Aventuras II
Publicado em 2013-06-18 na categoria Contos eróticos / Grupo


Passados dois dias, numa sexta-feira, ao chegar a casa vindo da escola, deparei-me com Vânia, a mãe de Camila. Ela estava a passear com o seu cachorrinho de estimação em frente ao meu portão. Ela dirigiu-se a mim, efusivamente, dizendo que o trabalho escolar que havíamos feito havia sido considerado como o melhor de toda a classe e tirado nota máxima.

E continuou dizendo que não sabia como agradecer, pois esta nota iria aumentar a média de Camila que estava fraca naquela matéria. Continuamos a conversar durante algum tempo e às tantas, perguntou se eu estava a adaptar-me bem à cidade. Disse que sim, pois eu gostava de tranquilidade e sentia-me em perfeita harmonia com as belezas naturais que a região oferecia. Ao dizer isto, desviei o meu olhar para o seu corpo.

Ela repara na minha insinuação, sorri, mas por sua vez, reclamou que apesar de já estar a morar há dez anos na cidade, não se conseguia acostumar. Sentia muito tédio, monotonia e frequentemente caia em depressão. Sentia falta da agitação das cidades grandes e, disse ainda, que durante o verão ainda era suportável, mas no resto do ano o tédio era sufocante. Não havia lugares para ir e gente para conversar. Como não trabalhava ficavam em casa dedicando-se à família.

Quando nos despedimos, voltou a dizer que não sabia como agradecer, quando então deixei escapar que ter a oportunidade de conversar com uma mulher com os seus atributos físicos já era um agradecimento à altura. Ela fingiu não entender, mas pelo brilho dos seus olhos percebi que havia entendido muito bem e até gostado do meu piropo.

No dia seguinte, sábado, fui caminhar pela orla da praia. Ao voltar da caminhada, dirigindo-me ao bar de apoio à praia para beber algo fresco, deparei-me com Vânia e mais quatro amigas a conversar animadamente. Encostei-me ao balcão, pedi uma cerveja e fiquei a admirar aqueles cinco monumentos de beleza nos seus diminutos biquínis. Havia mulheres para todos os gostos, louras como Vânia, morenas e até uma ruivinha com pintinhas no rosto que logo despertou o meu tesão. Pena que eram todas casadas e eu era apenas um rapaz.

O meu olhar era tão insistente que uma das suas amigas notou e comentou algo com as outras. Todas olharam na minha direcção quando então, Vânia viu-meu. Levantou-se num impulso e veio falar comigo. À medida que vinha, pude perceber o quanto era boa. O rosto lindo com enormes olhos azuis e os longos cabelos louros eu já havia admirado bastante ontem. Mas o corpo era de tirar o fôlego. Seios médios e firmes com os mamilos sobressaindo no sutian do biquíni; barriga lisa, sem gordurinhas e pelos dourados; cinturinha fina e delgada; quadris largos mas proporcionais e um par de coxas grossas e muito bem delineadas.

O seu pequenino biquíni amarelo ouro realçava ainda mais o bronzeado daquele corpo perfeito. Chegou e cumprimentou-me com beijinhos e fez questão de me levar para me apresentar as amigas. Apresentou-me uma a uma informando que a ruiva se chamada Sónia (que havia despertado o meu tesão) era a mãe de Rebeca, a lourinha que eu tinha enrabado na frente do computador.

Todas eram esposas de figurões da vida política e económica da cidade. Conversamos um pouco e notei que me olhavam de forma marota. Percebi então que apesar de não estar com o pau em total erecção, ele estava meio endurecido e como eu me encontrava de pé, frente a elas que estavam sentadas e o meu calção era pequeno e apertado, apresentava um volume muito grande atraindo os seus olhares.

Aleguei que a minha cerveja estava a aquecer e despedi-me. Vânia levantou-se e disse que iria comigo para buscar alguns refrigerantes. No bar disse-lhe que tinha gostado muito de conversar com ela no dia anterior e que quando precisasse de alguém para conversar podiamos fazê-lo. Ela agradeceu. Disse-lhe que no domingo de manhã, ia fazer outra caminhada à beira mar e convidei-a a vir. Aceitou e combinamos a hora.

No dia seguinte ela apareceu e eu notei que a sua voz estava tremula e ansiosa. Perguntei o que estava a acontecer. Disse então que estava a sentir-se como se estivesse a trair o marido. Disse-lhe que não estávamos a fazer nada de errado, só falávamos, mas ela respondeu que quem nos visse podia pensar outras coisas.

Depois daquela conversa inicial, comentei que sentia inveja do seu marido por ter uma mulher como ela. Ela sorriu e agradeceu. A conversa continuo e ela fez referência ao facto de eu a ter deixado muito impressionada com a minha maturidade e era muito agradável conversar comigo, apesar de eu ser apenas um adolescente.

