A gravida - I
Publicado em 2013-05-15 na categoria Contos eróticos / Fetiches


Trabalho para numa empresa multi-nível que realiza todas as semanas reuniões onde participam várias pessoas que pretendem arranjar um novo emprego ou então um part-time para ganharem mais algum dinheiro, onde estas ouvem alguns oradores que lhe falam das suas experiências pessoais com o antes e o após de terem entrado para este negócio, bem como a explicação do mesmo.

Os representantes que já trabalham para a empresa convidam amigos e conhecidos com a intenção de que estes entrem para a empresa, ganhando os primeiros uma comissão na entrada e posteriormente nas vendas realizadas pelos seus indicados ou grupo.

Numa dessas reuniões, onde eu ia participar como um dos oradores convidados, ao ser chamado ao palco improvisado, sentei-me numas cadeiras conjuntamente com dois outros oradores. Eu ia ser o último a falar. Ao olhar para a "plateia", vi na primeira fila uma cara conhecida. Tratava-se de uma rapariga com quem andei envolvido durante alguns meses no liceu. A coisa não durou muito porque ela soube que eu andava também com outra.

Ela também me reconheceu porque quando eu olhei para ela, ela sorriu e levantou o braço em forma de cumprimento. Do meu lugar, sorri de volta e fiz um gesto com a cabeça em sinal de cumprimento. Ela continuava a ser uma mulher muito bonita.

Durante os minutos seguintes, mal desviamos o olhar um do outro. Mal prestei atenção ao que os meus colegas diziam. Pela minha cabeça só passavam recordações dos nossos tempos do liceu. Ela era de outra turma. Meti conversa com ela no refeitório quando me sentei numa vaga ao lado dela. Pouco tempo depois já andávamos juntos e umas semanas depois já andávamos envolvidos sexualmente.

Lembro-me que fui eu quem lhe tirou a virgindade na praia. Tínhamos ido com uns amigos para um bar que ficava no areal da praia e depois de regarmos bem a noite fomos dar um passeio até junto da rebentação. A noite não tinha luar, não corria vento e fazia muito calor. Depois de caminhar-mos e conversar, começamos a beijar-nos e com os beijos vieram as carícias sobre a roupa.

Tirei o casaco de ganga e ela sentou-se em cima dele. Eu sentei-me ao lado dela e enquanto a beijava, comecei a enfiar a mão por baixo da blusa para lhe acariciar as maminhas. Lembro-me como eram grandes, redondinhas e durinhas.

Depois deslizei a mão para baixo, percorri uma pequena parte da extensão da sua coxa, o suficiente para a passar por baixo da mini saia que vestia e encaminhei-a até à sua rata peluda e já bastante encharcada. Umas caricias e umas palavras bonitas ao ouvido foram suficientes para vencer o seu nervosismo e resistência.

Foi dela a iniciativa de se deitar para trás, entregando-se por completo. Subi-lhe a saia, tirei-lhe a cueca e chupei aquela ratinha inexplorada, fazendo-a gemer de prazer ao mesmo tempo que agarrava a minha cabeça com ambas asa mãos como se estivesse a pedir mais e mais.

Chupei-a com tal entusiasmo que perdi a noção do tempo e estive naquela actividade oral até a fazer sentir um orgasmo. O seu primeiro orgasmo! E ainda continuava virgem! Na altura comentei isto com ela e demos umas boas gargalhadas.

Mas estava escrito nas estrelas que nessa noite eu não ia ficar em branco. Depois de uns beijos e novas carícias, ela voltou a ficar quente o suficiente para retomar-mos a acção. Agora foi a vez dela me mamar, e fez-lo muito bem, para a primeira vez!

Por fim, deitei-me sobre ela e encaminhei o meu pénis até à entrada da sua vagina. Apenas introduzi um centímetro, o suficiente para ela soltar um gemido de dor. Comecei a beijá-la e a apalpar-lhe delicadamente os seios para a excitar e relaxar. Quando notei que estava no ponto, sem avisar, com um golpe de cintura, enfiei o mais que pude, fazendo-a soltar um gritinho ao mesmo tempo que se agarrava fortemente a mim.

