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A gravida - IIPublicado em 2013-05-16 na categoria Contos eróticos / Fetiches
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Não havia nas nossas mentes qualquer dúvida do que ambos queríamos. Estávamos ambos muito excitados e estávamos a fim de avançar para o passo seguinte. Trocamos mais alguns beijos e carícias, enquanto trocávamos algumas palavras que expressavam o quando desejávamos ir para um lugar mais cómodo para dar-mos largas à nossa luxuria...- Vamos para tua casa ou para a minha? - Ainda não acredito que estamos a fazer isto... - Eu também não quero pensar muito para não me arrepender... - Tu estás nesse estado... não é melhor deixar a coisa por aqui? - Tu não queres fazer amor comigo? - Muito... - Eu também! Desde que engravidei fiquei com mais vontade de fazer sexo, mas ao meu marido, faz-lhe confusão esta barrigota. Diz que não o excita... - Pois eu acho-te muito excitante, mesmo com essa barriguinha... Ela sorriu. Fomos rapidamente para o local. Pelo caminho, eu conduzia com a mão esquerda enquanto a direita ia acariciando os peitos dela, fazendo-a soltar alguns gemidos e sorrisos. Quando tinha que parar num stop ou num semáforo, aproveitava-mos para dar uns beijos. Ao chegar fomos directamente para o quarto de mãos dadas. Ela fez questão de tratar primeiro da sua higiene. Eu já tinha tomado um duche, por isso esperei-a na cama. Ela entrou no quarto com o corpo envolto numa toalha, que apesar de ser grande, a barriga dela fazia com que esta deixasse ver a sua rata depilada. Aproximou-se e perguntou: - Já tinhas feito isto com uma grávida? - Não... nunca... - Sentes-te à vontade? - Quando te vi, fiquei logo excitado só de recordar o nosso passado. Depois de ver a tua barriga, lembro-me de ter pensado que adorava comer-te mesmo nesse estado... Ela sorriu e eu apressei-me a pedir desculpa pela expressão «comer». “Não faz mal”, respondeu, dando-me um beijo. “Tirando certos cuidados, ela não nos vai incomodar.” Por essa ela já estava deitada ao meu lado. Abraçamo-nos e voltamos a beijar-nos com a mesma intensidade como o tínhamos feito na praia. É ela que toma a iniciativa de começar a desapertar os botões da minha camisa. Depois de terminar, começa a desapertar-me as calças enquanto eu tiro a camisa. Assim que desce o fecho, introduz a sua mão e agarra-me o pénis que já está completamente erecto e duro como o aço. Primeiro aperta-o como se estivesse a confirmar a sua dureza e depois começa a mover a mão para cima e para baixo, como se me estivesse a masturbar. Livro-me das calças e aproveito também para lhe tirar a toalha. Nesse momento tenho a oportunidade de admirar todo o seu corpo. - Continuas a ser uma mulher muito bonita... - Obrigado... - E vais ser uma linda mamã... Ela sorriu e puxou-me para ela, voltando a beijar-me. Eu começo a acariciar-lhe os seios, fazendo com que os seus mamilos fiquem rapidamente erectos. Ao apertá-los entre os dedos, começo a senti-los molhados. As suas mamas já estavam a produzir o colostro que esguichava abundantemente ao meu contacto. Ela ficou algo constrangida e desculpou-se mas eu apressei-me a deixá-la à vontade. Aquilo não me incomodava minimamente. Voltei a beijá-la até que uma pequena dor nos maxilares levou-me a deslizar até ao seu pescoço para lhe fazer um linguado. Deixo de lhe acariciar os seios e desço até ao interior das suas pernas onde, ao introduzir os dedos nos seus lábios vaginais, fico com estes completamente besuntados nos seus fluídos. Ela está completamente encharcada, tal é a sua excitação. - Uau... tu estás mesmo muito excitada... - E tu... não estás? - Muito... - Então de que estás à espera... monta-me... faz-me sentir uma mulher... Mantendo-a deitada de lado, ergo-me e sento-me sobre a sua perna direita, erguendo-lhe a outra acrobaticamente, ficando perpendicular ao meu corpo, fazendo com que as suas pernas fizessem uma espécie de L. Pressionando o meu pénis para baixo com os dedos, encaminho-o até à racha dela, esfregando-o primeiro à entrada, e batendo com ele na sua racha. - Estou a anunciar a chegada do carteiro!