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O assatoPublicado em 2013-05-29 na categoria Contos eróticos / Hetero
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Domingo. 8.30 da manhã. Acordo com um barulho vindo da cozinha. O meu gato já andava a fazer as dele, pensei. Levantei-me. Estava completamente nua. Gosto de dormir assim, ao natural, sentir os lençóis no meu corpo livre. Como não ia sair, vesti a roupa com que tinha saído na noite anterior, uma bonita e decotada blusa e uma saia justa e algo curta. Esta roupa fazia sobressair o meu belo par de mamas, bem como as minhas pernas bem torneadas.Saí do quarto e dirigi-me para a cozinha. Chamei pelo meu gato, mas nem sinal do bichano. Não vi nada fora do sitio, sinal que ele andaria noutra divisão da casa. Fui então procurá-lo, enquanto o chamava. Porém, ao chegar à sala, sou agarrada por trás por alguém que com uma mão tapa-me a boca e a outra empunha uma arma: Com o susto dou um grito, mas uma voz masculina manda-me calar ao mesmo tempo que me aponta uma arma à cabeça: - Cala-te ou dou-te um tiro... Isto é um assalto... faz o que te disser e não te acontecerá nada! A tremer, recuo dois passos ao mesmo tempo que ergo as mãos um pouco para cima: - Por favor... não me mate... eu faço tudo o que você mandar... por favor... Ele manda-me ajoelhar e pôr as mãos atrás das costas. Prende-as os pulsos com um rolo de fita adesiva industrial. Depois prende-me os braços ao tronco passando a fita adesiva à minha volta, mesmo abaixo dos meus seios. A seguir levanta-me à força, e empurra-me para um sofá onde me sento. Ajoelha-se à minha frente e prende-me também os pés. Põe de pé a olhar fixamente para mim. É nesse momento que ao olhar para baixo percebo que perdi alguns botões da blusa e que esta, que já tem um decote generoso, deixa ver quase a totalidade dos meus enormes peitos. Volto a olhar com uma expressão de terror para o gatuno para ver quais são as suas intenções. Tenho receio que a situação em que estou desperte nele um instinto animal que o faça abusar de mim. Ele é um indivíduo bem constituído, veste uns jeans azuis rasgados e uma polo de mangas compridas desportiva. A cara está tapada com um gorro e só vejo os seus olhos. - Por favor... não me faça mal... leve tudo o que quiser,mas não me faça mal... por favor... - Cala-te, já disse! Ele aproxima-se de mim e tapa-me a boca com um lenço que amarra à volta da minha cabeça. Assim que termina, a sua mão desce até chegar aos meus seios. Os meus piores receios concretizam-se. Aquele animal quer abusar de mim. Todo o meu corpo treme compulsivamente e as lágrimas começam a escorrer-me pela face. Ele afasta ainda mais a minha blusa para os lados por forma a deixar os meus seios completamente de fora. Então ajoelha-se à minha frente e apalpa-os gentilmente. Depois aproxima-se e lambe-me um mamilo. - Você é mesmo um sonho de mulher Dona Mónica... Nesse momento apercebi-me que aquele individuo conhecia o meu nome. Apercebi-me também que ele tentava dissimular a voz. Realmente ela parecia-me familiar, mas eu não conseguia identificar quem era. Ele continuava à minha frente a apalpar-me as mamas enquanto olhava para elas encantado. - Que belo par de mamas que você tem... Aproxima-se e começa a beijá-las e a lambê-las, sem parar de as apalpar por um segundo. Depois ergue-se e passa a língua pela minha cara. Eu não tiro os olhos dele tentando perceber quem é. - Oh Dona Mónica, não imagina ao tempo que eu sonhava com isto... Levanta-se e fica uns segundos a admirar o meu corpo. Então senta-se ao meu lado, virando-me de costas para ele. Envolve-me com os seus braços e volta a agarrar-se às minhas mamas para as apalpar novamente enquanto me beija o pescoço. Nesse momento ao olhar para baixo vejo o seu relógio. Aquele relógio... Eu tenho uma