Não aguentei e dei para o meu filho
Publicado em 2016-08-25 na categoria Contos eróticos / Incesto


Chamo-me Fernanda. Sou divorciada e apesar dos meus 41 anos procuro ter um físico cuidado ou não tivesse eu interesse em encontrar um parceiro, Comecei por ser uma amiga colorida do Cláudio, um empresário também divorciado, de 65 anos de idade, que me satisfazia na cama, mas que começou a preferir mulheres mais novas, deixando-me a passar "fome". Até que em desespero de causa, dei para o meu filho.

Iniciei-me sexualmente muito nova, com apenas 11 anos de idade. Foi um vizinho, um pouco mais velho do que eu que me tirou a virgindade. Aconteceu durante os quentes meses das férias de verão. Primeiro começamos apenas com umas brincadeiras diárias mais os menos inocentes, mas aos poucos estas foram tornando-se mais intimas até que aconteceu.

Era a nossa primeira vez e não correu muito bem. Apesar das atrapalhações e do nervosismo, no fundo, até foi uma boa experiência, ficando no ar o desejo de experimentar outra vez, e outra. E no dia seguinte, só o fizemos uma única vez porque o meu vizinho já não tinha mais camisinhas.

O que eu não sabia é que depois de me ter comido, esse meu vizinho fez questão de se vangloriar do seu feito aos amigos, pelo que passei a ser muito desejada e cobiçada lá no bairro.

Como adorei aquelas primeiras experiências, tive desde logo curiosidade em saber como era fazer sexo com rapazes diferentes, por isso, permiti que me "comessem", desde que, trouxessem a respectiva camisinha. Apesar de tudo, eu tinha cabecinha e consciência que podia engravidar e se tal acontecesse, pensava eu que os meus pais matavam-me.

Entretanto, ainda naquele primeiro ano,  tive que por um travão á minha luxuria porquanto percebi que estava a passar a ideia que era uma rapariga fácil. No liceu já se comentava que eu tinha ido para a cama com todos, menos com o pai natal. Era obviamente um exagero, mas o receio disto chegar aos ouvidos dos professores e destes aos meus pais, levou-me a ser mais ponderada.

Continuava a adorar fazer sexo, continuava a desejar fazer sexo, mas agora só o fazia com um rapaz de cada vez, isto é, primeiro assumia um namoro e só depois é que abria as pernas. Tive muitos namorados na minha adolescência. Os meus namoros iam de duas semanas a pouco mais de dois meses.

Mas com o avançar da idade, os namoros tornaram-se mais longos, se bem que dificilmente ultrapassavam um ano de duração.

Aos 20 apaixonei-me verdadeiramente e tive a minha primeira filha. O meu namorado deixa-me poucos meses depois e passo a ser uma mãe solteira. Mas os namoros continuaram e num descuido, voltei a engravidar, tinha então 22 anos acabados de completar. Foi outra menina.

Como não há duas sem três, um ano depois voltei a ficar grávida. Desta vez não foi um descuido. Eu tomava a pílula diariamente, mas um outro medicamento que tomei cortou o efeito da pílula e tive outra rapariga. Parecia um castigo. Como eu tinha sido uma libertina, o destino dava-me filhas para eu pagar por toda a minha libertinagem.

Deixei as pílulas e regressei às origens. Foder só com camisinha. Não sei como aconteceu, mas voltei a engravidar, contava então 27 anos de idade. Desta sorte, tive um rapaz.

Como vinha de uma família humilde, não tinha muitas posses para educar os meus 4 filhos, pelo que, quando chegaram à idade escolar, enviei-os para um colégio religioso em regime de internato.

Entretanto as raparigas estão todas no universidade. O rapaz estudou até ao 9º ano de escolaridade e não quis continuar os estudos, preferindo trabalhar, pelo que, veio para casa enquanto se pensava no que fazer.

Eu andava meio envolvida com um senhor de idade. Chamava-se Cláudio e era um empresário local. Eu sabia que ele tinha outras "amigas coloridas", mas não reclamava, por um lado, por causa da minha idade, já que as outras eram mais novas, mas porque ele era um bom partido. Ajudava-me financeiramente.

