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A viagemPublicado em 2013-04-26 na categoria Contos eróticos / Grupo
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A minha esposa e eu tínhamos, na época, 25 anos e ainda éramos namorados. A minha esposa, Raquel, tem um primo, Luis, que é uns dois anos mais novo que nós e, na época namorava Patrícia, também uns dois anos mais nova. O Luis sempre foi muito divertido e engraçado e, como compartilhávamos interesses semelhantes, eles acabaram por se tornar grandes parceiros de festas, viagens, ou mesmo noites sem fim de conversas e risadas.Num dado fim de semana, resolvemos viajar até Vigo. Chegamos à tarde e deparamo-nos com as ruas lotadas de gente de todas as partes que parece que haviam tido a mesma ideia que nós. Apressamo-nos a procurar hotéis e pousadas que ainda tivessem quartos disponíveis para passarmos a noite. Rodamos por horas e pelos únicos quartos ainda vagos os hotéis cobravam valores exorbitantes. Escolhemos o hotel com os preços menos aviltantes que encontramos. O Luis estava completamente indignado, pois era muito mais do que havíamos planeado gastar. Eu compartilhava da indignação dele, mas, sem ter feito reservas, não nos restavam muitas escolhas. Ao entrar no quarto, a indignação só aumentou. O quarto parecia ter sido decorado por um monge que fez voto de pobreza. Só havia uma cama com colchão duro, uma cadeira, ventilador e uma TV 14 polegadas. Só. Era desolador. Aí eu tive uma ideia. Peguei na lista telefónica que estava debaixo da tv e procurei pelos hotéis da região. Liguei para vários, mas todos estavam lotados ou tinham preços ainda maiores. Quase em desespero, passei aos motéis. O primeiro que liguei atendeu uma voz de senhora que informou que havia, sim, quartos disponíveis. O preço era a metade do que iríamos pagar naquele hotel. Fomos até ao quarto do Luis e colocamo-lo a par da situação. Ao saber do preço ele deu um pulo: “Já era! Aqui eu não fico mais nem um minuto!” Pegamos nas malas e saímos em direção ao motel. Chegando lá e a gentil senhora recebeu-nos dizendo que infelizmente já havia alugado um dos quartos que estavam vagos, só sobrava um. Agradecemos e dissemos que não servia, pois éramos dois casais e precisávamos de dois quartos. Quando já íamos embora, a senhora disse que não haveria problema, pois era a suíte máster, que podia ser dividida em dois quartos separados, se quiséssemos privacidade. Podíamos dar uma olhada se quiséssemos. Fomos ver. A planta da suíte era em forma de X: a entrada ficava numa das pernas do X, junto com uma mesa e um sofá. No centro havia uma pequena pista de dança, com luzes e som. Dos lados da pista, um em cada perna do X, ficavam os quartos, fechados com vidros, como vitrines, mas dotados de pesadas cortinas tipo black out, que proveriam a devida privacidade a cada casal. Na última perna do X, no lado oposto à entrada, ficava uma grande banheira de hidromassagem e, em cantos à parte, o banheiro e o chuveiro. A senhora explicou que em feriados prolongados era comum que os hotéis ficassem lotados, de forma que, apesar de ser um motel, costumava hospedar famílias nestas ocasiões. - O preço é a metade daquele outro... – cochichei para o Luis. - Não dá nada! Vamos ficar! –Disse ele. Ao final do primeiro dia de compras, retornamos ao nosso quarto cansados, porém, satisfeitos com as aquisições que havíamos conseguido. Após um lanche leve, planeamos as atividades do dia seguinte e continuamos a conversar por algum tempo. Resolvemos, então, abrir algumas das bebidas que havíamos comprado naquele dia e entramos na noite num clima amigável entre conversas, piadas, risos e bebidas. Lá pelas tantas começamos a explorar os diversos apetrechos que o quarto dispunha, como a cadeira erótica, o balanço para casais, a cama de água, etc. com direito a hilárias interpretações por parte do Luis, de longe quem mais parecia divertir-se com tudo aquilo e o que mais parecia afetado pelo álcool também. Até que ele teve a brilhante ideia de