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Uma noite inesquecívelPublicado em 2013-04-24 na categoria Contos eróticos / Hetero
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Extremamente cansada, depois de passar o dia nas limpezas, a Carolina foi tomar um reconfortante banho. Vestiu uma camisa de noite fresca e dirigiu-se para o quarto onde o seu marido Fernando já dormia profundamente, depois de também ele ter tido um dia de muito trabalho. A noite, tal como o dia, estava muito quente, não soprando nem a menor brisa, por isso tínhamos a janela aberta.Aproximou-se da janela para verificar se o meu marido tinha colocado a rede mosquiteiro na janela. A noite estava calma, o luar estava resplandecente, permitindo ver tudo cá para fora onde apenas se ouviam os grilos no campo. Dava gosto ver tudo arranjado para receber o filho que chegava da capital dentro de algumas horas para lhes apresentar a noiva. Deixou os cortinados também abertos e guiada apenas claridade do luar foi-se deitar. O calor era tanto que nem se cobriu com o lençol. Vencida pelo cansaço adormeceu quase de imediato. Mas a noite não é de fiar e a lua cheia é aliada de quem usa a noite para as suas malfeitorias. Nessa noite, dois vultos movem-se junto à casa procurando algo para furtar. Depois de rondarem a casa, a garagem e os anexos, procurando possíveis meios de acesso à casa, verificaram que tudo estava devidamente trancado, mas o traiçoeiro luar mostrou-lhes outra oportunidade. Uma das janelas do primeiro piso estava aberta. Olhando em seu torno não demoraram a descobrir uma escada. Tão silenciosamente quanto possível, colocaram a escada contra a parede e o primeiro subiu para espreitar. Olhando para o companheiro que aguardava em baixo, fez-lhe sinal levantando dois dedos e indicando que estavam a dormir. Ainda com gestos, disse que ia entrar, descer e abrir-lhe a porta. Muito lentamente afastou a rede e entrou se fazer qualquer ruído. Desceu as escadas e abriu a porta ao colega dizendo-lhe que no quarto estava uma visão do outro mundo. Tinham que subir rapidamente para ele ver a mulher que dormia, e assim que chegaram à porta do quarto entraram sem fazer barulho com os olhos postos no corpo daquela bela mulher de meia idade. A claridade do luar permitia ter uma boa visão do interior do quarto. Aproximaram-se com um olhar malicioso, perscrutando cada pormenor da sua fisionomia feminina. Era uma mulher bem parecida, cabelo escuro comprido, umas formas delicadas, algo rolissa mas bem constituída, apesar de mostrar os sinais da idade. Os seios, esses sobressaiam como duas montanhas. Enquanto o mais velho se deliciava com a visão daquela promessa de prazer, o outro foi fazer uma vistoria à casa. Ao regressar fez um gesto indicando que na casa não estava mais ninguém. Então retirou uma pequena garrafa de vidro branca, retirou a tampa e verteu algum do seu líquido num lenço de pano, colocando-o sobre o nariz do marido durante alguns segundos, enquanto o clorofórmio fazia o seu efeito. Depois estendeu o frasco ao mais velho que fez sinal negativo. As suas ideias eram outras. Sentou-se muito lentamente ao lado da mulher sem tirar os olhos dela. Enquanto a sua mão direita segurava um velho revolver, com a esquerda começou a acariciar o seu seio esquerdo. Ela no início não reagiu ao contacto, mas as constantes carícias fizeram com que ela acordasse ainda meio estremunhada com o sono. Ainda meio a dormir, sentiu aquela carícia no seu peito. Não queria acreditar que o seu marido quisesse alguma coisa naquela noite estando eles tão cansados. Aquela mão a acariciar e a apalpa os seus seios começa a excitá-la mas ela sente-se tão ensonada e cansada que nem se dá ao trabalho de abrir os olhos, limitando-se a dizer entre dentes para o marido a deixar em paz. Mas as caricias persistem. Ela sorri e continuando a falar entre dentes com uma voz arrastada