relojoaria e como tal, de forma completamente involuntária olho para os relógios, como um sapateiro ou um cabeleireiro, olham respectivamente para os sapatos ou os cabelos dos seus amigos. E ao ver aquele relógio, cujo modelo me era familiar foi só somar dois e dois. Totalmente alheada dos beijos, lambidelas e apalpadelas daquele estranho, comecei a perceber que ele não era estranho nenhum. O facto de me conhecer pelo nome, de dizer que me deseja há muito, a voz disfarçada e o facto de ter aquele relógio, fizeram-me descobrir que era o meu abusador. Tratava-se do filho dos meus vizinhos do lado! Aquela família mudou-se para cá há pouco mais de um ano. São ambos professores e têm um filho ainda adolescente. Um belo rapaz por sinal, apesar de muito tímido. Começo então a juntar as pontas. Lembro-me deles terem ido à minha loja comprar aquele relógio. Lembro-me como ele me olhava muito fixamente. Lembro-me também que o vejo muitas vezes a olhar para a minha casa... e para mim... Em boa verdade, tenho que admitir que eu também olhava muito para aquele jovem. De certa forma, até gostava de ser o alvo das suas atenções. Quem é a mulher que não gosta de ser admirada? Confesso que sentia uma pequena atracção por ele, mas obviamente nunca tentei insinuar-me. Cheguei a fantasiar com ele algumas vezes depois de me deitar, mas nunca pensei que ele tivesse coragem para fazer isto. Ele entretanto deixa de me beijar o pescoço para passar a língua nos seus dedos para os passar logo de seguida pelos meus mamilos, começando a esfregá-los. Agora que sei quem ele é, devo confrontá-lo? Qual seria a sua reacção ao saber que descobri a sua identidade? Enquanto penso em tudo isto o meu corpo não fica insensível ás suas carícias. Prova disso é os meus mamilos terem ficado erectos. Também começo a sentir-me molhada. Ele ajoelha-se no sofá, inclinando-se sobre mim para ver melhor os meus seios enquanto continua a esfregar as suas mãos nos mesmo numa bela massagem erótica. Confirmando o estado dos meus mamilos, sorri e começa a passar os dedos à volta deles. - Hummm... você está a gostar Dona Mónica... você é tesuda... Nesse momento sinto uma onda de prazer invadir-me, fazendo-me fechar os olhos e inclinar a cabeça para trás ao mesmo tempo que solto um gemido contido pela minha mordaça e faço um esforço para conseguir levar ar aos meus pulmões, uma vez que comecei a ficar ofegante. Então tira-me o lenço da boca e dá-me um beijo rápido nos lábios. - Beija-me. Ordenou. Eu olho para ele e respondo afirmativamente com um gesto da minha cabeça. Ele beija-me novamente e eu retribuo o seu beijo com prazer. Tomei a decisão de o deixar fazer tudo o que quiser comigo sem lhe dizer que sei quem ele é. Ele mostra-se imparável nas suas carícias aos meus peitos. Apalpa-os continuamente. Depois de um longo e intenso beijo onde senti a sua língua invadir-me a boca e desejei ser invadida pela sua verga, ele levanta-se, abre o fecho das calças e põe-a para fora, exibindo-a para mim enquanto a abana para cima e para baixo. É de facto um belo membro! Aproxima-se de mim e começa a esfregá-lo na minha cara, fazendo-o passar pelos meus lábios. Por fim manda-me abrir a boca. Apesar de eu desejar ser invadida noutro sitio, é com agrado que obedeço e abro a boca prontificando-me para o receber. Segurando-o com uma mão, esfrega-o nos meus lábios várias vezes até introduzir apenas a cabeça, para depois a tirar e voltar a esfregar nos meus lábios. Depois volta a introduzi-lo e desta vez faz questão de o empurrar até o fazer chegar à minha garganta, provocando-me um vómito. Tira-o e volta a enfiá-lo até ao fundo, provocando-me outro vómito. Vendo a minha aflição, já não o enfia até ao fundo e manda-me chupá-lo o que obedeço de imediato, começando a fazer um vai e vem com a minha cabeça, fazendo-o gemer