Depois daquele momento, ela por fim relaxou e entregou-se ao prazer. A partir desse momento começamos a fazer sexo todas as semanas. Depois, um erro meu fez com que ela descobrisse que eu também andava com outra...

Estava super excitado ao recordar aqueles momentos. Naquele momento digo a mim mesmo que adorava comê-la de novo se tivesse a oportunidade. E haveria melhor oportunidade que esta? Tinha que falar com ela naquele dia. Tinha que a convidar para ir beber um copo... recordar os nossos bons velhos tempos... preparar terreno para os reviver...

Estava tão absorto nos meus pensamentos que não ouvi quando me chamaram. Só a segunda é que acordei para a realidade e levantei-me, pegando no microfone. Apresento-me e começo a fazer a minha dissertação. É nessa altura que ao olhar para ela vejo que está grávida. Azar...

No entanto, talvez pelo meu estado de excitação, dou comigo a pensar que até a comia assim mesmo!

Terminada a apresentação, parte da assistência ficou no salão a conversar. Aproveitei para procurar a Carolina. Encontrei-a. Cumprimentou-me efusivamente, depois apresentou-me o marido. A conversa que se seguiu foi de circunstância, mas nós os dois praticamente não tirávamos os olhos um do outro. O marido recebe uma chamada no telemóvel e pedindo escusas retira-se para um pátio exterior para poder falar.

Nesse momento faço-lhe um carinho no braço e digo:

- Continuas muito bonita...

- Muito obrigado!

- Sabes, quando te vi não pude evitar recordar os nossos velhos tempos...

- É curioso, eu também...

- O teu marido sabe sobre nós...

- Nem sonha! É melhor não lhe dizer nada para não criar problemas...

- Mau... isso é sinal de problemas...

- Não... não é isso...

- Mas...

- Pequenos problemas... coisas normais nos casais...

- Lamento os teus problemas, para mais estando nesse estado.

- Não te preocupes, mas falemos de coisas alegres...

O marido entretanto aproxima-se e a conversa muda de rumo. Entretanto juntaram-se outras pessoas e eu próprio tive que me afastar para conversar com outras pessoas. Depois ainda voltei a procurá-la mas já não a encontrei. Olhei para o relógio, eram 16:30. Meti-me no carro e decidi ir beber um copo. Por volta das 19:30 toca o meu telemóvel. Não conheço o número mas atendo. Do outro lado ouço uma voz feminina. Era a Carolina.

- Como arranjaste o meu número?

- Foi na recepção, pedi às meninas...

- Mas que agradável surpresa!

- Já jantaste?

- Não...

- Não me queres convidar para jantar?

- Mas... e o teu marido?

Acabei de o deixar no aeroporto. Aliás, tivemos que sair mais cedo porque ele tinha que viajar.

Concordei de imediato. Combinamos hora e local. Fui buscá-la a casa, um apartamento no centro da cidade. Ela, apesar de grávida, estava deslumbrante. Continuava a ter um corpo de sereia, só que com uma barriga bem saliente... e uns peitos também mais generosos! Levei-a a um bom restaurante.

Pelo caminho conversamos sobre as nossas vidas. Soube que o marido era engenheiro numa empresa de moldes e que todos os meses tinha que fazer duas ou três viagens aos estrangeiro. E eram essas constantes ausências que estavam a criar problemas no seu matrimónio, além de que ela desconfiava que ele tinha uma amante, mas não tinha qualquer prova. Depois do jantar levei-a à beira-mar...

- Lembras-te desta praia?

- Sim, claro que sim... - os seus olhos estavam brilhantes.

- Foi aqui a nossa primeira vez...

- Eu sei...

- Ainda te lembras?

- Claro que sim... ninguém esquece a primeira vez... principalmente quando foi tão especial... e tu, lembra-te?

- Sim, de cada pormenor... foi um momento inesquecível...