Continuei a elogiá-la e levei a conversa para um tema mais intimo. Inicialmente esquivou-se mas depois, acabou por se abrir. Ela alegou que havia uma grande diferença de idade entre eles (ela tinha 35 e ele 55 anos de idade) e era um homem muito conservador e nada carinhoso, disse ainda que era o primeiro e único homem da sua vida. Como senti que ela estava prestes a desabafar, comentei que se eu fosse o seu marido a esta hora estaria a fazer um sexo com ela ao invés de estar a dormir. Ela então confessou que sexo era só uma vez por semana e com dia certo, às quintas-feiras, e do modo mais convencional, ela nunca havia experimentado outra modalidade a não ser a tradicional posição de pernas abertas com ele por cima, disse ainda que só conhecia as outras modalidades através de revistas, fotos e vídeos pela Internet.

Indaguei então, qual a maneira de fazer sexo que mais a excitava. Timidamente respondeu que todas, mais em especial o sexo oral. Ficava super excitada quando assistia vídeos ou fotos do homem a ejacular na boca da mulher. Sugeri então que fizéssemos uma encenação de um acto de sexo oral. Comecei por lhe pedir para imaginar que estávamos no seu quarto. Estávamos nus e o meu pénis em plena erecção. Ela sentada na cama e eu de pé com o cacete próximo da sua boca. Eu passava vagarosamente a cabeça do pau em todo o seu rosto: olhos, nariz, faces, queixo e entre os seus lábios. Ela entreabria os lábios e passava a língua na ponta da minha verga, logo depois abria mais a boca para deixar penetrar aquele cacete duro, grosso e pulsante de tesão.

Começavamos então um lento movimento de vai e vem. Eu fodia a sua boca e ela mamava o meu pau com carinho e devoção. Aos poucos os nossos movimentos iam acelerando-se até se transformarem num verdadeiros movimentos de luxúria e sofreguidão e eu, sentindo que ia gozar, agarrava-a pela cabeça e jorrava todo o meu esperma dentro da sua boca, fazendo-a engolir tudo. A quantidade de leite era tanto que corria pelo seu queixo, pingando nos peitos, barriga e coxas. Ela tirava o meu pénis da boca para esfregar o peito e então abocanhava de novo para sugar e engolir o resto de leite que havia ficado na cabeça do pau, deixando-o limpo e reluzente.

Fiquei em silêncio esperando pela sua reacção. Ela tinha uma cara de riso. Após alguns instantes perguntei se havia gostado da experiência. Respondeu que eu tinha uma imaginação muito fértil. Aí disse-lhe que se estivéssemos numa situação real, iria deitá-la na cama e cobrir a sua boca de beijos ardentes, iria beijar e passar a língua em todo o seu corpo, começaria pela boca e iria descendo pelo pescoço, seios, barriga, coxas, pés e faria o caminho de volta até chegar à sua rata. Lá então iria delicia-la lambendo, chupando e mordendo os seus lábios vaginais e o seu clitóris. Faria isso até sentir que ela estava a explodir de tesão. Então continuaria a subir até chegar novamente à sua boca e enquanto lhe aplicava um gostoso beijo de língua, aninharia a cabeça do pau na entrada da sua vagina e iria penetrando-a bem devagar para que ela sentisse todo o comprimento e dureza da minha verga. Continuaria com lentos movimentos sem deixar de beijar a sua boca e, quando sentisse que iríamos gozar, a fim de retardar o gozo, eu tiraria o pau, ficaria de joelhos, colocava-a de quatro e enfiaria novamente na sua rata, agora por trás. Iniciaria então selvagens movimentos de vai e vem até explodirmos num gozo abundante e demorado.

Ela engoliu em seco e comentou que eu era muito divertido mas que estavamos a ir longe de mais. Disse-me que pela sua formação moral ela sentia-se envergonhada pelo caminho que a nossa conversa tinha seguido, mas por outro lado, sentia-se bem e isso devia-se à grande confiança e admiração que sentia por mim.

O passeio acabou e eu estava com um tremendo tesão. Para minha sorte, ainda nessa manhã encontrei Camila e Rebeca que estavam a caminho da praia. Perguntei se podia ir com elas. Aceitaram. Montamos o páravento em forma de L e o guarda-sol na ponta mais curta. Estendemos as toalhas e elas deitaram-se de lado, viradas uma para a outra a conversar. Eu deitei-me entre o páravento e a Rebeca, encostei-me a ela e comecei a acariciá-la. A Camila sorriu ao ver as reacções de prazer da amiga, enquanto eu afastava o seu bikini e a penetrava por trás.

Nessa tarde recebi a visita de Rebeca com uma outra amiguinha chamada Juliana. Rebeca disse que havia contado para a amiga sobre os nossos encontros e a mesma ficou interessada em participar e avisou que nela eu poderia enfiar na rata pois não era virgem. Juliana era do tipo bonitinha, morena, cabelos castanhos e curtos e um pouco baixa, mas o que me chamou mais a atenção foi o seu rabo cheio e arrebitado, talvez até um pouco desproporcional para o tamanho dela.

