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Aventuras IPublicado em 2013-06-17 na categoria Contos eróticos / Grupo
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Os meus pais, ambos professores de profissão, foram destacados para dar aulas uma cidade que ficava bastante distante da nossa casa. Por essa razão, após analisarem a nova situação, decidiram mudar-se. Como eu ainda era menor de idade, optaram por me levar com eles, não sem antes me pedir a opinião, uma vez que eu teria que deixar todos os meus amigos.A cidade onde a escola se localizava era relativamente grande e bem estruturada, mas preferiram morar numa outra cidade distante 15 km onde os alugueres eram mais baratos e a qualidade de vida bem melhor. Era uma cidade pequena com pouco mais de 10 000 habitantes que ficava entre o mar e a montanha, onde existiam praias oceânicas, um grande rio que desaguava na praia. Alugaram uma óptima casa no final de uma rua onde a maioria das moradias ficavam vazias, pois eram de férias e já estávamos em Setembro, apesar de ainda estar muito calor. A casa era ajardinada, tinha total privacidade e tranquilidade. Os habitantes eram simples e muito hospitaleiros. Na primeira semana já conhecia a maioria dos moradores. A escola começou na semana seguinte e um dia, ao regressar da escola ao final da tarde, parei na padaria para comprar o lanche e encontrei Vânia, uma vizinha que morava na mesma rua. Vânia era uma loura escultural, já nos havíamos encontrado na praia e na ocasião pude observar o seu maravilhoso corpo dentro de um reduzido biquíni, mas como era casada não arrisquei nenhum piropo. Ela estava com a sua filha Camila. Esta aproximou-se de mim e perguntou-me se eu tinha computador e internet. Respondi que sim. Ela então disse-me que o seu computador tinha avariado e perguntou se podia fazer o trabalho no meu. Prontifiquei-me a ajudar e disse-lhe que poderia usar o meu quando quisesse. Combinamos então que dentro de 1 hora ela filha iria a minha casa. Fui para casa, tomei um rápido banho, coloquei um confortável short e fiquei a aguardar. Camila chegou acompanhada de uma colega chamada Rebeca, pois o trabalho era em grupo. Fomos para o computador. O meu ficava num quarto onde não havia camas. Nesse cómodo eu tinha a estante com o computador e periféricos, um aparelho de som, televisão, dvd e vários almofadões espalhados pelo chão. Liguei o aparelho, coloquei outra cadeira e pedi que ficassem à vontade. Peguei numa revista e sentei-me num dos almofadões para ler. De onde estava podia apreciar bem as duas raparigaas. Camila, filha de pai italiano, herdou as características latinas. Era alta, sobrancelhas grossas, uma abundante cabeleira negra e olhos também negros. A sua pele era clara, porém bronzeada. Estava vestida com um curto e justo short de malha e mini blusa. Essa roupa deixava transparecer o seu corpo esguio, seios grandes, coxas grossas e um rabo cheio e arrebitado. Rebeca era o oposto. Loura, olhos verdes, mais baixa que Camila, magra, cabelos curtos, peitinhos pequenos e apontados para cima e pernas muito bem torneadas e, uma carinha de ser bem safadinha. Estava vestindo um top e uma curtíssima saia. De onde eu estava podia admirar a lateral de uma das suas coxas que não era muito grossa, mas perfeita. Notei que estavam atrapalhadas com o computador e perguntei se queriam ajuda. Logo disseram que sim pois não estavam a conseguir encontrar a pesquisa que precisavam. Camila levantou-se cedendo-me o lugar e ficou de pé ao meu lado. Consegui localizar vários sites com o assunto que queriam. Camila para poder ler o que estava no ecrã, aproximou-se tanto que ficou com a rata encostada no meu ombro. Como o seu short era apertado, dava para sentir a sua vulva contra a minha pele. Propositadamente comecei a mexer no rato, pois com esse movimento esfregava o ombro delicadamente na sua rata. Ela continuava encostada e até fazia uma ligeira pressão contra o meu corpo. Resolvi testar também a reacção de Rebeca que estava sentada ao meu lado. Afastei um pouco a perna esquerda e colei a minha coxa junto à dela. Ela manteve-se na posição sem afastar a