encher a hidromassagem “Já que estamos a pagar por isso”, como ele mesmo disse. Ligamos o som e entretemo-nos com a pequena pista de dança enquanto a banheira enchia até que alguém se lembrou de um pequeno detalhe: ninguém havia trazido roupas de banho, já que praias ou piscinas não constavam no nosso planeamento para aquela viagem. - Entramos de roupa mesmo – propôs a Patrícia. - E vai secar como, ó esperta? – retrucou na hora Luis – De noite não há como secar. Ficamos em silencio por alguns segundos, todos tentando encontrar uma solução para o dilema com que nos deparamos. - Ah, foda-se – irritou-se Luis, - vocês são muito frescos. Eu vou é nu mesmo! Disse isso e com um movimento arrancou a camisa e baixou as calças, jogando-as longe com os pés, e em menos de um segundo já se atirava para a água com a agilidade de uma lontra. Ficamos, os três, atónitos, e por um instante não conseguimos esboçar reação. - Ah, que coisa boa! Essa hidromassagem é a melhor coisa que tem! - Provocava Luis de dentro da banheira. Hesitei por um segundo e, tirando a roupa, disse: “Bom, eu não vou ficar só a olhar...” e entrei na banheira, sentando-me no lado oposto ao de Luis. Elas ainda pareciam relutantes com a ideia de ficarem nuas em público, ao que Luis logo argumentou: - Deixem-se de besteiras! Tem bastante espuma aqui, ninguém vê nada.... E também não é nada que a gente já não tenha visto 500.000 vezes! - É, e vocês não vão deixar os dois homens nus aqui sozinhos, não é? Imaginem que rola um clima... – disse com um sorriso, tentando descontrair um pouco. As duas olharam-se com uma cara de quem pensa “Bom, se não tem outro jeito...”, tiraram as roupas juntas e rapidamente entraram na água, cobrindo as partes expostas do corpo com espuma. - Viram? Não caiu pedaço de ninguém, não é? – Provocou o Luis. Após certo constrangimento inicial, logo retomamos o ritmo anterior de conversas e brincadeiras. A certa altura, Luis precisou erguer-se para alcançar uma garrafa de vodka que estava próxima da banheira e, ao levantar-se, deixou-nos ver o seu pau, que, apesar de não estar duro, era de um tamanho “avantajado”. Não estava mole também, mas se encontrava num estado intermediário no qual a grande cabeça vermelha e o diâmetro encorpado visivelmente chamaram a atenção de Raquel, que não desviou o olhar até que Luis voltasse a sentar. Aquela exibição (intencional ou não) pareceu mexer todo mundo. Assim que se sentou novamente, Patrícia segurou o seu rosto e deu um beijo profundo e demorado. Raquel não demorou a abraçar-me e beijar também, com tanta vontade que nem sei se percebeu que os seus seios se projetavam para fora da água que os escondia. Não demorou para que os dois casais evoluíssem para amassos e manobras cada vez mais ousadas. Patrícia erguia o corpo, oferecendo os seios para Luis, que segurava ambos e sugava-os alternadamente. Patrícia abraçava a cabeça dele com um dos braços, a mão segurando com força os seus cabelos, enquanto a outra mão desaparecia na água, fazendo um lento movimento para cima e para baixo que às vezes trazia à tona a ponta do pau. Do meu lado, Raquel estava quase no meu colo, sentada sobre uma das minhas pernas, mordia o meu pescoço e punhetava-me gostosamente, enquanto eu corria os dedos na sua rata, brincando com o grelo molhado. Passava o dedo ensaboado pela rachinha, ia até em cima e voltava, atolando dois dedos na sua rata quente. Fazia movimentos circulares, separando as metades da sua rachinha. Por vezes estendia o movimento até ao cu, passava a ponta dos dedos nas bordas, colocava um dedo na entrada e dava uma leve força, só para provocar e, nessas horas Raquel beijava-me com ainda mais vontade, aumentando o meu tesão De repente, Luis levanta-se e fica de pé no meio da banheira, cacete em riste, apontando para o teto, e puxa a Patrícia. Ficam os dois de pé, abraçados, beijando-se demoradamente. Ele passa as mãos pelas coxas dela, agarrando o rabo com força até alcançar os dedos na rata. Ele então senta-se na borda da hidro e