O assalto
Publicado em 2015-07-07 na categoria Contos eróticos / Fantasias


Todos nós temos as nossas fantasias. Algumas são concretizáveis, outra não. Eu tinha uma que era inconfessável. Excitava-me a ideia de ver a minha esposa a ser comida por outro homem, comigo ao lado a assistir e depois a participar. O problema era que ela não estava nada interessada em entregar-se a outros. Então, se esta fixação por si só já era excitante, começar a imaginá-la a ser forçada a fazer sexo com um estranho, excitava-me ainda mais.

Essa ideia já andava na minha cabeça há coisa de um ano. Mas antes de lhe propor essa minha fantasia procurei "apalpar terreno" primeiro, começando a meter nas nossas conversas a questão do sexo a três. Pretendia acima de tudo conhecer a opinião dele a este respeito, e esta não podia ser mais clara. Ela era completamente contra essas práticas. Perante aquela posição tão peremptória sabia que seria impossível fazê-la mudar de ideias.

Mas essa fantasia nunca saiu da minha cabeça. Cheguei mesmo a sonhar com isso. Então num belo dia, estava a almoçar com os colegas de trabalho e já depois, no exterior, sentados num bando de jardim situado à frente da nossa empresa e enquanto fumávamos um cigarro, um dos meus colegas fez questão de comentar alguns dos anúncios de sexo que vinham nas páginas de classificados.

Num desses anúncios, ele destacou um onde um casal oferecia os seus serviços. Nessa noite fiz uma pesquisa na internet, tendo encontrado vários sites de anúncios gratuitos onde encontrei alguns anúncios de casais. Uns ofereciam os seus serviços a damas, cavalheiros e casais, outros procuravam só raparigas, só casais ou só homens. Portanto, para além do sexo pago, havia gente que procurava sexo pelo prazer.

Vi ali a possibilidade de simular a minha fantasia. Não ia foder a minha mulher mas ia foder a mulher de outro com ele a ver. Arrisquei e telefonei para um anúncio onde um casal oferecia os seus serviços sexuais. No anúncio, o casal dizia que estavam com homens, mulheres e outros casais, além de que, tinham também a opção de podermos escolher estar apenas com um deles, isto é, trabalhavam em conjunto ou ela a solo.

Atendeu-me uma voz feminina. Pedi informações sobre as condições e estas foram-me muito amavelmente prestadas. então disse-lhe que tinha uma fantasia que não podia concretizar por isso pretendia simulá-la. Esta prontificou-se a realizá-la, caso esta não envolvesse nada de bizarro. Expliquei-lhe que a minha fantasia era ver a minha esposa a ser fodida por outro. Só de pensar nisso e de imaginar esse cenário, deixava-me tremendamente excitado. O problema era que a minha mulher não alinhava nessas ideias.

Ela deixou-me totalmente à vontade, dizendo que podia concretizar essa minha fantasia, fingindo ser a minha esposa, pedindo-me para lhe enviar por email um texto que servisse de guia para que ela e o marido pudessem representar os seus papeis. Assim, fiz, imaginei todo um cenário sobre como imaginava que as coisas poderiam acontecer e enviei-lhe o texto por email.

Ela respondeu-me no mesmo dia dizendo que eles aceitavam participar naquela peça. Para que a fantasia fosse o mais real possível, enviei-lhe uma fotografia da minha esposa para que se arranjasse de forma o mais parecida possível. A fisionomia dela era aparecida à da minha esposa, apenas um pouco mais baixa, ligeiramente mais forte e umas mamas também um pouco mais pequenas. De cara não tinham nenhuma semelhança, teria de usar peruca e não era tão morena.

Para dar maior realismo à cena, ela fez questão de alugar uma peruca quase exactamente igual ao cabelo da minha esposa e fez questão de fazer solário para ficar com um bronzeamento que simulasse a pele mais morena da minha esposa. E foi mais longe, agendou um encontro comigo num café onde se apresentou já de peruca e de óculos de sol. Com ela vinha o marido. Eles eram um casal relativamente jovem, não teriam mais mais de 30 anos.

