A proposta
Publicado em 2013-04-26 na categoria Contos eróticos / Fetiches


Sempre ouvi dizer que há gostos para tudo, mas nunca pensei que me poderiam ter aliciado para uma prática sexual tão bizarra. Bom, na verdade não incluía sexo, propriamente dito, mas deixa de ser uma parafilia que eu até desconhecia que existisse até ser abordada por uma estranha com uma proposta não menos estranha...

Casei-me nova, com dezanove anos, por causa de uma gravidez não planeada. Dois anos depois, tive um segundo filho e aos vinte e seis tive o terceiro. Um dia quando fui ao centro de saúde para uma consulta de rotina com o pediatra da minha filha mais nova, uma mulher de meia idade sentou-se ao meu lado.

Do nada, começou a meter conversa dizendo que a bebé era muito linda, perguntando a idade, enfim, as perguntas normais nestas situações. Respondia a todas as suas questões com a naturalidade e a inocência do sentido das mesmas. Também não me causou nenhuma estranheza o seu particular interesse em saber se eu dava peito e se tinha muito leite. Neste ponto respondi que sempre amamentei os meus filhos, até bastante tarde e que felizmente tinha muito leite.

Entretanto a conversa seguiu outro rumo, começou-se a falar da crise, da falta de trabalho, nas contas cada vez mais pesadas, enfim, os queixumes do costume. Contei-lhe que estava desempregada, só o meu marido trabalhava, mas infelizmente não ganhava muito, pelo que tínhamos que apertar o cinto.

Então ela disse-me que tinha uma proposta que talvez me interessasse e que poderia acabar com todos os meus problemas financeiros. Curiosa como sou, procurei logo saber o que era, mas ela manteve o mistério dizendo que o assunto era uma proposta de trabalho e que deveria ser abordada com tempo e noutro local mais adequado.

Perguntou-me quando era que nos podíamos encontrar. Respondi-lhe que na minha situação,podia falar com ela depois da consulta, era só questão dela poder esperar. Ela concordou com um sorriso. Perguntei-lhe se podia adiantar sobre o tipo de trabalho ao que respondeu que era uma prestação de serviço e que todos os clientes eram pessoas endinheiradas.

Não pude insistir porque entretanto fui chamada para o gabinete do médico. Durante a consulta não me saía da cabeça a enigmática proposta de trabalho. Se era assim tão boa, porque é que ela própria não a aproveitava? E porquê contratar uma mulher com uma bebé recém nascida que tem direitos laborais especiais? Ela teria que me responder a estas e outras questões. Mas a verdade era que já começava a ficar desconfiada.

Após a consulta ela levantou-se e veio ter comigo. Perguntou-me se tinha carro. Respondi que não, então ofereceu-se para me levar. Ela tinha um Mercedes enorme e brilhante. Entramos e ela convidou-me para um lanche no centro da cidade. Apresentou-se dizendo que se chamava Vera.

Aproveitei logo para lhe colocar as minhas dúvidas. Porquê eu? Porquê uma mulher na minha condição? Ela respondeu que procurava uma pessoa exactamente na minha condição. Fiquei pensativa. Ela prontificou-se a explicar tudo quando estivéssemos comodamente sentadas a beber um chá e a comer um bolo.

Levou-me a sua casa. Depois de nos sentarmos, disse-me que primeiro queria que a ouvisse sem a interromper, que me ia explicar tudo muito direitinho, depois eu podia fazer todas as perguntas que quisesse. Se estivesse interessada, passávamos às questões mais técnicas e financeiras.

Começou por me explicar que quem tem muito dinheiro pode dar-se ao luxo de comprar tudo ou praticamente tudo o que deseja. Essas pessoas por norma não olham a meios – entenda-se dinheiro – para obterem o que querem, e se uns querem coisas simples, como uma grande casa e um bom carro, outros querem coisas mais exclusivas, como uma mansão e um Ferrari, ou dois...

