A autodescoberta III
Publicado em 2013-04-26 na categoria Contos eróticos / Fantasias


Sílvia ficou eufórica ao encontrar uma explicação para o que estava a acontecer. O dia ficou melhor e ela suspirou aliviada; tratava-se apenas do seu marido a ser algo que nunca, … foi! Era melhor acreditar naquilo a enlouquecer com as possibilidades. O dia se foi e a noite chegou.

Sílvia foi jantar com algumas amigas e depois de algumas bebidas achou por bem voltar para a casa vazia. Entrou no seu quarto e ligou a jacuzzi – precisava realmente de um banho relaxante depois de um dia maluco daqueles – e retornando ao quarto lembrou-se da cesta de presentes.

Nua como estava desceu as escadas pegou a cesta e retornou. O banho que se seguiu foi um verdadeiro ritual que jamais havia feito antes em toda a sua vida. Usou todos os brindes que estavam à sua disposição, e relaxou o seu corpo imerso na água cálida da banheira com a hidromassagem accionada. Foi algo novo, surpreendente.

Secou-se cuidadosamente, enquanto olhava para o seu corpo no espelho: até que não estava mal para a idade; seios fartos e ainda firmes, barriga protegida por algum exercício, coxas suculentas e firmes sustentadas por pernas bem torneadas. E o rabo! Sílvia sempre admirou o seu traseiro que achava cinematográfico, digno de uma cena de pornografia tipo “hardcore”.

Olhando assim ela sentiu-se excitadissima e pensou que chegara a hora de masturbar-se (algo que jamais havia feito antes). Correu para o quarto, e completamente nua deitou-se na cama. O início foi tímido – mais parecia uma apalpação – mas não tardou para que ela relembrasse algumas cenas que vira na TV e na internet que a ajudaram na nova empreitada.

Acariciou suavemente a sua pele por toda a extensão que lhe era possível, sentindo a maciez e a frescura da pele após o demorado banho ocorrido há pouco. Deteve-se nos mamilos já endurecidos e brincou ferozmente com aquelas frutinhas duras e empinadas.

Procurou tocas todas a extensão do seu busto generoso e sentiu um arrepio gostoso percorrer-lhe a espinha; definitivamente ela estava excitada! Não tardou para que as suas mãos encontrassem a sua vagina quente e húmida, pronta para ser usufruída e proporcionar prazer.

A massagem clitórica iniciou-se com extrema timidez e algum receio, pois mesmo sabendo que naquele dia ela estava só, Sílvia sempre tivera a sensação de estar a ser observada (talvez a razão fossem as câmaras de segurança que Paulo instalara por toda a casa, inclusive no quarto do casal), e isso era algo que sempre considerara constrangedor – principalmente quando ela e Paulo faziam amor – razão pela qual quando isso acontecia ela suplicava que ele as desligasse.

Todavia, naquela noite, o desejo da carne falou muito mais alto e ela passou a brincar com o seu sexo massageando-o cada vez mais vigorosamente. Sentia a pele quente e o rosto ruborescido como uma colegial, e os arrepios iam em um crescendo cada vez mais deliciosos e excitantes.

Estava quase a atingir o ápice quando o seu telefone celular vibrou. Assustada, Sílvia quase saltou da cama sentando-se para apanhá-lo. Não era uma ligação, mas sim uma mensagem de texto que dizia: “Que delícia! Continue com o que estava a fazer meu doce tesão, … eu quero gozar com você!”.

Sílvia ficou em estado de choque; era ele! O seu “realizador”; mas como era possível! Foi fácil perceber que ele havia acedido ao sistema de câmaras da casa.

Sílvia sentia-se totalmente indefesa, dominada pela omnipresença de alguém que parecia desejá-la de verdade! E aquilo estava a tornar-se muito mais excitante que ela podia ter imaginado. Novo toque, … nova mensagem: “Não se assuste minha gostosa, eu quero saborear você aos poucos, … sorvê-la como um vinho de uma colheita especial e única, … continue o que estava a fazer, eu também estou aqui, sozinho, com o pau duro nas mãos aproveitando a visão do paraíso! Vá em frente, eu desejo-a...”.

Impossível de se controlar, Sílvia digitou uma mensagem de resposta dizendo que queria vê-lo (ou melhor, que queria tê-lo!) e que ficara muito ansiosa com tudo aquilo. A resposta veio imediata: “Calma minha peituda deliciosa, … tudo a seu tempo, … agora vamos continuar de onde paramos.”.

Sílvia deitou-se e retomou o que estava a fazer – só que agora muito mais motivada que antes – tocando o seu clítoris inchado e húmido e massageando-o com a maestria de quem já fazia aquilo há muito tempo.