Depois de conversarmos um pouco, onde houve uma grande empatia entre nós, ela deu a ideia de vestir um dos vestidos da minha esposa se assim eu quisesse. Achei a ideia interessante. Fiquei de o escolher e de o entregar no dia seguinte em casa deles. Deram-me a morada e despedimo-nos cordialmente.

Escolhi um vestido negro que a minha esposa usava em situações mais cerimoniosas. Era um vestido negro que ficava ajustado ao corpo (tinha uma certa elasticidade), o que permitia ressaltar as curvas femininas. Era de meia manga, tinha um generoso decote redondo e era bastante curto, deixando ver a maior parte das coxas.

Com a entrega do vestido, combinamos o dia, hora e local. Seria dois dias depois, pelas 21 horas e o local seria a loja da minha esposa. Ela gere um minimercado que ocupa todo o rés-do-chão de um prédio, ou seja, ocupa as duas lojas ligadas na parte posterior. A parte central era do prédio e compreendia o corredor da entrada do prédio, a caixa do elevador e o vão de escadas.

Regra geral a minha esposa fechava a loja às 19 horas. As funcionárias saíam 15minutos depois, mas ela permanecia até às 20, terminando de fazer as reposições em falta e fechando as contas do dia. A loja fica numa zona habitacional de grande tráfego de pessoas e carros. Felizmente esta não fica à face do passeio, mas depois deste, ainda há uma galeria, o que afasta ainda mais a loja da estrada.

O facto da loja ter a forma de um U, aquela ligação entre ambas as lojas ficava completamente fora do alcance da visão de quem passasse pela frente e olhasse para o interior. Como eu tinha um cópia da chave, também não haveria qualquer problema com a entrada.

No dia agendado, apresentei-me no local 5 minutos antes da hora marcada. Entretanto já tinha recebido uma mensagem de texto no telemóvel dizendo que já estavam a caminho. Chegaram cerca de 10 minutos depois da hora, desculpando-se pelo atraso com o trânsito. Disse-lhes que não havia qualquer problema e encaminhamo-nos para a loja.

Assim que chegaram e saíram do carro não pude deixar de admirar a mulher a envergar o vestido da minha esposa. Apesar de ser um pouco mais cheinha, estava muito longe de ser gorda, pelo que aquele vestido até que lhe ficava muito bem, e com ele, ela até parecia que tinha umas mamas maiores que as da minha esposa.

Depois de estrar, fechei a porta. Não tive que acender nenhuma luz porque ficavam sempre meia dúzia de luzes acesas. Dirigimo-nos para a zona que ficava escondida e enquanto nós ficamos num corredor, ela foi para o outro "arranjar" os produtos nas prateleiras. Nós colocamos umas meias de nylon na cabeça e o marido exibiu uma réplica de plástico de uma pistola e avisa-me:

- Vamos fazer isto com bastante realismo... Pega a arma! Ela vai ter uma palavra de segurança. Sempre que disser "alto", nós paramos e fazemos as coisas com mais calma, ok?

Aceno afirmativamente com a cabeça. Esperamos escondidos que ela se aproximasse até ficar a uns dois metros de nós. Eu aproveito o momento em que ela está de costas para nós, faço uma pequena corrida e com uma mão tapo-lhe a boca enquanto lhe encosto a arma à testa, ameaçando-a:

- Não te mexas... isto é um assalto...

Ela numa primeira reacção tenta tirar-lhe a mão da boca, mas entretanto chega o marido que lhe agarra as mãos, repetindo a minha ameaça. Apesar das nossas ameaças, ela debate-se com força ao mesmo tempo que grita, mas os seus gritos são contidos pela minha mão que os abafa por completo.

Ela não facilita as coisas, tal é a forma como luta connosco. Então o marido deu-lhe uma bofetada, avisando-a "Tá quietinha... tá quietinha ouviste?". Depois da bofetada pergunta "Queres levar mais? Queres levar mais? Queres?". Ele move a cabeça em sinal negativo. Virando-se para mim pergunta:

- Hummm... esta gaja é bem boa... vamos fodê-la?

Ela volta a reagir em pânico, o que faz com que ele lhe dê nova bofetada. Mas ela não se fica e continua a bracejar. Ele prende-lhe os braços e puxa-a para ele. Agora é ele que a prende com os braços atrás das costas, enquanto com a outra lhe tapa a boca.