Até ali estava a perceber. Ela continuou a exemplificar dizendo que havia um outro grupo mais restrito que se podia dar ao luxo de desejar e pagar por aquilo que outros só podiam sonhar. E era nesse grupo que estavam os seus clientes.

Então pediu-me o máximo de atenção para o que me ia contar a seguir porque era um assunto de muito sigilo, que deveria ser tratado com o máximo de respeito para evitar equívocos. Disse-me que não fazia juízos de valor a meu respeito e que ela própria já tinha estado no meu lugar, que teve muitas dúvidas no início, ficou chocada com o que ouviu, no início recusou por completo considerar aceitar, mas depois de ponderar muito bem os prós e contras e de ter presenciado uma sessão, decidiu experimentar e conquistou em pouco tempo a sua independência financeira.

Vendo a minha cara, disse-me que sabia no que era que eu estava a pensar. Face à minha curiosidade, respondeu que eu estava a imaginar que a proposta era a de ser uma acompanhante de luxo. Respondi que pensei nisso, embora noutros termos. Ela deu uma gargalhada e assegurou-me que não tinha nada a ver com isso. Estou mais descansada, respondi com um ar de alívio.

Ela dizendo que não era uma mulher de andar com rodeios, foi directamente ao assunto. Ela tinha clientes, homens e mulheres, que tinham um fetiche por leite materno e por isso pagavam muito bem, para poderem beber esse tipo de leite. Encolhi os ombros dizendo que não tinha problema, eu já tinha uma bomba de extrair leite, só tinha que comprar mais recipientes, depois perguntei como seria a entrega dos mesmos.

Ela sorriu com a minha inocência e apressou-se a desfazer o meu equívoco. Eles queriam beber o leite directamente da fonte. Fiquei de boca aberta. Eles querem mamar o leite directamente dos meus peitos,perguntei espantada. Sim, respondeu, é por esse privilégio que eles pagam bem. Fiquei relutante, ter pessoas estranhas, adultas, a mamar-me como um bebé, era muito esquisito.

Depois contou-me que não ia colocar anúncios em lado algum, eu ia ficar com os seus clientes. Contou-me que angariou-os ao longo dos anos, sempre através deles próprios que me apresentavam amigos com iguais gostos. Desde que ficou sem leite, já arranjou duas raparigas que deixaram de prestar este serviço pela mesma razão, por isso ela procurava uma nova fornecedora.

Fez questão de esclarecer que as sessões não envolviam nenhum tipo de contacto sexual, era sempre ela que me levava, ficava a aguardar por mim, dentro da casa do cliente, e regressava comigo. O pagamento seria feito conforme a minha preferência, dinheiro ou transferência bancária. Caso aceitasse teria que fazer análises clínicas completas, teria uma nutricionista e seria acompanhada mensalmente por um médico, tudo isso gratuitamente.

Vendo a minha indecisão, decidiu mostrar-me um DVD onde ela mostrava a sua última sessão com uma cliente que aceitou fazer o filme para a ajudar a recrutar outra pessoa. Ao ligar o leitor, ela surgiu no ecrã de robe, senta-se no sofá, desaperta o robe e descobre os peitos. Uma mulher nova com peruca e uma máscara veneziana que apenas cobria os olhos, vestindo também um robe muito curto, aproxima-se lentamente dela, senta-se ao seu lado e começa a acariciar-lhe os seios.

A seguir vira-se e deita-se no seu colo, voltando e acariciar-lhe lentamente os seios de uma forma muito gentil. Segurando um com a mão, aproxima a sua boca, metendo o mamilo na boca e começa a mamar. A Vera coloca uma mão sobre a coxa da mulher enquanto a outra lhe acaricia o cabelo. Reparo como uns minutos depois, ela fecha os olhos por alguns segundos e abre a boca em sinal de prazer.

Depois de a mamar uns longos minutos, a mulher que não tinha parado de lhe acariciar o outro seio, chega-se para cima e começa a mamar o outro também. Aquilo era mesmo muito estranho. Não evitei sorrir, mas o olhar reprovador da minha anfitriã fez-me encarar aquilo com mais seriedade. Enquanto o filme ia passando, ela ressalvou que o mais importante nisto tudo era a higiene, a segurança, a privacidade e o sigilo absoluto.

