Filmes caseiros...
Publicado em 2016-01-01 na categoria Contos eróticos / Incesto


Com o início do no ano lectivo, veio uma rapariga nova para a nossa turma, sentando-se na minha mesa. Distinguia-se de todas nós porque, além de ser brasileira, era mais alta que qualquer uma de nós e parecia ser também um pouco mais de idade. Era muito simpática e entre nós houve desde logo uma grande empatia, mas nunca imaginei que chegássemos onde chegamos...

Ela chamava-se Rosa e tinha mais dois anos do que eu (era da idade do meu irmão). Ela era mesmo muito linda, loira natural, olhos grandes, verdes e expressivos. Tinha umas belas curvas e uns peitos redondinhos e grandes para a média das raparigas da nossa idade.

Na verdade, havia uma ou outra rapariga que os tinha maiores, mas isso porque eram gordas e os peitos acompanhavam aquele excesso de volume corporal.

Ela foi de imediato o centro de todas as atenções, não só pela sua beleza natural, mas porque já se maquilhava e sobretudo, vestia-se muito bem, com roupas igualmente bonitas, chamativas e sensuais. Pode-se dizer que ela sabia o que tinha e sabia dar-lhe valor.

Entre nós houve logo uma grande empatia e tornamo-nos amigas de imediato. Naquela altura pensei que o interesse dela em mim era uma forma dela ter alguém que a ajudasse a enquadrar-se - como se uma rapariga como ela precisasse -, quanto a mim, sendo amiga dela, passava a ser também alvo da atenção dos rapazes.

Eu não me considero uma rapariga muito bonita, mas sei que estou longe de ser feia. No entanto, sinto-me prejudicada por ter de usar óculos, ser muito magrinha e não ter quaisquer atributos que façam os rapazes olhar para mim. Os meus peitos são muito pequenos e o meu rabo é também bastante pequeno. Para piorar tudo, pareço ter uma cara de menina, o que faz com que eu pareça ter menos idade que aquela que realmente tenho.

Normalmente isso é uma vantagem. Quem é a mulher que não deseja ter uma imagem mais jovial? Mas no meu caso, tenho quase 15 anos e quem olha paara mim dá-me apenas 12 ou 13.

Mas o facto de começar a andar com a Rosa, fez com que ela começasse a trabalhar a minha imagem. Pelo menos, comecei a vestir-me melhor porque ela cedeu-me algumas roupas dela que já não lhe serviam - apesar de magra, era um pouco mais forte fisicamente do que eu.

Quando ela veio para a nossa turma, nós já tínhamos mês e meio de aulas, pelo que, calhou-me a mim ajudá-la com a matéria atrasada. Isso fez com que estivéssemos muito mais tempo juntas, mesmo depois das aulas. E toda esta convivência fez-me perceber que ela era tudo menos normal.

Ela usava um smartphone top de gama. Achei isso normal, atendendo que era filha de um engenheiro. O que achei estranho nela era que utilizava muitas vezes a internet do telemóvel, pelo canto do olho cheguei a perceber que visitava uma páginas chinesas ou japonesas, mas quando a ouvi uma vez a falar num desses idiomas, questionei-a sobre isso. Se era brasileira, por que era que falava naquela língua?

Então explicou-me que de facto nasceu no Brasil, mas que há uns anos atrás a empresa do pai foi comprada por uma grande corporação japonesa. Com essa aquisição, eles foram viver para o Japão, tinha ela 12 anos de idade. Entretanto a empresa decidiu entrar na Europa e, por causa da língua comum, decidiram entrar por Portugal, montando aqui uma filial.

Uma vez que o pai dela era a pessoa mais habilitada e dominava os dois idiomas, veio chefiar o arranque da fábrica que a empresa abriu cá. Acabaram por optar por uma vila do interior porque as autoridades públicas ofereceram o terreno, benefícios fiscais e o preço da mão de obra era mais baixo. Em princípio só iam ficar cá um ano, depois, regressavam ao Brasil.

Estava explicado o motivo pelo qual ela falava em japonês e visitava páginas naquele idioma. No entanto, só dois ou três meses mais tarde, estávamos creio que em Fevereiro ou Março, ela confessou-me um outro segredo.

Eu já tinha reparado que ela por vezes estendia o braço com o telemóvel virado para ela, como se estivesse a tirar um selfie, mas se umas vezes tirava fotos, outras parecia fazer um vídeo porque falava em japonês e mostrava o que havia à sua volta. Sempre pensei que estaria a falar com amigos que deixou no Japão e estava a mostrar-lhes o local onde agora vivia.