perna. Comecei a passar a mão na minha coxa esquerda como se a estivesse a coçar e consequentemente passava as costas da mão também pela sua coxa. Ela manteve-se quieta. Fiz o mesmo com Camila. No intuito de coçar o meu ombro, passei os dedos entre o meu corpo e a sua rata e ela, afastou-se apenas o suficiente para que os meus dedos corressem pelas minhas costa mas ainda a roçar a sua vulva. Quando retirei a mão, notei que os meus dedos estavam húmidos do líquido vaginal que havia traspassado a sua calcinha e o short. Nessa altura o meu pénis já estava em plena erecção. Como já haviam escolhido o texto do trabalho faltava ainda procurar algumas figuras para fazer a ilustração. Disse que iria abrir um arquivo de figuras e que elas escolhessem o que quisessem enquanto eu iria buscar uns refrigerantes. Propositadamente deixei aberto o meu arquivo de fotos pornográficas. Levantei-me e intencionalmente desfilei na cara da Rebeca todo o volume que a minha verga erecta mostrava por baixo do short. Da cozinha, ouvia risinhos e expressões de curiosidade. Voltei da cozinha e fingindo surpresa pedi desculpas alegando que havia clicado no arquivo errado. Elas disseram que não havia problema. Perguntei se já que tinham começado, se gostariam de continuar a assistir. Rebeca prontamente disse que sim. Camila novamente cedeu-me o lugar e passei a clicar somente nas fotos e vídeos de sexo oral, anal e lesbianismo. À medida que mostrava as fotos, explicava os detalhes e informava sobre as sensações de prazer que aquelas posições proporcionavam. Enalteci as fotos de lesbianismo dizendo que hoje em dia era uma coisa natural e que quase todas as adolescentes praticavam nos seus círculos de amizade. Quando terminaram as fotos, perguntei se haviam gostado e elas, prontamente disseram que sim. Insinuei se eu merecia um beijinho pela apresentação e, sem esperar resposta, puxei Camila pela cintura para que sentasse na minha coxa direita e fiz o mesmo com Rebeca, puxando-a para minha perna esquerda. Após receber vários beijos em ambas as faces, propus que fizéssemos uma corrente de beijos. Elas à princípio não entenderam e então expliquei: Camila dar-me-ia um beijo, eu daria outro em Rebeca e ela em Camila. Senti que relutaram um pouco, mas diante da novidade acabaram por concordar. Começamos com rápidos selinhos, mas aos poucos fomos intensificando os beijos até chegarmos a demorados e deliciosos beijos de língua. Eu quase gozava ao assistir aquelas duas meninas a beijarem-se na boca a alguns centímetros do meu rosto. Continuamos com os beijos enquanto eu carinhosamente passava as mãos pelos rabos das duas. Pedi para que tirassem as blusas. Elas olharam uma para a outra com um olhar provocador e começaram a tirá-las. Sugeri que Rebeca se levantasse e comecei a sugar o seu peitinho direito enquanto empurrava a cabeça de Camila em direção ao seu mamilo esquerdo, ela então começou a lambe-lo e beijá-lo com carinho e volúpia. Aproveitei que Rebeca estava de saia e enfiei a mão por trás no meio das suas coxas e lentamente fui subindo. Ela entreabriu um pouco as pernas para que minha mão alcançasse o objetivo. Comecei a acariciar a sua ratinha, primeiro por cima da calcinha e depois consegui passar os dedos por baixo do elástico, chegando até à sua vulva que estava alagada. Retirei o dedo e levei-o a boca para sentir o sabor daquele néctar abundante. Repeti a operação e levei o dedo primeiro à boca de Rebeca e depois a de Camila. Ficamos os três a chupar o meu dedo em total estado de deleite e excitação. Pedi a Camila que levantasse e tirasse o short para que eu pudesse acaricia-la também e, enquanto isso tirei a saia de Rebeca. Com as duas em pé, uma de cada lado, somente de calcinha, passei a masturbar as duas ratinhas ao mesmo tempo enquanto elas se beijavam na boca. Achei que estava na hora de também ser acariciado. Levantei-me, tirei o short e exibi a minha verga dura e pulsante para elas. A princípio ficaram apenas a olhar sem nenhuma acção, até que Rebeca, mais safadinha, esticou a mão e segurou firmemente a minha vergaa e passou a marturba-la. Puxei Camila pela cintura para um delicioso beijo na