Apanhado - parte 3
Publicado em 2017-08-24 na categoria Contos eróticos / Incesto


Não encontrando a irmã no piso de cima, Susana desce a escadaria, procura na cozinha e finalmente regressa à sala, estranhando o desaparecimento da irmã. "Se calhar saiu e nem a ouvi", pensou. Então senta-se novamente no sofá e ainda com a imagem do membro do sobrinho na mente, liga a televisão. Aquela visão mexeu com ela, por um lado porque o marido tinha-a traído, por outro porque imaginou-se a ser possuída por um membro daquele calibre!

"Estás maluca Susana? Como pode pensar isso do teu próprio sobrinho? Se a tua irmã descobri-se que tu pensaste numa coisa dessas, matava-te!", pensou ela com os seus botões. Mas o pior de tudo é que aquela imagem não lhe saía da cabeça. Nem a televisão a conseguia distrair.

E como se não bastasse, sentia-se estranhamente excitada!

Entretanto chega Cristina que para disfarçar mete conversa:

- Então, como ficaram as coisas com o Jorge?

- Tudo na mesma... Ele desfaz-se em desculpas, que só foi um deslize e que está muito arrependido, mas neste momento estou muito revoltada para o perdoar...

Nisso chega o Rui que cumprimenta a tia e aproxima-se dela para lhe dar dois beijos na face. A tia retribui-lhe os beijos com um grande nervosismo.

- Desculpa aquilo de há pouco...

- Não te preocupes tia...

Sentam-se os três, ficando o Rui entre a mãe e a tia e fazem alguma conversa. Susana, como quem não quer nada, começa a elogiar o sobrinho, dizendo que já era um homem, que era muito bonito, que namoradas não lhe deviam faltar e até que se tivesse a idade dele, ele não lhe escapava.

Mas apesar de tudo, o ambiente parece tudo menos descontraído. A Cristina foca-se na irmã tentando adivinhar se ela percebeu alguma coisa e Susana foca-se no sobrinho, não conseguindo evitar aquela atracção. O Rui fica na dúvida sobre as intenções da tia. Era impressão dele ou parecia haver ali um interesse da parte dela?

A tia é tão boa como a própria mãe, aliás, são as duas fisicamente muito parecidas um com a outra. Por outro lado, a tia Susana só é um ano mais velha que a mãe. Qual delas era melhor? Entre as duas, venha o diabo e escolha. Mas se pudesse comer a tia, nem pensava duas vezes! 

Entretanto, começam a concentrar-se no filme que está a passar na televisão. Para ficarem mais cómodos, estendem o sofá, reclinando-o e cobrem-se com umas mantas que estavam dobradas num canto.

O rapaz aproveita o facto da luz se ter apagado e de estarem cobertos pelas mantas para deslizar a mão esquerda até à perna da mãe, acariciando-a muito lentamente. Cristina quer afastar a mão do filho mas tem receio que ele insista em manter a mão no interior da sua coxa e que a irmã perceba a "luta", por isso nada faz para o afastar.

Percebendo que a mãe não se opôs, vai apalpando-a, lenta e demoradamente. Para dissimular melhor, Cristina sobe um joelho fazendo a manta ficar mais alta. Sentindo-se mais à vontade, o filho aos poucos, começa a deslizá-la para cima até chegar à cueca. rapidamente desliza a mão por cima e finalmente chega onde quer, começando a acariciar-lhe o sexo.

Cristina continua impavida e aparentemente serena, apesar de estar a sentir prazer com aquele toque. Entretanto chega um intervalo. Susana boceja e espreguiça-se:

- Estou estafada... acho que me vou deitar...

- Está bem mana, o teu quarto está pronto!

Ela levanta-se e olhando para os dois, despede-se:

- Fiquem bem...

- Xau tia...

- Até amanha Susana, dorme bem!

Retira-se com uma expressão intrigada. A irmã parecia especialmente nervosa, como se não estivesse à vontade com alguma coisa. E o próprio sobrinho estava com ar de quem tinha algo na manga. Passava-se ali algo estranho, mas ela não percebia o quê. Mas também não perdeu muito tempo a pensar nisso.

