A casa abandonada
Publicado em 2013-06-04 na categoria Contos eróticos / Hetero


Erick tinha uma bela filha de 12 anos que se chamava Pamela. Ele era um pai muito protector e não deixava nenhum rapaz chegar perto da filha, tanto que ela estudava numa escola privada só para meninas, mas a Pamela sempre arranjava uma forma de poder ver alguns amigos.

Erick nunca a deixava sair sozinha de casa, ele dizia que era muito perigoso e que os rapazes eram muito abusados. Pamela sabia que o seu pai só queria o seu bem, mas ela não iria parar de ver os seus amigos só porque o seu pai não deixava.

Pamela todos os dias, antes do pai chegar, saía de casa e ia encontrar-se com os amigos, num local perto de sua casa. Tratava-se de uma casa abandonada senhorial muito grande que possuia um grande jardim morado á frente. A casa tinha a fama de estar assombrada, mas isso não impedia ou miúdos de entrarem na mesma.

Eles só conversavam e faziam algumas brincadeiras comuns entre as crianças, mas teve um dia mudou-se para o bairro uma nova família. Então um dia, um rapaz um pouco mais velho, juntou-se ao grupo. Ele chamava-se Miguel e tinha 16 anos e despertou a curiosidade das raparigas do grupo. Nesse dia eles continuaram a fazer as mesmas coisas de sempre, mas ele mostrou um especial interesse em Pamela.

Então, no dia seguinte, o tempo estava chuvoso. Ainda assim, encontraram-se todos na casa, entrando no grande hall da mesma, mas a trovoada e o medo fez com que todos preferissem ir-se embora dali. Já tinham brincado dentro da casa, mas não se atreviam a ir para as divisões mais escuras na cave, e o sótão, com os seus barulhos, mesmo durante o dia, metia receio.

Quando todos saíram, o rapaz novo agarrou Pamela por um braço, pedindo-lhe para esperar. Ela ficou. Ele mostrou intreresse para ver a casa e convidou-a para ir com ele. Os rapazes tinham-lhe falado dela, mas como nada lhe metia medo, ele queria conhecer o seu interior, então Pamela aceitou ir ver a casa com ele.

Quando já tinham visto a casa e se preparavam para sair da ultima divisão que entraram, um quarto, ele puxou a Pamela e pegou numa corda que ele improvisou do puxador de um cortinado velho. Então ele amarrou-a à cama e do corredor chamou pelo Ricardo e pelo Carlos, rapazes com quem ela costumava brincar. A Pamela no início achou que era algum tipo de brincadeira e estava calma, até que o Carlos começou a passar a mão na sua perna.

Pamela perguntou o que ele é que estava a fazer e ele mandou-a calar a boca. Pamela já estava um pouco assustada, então chegou o Ricardo e começaram os três a tirar-lhe a roupa. Ela começou imediatamente a debater-se e a gritar, mas em vão, e eles nem se preocuparam com isso porque sabiam que ninguém a ouvia.

Pamela  já estava completamente nua quando os dois rapazes começaram a ficar nervosos porque eles nunca tinham feito nada parecido antes, eles pensavam em desistir mas seria vergonhoso. Começaram a tremer. O Miguel percebendo a relutância dos dois perguntou o que é que se passava com eles. Responderam que estavam com medo e não queriam fazer mal à amiga.

Miguel perguntou-lhes então se eles não se sentiam atraídos por Pamela, era a rapariga mais bonita e boa de todas as suas amigas. De todas as raparigas do grupo, ela era de facto a que tinha um corpo mais desenvolvido e já tinha uns peitos bem salientes. Responderam que sim. Mas se dúvidas ainda tinham, o mais velho encarregou-se de os incentivar a avançar.

Disse-lhes que Pamela queria tanto aquilo como eles. Os seus argumentos eram fortes: ela fazia questão de estar sempre com eles, procuráva-os todos os dias. Também observou a forma como ela se vestia: uma saia que lhe chegava a meia da perna, deixando ver metade das suas grossas coxas e chamou-lhes a atenção para os peitos de Pamela que já sobressaíam bastante da sua camisa.

Para culminar e comprovar a sua teoria, mostrou-lhes como ela tinha aceite o seu "convite" para ir ver a casa. Era obvio que ele já tinha visto a casa e o convite era uma desculpa e ela sabia isso. Ela foi com ele porque queria estar com ele. E se queria ir com ele era porque queria algo mais.

Foram os três para a cama, onde Pamela chorava em silêncio. O Ricardo e o Carlos sentaram-se nas laterais, cada um prendendo uma mão de Pamela, depois do Ricardo, sentado sobre o seu ventre, a ter desatado. Ela voltou a gritar e a debater-se, então Ricardo deu-lhe duas fortes bofetadas na cara, fazendo-a ficar quieta. Naquele momento, completamente possuída por um sentimento de terror, apesar de ter parado de chorar, treme de forma incontrolada.

