Aventuras III
Publicado em 2013-06-19 na categoria Contos eróticos / Grupo


Pouco tempo depois, Vânia curvou-se sobre mim e enquanto me beijava na boca iniciou uma deliciosa punheta. Levei a mão à sua rata e notei que estava novamente molhada, puxei-a para cima e pedi para que me cavalgasse. Colocou-se de joelhos sobre mim, encaixou a minha verga na entrada da sua vulva e deslizou-a para dentro num só golpe.

Iniciou a cavalgada como uma amazona experiente. Vendo aqueles lindos seios a saltar na minha frente não resisti: agarrei-os e comecei a apertá-los com carinho e força. Ela não suportou e logo iniciou um gozo tão angustiante e demorado que quando terminou caiu meia desfalecida sobre mim. Tive que dar-lhe alguns leves bofetadas no rosto para que reagisse e saísse de cima pois aquela posição estava a incomodar-me.

Após algum tempo deitados lado a lado e em silêncio, ela perguntou porque eu não tinha gozado. Expliquei que estando por baixo, demoro mais a chegar ao orgasmo. Disse então que ia aceitar o desafio, iria fazer-me gozar mesmo estando por baixo de qualquer maneira. E enquanto falava masturbava o meu pau de forma carinhosa e delicada, ajeitou-se na cama e começou um delicioso broche. Sentia a minha verga chegar até à sua garganta.

Depois de muitas chupadas, colocou-se novamente de joelhos sobre o meu corpo, só que em sentido inverso, com o rabo voltado para o meu rosto e, novamente agasalhou todo o meu membro na sua rata de uma só vez. Dobrou-se para a frente apoiada com as mãos nas minhas canelas e iniciou o movimento de vai e vem. Nessa posição eu podia apreciar o seu rosado cuzinho a abrir e fechar no ritmo dos seus movimentos.

Não resisti e molhando o dedo médio com saliva fui introduzindo vagarosamente naquele anus ainda virgem. Senti que tinha gostado pois harmonizou a cavalgada de modo a que eu pudesse manter o dedo no interior do seu ardente cuzinho como estivesse a ter uma dupla penetração. Retirei um pouco o dedo, juntei o dedo indicador e novamente comecei a introduzir os dois dedos. Além de alguns poucos gemidos de dor não houve qualquer reclamação.

Vânia então, para o meu deleite, começou a comportar-se como uma puta, passou a implorar para que eu gozasse num repertório cheio de palavrões. Isso excitou-me de tal forma que comecei a sentir os arrepios da aproximação do orgasmo. Quando anunciei que iria gozar, ela passou a movimentar-se como se estivesse endiabrada, mal conseguia manter os dedos naquele rabo gostoso. Por fim gozamos juntos, enchi aquela deliciosa rata com tanto leite que, com certeza, iria ficar alguns dias a escorrer.

Sugeri que tomasse um banho. Entrei no banheiro quando ela já tinha terminado, fui para o chuveiro e quando retornei ela já se tinha vestido. Coloquei a cueca e propus que fizéssemos um lanche pois eu estava morto de fome. Na mesa da varanda, enquanto comíamos, conversamos bastante sobre essa nossa primeira vez e Vânia confessou que nunca havia sido tão feliz e realizada e também que pela primeira vez estava a sentir-se completamente mulher.

Discordei dizendo que ainda faltava alguma coisa. Ela curiosa quis saber o que era e eu respondi que ainda faltava tirar as pregas daquele cuzinho, pois somente com os dedos não era suficiente. Ela então respondeu dizendo que fora criada a ouvir que dar o cú era coisa de putas e estava a passar o mesmo ensinamento para a filha (mal sabia que eu já havia comido o cuzinho de Camila duas vezes).

Argumentei que isso era um tabu ultrapassado e que para muitas mulheres uma boa penetração anal dava mais prazer do que a vaginal, disse ainda que se fosse tão mau não existiriam tantos gays. Ela respondeu que se com apenas dois dedos o seu cuzinho estava dolorido, imagine com a minha verga inteira. Disse que não tinha intenção de causar-lhe dor e pedi para ver se estava magoada. Vânia levantou-se, virou-se de costas, levantou o vestido até à cintura e expôs aquele rabo maravilhoso bem na minha cara. Afastei as suas nádegas com as mãos deixando o seu anelzinho rosado e fechadinho bem à mostra.