Levei-as para o quarto e fizemos sexo várias vezes ao longo da tarde. Foi mais uma sessão de sexo oral, anal e lesbianismo, onde comi a ratinha de Juliana fazendo-a gozar várias vezes, porém antes gozar, virei-a de quatro e gozei naquele rabo arrebitado que havia despertado o meu tesão.

Na segunda de manhã como não tinha aulas fui até à praia caminhar um pouco. Ao regressar vi a Vânia. Disse-me que queria falar comigo. Respondi que de momento não podia porque tinha que ir para as aulas, mas no dia seguinte tinha a tarde livre. Perguntou se podia passar lá por casa. Concordei na hora, imaginando que podia iniciá-la nas várias modalidades do sexo.

Quando chegou notei que estava a usar um vestidinho curto e apertado que fazia sobressair as suas deliciosas curvas. Sem dizer nada, entrou e ficou a aguardar que eu fechasse o portão. Peguei-a pela mão e levei-a pela garagem. Quando chegamos à varanda dos fundos, Vânia agarrou-me colando o seu corpo e a sua boca em mim. Foi um longo e guloso beijo onde as nossas línguas exploravam todo o interior da boca um do outro. Os nossos corpos quase que se fundiam num só pela pressão que fazíamos. Durante o beijo levei a mão ao seu rabo por baixo do vestido e notei que estava sem calcinha, aquilo enlouqueceu-me, afastei-me um pouco e pegando no seu vestido pela bainha, levantei-o e arranquei-o de uma vez só. Na varanda havia uma mesa e bancos de alvenaria e azulejos que estava por trás dela, empurrei-a para a mesa onde à princípio ficou sentada, tirei o meu short e cueca, aproximei-me dela e abri as suas pernas.

A minha vontade era enfiar logo a verga naquela rata molhada e aberta na minha frente, mas devido ao meu estado máximo de tesão senti que gozaria logo, por isso, empurrei o seu corpo para que ela se deitasse, sentei-me no banco à sua frente e comecei a beijar e lamber aquela maravilhosa rata com pelos dourados. Ao princípio devagar, mas pela minha própria impaciência fui acelerando os beijos, lambidas e mordidas. Passava a língua do clitóris até ao anus e logo voltava ao ponto de partida. Enfiava a língua o máximo possível dentro da vagina. Eu já estava com o rosto todo molhado, do nariz ao queixo, do seu delicioso suco vaginal. Em poucos minutos percebi que ela iria gozar, e então, dediquei-me apenas ao seu espetado grelinho. Vânia gozou entre gemidos, sussurros e gritos tão altos que por sorte não tenho vizinhos, senão acordariam a vizinhança.

Levantei-me, puxei-a pelos braços e colei a minha boca à dela para que sentisse o sabor do seu próprio suco. A princípio estava meio indolente, mas logo começou a apertar-me e aumentar a pressão do beijo. Percebendo que havia despertado novamente o seu tesão, puxei-a da mesa e ocupei o seu lugar. Ela sentou-se no banco e começou a lamber o meu pau que estava prestes a explodir de tão duro e inchado. Segurei a sua cabeça e introduzi a verga por entre os seus lábios. Começou então à chupá-lo, no início meio desajeitadamente mas logo harmonizou o ritmo da chupada e deu-me tanto prazer que logo senti o gozo a chegar. Quando alcancei o clímax, puxei a sua cabeça para trás pelos cabelos, apontei a verga para o seu rosto e ejaculei várias vezes cobrindo o seu rosto de sémen.

Quando acabei, enfiei de novo na sua boca para que ela mamasse e engolisse o resto de esperma que ainda corria. Levei-a para o chuveiro pois a esperma escorria pelo seu pescoço e peito chegando até a barriga. No banheiro começamos de novo com os beijos e carícias. Notei que eu precisava de mais um tempo para alcançar a erecção, por isso puxei-a para a cama e passei a cobrir o seu corpo com beijos e lambidas principalmente na boca, pois beijar na boca sempre me deu muito tesão. Não demorou muito e já estava erecto novamente. Afastei as suas pernas e finalmente introduzi naquela rata que tanto desejava e havia sido inspiração para as minhas masturbações.

Era melhor do que imaginava: muito quente, molhada e apertada. Iniciei os movimentos vagarosamente, tirando até à cabeça e lentamente tornando a enfiar até bater com o saco no seu rabo, à medida que Vânia aumentava os gemidos eu acelerava as estocadas até chegarmos a um ritmo alucinante arrancando uivos e gritos da minha fêmea. Depois que ela gozou, permaneci quieto sobre ela com a verga bem dura pois eu não havia gozado. Como estávamos muito suados, saí de cima e deitei-me ao seu lado ficando de mãos dadas.

 
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