Tudo ao molho
Publicado em 2013-07-02 na categoria Contos eróticos / Grupo


Embora possa parecê-lo, estou muito longe de ser uma rapariga normal. Sempre fui muito tímida, nunca tive um namorado a sério e ainda não tive relações sexuais, apesar de já não ser virgem. O facto de ter uns vizinhos por cima do meu quarto que fazem sexo todas noites começou a estimular o meu apetite sexual. Como tinha um computador no meu quarto, comecei a frequentar sites com vídeos porno.

Não demorou muito para começar a masturbar-me frente ao computador enquanto assistia aos vídeos. No início fazia-o acariciando o meu corpo e o meu clitóris até ter um orgasmo. Com o tempo comecei a desejar sentir um membro dentro mim. Este desejo por um pénis começou a tornar-se numa obsessão e num desejo muito forte.

Isso fez com que eu começasse a brincar com diversoa objectos até que uma vez peguei numa escova do cabelo que tinha um cabo redondo, envolvi-lhe um tecido para o engrossar e enfiei-lhe um preservativo para prender tudo! Entusiasmei-me a tal ponto que foi assim que perdi a minha virgindade.

No entanto,havia algo que despertava a minha curiosidade deixando-me logo excitada. Ver uma mulher a comer um pénis! Comecei a privilegiar apenas esta parte nos vídeos que via. Com o tempo descobri que existe uma modalidade japonesa chamada Bukkake, onde aparece uma ou mais mulheres a fazerem sexo oral com vários homens que posteriormente ejaculam sobre os seus peitos, cara ou boca.

Um belo dia ganhei coragem e publiquei uma mensagem num site de anúncios grátis, na secção "mulher procura homem", onde relatei o meu desejo de fazer um bukkake com meua dúzia de homens. Fiz uma descrição do meu físico e incluí algumas fotos onde apaceria de bikini, mas sem mostrar a cara.

Recebi mais de cinquenta respostas no espaço de três dias! Pedi então que me enviassem uma foto do corpo onde estivessem nus (não precisavam mostrar a cara) e outra do pénis erecto. Escolhi então vinte homens, mas a intenção era reduzir esse número para menos de metade. Mas rapidamente apercebí-me de um problema: a dificuldade de conciliar um dia e hora para que o grupo que eu tinha escolhido pudesse comparecer.

A solução foi então enviar um email para os vinte iniciais indicando-lhes o dia e a hora do encontro, e só no próprio dia é que receberiam uma mensagem indicando o local. Perguntei-lhes pela disponibilidade e a esmagadora maioria manifestou dificuldades em estar presente, pretendendo marcar outra data. Decidi manter o plano e no dia «D» mandei a mensagem com a morada.

O local era uma casa de uns tios que estavam emigrados. Nós tinhamos uma cópia da chave para podermos tratar da casa na sua ausência (só vinha cá uma vez por ano). Mas na mensagem menti dizendo que a casa era de um dos participantes que a tinha disponibilizado para o efeito.

Desloquei-me para lá uma hora antes do encontro para prepara tudo. Na mensagem pedi pontualidade inglesa. À hora marcada a rua começou a ficar movimentada com carros a circular devagar com os condutores a olhar para os números das casas. Como o portão estava aberto, depois de estacionarem, começaram a entrar e a tocar à campaínha. Eu abria a porta, cumprimentava-os com dois beijinhos e convidava-os para irem para a sala onde se podiam pôr à vontade e beber do bar improvisado que eu fiz.

No espaço de cinco minutos, já tinha contado catorze homens! Dez minutos depois da hora marcada já tinham chegado dezoito. Fiquei preocupada. Não pensei que viessem tantos, quando mais de metade disse que não poderia vir. Fechei a porta e ao chegar à sala lotada comecei por pedir desculpa porque não sabia que vinham tantos.

Queria desmarcar tudo mas tinha receio do que me pudessem fazer. Comecei a falar, dando a perceber que aquilo tinha sido um erro meu. Felizmente eram pessoas compreensivas, e longe de ficarem zangadas, aceitaram as minhas explicações e disseram-me para não ter receio. Entre todos combinaram que iam participar por ordem alfabética, só iam estar cinco de cada vez comigo e tudo terminava quando eu manifestasse esse desejo. Todos concordaram e eu também...

Fizeram uma lista com os nomes, ordenaram-nos e descemos até ao salão que existia na cave e onde eu tinha colocado um colchão no centro. Eu dirigi-me para ele e despi-me, ficando apenas com o reduzido bikini com que aparecia nas fotos que lhes enviei. Depois de o fazer, olhei para eles. Eles tinham feito um círculo à volta do colchão e pode ver os seus olhares percorrerem o meu corpo ao mesmo tempo que começavam a apalpar os seus membros.