- brinco. - Faça o favor de entrar... - disse a sorrir. Ela olha fixamente para mim com um olhar sensual e cheio de tesão e pede-me para a «comer». Eu sorrio e com uma ligeira pressão, faço o meu pénis entrar ligeiramente na sua vagina, fazendo-a fechar momentaneamente os olhos e abrir a boca para soltar um gemido. Então começo a empurrar até onde posso, fazendo-o entrar quase na totalidade. - És tão apertadinha... Esta posição é excelente para ela porque não é cansativa e permite-lhe ter a barriga apoiada no colchão como para mim ao ter uma visão geral do seu belo corpo. E ao olhar para baixo posso desfrutar da excitante visão de ver a minha verga entrar e sair de dentro dela, numa penetração de sobe e desce. A cada movimento que eu faço para baixo, ela acompanha-o, contorcendo-se e soltando um gemido de prazer. Depois de uns minutos de acção, onde parecíamos estar num filme em câmara lenta, peço-lhe para mudarmos de posição porque quero «comê-la» na posição do cachorrinho. Ela sorri e coloca-se de quatro, metendo uma almofada por baixo da barriga. Abro-lhe ligeiramente as pernas e volto a enfiar-lhe o meu pau, mas desta vez faço-o com alguma força, fazendo soltar um grito. - Estás bem? - Sim... continua... mas não vás tão fundo... - Está bem assim? - Sim... sim... continua... não pares... Começo então a penetrá-la com algum vigor, mas sem exageros. Ela geme continuamente, fazendo coincidir os seus gemidos com cada uma das minhas investidas dentro dela. Então para variar, agarro-lhe a perna direita e ergo-a para trás e para cima. As minhas penetrações tornam-se menos profundas, mas não menos excitantes, porque agora o seu canal vaginal fica mais apertado, fazendo com que a fricção do meu pénis seja maior. E a melhor prova são os seus constantes gemidos, agora sem os gritinhos a acompanhar. Para não a cansar, vou trocando de perna, subindo-lhe ora uma, ora outra. Enquanto a penetro vou aproveitando para espreitar e voltar a ver o meu pénis a entrar e sair de dentro dela, num delicado movimento de vaivém. Também aproveito para lhe apalpar as nádegas endurecidas por aquela posição acrobática. Ela entretanto começa a gemer com mais intensidade. - Oh meu deus... oh meus deus... eu não aguento mais... eu vou-me vir... - Goza... quero ver-te gozar... goza como nunca gozaste antes... Ela agarra-se com força à colcha da cama e grita. Grita mesma. Dá um valente berro. Depois começa a contorcer-se, morde a colcha com os dentes e as mãos começam a andar de um lado para o outro como se procurasse agarrar-se a algo. Eu entretanto não paro de a penetrar o que intensifica ainda mais o seu prazer. Agora sou eu que fico cansado de tanto movimento. - Não vais parar agora pois não? Pergunta ela. - Não queres descansar um pouco? - Não... quero continuar... se tu quiseres também... - Claro que sim... Sento-me na cama encostado à cabeceira e chamo-a para se sentar em cima de mim. Ela não percebe a minha ideia, então peço-lhe para se virar de costas para mim. Ela põe-se de pé com o rabo bem perto da minha cara e desce, sentando-se em cima de mim. Eu encarrego-me de manter o meu pau de pé e assim que ela chega, esfrego-o rapidamente até encontrar a sua vagina. Assim que o sente dentro dela, deixa-se cair lentamente, encaixando-se em mim perfeitamente com as suas pernas bem abertas e inclinando-se para trás sobre o meu peito. Ela começa então a balançar para a frente e para trás, fazendo com que o meu pénis percorra todo o seu canal vaginal, num entra e sai vagaroso enquanto ela vai gemendo. As minhas mãos contornam o seu corpo e agarram-se aos seus seios, voltando a apalpá-los, fazendo-os de vez em quando esguichar. Volta e meia ela parava, mantendo o meu pénis todo dentro dela e fazia movimentos circulares de cadeira. - Vais-me dar o teu leitinho? Pergunta. - Mas nem pusemos uma camisinha... Respondo sem pensar. - E pensas que vais fazer outro em cima deste? Ambos demos uma gargalhada. Depois dela me cavalgar durante largos minutos e sentindo-se já cansada, pediu para mudarmos deposição. Deitou-se virada para cima. Eu ajoelhei-me junto das suas nádegas, ergui-lhe as pernas e encaminhei o meu pénis até à sua racha, penetrando-a facilmente. - Tu és mesmo uma mulher muito quente? - E tu tens a escola toda... Sorri e deitei-me ao lado dela. Viro-a de costas para mim e erguendo-lhe uma perna, volto a penetrá-la. Agarrando-a pelos cabelos com uma mão e pela cintura com a outra começo a penetrá-la com bastante intensidade e rapidez. Os meus crescentes gemidos indiciam-lhe que o meu momento não demorará muito chegar. - Sim... sim... dá-me com força... anda... - Oh sim... oh sim... E é com sonoro e prolongado gemido que anuncio o meu orgasmo. - Não pares... não pares... por favor... não pares... que eu vou gozar também... Fiz-lhe a vontade e continuei a penetrá-la com a mesma intensidade, aproveitando o meu vigor, até a fazer gozar de novo. Depois daquele climax simultâneo, permanecemos abraçados e acabamos por cair no sono. |
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A gravida - II




