Proposta indecente na sala de espera
Publicado em 2013-04-29 na categoria Contos eróticos / Fantasias


Depois de me ter corrido bem a primeira experiência, decidi manter-me atento às potenciais oportunidades que me possam surgir no meu dia-a-dia. E foi assim que esta surgiu por acaso nessa mesma semana, quanto tive que me deslocar ao hospital para acompanhar a minha irmã e o meu sobrinho numa consulta de rotina.

Depois de chegarmos ao hospital na entrada das consultas e procedermos à devida inscrição, passavamos para sala de espera própria. Era pequena e estava vazia. A minha irmã e sobrinha já tinham entrado para o consultório do doutor. Uns minutos depois chegou um casal jovem com um miúdo. Uma enfermeira veio à sala dizendo que já tinha recebido o processo deles e que teriam que aguardar uns vinte minutos.

Havia uma televisão que estava ligada num canal de notícias e estas não eram nada agradáveis. Falava-se da crise e do consequente aumento do desemprego. Como é normal começamos a trocar opiniões sobre o assunto e foi assim que soube que estavam ambos desempregados e que apenas viviam do abono de família que recebiam.

Entretanto o marido deixou a família dizendo que ia fumar um cigarro. Do meu lugar vi-o sair do edifício e ficar junto a uma coluna a fumar. Eu continuei a conversar com a mulher sobre a crise e as dificuldades da crise. A dada altura eu digo que se para nós a vida está dificil, para as crianças está muito mais. Ela morde o isco e confessa que por vezes tem que prescindir de comprar coisas boas para poder alimentar o filho.

Comento que os filhos estão sempre em primeiro lugar e que os pais fazem qualquer sacrifício por eles. Uma vez mais morde o isco e apressa-se a confirmar que se sacrifica muito pelo seu filho e que só não faz mais porque não pode. Pergunto-lhe se estava disposta a fazer qualquer sacrifício pelo filho. Responde que por ela faz qualquer coisa.

- Você diz isso mas é da boca para fora, porque nunca ninguém está disposto a fazer qualquer coisa...

- Olhe senhor, eu pelo meu filho fazia o maior sacrifício do mundo...

- Permite-me que a ponha à prova?

- Claro! Respondeu resoluta e muito confiante.

Meri a mão no bolso e tirei um maço em notas e mostrei-lho. Estendi a mão e pedi-lhe para contar. Ela levanta-se e aproxima-se de mim, pega no dinheiro e conta-o, nota a nota até totalizar os 2 500 euros. As suas mãos tremem ligeiramente com tanto dinheiro na mão.

- Esse dinheiro é seu em troca de um certo favor... Ela olha para mim de forma enigmática e pergunta:

- Que favor?

- Esse dinheiro é seu se fizer sexo comigo. Ela ficou com uma expressão muito ofendida e estendendo a mão para me devolver o dinheiro, diz muito rapidamente:

- O senhor desculpe mas eu não sou uma puta...

- E eu não disse que o era. Se eu quisesse uma puta, por 20 euros arranjava uma. Estou-lhe a fazer uma proposta séria. A senhora entrega-se a mim uma única vez e ganha uma pequena fortuna. Depois nunca mais nos vemos outra vez....

- Nem pense que eu me entrego por esse dinheiro...

- O que eu estou a pensar é no que você poderia fazer com este dinheiro. Ao dizer isto, aceno-lhe com ele na mão sem que ele desvie o olhar dele um segundo, e continu-o: Pense na roupa nova que podia comprar para o seu filho, numas sapatilhas novas, nuns brinquedos, em comida... Ou então, podia guardá-lo para uma emergência qualquer.

- Eu não era capaz de trair o meu marido...

Meto o dinheiro dentro de um envelope e fecho-o passando a língua pela banda com cola, fechando-o. Chamo-a para a janela e peço-lhe para olhar para o marido que continua a fumar. A minha esperança é que entrem ou saiam algumas mulheres para ver a reacção dele. Se ele fosse realmente homem, não ia deixar de comer as mulheres com os olhos. E não tive que esperar muito. Aproximava-se da entrada uma rapariga de vinte e poucos anos. Ele sorri para ela e diz-lhe qualquer coisa, mas ela não lhe dá trela. Assim que ela passa por ele, este vira-se e olha para ela de cima a baixo. Eu aproveito a deixa:

- Acredita que o seu marido lhe é fiel?

- Acredito, mas não ponho as mãos no fogo por nenhum homem...

- Pela forma como ele comeu aquela miúda com os olhos, acha que se a oportunidade lhe surgir ele vai pensar no filho e na mulher? Ela agora não responde. Pela porta acaba de sair uma mulher e este mede-a de cima a baixo mesmo virado para nós. A sua expressão de desejo diz tudo.

Volto a por-lhe o envelope com o dinheiro à frente dela. Ela olha para ele, engole em seco mas não lhe pega. Aproximo-me dela por trás e encosto-me a ela. Assim que sente o meu corpo ela instintivamente tenta fugir para a frente mas a parede não lho permite. Tenta então esquivar-se mas prendo-a gentilmente pela cintura com a mão direita.

Aproximando-me do seu ouvido, volto a lembrar-lhe as suas palavras, "pelo filho fazia qualquer sacrifício". Ninguém ficaria a saber. Podíamos tratar daquilo ali mesmo. Ela diz ao marido que vai ao wc e enquanto ele olha pelo miúdo, nós damos uma rapidinha...

Enquanto a agarro pela cintura, acariciando-a, com a outra mão vou acenando com o envelope à frente dela. Digo-lhe para pegar nele, para sentir o seu poder. Ela abana a cabeça negativamente. Pela janela continuamos a ver as reacções do marido sempre que passa uma mulher. Sinto-a a tremer e tenho a certeza que ela sente a minha verga dura encostada às suas nádegas.