Pedi que se despissem todos. Eles obedeceram. Então os cinco primeiros avançaram na minha direcção. O meu coração parecia querer saltar do meu peito. Eles rodearam-me e estendendo uma das mãos começaram a acariciar-me o corpo, enquanto se punhetavam com a outra. Agarrei os penis dos homens que estavam junto a mim de lado e comecei a punhetá-los eu mesma.

Eles acariciavam-me o corpo, apalpavam-me as mamas e as nádegas, passavam a mão pela minha cara enfiando-me os dedos na boca. Também podia sentir os seus pénis em contacto com o meu corpo. Ajoelhei-me e sem soltar os que tinha nas mãos, abri a boca e engoli o que estava à minha frente, começando a mama-lo. A pedido dos outros, comecei então a mamá-los a todos, demorando apenas alguns minutos antes de tirar o pénis de um e meter o de outro.

Uns minutos depois o primeiro veio-se sobre o meu peito enquanto eu o masturbava. Segundos depois foi a vez do segundo que tendo o seu membro junto à minha cara enquanto batia uma punheta, começou a jorrar para o meu rosto para depois forçar a minha cabeça a virar para a sua verga para terminar nos meu lábios.

Ainda sem me limpar, outro puxa-me para ele e volta a introduzir o seu pau na minha boca. Nesse momento, reparo que os dois que já se vieram, retiraram-se e vieram mais. Vejo-me completamente rodeada por homens que enquanto tentam acariciar-me uma parte do corpo, vão batendo uma punheta para manterem a excitação enquanto aguardam por vez.

De repente dou por mim a ser solicitada para mamar pau atrás de pau. Depois de enfiar um na boca para o começar a mamar, já outro está a pedir para chupar o dele. Alguns não aguentam a excitação e começam a vir-se sobre a minha cara ou sobre o meu peito. Num dos poucos segundos que tenho a boca desocupada peço para me trazerem uns toalhetes húmidos e vou-me limpando enquanto eles aguardam.

Assim que fiquei limpa, voltaram ao "ataque". Enquanto um se apressou a enfiar-me o pénis na boca, agarrando-me a cabeça com ambas as mãos e metendo como se me estivesse a penetrar, outros dois apresentaram os seus mastros para que eu os punhetasse. A minha excitação era tal que comecei a perder a noção da realidade. Eu queria mais e mais. E comecei a pedi-lo.

O meu pedido deve tê-los excitado ainda mais porque senti-me no ar. Eles pegaram em mim, erguendo-me do chão e a peso levaram-me para cima do colchão. Nem me apercebi quando tiraram a parte de baixo do meu bikini, deixando completamente exposta.

E foi com um sonoro gemido que senti uma mão a acariciar a minha rata que já estava toda encharcada. Para me deixar mais louca, alguém começou a chupar-me o grelo, o que fez com que eu me contorcesse de prazer enquanto ia abocanhando uma e outra verga, e ia punhetando com violência todas as que me colocavam nas mãos.

Se eu já estava fora de mim, pior fiquei quando á língua, juntaram os dedos, introduzindo-os na minha vagina sedenta de sexo. Com tantos estímulos, não demorou muito para que eu tivesse o meu primeiro orgasmo. Foi uma sensação intensa e prolongada, como nunca tinha sentido antes.

Então pegam em mim, colocam-me de quatro e alguém começa a enfiar-me com tudo, forçando-me a tirar a verga da boca para poder respirar. Mas ele insatisfeito com a minha atitude volta a enfiar-me aquela rolha na boca, exigindo para o mamar.

Pela primeira vez recebo na boca todo aquele sémen quente que rapidamente escorrega pela minha garganta abaixo. Antes mesmo de ter tempo de me recompor ou pensar no que estava a acontecer, já tinha outro pénis na boca e o respectivo a pedir-me para o mamar.

Naquele momento eu deixei-me levar pela luxuria. Estava a fim de satisfazer todos os pedidos. Só queria era que aquela sensação de prazer que percorria todo o meu corpo não parasse. E apesar de estar a sentir-me cansada, não deixei da dar o corpo ao manifesto e continuei firme.

Durante mais de três horas, comi de forma continuada quelas vergas todas, algumas mais do que uma vez. Eles no início ficavam satisfeitos por se virem na minha cara ou seios, mas depois só queriam que eu os mamasse até ao fim, e aí, certificavam-se que eu bebia mesmo tudo!

Fui também penetrada sem parar em várias posições. Umas vezes estava deitada, outras de lado, depois para o outro, metiam-me de quatro, chegaram a ter-me suspensa várias vezes no ar enquanto me comiam sem dó e piedade. Só não fiz sexo anal porque não consenti.

 

 
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