de prazer. Quando se sente satisfeito deita-me sobre o sofá e começa a puxar a minha saia para cima até deixar a minha rata toda depilada à mostra. Enquanto me acaricia as coxas, afastando-as, aproxima-se para ver melhor a minha racha. - Uáu... que bela rata depiladinha! Comenta com satisfação. Enquanto admira a minha rata que pulsa por ser penetrada, acaricia-me continuamente as coxas, apertando-as de vez em quando como se estivesse a conferir a sua consistência. Aquela espera é uma tortura para mim. Apetece-me gritar-lhe para que me monte... Então ele começa a acariciá-la... depois faz um pouco de pressão e enfia os dedos nos meus grandes lábios, ficando com os mesmos besuntados com os meus fluidos. Por abre-os com os dedos. Com os dedos da outra mão começa a brincar com o meu grelo fazendo-me contorcer de prazer. Depois dele “brincar” durante alguns minutos sinto que se ele não parar vou gozar. Para aumentar o meu martírio, ele começa a introduzir um dedo na minha vagina enquanto a sua língua começa a lamber-me o grelo. Apetece-me gritar de prazer mas contenho-me não exteriorizando o prazer que estou a sentir. Ele lambe-me e chupa-me com vontade, ao contrário de alguns homens que conheci e que dão meia dúzia de lambidelas e querem ir logo para cima de mim... Apesar de desejar que me monte, a verdade é que ele está a deixar-me fora de mim ao caprichar daquela forma. E não demora muito para que eu sinta que o meu momento vai chegar. Por muito que me esforce por o travar, a excitação fala mais alto e expludo num maravilhoso orgasmo que me faz arquear as costas e cerrar os dentes para não gritar e denunciá-lo. Mas todo o meu esforço é em vão porque ele percebe o meu estado. - Isso Dona Mónica, goze... goze à vontade... Rendo-me! O orgasmo é demasiado intenso para o conseguir conter. Do mais profundo da minha garganta saem gemidos de prazer ao mesmo tempo que o meu corpo se contorce violentamente de um lado para o outro enquanto ele me agarra pela cintura para não me deixar fugir. Ainda comigo a soluçar, ele vira-me, fazendo-me ficar de joelhos no chão e inclinada sobre o sofá. Levanta novamente a saia, abre-me as pernas e ajoelhando-se também atrás de mim, encaminha a sua verga até à minha rata, penetrando-me com uma só investida, fazendo-a percorrer todo o meu canal até bater bem no fundo, fazendo soltar um grito de surpresa e prazer. Segurando-me pela cintura, começa a comer-me com força, fazendo-me soltar um grito involuntário de cada vez que enfia toda a sua verga dentro de mim. As suas mãos percorrem o meu corpo até chegar aos meus ombros, onde agarra a minha blusa e puxa-a para baixo, agarrando-me pelos ombros e puxando-me para ele ao mesmo tempo que empurra a sua verga. Se antes já gritava a cada investida, agora estes tornaram-se mais estridentes! Ambos gememos de prazer até que já cansado diminui a intensidade das suas penetrações, recomeçando a apalpar-me as mamas. Depois de uns bons minutos de “descanso”, agarra-me pelos cabelos e retoma as suas investidas com força. Com elas regressam os meus gritos. Ele parece uma máquina sexual tal é a intensidade e a força das suas investidas. E é passado muito tempo que o ouço começar a grunhir, sinal que se vai vir. Eu também sinto que estou perto de sentir outro orgasmo. E não me engano porque no preciso momento em que ele me começa a comer com umas investidas mais prolongadas ao mesmo tempo que me aperta a corpo contra o dele, também sinto um novo vulcão a explodir entre as minhas pernas. Quando termina, puxa de um canivete e corta-me as fitas, deixando-me caída e ofegante sobre o sofá. Ele apressa-se a sair. Mas aquilo não ia ficar por ali. Já imaginava a cara dele quando o confrontasse... e depois... quando o convidasse para repetir! |
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