Para aquecer mais as coisas, pressiono o meu corpo contra o dela ao mesmo tempo que a minha mão sobe pelo seu corpo até chegar ao seu seio, apertando-o delicadamente. Ela pede-me para parar, mas não lhe dou ouvidos. Nesse momento ouvem-se vozes atrás da porta e eu afasto-me dela. Sai a minha irmã e o meu sobrinho. Digo-lhes para irem indo que eu vou esperar pelas visitas para ir ver um amigo que teve um pequeno acidente.

Ela entra com o filho e eu fico na expectativa de saber se ela vai morder o isco. Para piorar a situação, o marido chega e senta-se á espera. Uns minutos depois ela sai com o miúdo, olha para mim mas não faz qualquer reacção. Vai ter com o marido e dirigem-se para a saída. Eu sigo-os à distância pensando que tinha perdido uma boa oportunidade.

Assim que os vejo sair pela porta da entrada, decido olhar à minha volta para ver se ainda vejo alguma oportunidade, mas nada. Relutantemente, dou por encerrada a caçada. Quando me aproximo da porta vejo a jovem mãe a vir na minha direcção. O marido está a uns vinte metros com o filho no carrinho. Ela aproxima-se de mim e com um ar envergonhado e sem me olhar nos olhos diz que aceita a minha proposta e que quer despachar aquilo.

Acompanho-a até ao corredor onde estão os wc. Para nosso azar há sempre gente a entrar e a sair. Pensando rápido, vejo que o fraldário está vazio. Caminho para lá e ela segue-me. Dentro daquela pequena sala existe um pequeno cubiculo com um cortinado reservado para as mães que estão a amamentar possam estar mais à vontade. Entro para lá e chamo-a.

Já lá dentro, e depois de fechar o cortinado puxo pelo envelope e coloco-o na mala dela. Olho para ela de cima a baixo, mas ela não tira os olhos da parede lateral. Tem um vestido de alças que lhe chega a meio da perna. Sem descer as alças do vestido afasto o tecido descobrindo-lhe aqueles belos melões, depois digo-lhe que quero que me faça um broche. Desaperto as calças enquanto ela se baixa. Ponho a minha verga de fora e ela prontifica-se a agarrar nela começando a punhetar-me com alguma violência.

Peço para a meter na boca e chupar e ela obediente abre a boca e enfia apenas a cabeça, começando a chupá-la. Enquanto me chupa, movendo a sua cabeça para a frente e para trás, desvio o seu cabelo da frente para poder ver a minha verga a desaparecer dentro da sua boca. Deixo-a mamar até me sentir satisfeito, depois levanto-a e viro-a de costas para mim. Ergo-lhe o vestido e peço-lhe para o segurar, tirando-lhe a cueca.

Posiciono-me atrás dela e segurando a minha verga com uma mão e abrindo caminho entre as suas pernas com a outra, começo a esfregá-la ao longo da sua racha ainda não lubrificada. Rapidamente encontro o seu buraquinho e enfio empurrando com força, fazendo-a soltar um gemido.

Começo a estucá-la e para minha surpresa ela acompanha os meus movimentos, movendo-se também para a frente e para trás, segurando o vestido com uma mão e segurando-se à parede com a outra. Ela parece começar a gostar, então faço-a inclinar-se mais para a frente e segurando-a pela cintura aumento as minhas investidas.

Ela com ambas as mãos na parede e com a cabeça virada para o lado, começa a gemer. Ao espreitar vejo-a com os olhos fechados e a boca bem aberta, fazendo umas caretas de prazer. As minhas estocadas são vigorosos, fazendo-a de vez em quando olhar para mim e sorrir. Os seus seios balançam para a frente e para trás ao sabor das minhas investidas. Deslizo as minhas mãos pelas laterais do seu corpo e agarro-me aos seus seios para os apalpar.

Ela encosta o braço esquerdo à parede e encosta a cabeça a este. Já não se move, limitando-se a gemer de olhos fechados e boca bem aberta. Com a outra mão começa a acariciar-se entre as pernas. Sentindo que o tesão era demais. ergue-se quase por completo e segura-se com as duas mãos contra a parede, enquanto as minhas estocadas continuam sem para um segundo. Pouso as minhas mãos em cima das suas nádegas e apalpo-as, fazendo-a sorrir outra vez.

Então volta a surpreender-me ao começar a mover os quadris para a frente e para trás. Peço-lhe para se sacudir. Ao fazê-lo os seus seios balançam de um lado para o outro. Volto a agarrá-los para os apalpar. Desta vez só ela é que se move, empurrando o seu quadril para a frente e para trás.

Inclino-a outra vez para a frente, agarrando-a pelo cabelo com uma mão e pela cintura com a outra e volto a estocá-la vigorosamente. Ela continua a gemer até que fecha os olhos com força e cerra os dentes. Os seus gemidos tornam-se num gritinhos baixinhos ao mesmo tempo que respira de forma ofegante. Sentí-la a ter aquele orgasmo, eu próprio não aguento muito mais e deixo a minha explosão acontecer dentro dela, fazendo por a penetrar de forma bem profunda.

Depois de me limpar, aperto as calças e digo-lhe que estamos quites. Ela limpando-se também, diz que sim. Retiro-me rapidamente e apresso-me a esconder-me de forma dissimulada. Vejo-a sair com um passo apressado. Sigo-a com o olhar até a ver sair e entrar no carro com o marido. Pergunto-me qual será a reacção dela ao ver que o envelope não tem dinheiro mas papéis recortados do tamanho de notas.

O que ela não sabia era que eu já tinha um envelope guardado no bolso esquerdo, o que lhe entreguei. O envelope com o dinheiro continuava no meu bolso direito...

 
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