avisa o marido que ela não vai fazer nada, se ele estão tão a fim, que faça ele as coisas. Os dois assaltantes trocam sorrisos entre si. Ele desce-lhe ambas as alças libertando com dificuldade os generosos seios, voltando a acariciá-los e a apalpá-los, fazendo a Carolina gemer de prazer que permanece deitada de olhos fechados a desfrutar daquela deliciosa massagem sexual, alheia à verdadeira identidade do seu autor. Já louco de tesão, desvia o seu olhar para o interior das suas pernas, não demorando a desviar o alvo da atenção da sua mão, colocando-a sobre uma das suas coxas apertando-a para sentir a sua dureza. Deixa escorregar a sua mão até ao interior das coxas dela e começa a deslizá-las em quase toda a sua extensão. A carolina que até então tinha as pernas fechadas, abre-as ligeiramente para facilitar o vai e vem daquela mão atrevida, facultando-lhe também o acesso ao interior das suas pernas que já ardem de desejo. Ele vendo a sua reacção volta a sorrir e torna as suas caricias cada vez mais ousadas indo mesmo até ao cimo onde sente a sua cueca já molhada. Com o contacto da sua mão, homem e mulher estremecem de tesão. Ele deixa lá ficar a mão e começa a acariciar-lhe a vulva com os dedos fazendo Carolina intensificar os seus gemidos de prazer. Ela sente-se no paraíso. Casada há vinte anos com aquele homem que nunca quis perder muito tempo com preliminares, estava naquele dia em especial a caprichar naquela delicia. Não queria acreditar na sorte que estava a ter e só desejava que assim continuasse por isso limitou-se a ficar como estava, a desfrutar daquele tratamento de luxo, não se atrevendo a intervir com receio que ele voltasse ao normal e quisesse saltar logo para cima dela. Ele pousa a arma em cima da mesa de cabeceira e senta-se ao contrário, virado para o fundo da cama. Com a mão direita volta a apalpar-lhe os seios enquanto a outra desabotoa as calças pondo o seu membro já erecto de fora. Depois agarra na mão esquerda dela e encaminha-a até ao seu membro. Ela surpreendida pela atitude do que julga ser seu marido, assim que sente o calor e a dureza do pénis, sorri enquanto passa a língua entre os lábios, deliciada com aquele pedaço de tentação desejoso por a possuir mas aguentando-se e sujeitando-se às suas próprias carícias. Começa por apertá-lo para sentir todo o seu vigor e sem que lho peça, começa a acariciar-lho movendo a sua mão fechada para cima e para baixo, percorrendo toda a sua extensão. De vez em quando ela detém-se na glande para a apertar delicadamente ou para a esfregar com os seus dedos, fazendo-o gemer de prazer. Ele inclina-se sobre ela, passando uma mão por trás da sua cabeça e começa a apalpar-lhe ambos os seios ao mesmo tempo. Ela intensifica a sua estimulação manual e ele acompanha-a apalpando-a com mais vigor também, apertando-as entre as suas mãos e empurrando-as uma de encontro à outra fazendo-as chocar. O outro de pé limita-se a desfrutar daquela visão enquanto acaricia o seu membro sobre as calças. Por fim ele inclina a sua cabeça e leva os seus lábios aos encontros dos dela. Primeiro dá-lhe um beijo tímido, observando a reacção dela. Depois volta a dar-lhe outro e ao terceiro sente os lábios dela retribuírem-lhe o beijo, começando então os dois a beijar-se loucamente enquanto mantém as carícias mutuas. Ela abre ainda mais os seus lábios e passa a beijá-lo brindando-o com a própria língua. Ele apresa-se a segui-la e a cada beijo, mais ou menos prolongado, as suas línguas encontram-se e travam uma luta, enquanto ele começa a brincar com os polegares sobre os mamilos já duros dela, fazendo-a a abrir ainda mais a boca para poder gemer e respirar devidamente. O outro já não aguenta o tesão e aproxima-se do insuspeito casal, sentando-se quase ao fundo da cama. Coloca a mão esquerda sobre a coxa dela e começa a acariciá-la, percorrendo-a até ao seu interior, encontrando-o extremamente quente