Se no início achei perfeitamente normal, com o passar do tempo, estranhei que continuasse a fazê-lo, apontando muitas vezes a câmara para mim. Outro pormenor nela foi que começou a mostrar algum interesse pelo meu irmão, chegando mesmo a fazer-me um pedido bizarro: queria que eu tirasse uma foto ou de preferência, um vídeo, do meu irmão nu, no duche.

Esse estranho pedido foi o mote para querer saber se ele e eu já tínhamos feito alguma brincadeira mais intima. Respondi que não, mas ela insistia, dizendo que essas coisas entre irmãos era normal, confessando-me mesmo que ela tinha perdido a virgindade com o seu irmão mais velho.

Fiquei atónita. Primeiro, não sabia que tinha irmãos, depois, sabia que os pais eram divorciados e que ela preferiu ficar com o pai, depois do novo namorado da mãe ter tentado meter-se com ela. O irmão ainda vivia no Brasil, conjuntamente com a mãe

Não quis aprofundar aquela estranha história, mas como ela era bastante extrovertida, fez questão de relatar todos os pormenores. Tudo começou quando ela tinha apenas 11 e o irmão começou a apalpá-la na brincadeira. No início ela não gostava e batia-lhe, mas uma vez o irmão, aproveitando que estavam sozinhos em casa, aproveitou o facto dela estar deitada de bruços na cama a teclar no seu portátil, agarrou-a, prendendo-a e masturba-se sobre as suas nádegas, tudo sem tirar a roupa. Ela protestou mas de nada lhe valeu.

Ele voltou a repetir aquilo uma e outra vez, não se importando das suas ameaças de que ia contar tudo aos pais. Ela não só acabou por nunca dizer nada, como até começou a gostar, ficando mesmo excitada. E se no início, esfregavam-se um no outro sem tirar qualquer peça de roupa, aos poucos, começaram a acariciar-se por baixo dela e daí a estarem completamente nus foi rápido.

A partir daquele ponto, apesar deles assegurarem um ao outro que nunca o iriam fazer, o calor do momento acabou por falar mais alto e ele penetrou-a, tirando-lhe a virgindade. E gostou muito porque o irmão tratou-a muito bem, preocupando-se sempre com ela, com o seu bem estar e com o que ela estava a sentir. Se ela tivesse perdido a virgindade com outro rapaz, tinha a certeza que ele não teria tido iguais cuidados...

Depois questionou-me se o meu irmão nunca tinha tentado nada comigo. Respondi que não, apesar dela duvidar.

Também salientei que ainda era virgem, o que lhe motivou grande interesse, dizendo que queria ser a madrinha da minha desfloração. Aquilo assustou-me, mas ela tranquilizou-me dizendo que ia fazer de mim uma mulher... como ela!

"Ou não gostavas de ser como eu?", perguntou. Era óbvio que eu gostava de ser como ela...

Entretanto, lá acedi a fazer o que ela queria. Aproveitei um dia em que ele foi tomar banho e não estava ninguém em casa. Como ele fazia questão de ouvir música durante o banho, pude abrir a porta, muito devagar, deixando uma frincha através da qual fiz uma gravação vídeo com o meu telemóvel.

Quando mostrei o vídeo à Rosa ela ficou muito satisfeita, dizendo que o meu irmão era um "pão" e que tinha um "bom cacete"! O meu irmão era realmente um rapaz bem constituído, ou não fosse ele um desportista. Jogava à bola nos juniores da equipa local.

Ela começou a andar com o meu irmão, saindo com ele aos fins de semana, confessando-me logo após a primeira saída deles que tinham ido para a cama. Aquilo escandalizou-me, mas fiquei impressionada com a naturalidade com que ela fazia e falava de sexo.

Até que certa vez, contou-me um segredo. Ela tinha um site pessoal, todo ele em japonês, onde se exibia a masturbar-se ou a fazer sexo. Os japoneses registavam-se naquele site e pagavam uma mensalidade para poderem acompanhar as aventuras dela. Aquilo era uma espécie de diário da vida dela. Além dos conteúdos gravados, fazia shows pela webcam ou vídeos a pedido, sendo estes serviços pagos à parte.

Mostrou-me os dados do tráfego das visitas, mais de 700 por dia e tinha quase 6 000 registos (pagantes). O pacote mais barato era de 3€ por mês, portanto, ela facturava, no mínimo, 18 000 € por mês! Era muito dinheiro por causa de uns filmes caseiros!