Ricardo coloca as suas mãos sobre os peitos de Pamela e começa a apalpá-los. Depois, ordena aos amigos para que façam o mesmo. Cada um deles, visivelmente a tremer, acaricia o respectivo seio. Enquanto eles a apalpam, Ricardo desliza para baixo, deitando-se sobre ela e mantendo o tronco erguido, segurando-se com as mãos no colchão.

Com os seus joelhos força a abertura das pernas de Pamela. Por muito que ela queira evitá-lo, já não tem forças para lutar mais. Limita-se a soluçar e chorar, esperando que um milagre a salve daqueler suplicio. Ricardo completamente tomado pela excitação, ignora o estado de sufrimento da menina e começa a esfregar o seu pénis nos lábios vaginais de Pamela.

Ajeitando-se, consegue encaminhar o seu pénis até à vagina, empurrando-o, força a entrada, fazendo Pamela fechar os olhos e gritar. Ele, sentindo o seu membro todo dentro dela, sorri enquanto olha para a reacção dela, sem se importar minimamente com o seu sufrimento.

Depois da primeira investida, faz questão de tirar o seu pénis da vagina para ver o resultado da sua acção. Mostrando-o aos amigos, estes vêm o membro do novo amigo coberto com manchas vermelhas. Volta a deitar-se sobre ela, fazendo os amigos soltarem os seus seios e volta a penetrá-la, obtendo um novo grito de Pamela.

Enquanto a penetra, as suas mãos apalpam constantemente os seus peitos. De vez em quando, diminui a intensidade das suas investidas para se curvar e chupar-lhe os seios. Sentindo-se satisfeito, volta a deitar-se sobre ela e continuando com o seu vai e vem enquanto lhe chupa o pescoço, até que com umas investidas mais prolongadas acompanhadas por uns gemidos, sinaliza a chegada do seu climax.

Dando-lhe umas investidas finais, ergue-se um pouco, encarando Pamela que continua a soluçar e a chorar compulsivamente para lhe dizer o quanto tinha gostado. Por fim, sai de cima dela, com um ar triunfal e de plena satisfação. Pamela, na cama, dobra-se sobre si mesma.

"Quem se segue?", pergunta a olhar para os outros dois. O Carlos aproxima-se, vira-a para cima com alguma dificuldade, abre-lhe as pernas e deita-se sobre ela, começando as suas tentativas para a penetrar, porém sem grande sucesso. É só com a ajuda da mão que consegue encontrar o orifício dela, encaminhando o seu pénis em direcção ao seu prémio.

Depois de alguns minutos em que a penetrou com relativa intensidade, enquanto as suas mãos percorriam todo o seu corpo, também ele gozou, soltando três prolongados gemidos de prazer. Pamela já não soluçáva nem chorava. Limitava-se a olhar fixamente para o tecto, como se estivesse alheada de tudo o que lhe estava a acontecer naquele quarto.

Quando o Miguel se aproximou dela, nem precisou de a colocar em posição, Limitou-se a deitar-se sobre ela, penetrando-a de imediato. Rapidamente começou com as suas investidas, enquanto lhe apalpava os seios e beijava os lábios, sem que ela reagi-se. Após uns minutos de plena acção, gozou entre intensos gemidos.

Satisfeitos, retiraram-se deixando Pamela sozinha no quarto. Meia hora depois, ela a custo, conseguiu levantar-se. Sentia-se suja. Foi com dificuldade que se vestiu e caminhou para o exterior. Ao chegar ao portão foi encontrada pelo pai que já a procurava. Não dizendo nada, mas adivinhando o sucedido, pegou-a em braços e com os olhos lavados em lágrimas levou-a para casa. Lavou-a, vestiu-a e deitou-a sem proferir uma única palavra.

Pamela por fim olha para o pai e em silêncio pede perdão. O pai dá-lhe um beijo na testa, diz-lhe que ela não tem culpa de nada. Dito isso, saiu de casa. Na sua mente já delineava um plano de vingança contra os três rapazes que viu sair da casa abandonada onde mais tarde iria encontrar a querida filha.

No dia seguinte, enviou uma mensagem de texto para cada um dos três, a partir do telemóvel da filha, pedindo para se encontrar com eles na casa e a uma determinada hora. Eles apareceram e para surpresa deles, foram recebidos pelo Erick que empunhava uma arma na mão. Depois de os amarrar e levar para o quarto onde violaram a filha, chamou três individuos.

Relembrou-lhes o crime que tinham cometido. Estes temendo pela vida, pediram perdão, mas em vão. Ele queria vingança e disse-lhes que com quem ferro mata, com ferro morre. Afastou-se dizendo os três homens que podiam começar. Estes aproximaram-se dos jovens, despiram-nos, colocaram-nos de bruços na cama e violaram-nos todos ao mesmo tempo sem qualquer contemplação, fazendo-os gritar e contorcer de dores.

Quando se retiraram, Erick aproximou-se dos três rapazes dizendo que estavam quites. Nesse mesmo dia, fez as malas e foi-se embora com a filha.

 
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