e húmido. Ela nem se apercebe que existe uma mão extra no seu corpo, tal é a sua excitação misturada com o seu estado. Ele não demora a subir-lhe a camisa de noite para cima até lhe descobrir toda a zona inferior do seu corpo e a puxar-lhe a cueca até a tirar por completo. Afasta-lhe as pernas e começa a acariciar-lhe os grandes lábios vaginais, para depois introduzir os dedos no seu interior para acariciar toda a extensão ao longo da sua racha. Ela delira literalmente de prazer com todas aquelas longas caricias ao ponto de gozar um orgasmo que exprime de forma algo contida mas perfeitamente perceptível pelo arquear do seu corpo, dos seus gritinhos e gemidos. Ainda com uma respiração extremamente ofegante e com o corpo em pequenas convulsões, abre pela primeira vez os olhos para se deparar com a terrível realidade. Quer dar um grito de terror mas uma mão tapa-lhe a boca limitando-o. Tenta mover-se enquanto continua a gritar mas pára assim que vê a boca de uma arma de fogo junto à sua cabeça e uma voz avisa-a que a vida dela e do marido depende dela. Mandam-na acalmar. Dizem-lhe que é muito boa e que vão comê-la a bem ou a mal, a decisão final e dela. Viram-lhe a cara na direcção do marido que dorme profundamente. Depois voltam a ameaçá-la de morte se não os agradar. Perguntam-lhe se percebeu. Ela visivelmente a tremer e com as lágrimas a escorrer-lhe pela face abana a cabeça afirmativamente. Ela lembra-se de um debate onde um especialista aconselhava as vitimas a fingirem para evitarem ser barbaramente agredidas e até mortas. Eles soltam-na e ela limita-se e ficar quieta, submissa. O que está junto dela manda-a virar-se para ele, encaminhando o seu membro na direcção da sua boca e exigindo-lhe que a abrisse e o mamasse. Ela obedece e abrindo a boca deixa-a entrar, permitindo que ele a penetrasse como se estivesse a penetrar a sua vagina. Essa por seu turno está a ser lambida pelo outro que saltando para cima da cama e abrindo-lhe bem as pernas, deita-se sobre ela. O outro pára de a penetrar e enquanto lhe acaricia o seio direito, ordena-lhe para que o chupe. Ela com um semblante de terror, obedece e começa a chupar-lhe o membro mas sem grande convicção o que obriga o seu violador a dar-lhe uma bofetada e a ameaçar que não está a gostar e é bom que ele goste caso contrário ela e o marido pagarão as consequências com a vida. A custo ela procura dar-lhe prazer chupando-o com mais vigor, limitando-se contudo a engolir apenas uma parte do seu membro. Ela chupa-o sem se atrever a abrir os olhos como se estivesse a tentar alhear-se de tudo aquilo. Então deita-a erguendo-se e dizendo ao colega que quer comê-la, mas este não a larga e ordena-lhe que gema de prazer. Ela começa a fingir procurando agradar-lhe, enquanto este ergue ambas as mãos para lhe apalpar as mamas. Então ergue-se e aproximando-se dela, penetra-a de um só golpe fazendo-a soltar um gemido. Só pára quando sente o seu membro bem dentro dela, então com rápidos movimentos de vai e vem começa a penetrá-la enquanto ela geme impotente. O outro protesta dizendo que também quer. Este sai de cima dela e o outro vira-a de lado na direcção do amigo. Deita-se por trás dela, erguendo-lhe uma perna para abrir caminho à sua verga que rapidamente encontra o seu orifício e penetrando-o guloso até ao fundo, começando com os movimentos de entra e sai. O amigo não se limita a ficar quieto a assistir ao espectáculo e obriga-a a abocanhar o seu membro para o chupar. Quando se cansa daquela posição, puxa-a para trás, deita-se sobre ela abrindo-lhe as pernas com as suas e apressando-se a penetrá-la outra vez. O amigo levanta-se e vai-se sentar num cadeirão perto da cama. Enquanto a penetra agarra-lhe os seios para os chupar com alguma delicadeza, procurando não a magoar. Apesar de estar a ser forçada e de se encontrar numa situação não desejada, no fundo ela não consegue evitar sentir