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Apanhado - parte 1Publicado em 2017-08-11 na categoria Contos eróticos / Incesto
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Rui tem a brilhante ideia de colocar um webcam no wc para poder espiara mãe a tomar banho nua. Mas ela revelou-se mais esperta do que o filho tarado imaginava porque rapidamente descobriu a câmara. Mesmo assim, resolve continuar a tomar banho nua, permitindo que ele a veja, afinal nada havia de errado na natural curiosidade do filho. Ela quando começou a descobrir a sua sexualidade, também tinha espiado o próprio pai no banho. Mas agora os tempos são outros...Cristina está de volta do fogão a preparar o jantar para o filho. Está aborrecida, sem apetite para cozinhar ou comer. "Droga, detesto cozinhar... devia era ter encomendado uma pizza...", pensa para consigo. Termina de confeccionar o jantar no micro-ondas e chama o filho em voz alta: - Querido, o jantar está pronto! Como não ouve resposta, insiste: - Rui! - Sim mamã? - Desligar o computador e anda jantar... - Vou já... - Eu vou tomar um banho, queres que o tire já ou depois tiras tu? - Podes tirar mamã... "Ela vai tomar banho? É a minha oportunidade", pensa o rapaz. Cristina entra no wc e começa a despir-se até ficar completamente nua. O filho despe-se também e fica "colado" ao ecrã do computador enquanto vê a sua mãe a despir-se. Enquanto assiste à cena, começa a bater uma punheta. "Tu és mesmo boa mamã!..." Apesar de já contar 35 anos de idade, ainda é uma mulher bonita e muito bem constituída. De estatura elevada para a média, fisicamente não é gorda nem magra, e com corpo bem torneado, apesar de já ter sido mãe. O seu principal atributo são as suas volumosas mamas que chamam a logo a atenção de toda a gente com que se cruza. É uma mulher que gosta de dar nas vistas, vestir bem e provocar. Desde o seu divórcio teve alguns "namoros" mas nenhum durou muito. Os homens têm sido uma perfeita desilusão. Com tantas raparigas novas e solteiras à disposição, quem quer saber de uma mulher atrelada a um filho de 15 anos de idade? Ela sabe que se quiser, homens não faltam para lhe saltar para cima, assim ela queira. Mas ela não quer ser uma oferecida. Um homem para a ter na cama, mesmo que seja por uma noite, tem que a merecer. O problema é que já não faz sexo há dois meses e isso começa a mexer psicologicamente com ela. A solução é masturbar-se, mas isso é um triste remedeio. Um dildo não substitui a sensação de sentir um verdadeiro pénis a deslizar para dentro dela. Depois, também sente a falta do contacto humano, do toque, do cheiro. Ela quer sentir-se possuída por um macho... Ela enfia-se debaixo do chuveiro e por momentos deixa a água quente simplesmente escorrer-lhe pelo corpo, como que procurando prazer no seu toque. Aos poucos começa a sentir-se excitada, iniciando uma pequena "dança". Pega então no gel de banho e começa a passá-lo pelo corpo, aproveitando para se acariciar, ignorando que está a ser espiada pelo filho. No seu quarto, o filho nem quer acreditar no que está a ver, não evitando o comentário: - Que cena marada! Ela está a masturbar-se!... Alheia ao atrevimento do filho, de olhos fechados e cabeça erguida em direcção ao jato de água quente, ela continua a passar o creme pelo corpo, acariciando-se, em particular, apalpando os seus volumosos seios com uma mão enquanto a outra acaricia o seu grelinho faminto. Ao sentir uma primeira onda de prazer, quase grita de prazer, mas rapidamente morde o lábio para se conter, enquanto contorce-se numa espécie de dança sensual. Sentindo-se em brasa, rapidamente retoma às suas carícias. De pé, encosta-se à parede e com as pernas abertas e ligeiramente arqueadas, acaricia-se com grande ânsia, sentindo que o seu climáx se aproxima a galopar, até que finalmente obtém o seu tão desejado prémio. Naquele preciso momento, a voluptuosidade que a invade é de tal magnitude que ela, de boca bem aberta para poder respirar, abre os olhos, e por uma incrível coincidência fixa-os na pequena webcam discretamente posicionado por cima do móvel do lavatório. Rapidamente percebe que está a ser espiada. Sobressaltada, instintivamente volta-se de costas, enquanto experimenta um misto de prazer e de pânico. No quarto, o Rui a tudo assiste, mas o pouco vapor da água quente que permanece no ar, não lhe permite perceber que foi apanhado, continuando a masturbar-se muito lentamente. O abalo é de tal intensidade que Cristina sente as suas forças baquearem, fazendo-a momentaneamente titubear, mas acaba por se recompor. Curiosamente não consegue sentir-se revoltada com a situação. Rapidamente a sua mente recua até aos primeiros anos da sua adolescência, quando também ela gostava de espiar o pai na casa de banho, enquanto ele tomava banho. "Quem sai aos seus...", pensou ela para consigo. Por outro lado, a curiosidade do filho era algo perfeitamente normal e natural. Ele estava a descobrir a sua sexualidade e via no