Só que ele começou a visitar-me muito esporadicamente. Senti a falta de sexo. Ligava-lhe e quase tinha que implorar para que ele me visitasse. Eu que nunca tinha passado mais de um mês sem sexo, já passava fome há mais de três. Como é fácil adivinhar, eu já andava a subir pelas paredes.

E o meu filho veio para casa na pior altura...

O facto de não fazer sexo e adivinhando que a minha relação com o Cláudio não tinha grande futuro, comecei a vestir-me de uma forma mais provocadora para ver se arranjava um novo parceiro. Apesar de tudo eu não estava desesperada ao ponto de me deitar debaixo do primeiro homem que aparecesse.

Como estávamos em pleno verão, lembrei-me de ir passar férias à Figueira da Foz. Foi uma decisão repentina, chamei o meu filho, mandei-o fazer uma mochila com alguma roupa, preparei uma pequena mala, meti-me ao volante e rumei ao litoral.

A viagem foi longa e demorada, durante a qual, mentalmente imaginava vários cenários. Ficávamos hospedados numa residencial, porque era mais barato. Cada um no seu quarto. Dava liberdade ao meu filho para ir para a noite e eu aproveitava para fazer o mesmo. Acreditava que não teria dificuldade em arranjar sexo.

Tivemos que parar pelo caminho para jantar. Aí aconteceu algo estranho. O André e eu sentamos-nos frente a frente, mas ao fazê-lo, inclinei-me ligeiramente para a frente e ao olhar para a frente vi o meu filho a olhar para o meu generoso decote.

Eu envergava uma blusa fresca e bastante decotada, o que mostrava uma boa parte dos meus volumosos seios. Importa não esquecer que fui mãe de quatro filhos. Acresce que alguns anos após o nascimento do André, fiz uma operação estética onde aproveitei para os subir, já que estavam muito descaídos. Como resultado, tinha umas autenticas prateleiras.

Inicialmente vi aquilo com naturalidade. É meu filho, mas também é "homem", pelo que é natural que olhe para os atributos de uma mulher, mesmo que ela seja a sua mãe. Depois, ele não tem culpa de eu andar tão descapotável, se bem que a minha intenção não era provocá-lo ou excitá-lo a ele.

Mas nos minutos seguintes, apanhei-o várias vezes perdido a olhar para o meu decote. Ao invés de me sentir incomodada, sentia-me antes lisonjeada.

Nesse momento chega o empregado com a comida. Sentindo-me divertida com o seu pouco à vontade, provoquei-o dizendo-lhe o quanto era bonito e que ia conquistar muitos corações naquela semana. Vendo que continuava a olhar dissimuladamente para o meu decote e desinibida pelo vinho que já tinha bebido, às tantas disparei:

- Gostas dos meus seios?

Sentindo-se apanhado, ficou com uma expressão comprometida, sem saber o que responder. Sorri e voltei a perguntar:

- Achas que a tua mãe tem uns seios bonitos?

Talvez com receio, não responde, limitando-se a dizer que sim com a cabeça, com um movimento afirmativo único e sem olhar para eles novamente. Então tranquilizo-o:

- Não tenhas medo de responder... nem de olhar... o que é bonito é para se ver, não achas?

- Sim...

Inclino-me um pouco sobre a mesa e na direcção dele e em voz baixa, olhando na brincadeira para ambos os lados para ver se ninguém nos ouvia, voltei a perguntar:

- E então... a tua mãe tem umas mamas boas?

- Sim...

Durante a sobremesa, notei que ele procurava evitar olhar para o meu decote mas não toquei no tema para não o deixar mais constrangido.

Depois regressamos à estrada, só chegando à cidade já noite. Começamos a procurar hospedagem mas junto à praia estava tudo cheio. Por fim encontramos um pequeno hotel já na periferia da cidade que só tinha um quarto com duas camas individuais disponível.

Como já era quase meia noite e não queria continuar à procura, fiquei com aquele. Instalamos-nos e o André foi tomar um duche. Entrei no wc para pousar a bolsa da higiene pessoal e o André tapou-se instintivamente.

- Oh... o que é isso?... Tens vergonha da tua mãe?...

- Desculpa...

