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Apanhado - parte 2Publicado em 2017-08-21 na categoria Contos eróticos / Incesto
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Cristina não cabe em si tal é a revolta que sente dentro dela e com ela própria. Perguntava-se uma e outra vez como é que tinha permitido que aquilo acontecesse. Com o próprio filho? "Eu só posso estar maluca, só pode", pensava. E perguntava-se "E a partir de agora como é que cara vou enfrentar o meu filho?". Tinha cometido um terrível erro e agora tinha que lidar com as consequências da sua fraqueza...Ainda andava ela a dar voltas à cabeça com o sucedido e toca o telemóvel - Sim mana, diz... - Cristina, importas-te que fique esta noite aí? - Não, mas... porquê? O que que se passa? - Discuti com o Jorge... outra vez... - Para não variar (risos)... Não era claramente um bom dia para a irmã vir lá a casa, face ao seu estado alterado, mas não podia deixar a irmã na mão. Desce à cozinha e avisa o filho: - Rui... a tua tia vai dormir cá em casa... - Ok mamã... - Sobre aquilo que aconteceu... temos que ter uma conversa muito séria meu menino... vai para o teu quarto... ainda vou pensar no teu castigo... Rui sai da cozinha em silêncio, deixando a mãe a tratar da loiça. Começa a pensar no sucedido, mas não tem como se enganar, no fim de contas, o que o filho fez em nada se compara ao que ela própria fez. Foi ela quem tomou a iniciativa, não ele. O filho limitou-se a espreitá-la. Foi ela que forçou o sexo entre eles, portanto só havia uma grande culpada! Então a sua mente começa a divagar para o que fizeram e isso começou a deixá-la novamente excitada. Tenta esquecer aquilo, mas por mais que queira, aquelas imagens não lhe saem da cabeça. Só de pensar no prazer que sentiu, começa a sentir suores. Entretanto, chega a irmã, Susana, ajudando-a assim a distrair-se com outra coisa. Depois dos cumprimentos, vão ambas para a sala, sentam-se no sofá e conversam sobre os problemas da irmã. Cristina também tem os seus, mas nem se atreve a falar neles. Mas após muito desabafar, Susana pergunta: - O que é feito do meu sobrinho que ainda não o vi? - Está no quarto... - Chama-o, quero cumprimentá-lo... Entretanto toca o telemóvel da irmã que ao olhar para o ecrã, comenta: - Uuuuuiiii... isto vai demorar... - Quem é? - É o Jorge... - E atende. - Eu vou chamar o Rui - Diz Cristina com gestos labiais. Susana acena afirmativamente com a cabeça mas faz um gesto com a mão, como que dizendo, vai, vai... Cristina sobe a escadaria e dirige-se para o quarto do filho. Abre a porta sem bater e fica perplexa com o que se depara. O filho está completamente nu à frente do monitor do computador, a masturbar-se. - Mas o que vem a ser isto? - Diz ela entrando, fechando a porta atrás de si e dirigindo-se até ele. Ele fica petrificado, segurando a sua verga bem dura na mão. Assim que Cristina chega perto dele com a mão no ar, ameaçando bater-lhe, reconhece um som que vem das colunas do computador e ao olhar na sua direcção, quase desmaia. A pequena câmara que o filho tinha colocado no wc tinha gravado tudo e agora ele estava a masturbar-se vendo-os juntos. A sua luxuria tinha sido tanta que nem se lembrou que ele podia estar a gravar tudo. - Tu... Tu... Eu não sei o que vou fazer contigo... - Podias repetir o que fizemos no banho... - O quê?!... Estás maluco?... Apesar da sua revolta, aquelas palavras do filho mexem com ela. O seu coração dispara automaticamente e naquele preciso instante começa a sentir-se molhada lá em baixo. "Como é que isto é possível?", pergunta-se. Para piorar tudo, o filho está ali, todo nu, com aquele belo exemplar rosadinho na mão. Sente um desejo irresistível de voltar a sentir o seu calor, a sua dureza, de engolir toda aquela verba. Tenta lutar contra aquele desejo. - Vá lá mamã... volta a chupar-me... - Não... não... não... aquilo foi um erro... não... Leva a mão á testa, continuando em negação, mas o filho aproxima-se dela, repetindo o pedido: - Anda mamã... faz-me um broche... Ela continua a negar e a recuar até chegar à porta, que para mal dos seus pecados, está fechada. Apesar de não estar trancada à chave, não tem como a abrir porque está "entalada" entre ela e o filho que a perseguiu. - Vá lá mamã... - NÃO! - Diz ela com uma expressão peremptória como se estivesse a gritar. O filho estende a mão e apalpa-lhe um seio, mas ela de imediato afasta-lhe a mão. Mas o filho não só insiste como desarma-a por completo: - Então deixa-me chupar-te a ti... Ao ouvir o filho a dizer aquilo, não só permite que ele lhe continue a apalpar o seio como a sua excitação literalmente dispara. Quer falar, mas não consegue porque sente um nó formar-se na garganta. Os lábios ficam tão secos que tem que passar a língua para os humedecer. A sua excitação começa a falar mais alto. Fecha os olhos e morde o lábio inferior, "agarrando-se" com as mãos à madeira da porta. O filho agora apalpa-lhe lenta, demorada e delicadamente ambas as mamas, esfregando-as também uma na outra. Cristina, completamente rendida, limita-se a gemer em silêncio. Depois de muitas as acariciar, e