Ela explicou-me que actualmente a maioria dos consumidores de sexo virtual preferem o sexo amador ao profissional porque é mais natural, não é tão mecânico com aquelas posições forçadas. Eles querem ver coisas mais realistas, rapazes e raparigas iguais a eles e não estrelas porno cheias de silicone.

Mostrou-me alguns dos seus vídeos, deixou-me assistir a alguns dos seus shows - apesar de eu não perceber nada do que diziam -, e por fim, fez-me uma proposta que me apanhou completamente de surpresa.
Queria fazer um vídeo comigo a perder a virgindade!

Respondi logo que não, mas ela assegurou-me que o vídeo só seria visto no Japão. Por outro lado seria um vídeo especial, no formato pay-per-view, isto é, para o verem, além de estarem registados, tinham que pagar um extra. E segundo ela, um vídeo de uma ocidental com corpo de menininha a fazer sexo, mas principalmente a fazê-lo pela primeira vez, valia ouro.

E mais! Todo o lucro obtido com as visualizações do meu vídeo seria para mim! Garantiu-me que eu podia facturar em menos de uma semana, mais de 30 000 euros! Ou seja, eu podia ganhar numa semana, aquilo que os meus pais juntos ganhavam em 2 anos! E aquilo era a previsão só da primeira semana...

A ideia de ganhar tanto dinheiro deu-me a volta à cabeça, mas gravar a minha desfloração? E com quem? Ela tranquilizou-me dizendo que arranjava um parceiro que garantiria o segredo! Mas não me disse quem. Disse-lhe que ia pensar, mas ela tanto insistiu que acabei por aceitar. Como ela dizia, afinal, sempre iria perdê-la mais tarde ou mais cedo e sem receber nada em troca...

Fiquei surpreendida quando ela me disse que já tinha os pré-registos necessários para facturar aquele montante que me tinha falado. Afinal, dos vídeos que fez e das fotos que tirou minhas e de nós as duas, fez uma montagem onde anunciava que eu brevemente ia perder a virgindade. Mostrou-me até o vídeo que já tinha muitos comentários, apesar de eu não perceber nenhum.

Ao voltar ao vídeo, vi parte da gravação que fiz ao meu irmão no banho. Questionei-a por que razão tinha ela incluído o meu irmão no vídeo ao que muito calmamente me disse:

- É com ele que vais perder a tua virgindade...

- Estás maluca? - Perguntei - Nem pensar!

- Então?... Já te esqueceste que eu própria perdi a minha com o meu próprio irmão? Quem melhor para te tratar bem e manter o teu segredo?

- Mas o meu irmão? Achas que ele aceitava uma coisa dessas?

- Acho...

- Eu não acredito no que estou a ouvir... achas mesmo que ele aceitava participar nisso?

- Tanto aceitava que... aceitou!

- O quê? os olhos do seu pénis

- Isso mesmo que tu ouviste... fiz-lhe a proposta e ele aceitou...

- Não acredito... não acredito...

- Acredita... podemos fazer o vídeo hoje mesmo... vou chamá-lo...

- Não!

Ela não me dá ouvidos e liga para ele.

- A tua irmã está pronta, podes vir ter connosco à minha casa?... Ok, até já.

Fiquei muito nervosa. Ela liga o seu portátil que está sob um aparador e coloca uma webcam ao lado. Depois pede-me para que a acompanhe à cozinha que é contígua à sala, servindo-me um copo de vodka. Bebo um e depois outro, ambos num único gole. Enquanto isso, ela vai falando para mim em português e para a câmara em japonês.

- Por que estás a falar em japonês? - Pergunto.

- Estamos a gravar e a transmitir em directo para alguns clientes...

Entretanto chega o meu irmão. Nota-se que estamos ambos nervosos, mas eu sinto-me mais constrangida. A Rosa faz-me virar de costas para o meu irmão, fazendo-me inclinar um pouco sobre o balcão e tira-me apenas as calças. Eu vou olhando sobre o meu ombro, vendo o meu irmão a acariciar o seu membro ainda dentro das calças.

Ela diz-lhe para o tirar para fora e ele assim faz, expondo aquela enorme vara, começando a masturbá-la lentamente. Ela vai falando em japonês como se estivesse a fazer um relato. Eu não conseguia desviar o olhar do seu pénis, era mesmo grande.

