu juro... eu juro que vos deis os códigos certos...

Apesar das minhas garantias de que tinha dado os códigos correctos, e das minhas súplicas para que não me fazerem mal, desatam-me e encostando novamente a faca à minha garganta, avisam-me para não me mexer nem gritar. Calo-me e limito-me a soluçar enquanto todo o meu corpo treme de forma incontrolada. Eles tiram-me o casaco, arrancando-me depois o top. Ao fazê-lo não consigo evitar soltar um pequeno grito.

Não evito também o choro enquanto eles me arrancam o resto da roupa do corpo, deixando-me toda nua. Deitam-me à força de bruços sobre a mesa e voltam a atar-me. Desta vez, amarram-me a mão esquerda ao pé esquerdo, e a direita ao pé direito, forçando-me a ficar com as pernas dobradas para trás.

Voltam a perguntar-me pelos códigos. Muito nervosa, a chorar e soloçar, tendo dar os números, mas engano-me. Percebendo o erro, volto a repiti-los correctamente. Eles assumem aquele lapso como mais uma mentira. Juro que são os correctos. Juro que não menti e repito-os uma e outra vez, pedindo para não me fazerem mal. Os outros dois saem da sala, levando com eles a outra rapariga.

O que fica comigo com uma mão puxa-me os cabelos obrigando-me a erguer a cara para a frente e mantém-na suspensa dessa forma e com a outra volta a encostar a faca ao meu pescoço. Depois ordena-me para abrir a boca espetando a faca na madeira, mesmo ao lado da minha cara. Apesar de ainda estar a lacrimejar pelo efeito do gás e de sentir os olhos a arder bastante, consigo ver que ele está nú e tem a sua verga mesmo à frente da minha cara, masturbando-a e apontando-a para mim.

Ouço novamente a sua voz a dizer que era a última vez que me dizia para abrir a boca. Sabendo o que ia acontecer se não obedecesse e se obedecesse, apesar de não querer uma coisa nem outra, sabia que tinha que tomar a segunda opção, por isso, abri a boca. De imediato senti a sua verga dura a entrar. Era tão grossa que obrigou-me a abrir a boca até ao limite.

Agarra-me a cabeça com ambas as mãos e começa com um vai e vem, como se estivesse a comer-me a passarinha. Fá-lo com tanta força que eu começo a engasgar-me. Ele ignora o que estou a sentir e continua a penetrar-me. Avisa-me para ter cuidado com os dentes e para que nem me passasse pela ideia mordê-lo porque isso era a minha sentença de morte.

Apesar de estar a fazer aquilo contra a minha vontade, sei que tenho que colaborar ou fingir que até estou a gostar para que eles não me tirem a vida. Afinal, vi as caras deles e posso identificá-los ao fazer queixa à polícia. Sei que tenho que tentar ser cooperante, mas aquilo é demais para mim. Vendo a minha aflição, tira-a e dando a volta à mesa, abre-me as pernas, cuspindo directamente a minha passarinha. Enquanto a acaricia, comenta que ela é cheirosa, aparadinha e muito bonita.

Puxa-me um pouco mais para trás e sinto claramente a sua boca e a sua língua quente em contacto com a minha passarinha, começando a lamber-me e a chupar-me toda, como se ela fosse o maior dos manjares, algo digno de um rei. Enquanto se delicia, vai-me apalpando as nádegas e as coxas. De vez em quando morde-me os lábios vaginais com delicadeza, fazendo-me gritar, mas de forma contida.

Não sei quanto tempo é que ele me esteve a comer a passarinha, mas tenho a certeza absoluta que bateu, de longe, o recorde de tempo. Nunca nenhum homem me comeu a passarinha durante tanto tempo. Durante todo esse tempo, não se cansa de elogiar-me o corpo. Também ia perguntando se eu estava a gostar e exigia que eu respondesse. Obviamente que eu respondia afirmativamente.