- Que dizes sócio? Não gostavas de a foder? Aproveita que eu seguro-a para ti! - Diz ele.

Ela continua a debater-se, gritando "não" e estava quase a chorar. Para teatro, eles estavam a actuar com um grande realismo, apesar de algumas falhas. Mexia-se tanto e com tanto vigor que vez em quando deixava de ter a boca tapada e com isso, os seus "protestos" e "gritos" acabavam por seu audíveis, o que originava um misto de preocupação e sorrisos em todos nós.

Vê-la com aquele corpo juvenil a debater-se, deixou-me tremendamente excitado. Pouso a pistola de plástico numa prateleira e começo a apalpar-lhe aqueles volumosos seios ainda sobre o vestido. Já cansada, dá menos luta, limitando-se praticamente a suplicar para que paremos. Obviamente que as ignoro apesar de apreciar as suas expressões faciais e corporais de repulsa.

Agarro-lhe o decote do vestido e puxo-o para baixo até deixar os seus seios completamente a descoberto, só o soltando depois de os fazer sair para fora. Como ela não estava a usar sutiã, fiquei com aqueles dois enormes melões a apontar para mim, como que a pedir para que eu me atirasse a eles. E assim fiz. Olhando para aqueles enormes seios cheio de luxuria, começo primeiramente a apalpá-los com alguma delicadeza, mas apesar dela não estar a dar muita luta, ao ter que fazer um esforço para as ter nas minhas mãos, tenho que as apalpar com mais força.

Como ela não usa a palavra de segurança, continuo a apalpar-lhe as mamas ao ponto destes começarem a ficar algo avermelhadas. Logo de seguida, mantendo-as agarradas e a apalpá-las, prenso-as uma contra a outra chupando-lhe aqueles deliciosos bicos que rapidamente dão sinal de vida, crescendo e endurecendo.

Chupo e apalpo demoradamente aqueles enormes, redondos e perfeitos seios, com a marido sempre a incentivar-me e a dizer que também está a ficar louco de tesão e que a quer foder a seguir. Ela continua a debater-se mas sem grande convicção. Também os seus protestos são menores.

Apesar de os continuar a chupar, solto-os e as minhas mãos passam a acariciar-lhe o corpo, até que algum tempo depois subo-lhe a saia para lhe começar a acariciar a rata. Para minha surpresa, também não trás cuequinha, permitindo-me atacá-la de imediato. A minha primeira sensação foi perceber que ela tinha a rata completamente rapada. A segunda foi quando lhe enfiei os dedos nos lábios vaginais, sentindo-a completamente encharcada com os seus fluídos, tal era já o seu próprio nível de excitação.

Comecei a acariciá-la, enfiando-lhe os dedos de vez em quando, fazendo-a contorcer-se de prazer. Alguns minutos depois, enquanto eu me dispo, o marido fá-la deitar-se no chão. Deito-me sobre ela, encaixando-me entre as suas pernas e começo a esfregar a minha verga na sua rata até que encontro a sua gruta convidativa de tão quente e húmida que estava, empurrando de uma só vez tudo, entalando a minha verga toda dentro dela, obrigando-a com isso a soltar um sonoro gemido de prazer.

Logo de seguida começo com um rápido vai e vem tal é o meu estado de excitação, enquanto lhe vou apalpando as mamas e fazendo um linguado pelo seu pescoço. Entretanto o seu marido também se despe, ficando a admirar-nos enquanto se masturba de pé. Fofo-a naquela posição durante um bom tempo até que tenho que parar para não gozar naquele momento.

Mantendo a minha verga enfiada, ergo-me e sento-me entre as suas pernas, mantendo uma no chão e a outra no ar para poder continuar a penetrá-la, voltando a fazer o vai e vem, mas desta vez muito mais devagar. O marido baixa-se e volta a tapar-lhe a boca porque ela recomeça a protestar e quase a gritar, tendo o cuidado de não o fazer muito alto, prendendo-lhe também as mãos.

