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Apanhado - parte 9Publicado em 2017-09-15 na categoria Contos eróticos / Incesto
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Ainda terrivelmente excitado com o que tinha presenciado, Carlos finalmente decide sair do seu "esconderijo", apanhando o casalinho em flagrante, que ignorando a sua presença, continuavam enroscados um no outro, trocando calorosos beijos e longas carícias, fazendo com que ambos comecem a ficar novamente muito excitados. E no preciso momento que o sobrinho se preparava para voltar a penetrar a tia, ouve-se ao fundo um aplauso...Ambos apanham o maior susto da vida deles e olham surpresos na direcção do barulho. Ficam ambos paralisados, com os olhos esbugalhados, brancos como a cal. Carlos, aproximando-se muito lentamente, olha para um e para o outro, continuando a bater palmas também de forma muito lenta. - Carlos!?... - Balbucia Susana. - Muito bem!... Muito bem!... Bonito espectáculo!... - Diz com ironia. Susana recompõe-se tanto quanto possível e pede ao sobrinho para ir para o seu quarto. Depois volta-se para o marido e tenta justificar-se: - Carlos, eu... eu não sei o que dizer... - Não precisas de dizer nada... os teus actos já disseram tudo... - Eu não queria... - Não querias, mas fizeste... fizeste exactamente o que eu fiz... - Queres mesmo ir por aí?... Queres comparar?... Queres comparar o que tu fizeste com o que fiz?... - Não é muito diferente... - Defende-se Carlos. - Não?... Tens a certeza?... Tu foste para a cama com a tua própria filha... - E tu foste para a cama com o teu próprio sobrinho... - Uma filha não é o mesmo que um sobrinho... - Vai dar ao mesmo... é incesto... - Sim eu sei... mas o teu é muito mais grave que o meu... - Se é ou não é pouco importa, agora acusa-me de traição... - Mas tu traíste-me... - Sim eu traí-te, mas tu também me traíste... - Cá se fazem, cá se pagam!... O que querias... pões-me os cornos e eu aceitava e calava-me?... - OK, mas traição é traição... Estamos quites... - Não, não, enganas-te... Tu traíste-me porque quiseste, porque eu não te dei motivos para me traíres... eu traí-te por vingança, porque tu sim, deste-me razões fortes, muito fortes, para fazer o que fiz... são coisas diferentes... não compares... Faz-se um breve silêncio que é finalmente quebrado por Carlos: - Tens razões... tenho que admitir que a culpa é minha... se não fosse o meu acto, tu nunca terias feito o que fizeste... - E agora? - Agora... temos que viver com os nossos erros... Novo silêncio... - Mas tenho que confessar-te... ver-te foder como fodeste o nosso sobrinho deu-me cá um tesão!... - Sim?... Excitou-te ver-me foder com outro?... - Sim... Não, não é isso... ao ver-te foder daquela forma, de repente percebi o que estava realmente a perder... - Pois, mas isso não evitou que fodesses a tua própria filha... - Sim eu sei... mas agora percebo que isso foi só uma estúpida ilusão... desculpa querida... Carlos aproxima-se da mulher e abraça-a. Ela abraça-o também, apesar de não estar muito convencida da sinceridade do marido, mas naquele momento, não quer lançar mais lenha para a fogueira. Por outro lado, aquele virar a página significará que está tudo terminado entre ela e o Rui. E o sobrinho fá-la gozar como nunca o marido o fez. Ela mente-lhe: - Vamos virar a página e imaginar que isto foi só um pesadelo... - Sim, vamos... - O que estás a fazer? Carlos começou a acariciar a mulher... - Quero fazer amor contigo aqui e agora... estou cá com um tesão! - Mas... Susana quer lavar-se primeiro, até porque o sobrinho veio-se dentro dela, mas Carlos está tão cego com a sua excitação que nem a deixa "respirar", começando logo a chupar-lhe os seios, enquanto os apalpa, até com alguma excessiva violência, chegando mesmo a magoar a mulher, que se queixa com gemidos, mas sendo ignorada pelo marido. - Oh querida... és tão boa... estas mamas são magníficas! Abusou delas quanto quis, enquanto se despia e até se dar por satisfeito, depois, faz a esposa baixar-se, dizendo: - Anda querida, agora trata de mim... faz-me um broche... Susana satisfaz o seu