coloca Patrícia de quatro a chupar o seu cacete. Tão logo ela desliza o pau para dentro da boca o máximo que consegue, Luis inclina-se para trás, apoiando-se nos cotovelos e fecha os olhos enquanto Patrícia lhe lambe ruidosamente o cacete. Seria difícil encontrar duas mulheres mais diferentes entre si e que, no entanto, se dessem tão bem. Patrícia era grande, alta. O Luis sempre gostou do estilo mulherão: peitão, rabo, corpão, tudo. Eu sempre preferi as menores, mais delicadas. Não que Raquel fosse baixinha, tinha 1,70m, mas comparada com Patrícia, tudo nela era menor. Magrinha, fazia mais o estilo mignon, loira, olhos claros, branquinha, peitos redondos e durinhos, com bicos rosados constantemente apontando para cima. Patrícia era alta, mais de 1,80m, morena, estudava Ed. Física, tinha o corpo trabalhado, cintura fina, coxas grossas, peitos grandes e redondos que sempre atraíam o meu olhar dentro dos decotes que ela usava. Até nas suas partes mais íntimas as duas eram completamente diferentes. A rata de Raquel era lisinha, depilada, os lábios da rata ficavam bem escondidos. Era preciso abrir a rata com os dedos para expô-los. Patrícia era cabeluda, um denso triangulo escuro encimando uma rata exibida, os grandes lábios realmente grandes, ficavam sempre parcialmente à mostra. E o rabo... Nas vezes em que a vi de bikini, foi preciso grande dose de autocontrole para não ficar de pau duro na praia na frente dela. E agora aquele rabo que eu tanto havia cobiçado estava ali na minha frente. Patrícia estava de quatro, no meio da banheira, o rabo a pouco mais de meio metro de mim. Aquela rata convidativa entreaberta e molhada a apontar na minha direção. Com as pernas afastadas, o rabo abria-se e o cu, aquele grande buraco rosado expunha-se totalmente para mim. Poderia jurar que o vi piscar para mim algumas vezes, mas pode ter sido o meu tesão a brincar com a minha mente. Precisei de doses extras de controle mental para não gozar imediatamente. Eu sentia, no entanto, que não conseguiria conter por muito mais tempo. Resolvi imitar Luis e sentei-me na borda para receber um broche de Raquel enquanto admirava o rabo de Patrícia. Raquel, todavia, não conseguiu posicionar-se adequadamente na banheira, de modo que tivemos que trocar de lado. Ficamos então Luis e eu sentados lado a lado na borda da hidro enquanto as duas mulheres, de quatro, nos chupavam de dentro da água. Logo após esse rearranjo, Patrícia disse que precisava de um minuto e que já voltava. Levantou-se e saiu em direção ao banheiro. Raquel continuou a chupar o meu pau, sob o olhar atento de Luis, que punhetava lentamente seu cacete. Podia observar que Raquel olhava fixamente aquele pau enquanto me chupava e que Luis a observava cada vez com mais tesão, aumentando a velocidade da sua punheta. Raquel lambia-me o pau, enrolava a língua na cabeça, chupando com vontade. Aí descia pela lateral, chupava as bolas, colocando na boca, uma depois a outra. Raquel chupava-me com muito tesão, mas vi que o seu tesão não era por mim. Ela não tirava o olho do pau do Luis. Ele também incentivava-a, gemendo a cada movimento que ela fazia, chegando cada vez mais perto dela. Raquel provocava o primo com o olhar. Chupava o meu pau olhando fixamente para o Luis. Às vezes colocava um ou dois dedos na boca, molhando-os bem, e então levava-os à rata. Fechava os olhos e voltava a olhar para ele. Com a cabeça (as duas) dominada pelo tesão, quando Raquel voltou a olhar-me nos olhos, fiz um aceno com a cabeça na direção de Luis, sinalizando que ela lhe desse algum “auxílio”. Raquel hesitou por um segundo, mas largou o meu pau e logo posicionou-se entre as pernas de luis, com o caralho enorme encarando-a. Assim que ela colocou a mão em volta do cacete, Luis exclamou um “Ai, que locura!”, largou o corpo para trás e levou as mão ao rosto, repetindo “Que locuuura!”