Entretanto na sala, o Rui vira-se para a mãe:

- Agora estamos sozinhos!...

- E?

- E? - Pergunta ele provocando-a enterrando ainda mais a mão no seu sexo.

Cristina solta um gemido ao mesmo tempo que arqueia o corpo.

- Isto é tão errado...

Rui ignora o lamento da mãe e começa a fazer-lhe um linguado pelo pescoço. Cristina fica completamente rendida. Ela sabe que devia por um termo àquela relação incestuosa, mas a carne é fraca de mais e ela deixa-se simplesmente levar pela luxúria que a faz sentir-se no paraíso do prazer.

- Mamã... isto é tão bom...

- Sim... filho...

Ele começa a despir a mãe, tirando-lhe a blusa. Depois livra-se do sutiã.

- Mamã... tens umas mamas tão boas!...

Ela limita-se a ficar recostada, de olhos fechados e sorri. Apalpa-as e percebe como endurecem, ao mesmo tempo que os bicos começam também a ganhar volume. Aproxima-se deles e lambe-os delicadamente, para depois os chupar, aproveitando para se despir também.

Quando termina, tira também as calças e a cueca da mãe, deixando-a também toda nua. Depois fá-la deitar-se ao logo do sofá e abre-lhe as pernas. O plano é por a mãe em posição para a poder montar. Eles já tinham curtido duas vezes e ele ainda não a tinha conseguido penetrar.

Os broches que a mãe lhe fazia eram muito bons, gozar dentro da boca dela era de uma sensação sublime, mas ele também queria sentir dentro dela. Não queria ficar pela metade, por muito boa que ela fosse (e era), ele queria o pacote completo. Queria fodê-la e fazê-la gozar com a sua verga bem enfiada dentro dela.

Ajoelhado ao lado do sofá, começa a chupar-lhe o grelo, enquanto lhe apalpa as mamas com uma mão e com a outra, enfia-lhe os dedos naquela tão desejada grutinha. Enquanto masturba a mãe, tenta adivinhar o momento certo para saltar para cima dela, quando...

A luz do corredor acende-se. Susana estava a descer a escadaria que dava ao pequeno corredor. A meio deste, à direita ficava a porta dupla da sala, que estava aberta, à esquerda a porta da cozinha e em frente, o hall da entrada. Ambos amantes apanham um susto de morte. Não têm por onde fugir porque a única porta é a que dá acesso ao corredor.

Em pânico, apanham as roupas e correm para trás do sofá, deitando-se no chão. 

- Está aqui alguém? - Pergunta a Susana.

A sala está às escuras, apenas com a televisão acesa.

- Que estranho...

Vira-se e vai para a cozinha. Cristina permanece deitada de bruços no chão e ao lado o filho que, louco de tesão, sobe para cima da mãe.

- Que estás a fazer? - Sussurra ela.

- Sssshhhhhh...

Ele posiciona o seu membro sobre o rego das nádegas da mãe e começa a esfregá-lo lentamente.

- Estás doido? A tua tia pode apanhar-nos e tu só pensas nisso? - Volta a sussurrar.

Ele ignora os protestos da mãe e continua a masturbar-se até que a sua verga volta a ganhar pleno vigor. Então desliza o corpo um pouco mais para baixo, com os joelhos afasta um pouco as pernas da mãe e começa a empurrar a sua verga, tentando acertar com o buraco.

- NÃÃÃOOOOO!!!... - Reclama a mão em voz baixa.

Ao dizer aquilo fecha as pernas, apertando-as. Mas o filho não desiste e continua a esfregar o seu membro nas nádegas dela.

"O que é que ela está a fazer na cozinha para demorar tanto?", pergunta-se.

- Vá lá mamã... abre as pernas...

- Não...

- Vá lá... deixa-me meter...

- Não...

- Oh, não sejas assim...

- Cala-te que a tua tia pode vir...

- Então abre as pernas...

- Não...