Examinei demorada e atentamente e disse-lhe que não havia nada de errado mas que iria lubrificá-lo um pouco para amenizar o incomodo. Fiquei de joelhos e pus-me a lamber delicadamente aquele orifício virginal. Forcei a entrada com a ponta da língua mas, é claro, não entrou. Notei que Vânia rebolava lentamente, enfiei então a mão por entre as suas pernas para certificar-me que a sua rata estava molhada e cheia de tesão. Tirou os meus dedos pedindo para continuar a chupá-la e iniciou com a sua própria mão uma gostosa masturbação. Continuei a lamber mais um pouco e propus que me deixasse passar a verga pelo seu rego, pois assim talvez eu conseguisse gozar pois estava cheio de tesão.

Levantei-me, tirei a cueca e mostrei o meu pau duro e avermelhado. Pedi que ficasse de joelhos no banco apoiada sobre à mesa. Ela logo obedeceu e sustentando-se apenas com uma mão, afastou uma das nádegas com a outra novamente expondo o delicioso cuzinho. Passei a deslizar a verga pelo seu rego, indo da rata até ao cú e quando chegava ao anel, fazia movimentos circulares com a cabeça do pau acompanhando o contorno do orifício. Senti que ela forçava o rabo para trás esperando por uma penetração mas fiz-me de desentendido e continuei a brincar na portinha do seu cú.

Ela então, não se contendo mais passou a implorar que eu metesse, a sua voz ansiosa e angustiada suplicava que eu a arrombasse, que a metesse toda, que ela queria ser a minha puta, a minha galinha e outros termos que eu mal conseguia entender devido à sua voz conturbada. Diante deste apelo não esperei mais, comecei a forçar o seu buraquinho até que a cabeça entrou como uma rolha num gargalo apertado. Vânia deu um grito e atirou o corpo para a frente, tive que seguir o seu movimento para que a cabeça não saísse. Perguntei se queria que tirasse e ela respondeu que não e implorou que metesse tudo.

Delicada, mais decididamente fui empurrando a piroca até que entrasse toda. Passei então a bombear com cuidado até que o seu anus se alargasse o suficiente para permitir uma penetração mais confortável. Até o meu pau estava dolorido por causa da pressão daquele cú apertado. Quando senti que os movimentos estavam mais facilitados e os seus gemidos eram mais de prazer do que de dor, posicionei a minha mão na sua rata e comecei a masturba-la vigorosamente.

Como essa posição dificultava os meus movimentos de vai e vem, passei a movimentar-me apenas com gestos circulares mantendo a piroca toda enterrada naquele rabo gostoso. Queria que ela gozasse bastante, pois muitas mulheres reclamam do sexo anal porque na primeira experiência não tiveram prazer e sentiram-se brutalizadas. Aos poucos os movimentos de Vânia foram acelerando, estava até difícil manter os dedos na vagina, até que entre gritos e gemidos teve dois orgasmos longos e simultâneos.

A partir daí concentrei-me apenas no meu prazer. Não queria demorar muito pois sabia que como ela já havia gozado, deveria estar ansiosa para que eu terminasse. Passei a estocar rápida e ritmicamente e o facto de saber que era o primeiro a invadir o cuzinho daquela mulher tão linda e gostosa só contribuiu para apressar o meu gozo farto e bastante saciável.

Antes de ir embora, deixamos combinado que voltariamos a estar juntos. Ela queria que eu apagasse o fogo que ela acendia mas não sabia controlar. Despedimo-nos com muitos beijos e do portão fiquei a apreciar a Vânia descer a rua imaginando a quantidade de leite que estaria a escorrer por entre as suas pernas.

Nesse Sábado pela manhã fui à praia. Após a minha habitual caminhada parei no bar para beber as minhas, também habituais cervejinhas. De lá avistei Rebeca, Juliana e uma outra amiguinha que depois fiquei a saber chamar-se Ana. Elas não me tinham visto e por isso pude observa-las sem que percebessem durante bastante tempo. Ana era uma morena escura de pele avermelhada, farta cabeleira negra de fios compridos e olhos verdes e amendoados. Uma beleza completamente diferente. O seu corpo era de tirar o fôlego de qualquer macho. Seios pequenos em formato de pêra, cintura fina, quadris largos, coxas grossas e um rabo grande, redondo e arrebitado, era também bastante alta para a sua pouca idade.

Após algum tempo de contemplação, aproximei-me e convidei-as para tomar um refrigerante. Depois de alguns preâmbulos, a nossa conversa passou a girar em torno da última aventura em minha casa. Jacira não estava a entender e curiosa quis saber do que se tratava e Rebeca, sem nenhum pudor, passou a contar em detalhes os três encontros que tivemos, dois com ela e Camila e o último com Juliana. Notei que a Ana no início estava um pouco envergonhada, mas a sua curiosidade crescia a cada palavra e aos poucos foi demonstrando grande interesse.