Nesta posição posso desfrutar daquela maravilhosa visão de ver a minha verga a entrar e a sair daquela ratinha aparadinha e apertadinha, tendo ainda a oportunidade de lhe ir acariciando as coxas. Apoiando-me com a mão esquerda no chão, posso ir regulando a intensidade das minhas investidas. No início faço-o vagarosamente, mas com o passar dos minutos e com a minha excitação mais controlada, começo a aumentar a velocidade do meu vai e vem, fazendo-a gemer de prazer.

Depois de ter estado um bom bocado naquela posição tive que mudar porque já estava a sentir caimbras nas minhas pernas. Faço-a virar de quatro e de joelhos posiciono-me atrás dela, voltando a enterrar-lhe a verga até ás bolas, fazendo-a gemer enquanto erguia a cabeça e arqueava as costas.

Apesar de ser algo cheinha, ela ainda tem umas belas curvas, não tinha aquele inestético pneu, nem tinha umas carnes flácidas, antes pelo contrário, notava-se que fazia ginásio. Também não lhe via sinais de celulite nas pernas ou nádegas. Era uma mulher robusta, com um bom físico e que sabia cuidar-se.

Enquanto a ia admirando, estocáva-a continuamente, umas vezes acariciando-a, outras simplesmente segurando-a e outras dando-lhe umas chapadas nas nádegas. Enquanto isso, o marido ajoelha-se também à frente dela, enfiando-lhe a verga na boca para que ela a chupe.

Fodi-a naquela posição durante tanto tempo que o suor já me escorria pela face e até já me doíam os joelhos, apesar de ter colocado a minha roupa por baixo. A minha respiração era também já ofegante e estava a ficar exausto. As minhas estocadas já eram mais espaçadas. O marido percebendo o meu estado, fez indicação de trocarmos de posições. Acedi. Passou ele a fodê-la enquanto ela me fazia uma deliciosa mamada.

Alguns minutos depois ele acelera as suas investidas até se vir enquanto a estocava, acabando por ficar um par de minutos estático com ela toda enterrada na mulher. Por fim deixa-a e senta-se no chão a descansar, enquanto olhava para a esposa em acção. Ele continuava a masturbar-me e a chupar-me com mestria, fazendo um movimento com a mão em forma de rosca.

Ao chupar, sinto a sua língua andar de um lado para o outro, lubrificando-me a verga enquanto os seus lábios faziam bastante pressão sobre ela, intensificando aquela "massagem" até que por fim, depois de um bom tempo naquilo, começo a sentir o meu climax a chegar. Inicialmente pensei em avisá-la, mas ela estava tão compenetrada naquele broche que optei por ficar calado.

Senti o meu leite a subir pela verga acima até começar a jorrar para o interior daquela boquinha quente. Antes do primeiro jacto, ela ia-me chupando e masturbando enquanto fazia um sobe e desce com a cabeça sobre ela. Assim que sentiu a primeira golfada, parou, mantendo apenas a ponta dentro da boca e os seus lábios continuaram bem fechados, apenas a sua mão continuava a masturbar-me enquanto eu jorrava todo o restante leite.

Por fim, aligeirou um pouco a pressão dos lábios, deixando o meu leite escorrer-lhe pelos contos da boca. Assim que terminei de ejacular, ela retoma com o sobe e desce, voltando a chupar-me novamente a verga durante uns dois ou três minutos. Enquanto eu gemia de prazer, fiz um esforço para continuar a olhar para ela enquanto me fazia aquele delicioso sexo oral. 

Por fim ergueu-se, olhando para mim com um sorriso nos lábios, por cujos cantos ainda lhe escorria algum do meu leite. Passa o dedo indicador pelos cantos, na direcção da boca, para o recolher e finaliza chupando o próprio dedo com um olhar desafiador, retirando-o muito devagar e pressionando o lábio inferior num movimento carregado de sensualidade.

Limpamo-nos e vestimo-nos enquanto íamos falando daquela experiência. A preocupação deles era que eu tivesse gostado e que a sua actuação tivesse sido o mais realista possível. Respondi que dificilmente poderia ser mais realista e que por momentos até parecia que a coisa era bastante real. Eles confessaram que a minha fantasia também os deixou excitados pelo que colocaram bastante realismo na sua actuação, o que por vezes pode levar a alguns exageros.

Despedimo-nos cordialmente mas, apesar de satisfeito, não me saía da ideia realizar esta fantasia usando a minha própria esposa...

 
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