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A autodescoberta VPublicado em 2013-04-26 na categoria Contos eróticos / Fantasias
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Passados alguns minutos ele aproximou-se dela e sussurrou no seu ouvido algo inesperado. “Vem cá minha safadinha! Vamos para o meu quarto realizar a minha fantasia, … eu não aguento mais, quero foder-te todinha!”, aquela expressão vulgar operou em Sílvia um efeito antes desconhecido; ao invés de deixá-la constrangida excitou-a mais ainda, fazendo com que ela pegasse naquele membro e o massajasse vigorosamente. O seu companheiro não lhe deu tréguas. Ajudou-a a levantar-se e abraçados dirigiram-se para o quarto dele que ficava logo ao fundo da sala. No caminho ele, mais uma vez, sussurrou algo ao seu ouvido. “Antes de entrarmos, preciso confidenciar-te sobre qual é a minha fantasia; quero comer-te na presença de outro homem. Aliás, ele já está à nossa espera. Não te assustes, ele é de confiança, apenas é tímido e não quer mostrar o rosto. Por isso, estará de máscara. Tenho a certeza de que tu vais adorar, ...”. Aquela confidência tomou o coração de Sílvia de assalto. Ela não sabia o que pensar e por um momento hesitou em continuar. Como toda a mulher inexperiente, temeu pela sua integridade e receou pelo que estava por vir. Não sabia se podia – ou mesmo se devia – continuar com aquilo. Sentiu-se trémula e fria. Mas as mãos do seu acompanhante – quentes e fortes – mantiveram-na firme. “Não. Não, meu tesão; não tenhas medo sua gostosa, … vem comigo, … Mais uma vez Sílvia pensou que de nada adiantava recuar. Afinal, já chegara até ali e seguir em frente era melhor do que arrepender-se depois. Continuaram em direcção ao quarto que também estava na penumbra, iluminado apenas por pequenos spots laterais que conferiam um ar intimista ao ambiente preparado para o sexo que viria. Na cama outro homem jazia, nu em pelo e também com o pénis em riste (muito menor que o outro, mas mesmo assim pulsante e apto). Quando eles se aproximaram, ele levantou-se da cama e caminhou na direcção do casal. Iniciou-se, então, uma sequência de carícias tão intensas e voluptuosas, que Sílvia pensou que iria desfalecer de tanto desejo. Eram quatro mãos másculas percorrendo-lhe cada centímetro do seu corpo, explorando cada detalhe da sua anatomia de mulher madura e muito bem conservada. Quase que inesperadamente, Sílvia foi levemente inclinada para a frente oferecendo os seus préstimos ao pénis do convidado que foi saboreado com a gula de uma adolescente iniciante. Sorveu, chupou e lambeu aquela máquina até conseguir um orgasmo de jacto intenso que não foi recusado, mas totalmente engolido como um néctar há muito esperado. O homem contorcia-se à sua frente e por duas vezes bambeou ante a potência do orgasmo combinado com a destreza quase pecaminosa daquela mulher que estava realizando todos os desejos acumulados havia muito tempo. E enquanto Sílvia ainda sentia o gosto quente do esperma que rolava garganta abaixo, foi arrebatada pela penetração do instrumento que pouco antes roçava ao redor da sua vagina. O início pareceu algo que doloroso, mas com a lubrificação que a ela fora proporcionada antes, não tardou para que pudesse aproveitar toda a extensão daquele órgão poderoso e valente. Os movimentos repetiam-se constantes e cada vez mais profundos, a ponto dela sentir os pelos pubicos dele acariciarem as laterais dos grandes lábios. O ritmo aumentava de forma gradual e controlada, feita por alguém que conhecia muito bem a qualidade do seu membro e as possibilidades que ele despertava no sexo oposto. O companheiro à sua frente ainda tinha o pénis meio endurecido na boca dela que trabalhava com ele a fim de torná-lo apto para o bom combate. “Aí, … aí, não dá mais, minha putinha deliciosa, … vou gozar dentro de você!” Com essas palavras, Sílvia recebeu a carga de sémen do seu anfitrião. Era um verdadeiro tsunami de esperma que invadiu-lhe as entranhas deixando-a completamente preenchida. E era algo tão intenso que parecia não ter fim. Mesmo achando que ambos os machos estavam em situação de KO, Sílvia ainda queria mais. E antes mesmo que ela pudesse esboçar qualquer gesto o mascarado puxou-a na sua direcção colocando-a por sobre ele quando ambos chegaram próximos da cama. Sílvia sentiu que o pénis já estava pronto para o próximo round e não se fez de rogada deixando que ele escorregasse para dentro da sua vagina muito lubrificada pelo sémen do outro parceiro. Assim que o membro penetrou-a por completo, ela passou a controlar a situação (algo também inédito, já que com Paulo a coisa era na base da posição “missionário”), movimentando-se para cima e para baixo com uma ginga gostosa e bem ritmada. Aquela cópula prolongou-se por algum tempo e vez por outra Sílvia olhava para trás e via o seu anfitrião em pé à sua frente a masturbar demoradamente o seu membro meio endurecido, dando sinais que em breve estaria de volta ao embate. Aquilo era tão excitante, que Sílvia não queria que terminasse; dois homens à sua disposição era demais! Era como um harém pessoal, que ela sonhava usufruir para sempre – ou pelo menos, enquanto aquilo durasse – sem perder de vista o facto de aquela fantasia torná-la mais mulher do que antes. Os gemidos roucos do mascarado davam nítidos sinais de que ele estava próximo do fim, fazendo com que Sílvia tornasse os movimentos mais rápidos e mais incisivos. Mas quando ela pensou que tudo ia terminar, sentiu algo duro e quente aproximar-se do seu ânus. Nossa! Que loucura! Apenas a proximidade daquele enorme instrumento de prazer fez com que ela gozasse mais uma vez, um gozo intenso e demorado, obrigando-a a contrair a sua vagina apertando o membro do mascarado e fazendo com que o orgasmo dele fosse retido ainda por alguns momentos. Duas mãos fortes e quentes seguraram as suas nádegas e o pénis embicou na direcção da pétala intocada que latejava de desejo. “Vamos lá sua safada gostosa, … tá na hora de perder o cabaço desse cuzinho virgem, … lá vou eu tomar posse do que é meu e que ainda não foi de ninguém!”