algum prazer com aquilo, a ponto de já não conseguir distinguir muito bem o que é fingido e o que é sentido. Ao contrário do marido que assim que a monta vem-se em poucos minutos, este homem era verdadeiramente vigoroso. Conseguia sentir perfeitamente que o seu pénis era maior e mais grosso que o do seu marido, o que fazia com que a sua fricção fosse mais acentuada. Quando ele sente que se vai vir aumenta a cadência dos seus movimentos enquanto a abraça, acariciando-lhe a cabeça e enquanto lhe faz um linguado pelo pescoço. Ela própria não consegue evitar que o seu corpo a atraiçoe-e fazendo-a gozar um novo orgasmo que consegue conter, não o exteriorizando, mas por muito que se esforce, este acaba por ser percebido pelos homens que celebram o facto de a fazer gozar. O que está sentado no cadeirão chama-a, fazendo-a ajoelhar-se junto aos seus pés para lhe fazer uma mamada. Ela agarra-lhe o membro e começa a chupá-lo enquanto o masturba. Este ao contrário do amigo, tem um pénis mais pequeno e menos grosso, assemelhando-se ao do seu marido. De repente ela dá por si a pensar que aqueles dois tinham-lhe dado dois bons orgasmos, sendo que o primeiro tinha sido incrível. Pela primeira vez na vida tinha sentido uns orgasmos maravilhosos, pena era que fosse daquela forma e com aqueles homens. Mas talvez fosse mesmo isso que tivesse contribuído para tamanho prazer. Lembra-se de já ter fantasiado com aquilo. Ser possuída por um estranho à força, estar com dois homens ao mesmo tempo. Ao fim e ao cabo ela estava a viver algo com o que já tinha sonhado. Mas sonhar é uma coisa e estar a passar por aquilo era outra. Os seus pensamentos são interrompidos pelo homem que se levanta e leva-a até à cama pondo-a e quatro. Abre-lhe bem as pernas, acariciando-a continuamente. Depois de lhe apalpar as coxas e nádegas, agarra no seu pénis e começa a esfregá-lo ao longo da sua racha durante um par de minutos até que de surpresa, empurra-o, penetrando-a até ao fundo e fazendo-a soltar um sonoro gemido. Agarra-a pela cintura e começa a penetrá-la com movimentos rápidos e profundos, fazendo-a soltar um gemido de cada vez que o seu membro chega ao fundo. O amigo que ainda estava na cama vai acariciando-lhe os peitos. Quando este se cansa, após um longo período de sexo, deita-se na cama e ordena-lhe para que o monte. Ela vira-se para ela e senta-se sobre ele, encaminhando o seu membro para o seu interior. Agora é a vez dela mover-se. Segurando-se ao peito dele, começa com o sobe e desce enquanto ele lhe apalpa continuamente os peitos, fazendo-a gemer de prazer. Ela definitivamente rende-se submissa ao prazer que aqueles homens lhe dão. Se o amigo era vigoroso, este não lhe fica atrás. Ergue-se para cima, sentando-se na cama e mantendo-a sentada sobre ele e passando as suas pernas para trás das suas coxas. Agora tem um acesso mais facilitado aos seus seios, os quais acaricia e beija não se cansando de os elogiar. Ela limita-se a fechar os olhos enquanto continua a saltar em cima do seu membro que se nega a deixar de dar luta. Quando já não aguenta mais, pára de se mover. Este deita-a sobre a cama, e volta a penetrá-la com movimentos rápidos e profundos até se vir dentro dela. Ao sair de cima dela, ela vira-se de lado na cama. Está cansada, sente-se abusada mas ao mesmo tempo sente alguma satisfação. Quando pensa que tudo está acabado, o outro vira-a de bruços e com os joelhos força a abertura das suas pernas. Encaixa-se nela e ela nem precisava de empinar o rabo porque o seu membro encontra facilmente o caminho até ao seu interior para recomeçar com aquele delicioso castigo que se prolonga até que os dois gozam em simultâneo. Tudo consumado, apressam-se a ir-se embora. Ela deixa-se ficar deitada. Na sua mente revive todos os momentos que viveu naquela noite inesquecível. |
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Uma noite inesquecível