Puxo-lhe de repente a toalha, deixando-o novamente nu. Uma vez mais, instintivamente tapa o sexo com as mãos...

- Então, o que é isso? Achas que nunca te vi nu?...

- Não é isso... mas...

- Bem... deixa lá isso e toma o duche porque também estou a precisar de um... ui... este calor é infernal...

Ele toma o duche dele comigo no wc a olhar para ele, elogiando-o. Ele era um rapaz bem parecido, com um bom físico e exibindo um bom material. Tinha a quem sair, lembro-me perfeitamente que já o pai era bem avantajado.

- Tens aí uma bela salsicha!... As raparigas nem imaginam a sorte que vão ter...

Ele procurava ignorar-me enquanto terminava o seu banho. Não evitei sentir-me um pouco excitada com aquela visão. Foi inconsciente e achava eu que natural e inocente pelo que não lhe dei importância. Nisso e sem ponderar os meus actos, comecei a despir-me, apressando-o para terminar porque a seguir ia eu.

Ele sai da banheira, evitando olhar para o meu corpo. Ao passar por mim, dou-lhe uma bofetada numa nádega, dizendo:

- Rabinho jeitoso...

Ele sorriu. Era uma brincadeira nossa de quando ele era miúdo. Fica a limpar-se no wc enquanto eu começo a tomar o meu duche. Ao virar-me apanho-o em flagrante a olhar para mim. Como que acordando do seu transe, prepara-se para sair do wc quando o chamo:

- André faz-me um favor... passa-me o gel de banho nas costas...

- Mas vou-me molhar...

- Limpas-te outra vez...

Ele acede e entra para a banheira, começando a passar o gel pelas minhas costas. Então peço-lhe para o espalhar com uma massagem para me ajudar a relaxar. Aquele toque deixa-me cada vez mais excitada.  Começo a sentir que não vou conseguir passar aquela noite sem fazer sexo, nem que tenha que me atirar ao rapaz que estava na recepção e que me lançou um olhar de desejo.

Ao pensar nisto sinto um delicioso arrepio percorrer-me o corpo, dos pés à cabeça, o qual faz-me recuar um passo enquanto a minha pulsação e respiração disparam. Ao fazê-lo o meu corpo toca no do André e consigo perceber a sua erecção. Senti um novo arrepio a percorrer-me o corpo, mas este bem mais intenso. O meu coração dá um tal sobressalto que parece que me vai sair pela boca.

Instintivamente viro-me, olhando directamente para o meu membro, que apesar de estar tapado pela toalha, percebe-se perfeitamente o seu volume. Não sei o que teria feito em condições normais, mas naquele momento, as condições eram tudo menos normais. Eu estava fora de mim.

Sem pensar no que fazia, estendi a mão e arranquei-lhe a toalha do corpo. Ao ver aquele membro erecto, a pulsar à minha frente eu quase desmaio, chegando mesmo a cambalear um pouco. O meu filho fica preocupado.

- Estás bem mamã?

- Sim filho... é o calor...

O meu coração bate-me tão depressa no peito que parece que vai rebentar. Tenho uma vontade louca de lhe saltar para cima, mas tento controlar-me, limpando-me na toalha nervosamente. Mas não resisto a perguntar:

- Estás assim por minha causa?...

- Desculpa... eu não queria...

- Gostavas de fazer amor comigo?...

- N-n-não...

- Não?... Não é isso que isso mostra...

Ao dizer isto aponto para o seu pénis erecto. Ele engole em seco e não me responde.

Pego-lhe pela mão e levo-o para o quarto, fazendo-o deitar-se na cama. Sem proferir qualquer palavra, deito-me ao lado dele e agarro-lhe o membro, começando a esfregar a minha nele, fazendo-o fechar os olhos e suspirar de prazer. Mas foi quando o enfiei na boca e o comecei a chupar que ele gemeu verdadeiramente de prazer, contorcendo-se na cama.

Faço-lhe um broche tão intenso que em poucos minutos faço-o vir-se para a minha boca, continuando a mamá-lo. A primeira golfada de leite saiu com tal velocidade que foi direitinha para a minha garganta, obrigando-me a engoli-lo. Consegui controlar as seguintes, parando os movimentos de sobe e desde e mantendo os meus lábios parados em torno da cabecinha, enquanto o ia masturbando com uma mão.