. E dizendo isso o seu parceiro segurou a máquina preparando-a para o ataque não sem antes lamber delicadamente aquele orifício intocado e cobiçado deixando-o húmido o suficiente para o que estava por vir. A primeira investida foi tão potente que Sílvia quis gritar ensandecida pela dor. Desejou recuar, mas as mãos fortes do seu dominador não permitiram que isso acontecesse, segurando-a de forma a manter as nádegas firmes para receber o resto do doce castigo que se avizinhava. Mais uma investida e mais uma dor quase lancinante. “relaxa minha cadelinha, assim vai doer muito mais, … aproveita a verga que está a invadir-te!”. Mais uma sequência de palavras mágicas proporcionando para Sílvia uma sensação de excitação tão marcante que ela decidiu que era a hora de aproveitar a situação e controlar a dor até substituí-la pelo prazer. Relaxou o seu esfincter e deixou que o membro escorregasse um pouco mais, percebendo que dor gradualmente ia dando lugar a uma sensação indescritível de prazer e satisfação. Agora era ela quem comandava o espectáculo: tinha um membro na sua vagina e outro no seu ânus que finalmente havia deixado de ser intocado e que em pouco tempo tinha recebido aquele pénis cavalar totalmente, deixando claro que agora restava apenas o prazer de usufruir da situação. Rebolou intensamente, movia-se como uma mulher enlouquecida de desejo que não queria que o sexo acabasse e que apenas almejava dar e receber prazer para dois homens. Foram momentos mágicos – pensou ela – momentos únicos e íntimos demais para serem esquecidos; queria guardar na sua memória cada segundo do que havia acontecido e do que ainda estava a acontecer. Por um momento pensou ser tudo fruto da sua imaginação, apenas um desvario que acabaria assim que acordasse ou abrisse os olhos, remetendo-a de volta ao vazio de uma vida sem expectativas ou anseios a serem realizados. Mas não tardou para que percebesse que estava de olhos bem abertos – acordada e consciente – usufruindo de um prazer sem fronteiras e que até então vira apenas em cenas pornográficas de vídeo ou pela rede, sendo a protagonista que tinha sob o seu domínio dois homens excitados e potentes o bastante para deixá-la sem forças. E foi exactamente isso que aconteceu; o orgasmo veio em conjunto provocando gemidos longos e altos de todos os participantes e fazendo com que Sílvia fosse arrebatada por uma onda de sensações indescritíveis, inundada por sémen que vinha de todas as direcções e que a fazia mais viva do que nunca. Em alguns minutos todos quedaram-se inertes e prostrados pela vitória do desejo realizado. Sílvia aconchegava o seu corpo por sobre o mascarado, enquanto sentia o peso quente e gostoso de outro macho sobre ela. Sorriu feliz e realizada e em breve apenas o sono reparador seria capaz de completar uma noite fantástica. A luz do sol entrando pela janela do quarto forçou Sílvia a abrir os olhos, mesmo ante a sua recusa em fazê-lo. Sentia-se cansada, extenuada e não conseguia lembrar-se de muita coisa; tudo tinha parecido um sonho e ela pensou que realmente fosse. Porém, ao atinar a visão para percorrer o ambiente onde se encontrava, percebeu que tudo aquilo tinha sido verdade! Estava ela deitada no quarto daquele apartamento onde tudo acontecera! Levantou-se meio que assustada procurando identificar a situação em que se encontrava. Olhou ao redor e percebeu que estava só. Olhou para o relógio digital que integrava o deck da cama e quase morreu de susto ao perceber que passava do meio-dia! Desesperada saiu em correria na direcção da sala, onde percebeu que não havia ninguém. Aquilo deixou-a curiosa e preocupada. Caminhou por outros ambientes do enorme apartamento e não viu nem sombra de outra pessoa além dela. Ao chegar à cozinha percebeu que havia uma mesa posta com um espectacular café da manhã, ornado por um vaso de solitário de cristal que continha duas lindas rosas vermelhas colombianas. Caminhou na direcção da mesa e sentando-se na cadeira próxima não se esquivou de apreciar aquelas delícias que foram deixadas ali para serem devoradas por alguém que acordasse faminta após uma noite de sexo muito ardente. Enquanto tomava café percebeu um envelope encostado no vaso solitário e que continha o seu nome grafado com letra cursiva na sua parte externa. “Surpresas e mais surpresas! Quantas ainda virão?”, pensou ela enquanto abria o envelope. Dentro um cartão perfumado uma mensagem com um número de contacto a dizer que estaria disponível para outros encontros assim eu o desejasse... |
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