O filho insiste e insiste, e apesar de estarem a sussurrar, correm o risco de a tia poder ouvi-los. Apesar da televisão estar acesa, o som está muito baixo e em certos momentos faz-se silêncio. Então contra a sua vontade, e porque naquela situação não tem outra alternativa, para que ele se cale, cede e abre as pernas.

Ele volta a deslizar a sua verga para o interior das pernas e ao cabo de um par de tentativas, consegue acertar com o buraco. Assim que percebe que a penetrou, enfia-a toda, forçando a mãe a soltar um gemido mal contido. Por sorte a televisão ajudou a camuflar o som.

Consumada a penetração, começa então a deslizar para a frente e para trás, com as nádegas da mãe a servirem de amortecedores.

Nisto a tia regressa à sala. Ignorando que os amantes se escondiam atrás do sofá, apaga a televisão no comando e retira-se. Assim que se apaga a luz da escadaria, Cristina empurra o Rui de cima dela.

- Já chega... isto não pode continuar... não ganhei para o susto...

- Mamã, vá lá... vamos terminar...

- Terminar?... Achas que tenho cabeça para isto?...

Ela está tão nervosa que pega na roupa à sorte e vai para cima, caminhando quase em bicos de pés para não fazer barulho. Completamente frustrado, Rui sem se vestir também, sobe as escadas, mas ao chegar ao cimo, em vez de ir para o seu quarto, vai para o quarto da mãe. Por sorte, o quarto da mãe fica numa ponta do corredor enquanto o quarto de hóspedes fica na outra ponta.

Abre a porta sem fazer barulho, sendo confrontado pela mãe que sussurra com uma expressão de zangada:

- Que estás aqui a fazer?

Rui fecha a porta atrás dele, trancando-a com a chave e enfrenta a mãe:

- Vamos acabar o que começamos!

Ainda estão os dois nus. Cristina tenta arranjar forças para lutar contra aquele desejo, mas abriu uma porta que não devia ter aberto e libertou toda a luxúria acumulada dentro dela. A visão daquela verga deixa-a como que hipnotizada, incapaz de fugir do poder que ela, a verga, parece exercer sobre ela.

Rui avança para a mãe que recua até chegar à cama. Ao chegar junto dela, beija-a pela primeira vez. No início, foi um beijo estranho, forçado e sem sabor. Mas depois de baixar as últimas defesas, retribui o beijo. Então finalmente beijam-se como se fossem dois adolescentes apaixonados que estivessem a um passo de fazer amor pela primeira vez.

Quando os seus lábios descolam, ela desliza pelo corpo dele abaixo, aos beijos até chegar à sua tão desejada verga, começando a fazer-lhe um broche. Rui deixa-a chupar até sentir que estava quase a vir-se. Então interrompe a mãe e enquanto a ajuda a levantar-se diz:

- Calma... Não quero gozar ainda... Agora é a minha vez...

Fá-la sentar-se na beira da cama e ajoelhando-se aos seus pés, abre-lhe as pernas e começa a chupá-la a ela. Cristina reclina-se para trás, apoiando-se na cama e geme de prazer. Quando também ela sente que está quase a gozar suplica:

- Anda querido... agora fode-me... - Diz, deixando o filho surpreendido com a linguagem dela.

Ao dizer aquilo coloca-se de quatro. Ele não se faz rogado e apressa-se a penetrá-la, começando a meter com tudo, respondendo assim aos constantes incentivos da mãe:

- Anda... Fode-me... Fode-me com força... mais... mais... Fode!...

Ela volta-se para ele, como que para lhe suplicar:

- Não querias foder a tua mãe?... Então fode-me... Fode-me...

Eles agarram-se um ao outro enquanto sentem que estão para atingir o climáx. Rui é o primeiro a vir-se. Cristina ao perceber o gozo do filho, pede-lhe para não parar:

- Não pares, querido... não pares... faz-me gozar também!...

Embora já cansado, e já tendo jorrado todo o seu leite para dentro dela, faz um esforço final para agradar à mãe, concedendo-lhe a tão desejada recompensa.

Completamente extenuados, deixam-se ambos cair sobre a cama, onde permanecem durante largos minutos.

 
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