Sugeri a Rebeca e Juliana que fossem até minha casa mais tarde para matar a saudades e perguntei à Ana se estava a fim de ir também, convite que ela recusou instintivamente. Insisti dizendo que ela não seria obrigada a participar de nada, poderia somente assistir ou ficar a fazer qualquer outra coisa, ela então ficou de pensar no assunto e se resolvesse iria também. Combinamos que eu as esperaria às dezoito horas porque os meus pais iam sair.

Pouco antes da hora combinada Rebeca telefonou a dizer que havia convencido Ana para vir também, disse-me que eu teria que ter paciência pois ela tinha sofrido uma tentativa de abuso e mesmo passados alguns anos ainda estava meio traumatizada. Prometi que seria delicado e fiquei a aguardar. Logo que chegaram, Rebeca com a sua natural irreverência agarrou-me, beijando-me e metendo a mão por dentro do meu short e já masturbando-me. Juliana veio por trás e baixou o meu short expondo a minha verga já erecta. Rebeca então, aproveitando que o pau estava para fora, ajoelhou-se no chão e passou a chupá-lo com sofreguidão.

Notei que a Ana estava meio envergonhada com a atitude das amiguinhas e sugeri que me deixassem conversar a sós com ela enquanto poderiam ficar a divertir-se nos almofadões do quarto do computador. Peguei na Ana pela mão e levei-a para o meu quarto fechando a porta. Comecei a conversar suavemente dizendo que sabia o que havia lhe acontecido mas que apesar de ter sido uma brutalidade ela teria que superar isso para poder aproveitar a vida. Sugeri que fizéssemos de conta que éramos namorados começando com beijos e abraços e deixar o resto por conta das nossas emoções.

Enquanto falava pousei as minhas mãos sobre os seus ombros e delicadamente fui puxando-a para mim. Quando estávamos bem próximos comecei a beijar o seu rosto ternamente, beijei as suas faces, os seus olhos, testa, nariz e um rápido selinho na boca, como ela não reagiu continuei com os beijos até colar a boca à dela e forçar a minha língua por entre os seus lábios. No início não houve reacção, mais logo começou a corresponder e aos poucos fomos intensificando os movimentos de língua e apertando o corpo um no outro e quando senti que ela já estava com o tesão à flor da pele, passei a acariciar todo o seu corpo até chegar à sua rata ávida e volumosa.

Sem parar de beijar fui aos poucos libertando-a da roupa até que deixei aquele esplendor totalmente nua. Empurrei-a para a cama e com a boca colada à dela fui-me ajeitando sobre o seu corpo até encaixar a verga na entrada da sua rata. Aos poucos, bem devagar, fui introduzindo o cacete na sua racha. Ana gemia não sei se de dor ou de prazer, mas antes mesmo de meter todo o pau ela já estava a gozar. A sua rata era quente e muito apertada por isso passei a fazer movimentos giratórios para poder acomodar toda a verga dentro dela.

Esses movimentos fizeram com que ela começasse novamente a gemer, acelerei os movimentos e passei a fazer o vai e vem tirando lentamente e enterrando de uma vez só e pouco tempo depois ela gozava novamente. Fiquei parado alguns instantes ainda dentro dela e, para minha surpresa, ela mesma começou a rebolar sob o meu corpo querendo mais. Reiniciei os movimentos torcendo para que ela gozasse rápido mais uma vez pois eu já estava a ponto de explodir e não queria ejacular dentro da sua rata.

Assim que ela gozou, tirei o pau e logo que coloquei dentro da sua boca inundei-a com tanto leite que ela chegou a engasgar-se. Enquanto corria para o banheiro para cuspir o meu sémen e lavar a boca, Rebeca e Juliana vieram para a cama totalmente nuas, ficamos a aguardar a reacção de Ana que sem nenhum pudor juntou-se a nós. Daí para diante foi uma putaria geral, a masturbação e o sexo oral foram explorados de todas as maneiras imagináveis e inimagináveis, além disso comi mais uma vez a rata de Ana, gozei no cuzinho de Rebeca e gozei também na ratinha de Juliana que contou que a sua menstruação havia terminado no dia anterior e eu podia gozar à vontade pois não teria perigo de gravidez. Sinceramente foi uma das melhores experiências da minha vida.

 
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