corpo da mãe um alvo do seu desejo. Bem, esquecendo de quem se tratava, até era elogioso um jovem sentir-se atraído por ela. Então num arrojo imponderado, decide continuar a tomar o seu banho. Inicialmente, mantém-se de costas para a câmara, mas pouco depois, ganha coragem e faz por ignorar o equipamento. Na sua mente começa a imaginá-lo a masturbar-se enquanto ele visionava o seu corpo nu. Entretanto, surge-lhe outra ideia, uma pequena vingança. Finge colapsar, dobrando-se sobre si mesma. Ao ver a mãe desfalecer, o filho fica tão preocupado que, sem pensar em vestir-se, corre para o wc. Debruça-se sobre a mãe e vira-a para ele. - Mamã... mamã... estás bem? Ela "recupera os sentidos" de repente e confronta o filho: - Eu estou muito bem, e tu? - O q-q-q-quê? - Queres explicar-me isso? - Diz ela apontando para a erecção dele. - ... - E queres explicar-me o que faz aquela câmara acolá em cima? - ... Ele permanece sem reacção. Ela levanta-se muito senhora de si, preparando-se para lhe dar uma valente reprimenda, mas não conseguiu evitar olhar para o impressionante membro do filho. Aquela visão perturbou-a. O filho ao sentir-se observado tapa-o com as mãos. - O que é isso... vergonha da tua mãe?... Tira as mãos, deixa lá ver isso que tens aí... Ele visivelmente constrangido tira as mãos. Nem se atreve a olhar directamente para a mãe. - Bem... tenho que admitir que não sais nada ao teu pai... Ele fica confuso. Ela não está a berrar, não lhe bateu nem o está a repreender, pelo contrário, está antes focada no seu pénis. Ela aproxima-se dele e "pega-lhe" no membro já meio murcho, mantendo-o "pousado" sobre a sua mão. - Tu tens aqui um belo material, sabias?... - N-n-n-não... - O teu pai não tinha uma verga tão grande como a tua... por isso, tu não sais ao lado da família dele... Enquanto vai falando, fecha a mão, envolvendo o membro do filho e começa a friccioná-lo muito lentamente. O seu primeiro movimento foi suficiente para que o filho ficasse instantaneamente com uma erecção plena. - Estou impressionada... - Comenta, apertando e intensificando um pouco mais os seus movimentos. Ele reage soltando um sonoro suspiro de prazer. Ela solta-lhe o membro e dispara: - Bem... podes continuar a fazer o que estavas a fazer no teu quarto... vá... então?... Ele permanece imóvel com o seu membro bem na vertical a pulsar. - Então querido... termina o que estavas a fazer... tens vergonha de te masturbares à frente da tua mãe, é isso? Ele não sabe como responder. Sentindo uma ousadia desconhecida, volta a pegar-lhe no pénis e provoca-o: - Queres uma ajudinha com isso? Ao fazer a pergunta começa a bater-lhe uma punheta com movimentos lentos. Ele reage, estremecendo-se dos pés à cabeça. - Estás a gostar?... Queres que pare? Ele timidamente faz um gesto negativo com a cabeça. Ela esboça um sorriso maldoso e intensifica os seus movimentos, fazendo com que o filho ficasse agitado, estremecendo e quase soluçando. Ela então baixa-se para poder agarrar melhor e ao mesmo tempo para admirar o membro bem de perto. - Tens um membro bem jeitoso... Não é só o filho que está excitado. Ela própria começa a sentir-se também terrivelmente excitada. Levanta os olhos e vê o filho de olhos fechados a desfrutar a punheta que a mãe lhe faz. Volta a olhar para aquele membro descomunal, rosado, perfeito, delicioso e não resiste. Aproxima a sua boca e começa de imediato a sugar-lhe a cabecinha. Mas logo a excitação fala mais alto e começa rapidamente a chupar-lhe a verga enquanto faz um vai e vem com a boca. O filho geme sonoramente de prazer até gozar. - Cuidado mamã... - Avisa. Mas ela ignora-o. As primeiras golfadas escorrem directamente pela garganta da mãe. Mas o restante leite é depositado no interior da boca da mãe que o recebe até á última gota. Depois, quase sem tirar a verga da boca, engole tudo e continua a chupar durante algum tempo. Ela então levanta-se, coloca-lhe um dedo debaixo do queixo e diz: - Agora é a tua vez de fazeres gozar a tua mãe... Coloca-lhe a mão no ombro e instintivamente ele ajoelha-se aos seus pés. Ela senta-se sobre a ponta do tampo da sanita, abre as pernas e oferece-se convidando-o. - Anda... chupa... chupa... Ele obedece ao pedido e um pouco a medo, começa a chupar o grelinho da mãe. Ela segura-lhe a cabeça e empurra-a contra o seu sexo. - Chupa com força.. . anda, chupa... Ele "cola" literalmente a boca ao sexo da mãe e concentra a sua língua no clitóris dela, fazendo-a gemer. A sua excitação era tanta que não demorou a gozar rapidamente, soltando uns gritos contidos de prazer. Finalmente, caindo na realidade, fica alarmada, comentando consigo mesma: - Minha nossa... o que é que nós fizemos? Isto não devia ter acontecido... não... não... oh filho... desculpa... O filho não percebe aquela repentina reacção da mãe. - Sai daqui... anda... sai... deixa-me sozinha... Ele obedece, deixando a mãe com uma expressão de puro desespero. |
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