capricho, começando de imediato a chupar-lhe a verga. - Isso querida... hummm... que delícia... tu sim és uma perita com ela enfiada na tua boca!... Naquele momento ela só deseja acabar rapidamente o "serviço". Não se sente minimamente excitada ou com vontade de ter relações sexuais. Nesta fase da sua vida, quem de facto a preenche e quem deambula pela sua mente, é outra pessoa... - Pára, pára... deixa-me meter agora... Susana deita-se, mas o marido fá-la virar-se, pondo-a de quatro. Aponta o seu membro ao rego e esfrega-o pela sua racha até acertar com o buraco, fazendo-o então deslizar com muita facilidade para o seu interior, julgando aquele que ela estava tão molhada de tão excitada que estava. - Hummm... estás tão quente e molhada!!!... Susana sorri enquanto pensa, "És mesmo idiota... Nem te dás conta que estás a chafurdar no leite do teu sobrinho...". Segurando-a pela cintura, começa a fazer um lento vai e vem enquanto lhe agarra ambas as nádegas e as afasta bem para os lados para poder observar o seu membro a entrar e sair de dentro da mulher. Susana limita-se a ficar quieta, sem mostrar qualquer empatia pelas investidas do marido. Carlos apercebe-se que a mulher não está a "participar", por isso, tenta arrancar-lhe os gemidos de prazer, começando a meter com força, chegando mesmo a segurá-la pelos cabelos, puxando-os mesmo com alguma violência para trás, obrigando-a então a gemer, mais pela dor e desconforto, do que de prazer, mas os sons dela já o satisfazem. Sentindo-se o maior, dá-lhe algumas violentas bofetadas nas nádegas, deixando-as bem vermelhas. Susana reage à dor e ele exclama: - Isso goza!... Goza!... Mas quem está quase a gozar é ele. E ele não quer ficar atrás do sobrinho, que comeu a mulher durante bastante tempo, mostrando sempre um grande vigor nas suas investidas, quando com ele só tinham passando uns poucos minutos de acção. Para não acabar tão rápido, opta por mudar de posição. O sobrinho que até então tinha estado no seu quarto, ou ouvir aquelas bofetadas, aproxima-se pensando que o tio tinha partido para as agressões físicas, mas quando chega ao quarto dos tios apercebe-se que ali se passa outra coisa bem diferente, apanhando a tia de quatro e o tio ajoelhado atrás dela. Rui esconde-se, encostando-se à parede quando Carlos deita a esposa de lado e virada para a porta do quarto, posiciona-se por trás dela. Ergue-lhe a perna direita bem para cima e pede-lhe que a segure enquanto ele volta a penetrá-la. Depois, ajudando-a a segurar a perna bem no alto, começa a fazer um lento vai e vem. Aos poucos, Rui aproxima-se, espreitando. Susana apercebe-se rapidamente da presença do sobrinho, apesar dele estar escondido e apenas com uma pequeníssima parte da cabeça visível. Os seus olhares cruzam-se. Susana faz um ligeiro movimento facial e com a cabeça, como que dizendo, "não posso fazer nada, tenho que aguentar". Mas ela nem precisava de se justificar porque o sobrinho percebe que ela está ali a fazer um frete ao marido. E se por um lado, vê-se atacado por uma sensação de ciumes, ciente que nada pode fazer para defender à "sua amante", por outro, vendo-a ali, toda nua, exposta perante ele, exibindo aquele corpo formoso e aquelas fabulosas mamas que balançam suavemente, não evita ficar excitado com aquela visão. No chão do quarto, enquanto era possuída pela marido, Susana só pensa no sobrinho e no quanto desejava estar com ele. Então, desejando acabar rapidamente com aquilo, sem desviar os seus olhos dos dele e sem mostrar qualquer prazer facial, começa a fingir: - Isso querido... Fode-me... Fode-me com força... Anda, faz-me gozar... Faz-me gozar caralho!... Carlos intensifica então os seus movimentos, fazendo uma careta de esforço. - Estou-me a vir! - Avisa. - Sim... Vem-te, faz-me gozar também... sim... sim... vou gozar também... aaaiiiiiiii.... Susana finge claramente o orgasmo. Rui percebe-o porque pode vê-lo pela expressão facial da tia, que permanece séria, sem qualquer demonstração, mas Carlos julga que ela de facto gozou de prazer. |
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Apanhado - parte 9