O seu corpo contorcia-se na cama e a excitação ia num crescendo incontrolável. E não tardou para que o orgasmo viesse pungente e vigoroso, quase um pequeno riacho molhando os lençóis e deixando-a em estado de absoluta graça interior.

Nova mensagem: “Aí! Adorei, gozei como um touro no cio, … quero possuir-te meu tesão! Diga-me, o que você quer que eu faça quando nos encontrarmos? Uma chupada inesquecível ou um anal bem carinhoso?”.

Mesmo ainda dominada pelas pequenas ondas de prazer que percorriam o seu corpo Sílvia sentiu-se mais excitada do que antes. Imediatamente, teclou uma resposta simples e objectiva: “quero tudo!'.

E a resposta foi mais surpreendente ainda; o telefone tocou, porém não era mensagem de texto, … era uma ligação!

Tremendo como uma criança amedrontada e ao mesmo tempo curiosa, ela atendeu e ouviu uma voz máscula do outro lado da linha a dizer: “Amanhã minha delícia, … amanhã vou te-la todinha para mim! Aguarde-me, … bons sonhos, ...”.

Ele desligou e ela quedou-se na cama pensando no que estava por vir. Milhares de pensamento proibidos – quase profanos – passearam pela sua mente durante toda a noite, impedindo-a de cair no sono.

Imaginava como ele seria e o que fariam quando se encontrassem. Era algo enlouquecedor que chegava a causar-lhe algum pavor; e se Paulo viesse a saber? e se as suas amigas a vissem em algum lugar com outro homem? Seria uma loucura total que ela devia abandonar?

Apenas dúvidas rondavam a sua mente e a sua alma. E a duras penas desfaleceu de cansaço mesclado com medo.

O sol já estava alto quando Sílvia entreabriu os olhos. Estava muito sonolenta e tinha dificuldades em acordar totalmente. Distraidamente olhou para o relógio de cabeceira e ficou espantada. Já passava das onze horas da manhã! Como podia ter dormido tanto? De qualquer modo relaxou, pois além de ser um sábado, ela estava só e não haviam compromissos à sua espera.

Levantou-se e depois de pensar um pouco decidiu que ia tomar café da manhã na cozinha do jeito que estava. Nua, desceu as escadas e preparou um delicioso pequeno-almoço matinal que foi devorado em alguns instantes. E enquanto comia pensava no que estava por vir, … aquele homem da voz máscula e as diversas possibilidades que o acompanhavam.

No final da tarde o telefone celular tocou fazendo Sílvia ficar imediatamente sobressaltada; era ele, sem dúvida, era ele! Correu para atender e assim que se conectou ouviu a voz do marido cumprimentando-a pelo aniversário de casamento. Sem demonstrar certa decepção, ela agradeceu gentilmente e perguntou onde ele estava e quando iria voltar. Paulo respondeu e disse ue voltaria apenas na segunda.

Segunda! Sílvia respondeu com voz disfarçadamente triste. Paulo lamentou também, mas afinal, eram apenas negócios. Conversaram por mais alguns minutos até que ele disse que tinha que desligar renovando as congratulações pelo aniversário de casamento deles.

Sílvia desligou o telefone e passou a pensar no que ainda estava por vir (aquela voz era o mote do dia de aniversário!). Ela meditou um pouco e concluiu que o melhor a fazer era aproveitar as surpresas que ela imaginava iam acontecer.

Livrando-se dos pensamentosmaus, Sílvia decidiu que era hora de aproveitar o presente que ela mesma se dera – e tomara que ele realmente valesse a pena!

A noite avançava silenciosa e tranquila quando o telefone celular tocou fazendo o coração de Sílvia disparar tresloucadamente. Atendeu. Era ele! A voz (e que voz!), soou baixinho mas muito sensual. “Olá minha tesudinha! Está pronta? Eu espero que sim, …”.

Antes mesmo que ela tivesse tempo de responder, ele seguiu dizendo-lhe que se vestisse com as roupas que lhe foram presenteadas – inclusive o ousado vestido curto e de uma transparência subtil mas excitante – pegasse na sua bolsa e saísse de casa.

O destino já estava traçado no GPS do carro e bastava apenas que Sílvia seguisse o caminho indicado.

Sílvia não sabia o que dizer e o seu silêncio a deixava ainda mais constrangida. Ela tinha agora medo, excitação e desejo – tudo ao mesmo tempo – e sua mente e alma não sabiam o que fazer. Mais uma vez aquela voz máscula e deliciosamente provocante veio em seu auxílio: “Não se preocupe minha pequena Afrodite, não há mal nenhum no que vamos fazer, e eu apenas quero dar-lhe o máximo prazer possível, … eu quero servi-la como jamais algum homem o fez, … não tema por nada, apenas venha, … estou esperando-a cheio de tesão!”.

 
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