boca, enquanto deslizava a mão para a ratinha de Rebeca, por dentro da sua calcinha, para corresponder a masturbação. Após o longo e ardente beijo com Camila, puxei a sua mão para o meu pau e, ficamos longos minutos, os três, numa sensual masturbação. As duas gozaram quase ao mesmo tempo, tive que amparar Rebeca quando gozou para que não caísse, pois as suas pernas estavam tão tremulas que fraquejaram no momento do gozo. Quem estava louco para gozar era eu. Arrumei os almofadões, sentei-me em um deles, recostei-me em outros dois e pedi para chuparem a minha verga. Rebeca foi a primeira a atender, mas sem nenhuma experiência. Peguei no seu dedo médio, levei-o à minha boca e demonstrei como deviam fazer. A partir daí elas revezavam-se e dividiam a minha verga. Pedi para lamberem também o meu saco, coisa que Rebeca logo atendeu, chegando a enfia-lo todo na boca. Explodi num frenético gozo quando Camila estava com a verga na boca. Só os dois primeiros jactos foram para dentro, pois ela, assustada, afastou o rosto. O resto do sémen jorrou para o seu rosto, pescoço e peito. Levei-a para o chuveiro e Rebeca veio junto. Durante o banho fiz questão de ensaboa-las e, enquanto explicava que o esperma era puro e limpo, pois era a fonte da vida, admirava e acariciava, agora sem as calcinhas, aquelas deliciosas vulvas. A de Camila era grande, com uma vasta pelugem negra e os lábios entreabertos, enquanto que a de Rebeca era bem pequena, parecia uma ratinha de uma boneca, os seus pelos eram louros e raros deixando a mostra os lábios carnudos e fechados. Ela nem precisaria de depilação. Disse à Camila que iria recompensá-la por ter recebido todo o meu gozo. Voltamos para o quarto e pedi para que se deitasse sobre as almofadas. Comecei por beijar a sua boca, pescoço, seios até chegar à sua virilha. Passei a lamber o seu corpo de uma virilha a outra passando por seus pelos pubicos. Ela não aguentando mais, segurou a minha cabeça e empurrou-a em direção à sua rata. Lentamente deslizava a língua do clitóris até à sua racha. Meti a mão por baixo do seu rabo, levantei-o e passei a lamber também aquele cuzinho. Rebeca deitou-se ao nosso lado e corria a sua boca entre os lábios e os seios de Camila. Quando notei o máximo de excitação de Camila, dediquei-me apenas aquele grelinho cheiroso. Fui aumentando a intensidade das lambidas, beijos e mordidas até que ela gozou abundantemente entre gritos e gemidos. Após alguns minutos de torpor, sugeri que fizéssemos o mesmo com Rebeca. Eu ainda estava na mesma posição, ela deitou-se, abriu as pernas e ofereceu-me aquela virgem e deliciosa ratinha. Não esperei e passei a fazer o mesmo que fizera antes com Camila e ela, por sua vez, ocupou-se dos beijos e lambidas nos peitos de Rebeca. Em determinado momento perguntei a Camila se ela não queria experimentar o que eu estava a fazer. Imediatamente ela concordou, ajoelhou-se no meu lugar e passou a chupar a deliciosa rata da amiga. Levantei-me e fiquei a observar as duas. Naquela posição, Camila estava com o rabo levantado e rebolava em sintonia com os movimentos que fazia. Não resisti e ajoelhando-me também atrás dela, comecei a beijar, primeiro as suas nádegas e depois aquele cuzinho rosa que estava à minha frente. Deixei o cuzinho bem molhado de saliva, salivei também a cabeça do pau e encostei no buraquinho que mexia na minha frente. Como não houve protestos, comecei a pressionar vagarosamente até entrar a cabeça. Camila deu um gemido forte mas não reclamou. Empurrei mais um pouco e ela aguentou sem reclamar e continuando a chupar a rata de Rebeca. Passei a movimentar o pau e, a cada estocada, enterrava mais até encostar os meus pentelhos no seu rabo. Daí em diante harmonizamos os nossos movimentos até Rebeca começar a uivar e a berrar enquanto gozava na boca da coleguinha. A partir desse momento era somente eu e aquele cuzinho quente, apertado e gostoso de Camila. Concentrei-me apenas no meu gozo. Tirava o pau até à cabeça enfiando todo de uma vez com força, lascividade e até um pouco de violência. Explodi num gozo frenético e interminável, parecia que todo os fluidos do meu corpo estavam a ser