Enquanto ele continua a masturbar-se, ela baixa-se atrás de mim, pede-me para manter a cara virada para a webcam, afasta a minha cueca e começa a lamber-me a chaninha. Fecho os olhos e limito-me a gemer de prazer. Ela faz-me um delicioso minete até achar que estou pronto, depois chama o meu irmão.

Ele vem com aquele impeto de enfiar logo, mas ela trava-o dizendo que naquele momento, ele tinha que pensar em mim e só em mim primeiro, então depois, tinha o seu merecido prémio. Ela própria agarra-lhe o membro e começa a esfregá-lo nos meus lábios vaginais, para cima e para baixo durante um ou dois minutos.

Então, espreitando para controlar tudo, e sempre a falar em japonês, começa a enfiá-la em mim, Senti uma forte dor, tentando fugir, mas já estava entalada contra o móvel, pelo que limitei-me a agarrar-me com força ao tampo enquanto arqueava as costas, fechava os olhos com força, cerrava os dentes e gemia de dor, chegando a ficar mesmo em bicos de pés.

Ele continuou a empurrar até ao fundo, obrigando-me mesmo a soltar um pequeno grito. Ela depois fá-lo tirar tudo para mostrar que estava ensanguentado. Tira a minha cueca manchada e a seguir, deu-lhe carta branca para me penetrar e fazer sexo comigo. Eu continuava apenas vestida com a camisa que ele trata de tirar. Depois, entre as suas estocadas, vai-se despindo também até ficar também nu.

Ele penetra-me naquela posição durante um bom tempo, até que a Rosa chama-nos para o sofá. Junto à webcam, aponta-a para nós, acompanhando o nosso "passeio". Deito-me do sofá já de pernas abertas e espero que ele se deite sobre mim, o que faz logo de seguida voltando a penetrar-me.

O seu membro é tão grande que chega a magoar-me um pouco. Peço-lhe para não enfiar tanto, mas a Rosa incentiva-o:

- Fode-a com força!

- Aaaiiii... está a doer... aaaaiiii... - queixo-me uma e outra vez.

Mas a Rosa insiste para aguentar que breve vou ter o meu prémio. Não estava enganada porque alguns minutos depois comecei a gemer, quase a gritar, de prazer. Aquele orgasmo foi tão intenso que o meu irmão não aguentou mais e avisou que se ia vir também.

- Não tires! Não Tires! - Avisa a Rosa.

- O quê? - Pergunto alarmada.

- Não te preocupes, deixa-o vir-se dentro de ti, depois tomas as pílula...

Ele começa logo a urrar de prazer enquanto faz umas penetrações mais estocadas. Já depois de termos ambos gozado, e após ele sair de cima de mim, ela pede-me para ficar como estou, filmando-me a chaninha.

- Eles querem ver o leite dele a escorrer para fora... - Diz...

Depois afasta-se e faz outro pedido:

- Agora quero que lhe chupes a verga... vá vamos...

No início não reagi, mas depois, sem tentar pensar no assunto, enfio o membro dele na boca e começo a chupá-lo ainda duro. Ele chega a perder algum do seu vigor, mas alguns minutos depois volta a ficar duro e fizemos sexo pela segunda vez, começando comigo de quatro.

Depois, já na posição do missionário, ela quis que nos beijássemos. Fazer sexo com o meu próprio irmão era uma coisa, mas beijá-lo era outra. Não me sentia à vontade, mas ela insistiu tanto que acabei por fazê-lo. Não foi bom nem foi mau. Foi um beijo estranho. Mas com o tempo, esqueci que estava a beijar o meu irmão e já o fazia sem quaisquer receios ou pudores.

- Para finalizar em beleza, quero que te venhas na boca da tua irmã! - Diz ela.

Ele continuou a estocar-me até chegar perto do seu climax. Então segundos antes de se vir, tira-a, desliza até à minha cara e enfia-a na minha boca, continuando com o vai e vem até fazer jorrar todo o seu leite que expulso pelo canto da boca.

A Rosa finalizou o vídeo com um grande plano da minha cara.

O vídeo foi um sucesso e àquele, seguiram-se outros, uns com o meu irmão, outros só com a Rosa e outros com nos os três. Segundo me contou, os japoneses tinham ficado encantados com a minha figura de menina adulta. Enquanto ela esteve cá, fiz mais de duas dezenas de vídeos caseiros, ganhei uma pequena fortuna e fiquei com excelentes recordações daquelas aventuras proibidas...

 
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