Ao cabo de uma hora de conversa conseguiu convencer-me a experimentar uma vez, depois podia decidir em consciência se queria ou não continuar. Decidi não contar nada ao meu marido, pelo menos por enquanto, depois, teria que inventar uma desculpa para justificar o dinheiro. A Vera diz-me que resolve esse problema.

Na data marcada lá fui com ela a uma clínica privada, onde médico analisou-me da cabeça aos pés, tirando-me sangue para análise e dando-me uns complementos para incentivar o meu corpo a produzir mais lente. Depois tive uma consulta com uma nutricionista. Por fim, fui a um cabeleireiro para mudar o meu visual. Entretanto ia-me fazendo um interrogatório sobre a minha vida conjugal, social e até sexual, querendo saber se já tinha tido muitos parceiros, se tinha tido experiências com mulheres, se já tinha traído o meu marido, etc.

Uma semana ligou-me para avisar que no dia seguinte iria poder fazer a experiência. Fiquei nervosa, mal dormindo nessa noite. Pedi à minha mãe para cuidar do bebé dizendo que tinha uma entrevista de emprego. Ela veio buscar-me e fomos novamente para sua casa. Pelo caminho, notando o meu nervosismo, disse-me para ter calma, colocando a sua mãos sobre as minhas. Trocamos um olhar cúmplice e sorrimos.

Chegamos a sua casa. Entramos e ela encaminhou-me a um quarto no primeiro andar. O quarto era enorme, quase do tamanho da minha casa. A parede exterior era toda envidraçada, junto à qual estava a cama. Ao lado haviam duas portas, encaminhou-me para a da esquerda, um casa de banho enorme com uma banheira de hidromassagem que era quatro vezes maior que a minha. Ela já estava cheia de água.

Pediu para me despir. Enquanto o fazia reparei que ela colocou alguns produtos na água e a seguir ligou o sistema fazendo a água borbulhar. Quando se virou para mim já eu estava toda nua. Olhou-me de cima a baixo, deixando-me constrangida e fazendo com que eu instintivamente tapasse o meu sexo com as mãos. Ela sorriu, dizendo-me que eu era uma mulher muito bela e que não deveria ter vergonha do meu corpo.

Muito corada agradeci. Ela encaminhou-me à banheira, ajudando-me a entrar. Depois, perguntou se me importava que me juntasse a ela no banho. Respondi que a banheira era suficientemente grande para nós as duas. Despiu-se lentamente e de forma muito sensual. Procurando disfarçar a minha curiosidade, fui olhando para os seus atributos físicos. Quando ela me apanhou pelo espelho a admirar o seu corpo, sorriu. Para disfarçar retribui a simpatia dizendo que ela também era muito bonita.

Eu sei, respondeu confiante e entrando para a banheira, sentando-se à minha frente. A espuma cobria-nos os peitos. Perguntei-lhe se ia ter o meu primeiro cliente ali em casa dela ao que respondeu afirmativamente. Perguntei como era ele. Ela mandou-me relaxar e para não me preocupar porque era alguém da máxima confiança e que ia tratá-la como uma rainha.

Meia hora depois saímos do banho, ela foi buscar uma toalha e ajudou-me a limpar, depois vestiu-me uma camisa de noite branca muito suave que ficava dois dedos abaixo das minhas nádegas, deixando ver a totalidade das minhas coxas. Ela limpou-se, vestiu também uma camisa de noite vermelha e segurando-me pela cintura encaminhou-me até à cama.

Aí mandou-me subir, subindo atrás de mim. Fiquei de joelhos na expectativa do que ia acontecer a seguir. Ela puxa-me para trás, fazendo-me sentar e ela senta-se mesmo atrás de mim. Pega nas minhas mãos e coloca-as sobre as suas coxas. Depois as suas sobem pelo meu corpo até chegarem aos meus peitos, apalpando-os delicadamente.