- Então se estás a gostar por que é que não te ouço gemer? Anda... geme... geme de prazer minha putinha...

Eu finjo gemer, mas sou tão pouco convincente que ela da-me uma violenta chapada numa nádega, exigindo-me que geme-se de prazer. Tento dar aos meus gemidos alguma credibilidade, mas ele não se dá por convencido e volta a castigar-me, fazendo-me dar um pequeno grito de dor.

Então põe-se de pé e penetra-me profundamente, fazendo-me gritar novamente. O seu membro não é muito grande, mas é bastante grosso, pelo que entra com alguma dificuldade na minha vagina apertadinha. Peço-lhe para meter a camisinha, para não enfiar sem a camisinha, mas ele ignora os meus pedidos, continuando a elogiar-me a passarinha, dizendo que nunca tinha comido uma assim. Todos os homens que me conhecem sentem-se atraídos pelo meu físico, mas aqueles que têm a sorte de ir para a cama comigo, comentam que a minha é de longe a melhor de todas por ser tão apertadinha.

O seu membro desliza com dificuldade para dentro e para fora, forçando a minha passarinha ao limite. Nunca antes me tinha sentido tão preenchida. Ele agarra-me pelos cabelos, puxando-me a cabeça completamente para trás e obriga-me a gemer. Eu procuro satisfazê-lo, gemendo o melhor que posso.

Por incrível que possa parecer, apesar de não querer ser forçada a fazer aquilo e querer que aquilo termine rápido e que me deixem ficar viva, das dores que sinto, também consigo sentir algum prazer em tudo aquilo, por isso, os gemidos não são completamente fingidos.

Depois de um bom tempo a fazer aquele vai e vem, começo a sentir uma pressão a crescer entre as minhas pernas. A sensação vai crescendo cada vez mais até que sinto o que parece ser uma explosão de prazer dentro de mim, espalhando-se como se fossem ondas pelo meu corpo. Tenho que fazer um grande esforço para que ele não perceba que eu tinha acabado de gozar um intenso orgasmo.

Ainda estava a sentir as réplicas do orgasmo quando ele agarrando-se com força à minha cintura, empurra o seu membro o máximo que pode e começa a urrar de prazer, para depois o fazer recuar um pouco, para voltar a empurrá-lo com toda a força. Naquele momento pensei que se o seu membro fosse um pouco mais comprido, ter-me-ia causados danos na passarinha.

Ainda ele não a tinha tirado para fora e já outro tinha entrado na sala. Agarra-me a cabeça e obriga-me a fazer-lhe um broche até se vir na minha boca, proibindo-me de cuspir ou deixar escorrer o que quer que fosse, por isso, tive que engolir tudo.

O terceiro entro e virou-me para cima. Depois vira-me a cabeça para o meu lado direito e obriga-me a chupar-lhe a verga, enquanto vai acariciando os meus seios. Algum tempo depois sobe para cima da mesa e encaixando-se entre as minhas pernas, penetra-me, começando logo com o vai e vem que se prolongou bastante, até gozar também, dizendo-me que me ia dar todo o seu leitinho.

Fizeram-me prisioneira dos seus desejos sexuais durante toda a noite, porque para além destes três, outros frequentadores pouco recomendáveis que iam pernoitar naquele prédio, sabendo do petisco, aproveitaram para se servir. Perdi a conta ao número de parceiros que tive, bem como das vezes que estiveram comigo, mas sei que até ao nascer do novo dia, não tinha passado um minuto sem que não estivesse algum comigo.

No dia seguinte libertaram-me e foram-se embora. Vesti-me e ao chegar à porta da entrada pedi ajuda a uma senhora idosa que passava na rua. Chamou a ambulância e fui para o hospital. Apresentei queixa e alguns chegaram a ser detidos. Deixei a capital e retirei-me durante alguns meses para recuperar psicologicamente.

 
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