percebendo-se claramente os bicos erectos debaixo do tecido, ele sobe as mãos até aos ombros da mãe e agarrando nas alças, fá-las deslizar ao logo dos braços. Seguidamente desce as mãos novamente até aos seios e ajuda o curto vestido negro a transpor aquele obstáculo, fazendo-a então cair no chão. A seguir segue-se o sutiã. Desaperto-a com mestria e atira-o também para o chão, deixando-a apenas com as cuecas rendadas fio dental. Perante a visão daquele belo par de mamas, agarra-as novamente e começa a chupar aqueles bicos duros e rosados, fazendo a mãe estremecer de prazer. - Tens umas mamas tão boas mamã!... Ela sorri. Por momentos ela esquece-se por completo da irmã que deixou a falar ao telemóvel na sala, ignorando que a qualquer momento ela pode terminar a conversa e não os vendo na sala, vem procurá-los. Na sala, Susana continua numa acesa discussão com o marido, ignorando também ela a relação incestuosa que decorre no piso de cima, entre a irmã e o seu sobrinho. O Rui entretanto, continua a chupar as mamas da mãe, mas, enquanto com uma mão esfrega um mamilo com os dedos, desliza a outra até ao interior das pernas dela, encontrando o seu sexo a "ferver" e completamente encharcado em fluídos, começando a brincar com o seu clitóris. Assim que sente o seu toque, Cristina instintivamente encolhe-se sobre si mesma, levando uma mão ao encontro da mão do seu filho, segurando-a como se quisesse ou se estivesse a pedir para ele não parar. Com a outra, procura a verga do filho, começando a masturbá-la com alguma violência, tal era a sua excitação. As carícias mútuas prolongam-se por alguns minutos, até que o Rui baixa-se de repente, colocando-se de cócoras. Foi um gesto de emergência porque se permitisse que a mãe lhe continuasse a masturbar ia acabar por se vir. Tira-lhe a cueca sem demoras e Cristina de imediato, abre as pernas, arqueando-se um pouco para a frente, oferecendo-se por completo. O filho abre-lhe os lábios vaginais com ambos os polegares e começa a lamber-lhe e a chupar-lhe o clitóris, deixando a mãe completamente possessa. O corpo dela começa a estremecer como se ela de repente estivesse em pleno polo norte, mas é o tremor das suas pernas que se torna mais evidente. Ela vê-se obrigada a fazer um esforço para se aguentar de pé, enquanto começa a sentir um vulcão a surgir entre as suas pernas. E aquele vulcão de prazer não demora muito a explodir, fazendo-a arquear-se ainda mais para a frente, enquanto agarra com ambas as mãos a cabeça do filho, empurrando-a com todas as suas forças contra o seu clitóris. Ao esforço para não cair, junta agora o esforço para não gritar. Vendo a mãe gozar daquela forma, o Rui continua alegremente a chupá-la, mas ela acaba por ficar tão sensível que finalmente afasta-o do seu sexo. Ele então levanta-se, puxa-a para a cama e faz um pedido: - Mamã... deixa-me meter... - Não... não... isso não... tudo menos isso... - Vá lá mamã... não me deixar assim... - Querido, eu faço-te um broche... mas meter não... desculpa mas isso não... - Estão bem... - Diz ele nada convencido. Ela coloca-se de quatro à frente dele e agarrando-lhe o membro: - Temos que despachar isto porque a tua tia está na sala... Enfia-o logo na boca, começando a fazer um rápido vai e vem com a cabeça, movimentando-a para um lado e para o outro, enquanto lhe bate ao mesmo tempo uma punheta com os dedos bem apertados, junto à base do seu pénis. E com aquele tratamento de luxo, ele não resiste muito e não demora a vir-se, jorrando todo o seu leite para o interior da boca da mãe que não se faz de rogada. Depois de receber todo o seu leite, fez questão de o engolir todo, olhando para o filho e fazendo-o perceber o que tinha feito. Naquele ia fazer-lhe um elogio, dizendo que adorava o sabor do seu sémen, mas nesse preciso momento, os amantes ouvem bater à porta. - Cristina estás aí? - Era a irmã. Cristina põe-se de pé num salto e em pânico olha em volta. Não tem onde se esconder por isso corre e "cola-se" atrás da porta. O Rui só tem tempo para se levantar e tapar com as mãos porque nesse preciso momento, a tia abre um pouco a porta, espreitando para o interior do quarto. - Tia!?!... Ela vira a cabeça para o lado de fora do quarto e desculpa-se: - Oh... desculpa querido... não sabia que... que... e-e-estavas a v-vestir-te... e-e-estava à pro-procura da tu-tu-tua mãe... - Oh tia então abre-se sem bater?... - Pois... t-tens razão... d-desculpa, q-que cabeça a m-minha... - Ela veio aqui há pouco avisar-me da tua chegada e saiu... - Ok... ok... d-desculpa uma vez mais... Susana retira-se. Ela não tinha gaguejado apenas pela surpresa de ter apanhado o sobrinho nu, mas também porque reparou no impressionante membro - ainda erecto - do sobrinho! "Credo... que belo material que ele tem!", pensou ela. Susana sentia-se duplamente impressionada, por um lado, pelo tamanho do pénis do sobrinho, por outro lado, percebeu que ele estava erecto, sinal que o sobrinho estaria a masturbar-se no quarto! Ao pensar nisso, esboçou um sorriso, ao mesmo tempo que lhe cruzou um mau pensamento pela cabeça... |
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