Neste momento percebo-me que a minha primeira cliente é ela própria. Ela aproximando-se do meu ouvido, diz-me para relaxar e para me entregar a ela, enquanto mantém as carícias. Ainda nervosa fecho os olhos e deixo a coisa rolar. Os nossos corpos quentes em contacto um com o outro, as suas carícias e os seus beijos no meu pescoço e ombros, começam a excitar-me.

Atrapalhada pergunto-lhe o que está afazer. Ela pede-me calma e diz que me está só a preparar-me. A minha excitação aumenta, fazendo abrir a boca para soltar uns gemidos muitos tímidos. Ela percebe o meu estado e começa a baixar-me as alças da camisa, descobrindo os meus peitos já com os bicos bem tesos.

Sempre com muito cuidado,mostrando grande carinho, continua a acariciar-me os seios muito lentamente, como se não tivesse a mínima intenção de acabar logo com aquilo. Ela acaricia-me os peitos como nunca ninguém o tinha feito antes. Nunca estive com outra mulher, e antes do meu marido, já tinha feito muitas vezes sexo, mas nunca nenhum rapaz me tinha tratado daquela forma. Os seus beijos terminam e agora os seus lábios não descolam da minha pele, dando-me um novo banho, desta vez de língua.

Depois deitou-me muito gentilmente sobre a cama, deitando-se ao meu lado. Aproxima os seus lábios dos meus peitos e começa a beijá-los em toda a sua extensão, com excepção da aréola, enquanto as suas carícias são omnipresentes. Naquele momento não consigo fechar a boca devido à minha respiração que se tornou ofegante.

Aquelas deliciosas carícias prolongaram-se durante mais de meia hora, até que por fim sinto o calor dos seus lábios envolverem o meu mamilo sedento. Assim que o sinto preso nos seus lábios não evito soltar um gemido de prazer. Ela aperta ligeiramente os seus lábios, depois sinto uma lenta passagem da sua língua.

Abrindo-os, começa a fazer círculos com a língua em torno do meu mamilo, lambendo-o de vez em quando, mas sem nunca o chupar. Depois faz idêntico tratamento ao outro peito, continuando com as carícias no seio que deixou livre.

Então regressa novamente ao primeiro e começa a chupar-me, deliciando-se com o meu leitinho. Fico espantada com a sua técnica, exactamente igual à utilizada pelos bebés. O prazer que sinto é tão intenso que sem me aperceber começo a gemer de forma mais audível.

Enquanto ela mama do meu peito direito, mantendo uma mão a acariciá-lo, a outra começa a descer pelo meu corpo, fazendo-me carícias em círculo. Depois passa-a por baixo da minha camisa de noite e começa a acariciar a minha pele que está em brasa. Sinto um calor incrível entre as minhas pernas e com ele uma vontade enorme de me esfregar.

Para compensar esse desejo, dobro-as e esfrego-as uma na outra, sentindo a minha passarinha completamente encharcada. Ele entretanto começa a mamar-me o outro seio, ao mesmo tempo que desliza a sua mão até às minhas coxas, começando a acariciá-las.

Eu aperto-as para que ela não desça a mão pelo interior das mesmas e sentir a minha passarinha toda molhada. Mas ela também não faz mostra a intenção de o fazer, acariciando-as sempre pelo exterior.

Uns minutos depois, volta a segurar-me os peitos com ambas as mãos, acariciando-os conjuntamente. De repente sou surpreendido com a chegada de um orgasmo. Esforço-me por gozá-lo de forma muito contida para não o denunciar.

Pela primeira vez na minha vida tinha sentido um orgasmo sem penetração e sem qualquer estimulação oral ou manual da minha passarinha, e fui algo incrivelmente intenso. Nesse momento ela pára de mamar e deitando-se ao meu lado dizendo que o meu leitinho era uma delicia. Ao reparar na minha cara pergunta se está tudo bem comigo.

Com um sorriso de felicidade respondo afirmativamente.

 
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