transferidos para aquele cuzinho que antes era virgem. Quando achei que havia acabado, senti uma nova onda de sensações e, pela primeira vez, tive um orgasmo múltiplo. Fiz com que Camila se deitasse sobre as almofadas e fui acompanhando o seu corpo sem tirar o pau de dentro daquele cuzinho. Continuei deitado sobre ela durante vários minutos, até que a verga amolecesse por completo. Levantamo-nos e fomos novamente para o chuveiro. Após o banho, levei-as para o meu quarto de dormir e sugeri que elas ficassem ali a divertir-se para que eu pudesse terminar o trabalho escolar, pois com elas ao meu lado eu não iria conseguir acabar. Voltei para o computador e dediquei-me a terminar a tarefa. Algum tempo depois, comecei a ouvir alguns gemidos abafados vindos do outro quarto. Concentrei-me no que estava a fazer e mais alguns minutos havia terminado. Reparei que os gemidos continuavam. Sorrateiramente fui até à porta do quarto e deparei com a excitante cena de Camila deitada de pernas abertas e Rebeca a chupar aquela deliciosa e carnuda rata. Pelo visto elas haviam adotado definitivamente o gosto pelo lesbianismo. Permaneci quieto a observar e a sentir o pau novamente latejar. Resolvi deixá-las à vontade e voltei para o computador. Após alguns gemidos e gritinhos fez-se silêncio no quarto ao lado. Passado algum tempo, Rebeca veio até mim dizendo que Camila havia ficado tão entorpecida que estava a dormir. Acenei com o trabalho mostrando que já estava pronto. Rebeca ficou entusiasmada, sentou-se no meu colo com as pernas abertas, colocou o trabalho sobre o teclado e passou a folhea-lo. Enquanto ela lia fiquei acariciando os biquinhos dos seus seios enquanto com a outra mão acariciava a sua barriguinha lisa e quente. Sem parar de ler, puxou a minha mão em direção à sua rata. Passei os dedos e senti que estava completamente encharcada. Passei a masturba-la com a mão direita, acariciar os seus seios com a esquerda e a beijar e mordiscar o seu pescoço. Rebeca virou-se para mim e disse que queria gozar com o meu pau dentro dela. Levantou-se um pouco e ofereceu-me o delicioso cuzinho. Lambuzei a cabeça do pau com o seu próprio líquido, encaixei naquele orifício ansioso mantendo com a mão a verga bem erecta e pedi que fosse descendo o rabo. Ela, sem medo, começou a pressionar o corpo para baixo até entrar toda a cabeça. Parou um pouco e logo recomeçou a pressão. O meu cacete aos poucos foi-se alojando dentro daquele quente e húmido cuzinho. Quando já havia entrado a metade pedi que movimentasse o rabo para cima e para baixo lentamente para que o pau não saísse. Rebeca a cada descida enterrava-se mais no meu cacete e logo eu já estava totalmente dentro dela. Continuei a masturbar a sua ratinha e logo, senti que ela iria gozar. Quase não conseguia manter os dedos na sua rata devido aos movimentos acelerados do seu corpo. A minha barriga e as minhas pernas já estavam doloridas de tanto serem agredidas pelas violentas batidas daquele rabinho. Por fim gozou frenética e demoradamente, desabando o corpo sobre o teclado do computador. Deixei-a quieta alguns instantes mas logo recomecei a movimentar o corpo vagarosamente. Ela, lembrando que eu ainda não havia gozado, retomou os movimentos de vai e vem, desta vez mais lentamente. Pedi que levantasse e se virasse de frente. Ela virou-se e sentou-se novamente sobre o meu cacete que desta vez entrou sem obstáculos. Recostou-se na estante e começou a cavalgar-me a princípio devagar, mas a medida que notava que o meu gozo ia chegando, mais aceleradamente. Eu não conseguia tirar os olhos daquela ratinha que abria e fechava no ritmo dos movimentos. Até que gozei enchendo aquele cuzinho com o meu leite quente e abundante. Devido ao longo tempo que passamos em casa, as duas vestiram-se rapidamente para se irem embora, pois as suas mães já deveriam estar preocupadas com a demora. Levei-as até ao portão e após a promessa de repetir-mos mais vezes essa maravilhosa aventura, fiquei a apreciar aquelas duas loucas ainda virgens, porém não mais tão puras e inocentes como antes, descerem a rua de mãos dadas. |
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