. Uma das mãos pequenas de Raquel fechou-se em torno daquele pau e ainda sobrou grande parte dele, enquanto a outra massajava o saco. Raquel fez alguns movimentos de leve com a mão, maravilhada com aquela cabeçona vermelha inchada quente e pulsante. A cena a seguir durou apenas alguns segundos, mas passa em câmara lenta na minha cabeça toda vez que relembro. Raquel abriu a boca, pronta para acolher o cacete, direcionando-o à sua língua macia. Encostou os lábios e a ponta da língua na parte de trás da cabeça do pau e, ao que parece, apenas o calor desse contato foi suficiente para fazer Luiz gozar. O primeiro jato veio forte, e uma grande quantidade atingiu de surpresa o nariz e rosto de Raquel. Os demais vieram em menor volume, porém, com a mesma intensidade, chegando aos seus cabelos enquanto ela punhetava e lambia a parte de trás da cabeçona que tremia com os espasmos que acompanhavam cada jato de leite. Luis gemeu e suspirou após o último jato, disse “Meu Deus! Que locura!” mais uma vez com a respiração ainda ofegante. Raquel levantou-se e ficou de pé na nossa frente com um sorriso no rosto. Notei que o pau de Luis continuava num estado de semi-ereção (apesar de meio murcho após o gozo), pois ele não tirava os olhos de Raquel, que, nua na sua frente passava as mãos nas bochechas e lambia os dedos de porra. Sentado na borda da hidro, Luis olhava fixamente para a rata de Raquel, lisinha, molhada e convidativa. Ela aproximou-se vagarosamente dele, parou ao seu lado, levantou uma perna, apoiando o pé na borda da banheira e expondo completamente a sua rata a poucos centímetros do rosto de Luis. Ele olhava fixamente para aquela rata que gotejava de tesão e certamente podia sentir o seu perfume. Raquel permaneceu nesta posição por alguns segundo e saiu em direção ao chuveiro. “Ai, que locura!”, disse mais uma vez Luis enquanto olhava a bunda de Raquel afastar-se de nós. Neste mesmo instante, Patrícia retornava para a banheira com outra garrafa de vodka na mão. "O que foi que eu perdi?" – perguntou. - Ah! – suspirou Luis – Nem queira saber.... Nem queira saber..... – disse, ao mesmo tempo em que saía da hidro em direção ao chuveiro. Patrícia sentou-se ao meu lado, tomou um gole da bebida e, passando-me a garrafa, comentou: - Não sabia que vocês eram assim.... tão liberais! Hehehe! - Nem eu – respondi – nem eu! Tomei um grande gole de coragem líquida e comecei a falar o quanto sempre tinha achado ela gostosa e que me deixava com muito tesão. Ela ficou lisonjeada e perguntou: -Sério? - Claro – respondi – olha só o jeito que eu estou só de olhar para ti – falei e apontei para o meu pau duro como uma rocha. – Só de olhar para os teus peitos eu tenho que me segurar para não gozar! - Bom – disse ela, aproximando-se – então a gente podia aproveitar que eles não estão e resolver logo essa situação, não? - Arram... – balbuciei Ela posicionou-se entre as minhas pernas e acomodou o meu pau entre os seios, pressionando-os contra as minhas bolas. A sensação era maravilhosa, eu já estava a explodir de tesão. Aqueles peitos enormes, duas bolas de handebol, quentes e macias a subir e descer em torno do meu cacete, enquanto eu apertava os seus biquinhos róseos. Patrícia baixou a cabeça, abrindo a boca e lambendo a cabeça do pau a cada movimento dos seus peitos. Tentei concentrar-me o mais que podia, mas as lembranças daquele rabo que instantes antes estava a apontar para mim começaram a aparecer na minha mente. Eu fechava os olhos e tudo o que via era o rabo de Patrícia, com a sua rata entreaberta e o seu cu incitando-me ao gozo. E por mais que quisesse posterga-lo, ele veio rápido. Após todo aquele tempo e todos aqueles estímulos, senti o primeiro jato sair quente com a força de um tiro. Nem vi onde foi parar. Os próximos foram sobre os seios de Patrícia. Suspirei aliviado e ela riu. Continuou a apertar o pau com os peitos até que eu terminasse de gozar. Pressionou o pau com as mãos para ainda extrair dele uma última gota, que espalhou sobre os bicos dos peitos. Deixei a cabeça cair para trás, extasiado, e olhei no relógio: meia-noite. A noite tinha apenas começado... |
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