Comecei a acumular o leite na minha boca, mas era tal a sua quantidade que depressa fiquei com ela cheia. Naquele momento só pensei que se abrisse a boca ia manchar os lençóis onde depois íamos dormir. Instintivamente parei de o masturbar, para me concentrar e comecei a tragar tudo até ficar com a boca vazia para voltar a chupá-lo, apesar de já não estar a jorrar mais leite.

Depois de lhe dar um breve banho de língua, de tão sensível que estava o seu membro, ele afasta a minha boca e faz-me um pedido:

- Mamã... posso beijar-te aí em baixo?...

Sorri, deitei-me e abri as pernas. Achei piada, mas gostei muito da forma como ele me pediu para me fazer um minete.

Não tive que lhe fazer nenhum pedido especial. Deixei-o fazer o que lhe apetecesse. E ele surpreendeu-me com a forma como me lambia e chupava, como me acariciava e enfiava os dedos na minha grutinha completamente encharcada.

Ele fez-me um minete tão demorado e assombroso que também eu não demorei muito a gozar um maravilhoso orgasmo, o qual foi sobremaneira intensificado por ele continuar a estimular-me o clitóris enquanto eu me vinha, contorcendo-me na cama enquanto cravava as minhas unhas nos lençóis. Não consegui mesmo evitar soltar um grito de prazer.

Então surpreende-me com o seu pedido seguinte:

- Mamá... vira-te...

Ainda com a respiração ofegante fico momentaneamente paralisada, tal foi a minha surpresa. Ele fica também na expectativa da minha reacção, percebendo-se que tinha ficado com algum receio da mesma. Vejo que ele está outra vez de pau feito. Finalmente sorrio e satisfaço o seu pedido, virando-me e colocando-me de quatro, com as pernas abertas, esperando pelo seu engate.

Naquele momento a minha loucura era total, não tinha limites. Por um lado, estava super excitada porque ia finalmente ser possuída, por outro, porque estava a fazer algo tão, mas tão errado e proibido...

Ele posiciona-se atrás de mim e sem qualquer dificuldade aponta a sua verga. Sinto-a posicionada à entrada da minha vagina e finalmente a ser empurrada até às bolas, para logo depois começar a fazer um intenso vai e vem, não demorando muito a arrancar-me outro orgasmo.

Ao ver-me gozar, aumenta ainda mais a cadência dos seus movimentos até que alguns minutos, também ele acaba por se vir dentro de mim.

Terminamos abraçados, acariciando-nos.

- Minha nossa... o que é que nos fizemos?... Onde é que eu tinha a cabeça?...

Apesar dos meus constantes lamentos, continuamos abraçados e a trocar carícias, até que, recuperado do seu período refractário, ele volta a ter um nova erecção. Assim que me apercebi da mesma, deslizo para cima dele e fazendo uma espécie de dança do ventre, consigo encaixar o seu membro dentro de mim, começando a cavalgá-lo até voltarmos a gozar quase em simultâneo.

Passamos a noite toda acordados. Já madrugada, tomamos um segundo duche e fizemos novamente amor na banheira. De volta à cama, acabaríamos algum tempo depois a fazer amor, sendo que desta vez, fizemos-lo de forma mais calma e demorada. Confesso que há já muitos anos que não fazia uma directa e ainda mais, uma directa a fazer sexo toda a noite!

Já era dia quando finalmente nos levantamos da cama para irmos tomar um novo duche. Fomos tomar o pequeno-almoço perto das 10 e depois, fomos fazer praia. Procuramos propositadamente uma zona onde houvesse menos gente. Estendi as toalhas na areia enquanto ele colocava o pára-vento em forma da L. Depois abri o pára-sol e coloquei-o numa posição bastante baixa. Parecia que estávamos numa espécie de iglo.

Ainda estou semi-deitada na toalha a posicionar o pára-sol quando sinto o meu filho a agarrar-me por trás, esfregando o seu membro já bem duro nas minhas nádegas. "Sou toda tua!....", pensei. Deito-me de lado, voltada para fora e dou-lhe liberdade de acção...

 
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