Ela sorriu e baixou o olhar. Tirei o casaco e coloquei-o sobre os ombros dela, abraçando-a de seguida. Ela agradeceu.

- Adorava poder voltar atrás e repetir tudo... menos os erros...

- Eu também...

Nesse momento paramos, ficando frente a frente. Aproximei-me dela e disse:

- Vou cometer uma loucura... apetece-me beijar-te... se não quiseres manda-me parar...

Comecei então a aproximar-me dos lábios dela, muito lentamente.

- Ainda não ouvi nada... - e continuo a aproximar-me. - Continuo a não ouvir nada... não ouço nada...

Nesse momento ela fecha os olhos e abre ligeiramente o lábios, precisamente no momento em que encosto os meus aos dela. O primeiro beijo foi somente um contacto de lábios. Parecia que estava carregado de electricidade porque senti-a estremecer. Ele também surtiu efeito em mim. Fiquei com uma excitação instantânea.

Seguiram-se mais alguns beijos curtos até que por fim, os nossos lábios sedentos colaram-se para não mais se soltarem. Parecíamos dois adolescentes apaixonados tal era a intensidade com que nos beijávamos.

- Queres ir para outro lugar?

- Quero...

Fomos para o carro caminhando em completo silêncio, abraçados um ao outro. Este não estava longe, entramos e voltei a beijá-la. Mas desta vez fiz por mostrar quais eram as minhas reais intenções. Enquanto a beijava, comecei a acariciar-lhe a face com a minha mão esquerda.

Depois de uns bons minutos de beijos e carícias, ela já ofegante teve que afastar os seus lábios dos meus para poder respirar. Aproveitei esse momento para lhe beijar o queixo e descer até ao pescoço onde comecei a fazer um demorada linguado. Ela fecha os olhos e inclina a cabeça para trás, gemendo de prazer.

Entretanto começo muito lentamente a descer a minha mão pelo seu pescoço, detenho-me alguns minutos no seu ombro, acariciando-o e desço pelo braço desnudo. Ao subir faço de propósito para roçar o meu braço no seu peito. Ao sentir o meu toque reage com um ligeiro gemido.

Assim que a minha mão chega ao seu ombro, faço-a deslizar, fazendo carícias em pequenos círculos na direcção do seu generoso decote. Faço-o demoradamente para que ela possa perceber as minhas intenções e possa intervir, mas ela limita-se a suspirar, mantendo os olhos fechados.

Volto a procurar os seus lábios e voltamos a beijar-nos. Desta vez ela beija-me de forma violenta, até parece que quer devorar os meus lábios. Penso que deve estar em brasa, tal como eu.

Resoluto, encaminho a minha mão em direcção ao seu seio, pela parte exterior, contornando-o primeiro. Depois coloco toda a palma da mão em cima dele. É tão grande que não o consigo abranger todo. Apalpo-o ligeiramente. Nesse momento ela solta um gemido e intensifica ainda mais a força do seu beijo.

Mantendo a mão no seu peito, continuo a acariciá-lo e a apalpá-lo, sempre de forma delicada e sem grandes pressas. Noto então que ela começa a esfregar as pernas uma na outra. É um claro sinal que está a ficar molhada e que isso está a mexer com ela.

Então a minha mão começa a deslizar pelo seu corpo abaixo, passando pela sua cintura redonda, até chegar à sua perna, percorrendo-a sobre o vestido até chegar ao joelho. Aí, já em contacto com a sua pele delicada, passo-a por baixo do vestido e começo a percorrer a sua coxa no sentido inverso, aproximando-me do seu interior.

Nesse momento ela reage. Deixa de me beijar, olha-me nos olhos, com um ar de excitação e pede:

- Aqui não...

- Desculpa... deixei-me levar...

- Não... eu é que peço desculpa...

- Eu... Eu...

- Sim... eu também...

Olhei para ela frontalmente e perguntei:

- Queres mesmo dar este passo?

- Sim... quero.

 

 
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