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Apanhado - parte 5Publicado em 2017-09-01 na categoria Contos eróticos / Incesto
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Depois de permanecerem uns minutos abraçados, trocando mútuas carícias, Susana pede ao sobrinho que se retire, antes que a sua mãe possa subir e apanhá-los juntos, o que criaria um grande problema aos dois, e deixa-se simplesmente ficar deitada na cama, sentindo-se ainda no sétimo céu. Com os olhos fechados e um sorriso na cara, pensa para consigo que há já muitos anos que não sentia um prazer tão intenso. Susana dá consigo a desejar repetir aquela sublime experiência. Só de pensar em estar novamente nos braços do sobrinho, faz a sua pulsação acelerar e começar a sentir calores. Apesar de saber que é errado porque trata-se do próprio sobrinho, e que o risco de serem apanhados é duplamente grande, por um lado, porque está a trair o marido (apesar de saber que ele também a traiu, pelo que, por aqui, em parte, estaria "desculpada"), e por outro porque está a trair a confiança da irmã (que certamente cortaria relações com ela) além de criar um grande escândalo no seio da família (que certamente iria afastar-se dela). Apesar destes sérios riscos, naquele momento, Susana está por tudo e disposta a corrê-los! "Se as coisas forem bem feitas... ninguém vais descobrir... e não estou a ver o Rui a dar à língua", pensa ela. Mas primeiro tinha que falar com o sobrinho. Ela sabe que não pode ter a certeza absoluta que ele não vai contar a ninguém. Pelo menos à mãe não contará, mas pode vangloriar-se junto dos amigos e a "notícia" pode chegar onde não deve... Era mesmo premente falar com o Rui antes de se ir embora. "Tenho que falar com ele para lhe pedir para guardar segredo... e até posso dizer-lhe que em troca do seu silêncio estou disposta a ir com ele para a cama outra vez!", pensou, sorrindo com esta ideia. "Junto o útil ao agradável! Ele pensa que estou a comprar o seu silêncio, mas na verdade, estou só a arranjar um bom argumento para voltar a estar com ele...". "Eu podia convidá-lo para ir passar o próximo fim de semana lá a casa!... hummm... sim... é isso! Que excelente ideia!". Levanta-se da cama e enquanto vai preparando as coisas para tomar um demorado banho de imersão, vai pensando nos vários cenários, desde convencer a irmã a deixar o filho ir lá a casa, até arranjar forma para poder estar com ele, sem que o marido ou os filhos, já não diz, descobrissem, mas que pudessem desconfiar de qualquer coisa. Rui ao sair do quarto da ti, pé ante pé, apressa-se a ir para o seu quarto. Veste uns calções e uma t-shirt e desce até á cozinha para comer qualquer coisa. Ao chegar à cozinha, depara-se com a mãe de costas, a acabar de meter a loiça do pequeno almoço na máquina de lavar. Ao vê-la a envergar um curto robe de banho de cetim que assenta que nem uma luva pelo seu curvilíneo corpo e com umas meias rendadas pretas, imagina-a com uma lingerie muito erótica. Aquela imagem deixa-o imediatamente com uma erecção. Dando umas rápidas passadas, agarra a mãe pela cintura, encostando o seu corpo ao dela. Ela inicialmente estremece-se com o susto, mas rapidamente percebe quem a está a agarrar e reclama prontamente: - O que estás a fazer? Estás louco? A tua tia pode descer!... - Diz em voz baixa, tentando afastá-lo, empurrando-o para trás. Mas ao fazê-lo sente claramente a excitação do filho, fazendo com que no seu intimo despertasse um novo impulso sexual que ameaçava deixá-la excitada. Para tentar lutar contra aquele sentimento de desejo que lhe galopava pelas veias, continua a argumentar em voz baixa, quase em desespero: - Por favor querido... a tua tia pode descer e apanhar-nos... - Não te preocupes, mamã... se ele vier nós ouvi-mo-la... - Diz ele, roçando-se nela. - Não quero correr o risco... - O risco torna tudo muito mais excitante... Cristina começa a respirar de forma ofegante, ao mesmo tempo que a sua pulsação dispara. O seu coração bate tão forte que parece que lhe quer saltar pelo boca, que já está completamente seca, formando-se mesmo um nó na sua garganta. - Não faças isso... por favor... deixa-me... não... não... O filho ignora as suas suplicas e enquanto esfrega o seu membro nas nádegas da mãe, já lhe apalpa as mamas e faz-lhe um linguado pelo pescoço, murmurando: - Eu desejo-te tanto mamã... Aquelas palavras deixam-na completamente rendida. Apesar do receio de ser apanhada a qualquer momento pelo irmã, não consegue lutar contra o desejo que toma conta do seu corpo. - Ohhh filho... - Ohhh mamã... és tão boa... mas tão boa! As pernas tremem-lhe. O facto do filho a ter prensada contra o balcão da banca, ajuda-a a manter-se de pé, apesar daquela momentânea fraqueira. Entretanto Susana, já na casa de banho, liga a água quente. Ao fazê-lo, liga-se o esquentador que está na lavandaria, contígua á cozinha. O seu repentino som alerta os amantes que se separam, arranjando-se. Mas depressa percebem que se assustaram em vão. Cristina, percebendo que a irmã ia tomar um banho, e ainda não refeita totalmente do susto, encosta-se à mesa e leva a mão à cabeça. - Meu deus, onde é que eu tenho a cabeça?... Isto tem que acabar... - Acabar!?... Mas tu desejas isto tanto como eu... - Isto foi um enorme erro que nunca devia ter acontecido e agora tem que acabar... - Mas acabar porquê? - Porquê? O facto de eu ser tua mãe não chega? - E qual é o problema? - Qual é o problema? Mas tu não pensas rapaz? Já pensaste nas consequências dos meus actos? - Mas mamã... ninguém vai descobrir o que fazemos... - Não interessa... o que fazemos está errado... muito errado... - Mas tu gostaste de fazer amor comigo... - Gostei, mas... - Ela cala-se. Respondeu sem pensar. - Vês!... Nós sentimos um desejo mútuo... - Mas isso está errado e nós temos que lutar contra isso... - E se eu não quiser lutar contra esse desejo? - Mas tens que lutar querido... tens de lutar... percebes? Rui entretanto aproxima-se da mãe, tentando abraçá-la, mas ela afasta-o. Ele insiste e desencadeia-se uma espécie de luta do foge e agarra. O robe de banho não resiste àquela batalha, sendo rasgado e acabando por cair no chão, deixando Cristina apenas com uma lingerie preta rendada. A excitação do filho, que já era evidente, torna-se ainda mais forte. Ele consegue travá-la junto à escadaria, quando ela tropeça no primeiro degrau, quase caindo desamparada. O corrimão, ao qual se agarra em desespero e o próprio filho, aparam-lhe a queda. Mas este, aproveitando o momentâneo desnorte da mãe e o facto dela ficar "sentada" na ponta de um degrau, de pernas escancaradas, não resiste ao involuntário "convite". Vendo a cueca da mãe ainda com evidentes indícios de estar encharcada, aproveita para se "lançar" sobre ela, afasta-a para o lado e começa de imediato a lamber-lhe o grelinho. A primeira reacção da mãe e tentar afastar-se, mas o filho tem-a bem presa pelas pernas, inviabilizando qualquer tentativa de fuga. Depois, a sua luxúria volta a virar-se contra a sua consciência, apoderando-se dela. Incapaz de dar luta, deixa-se ficar, desfrutando o imenso prazer que a língua do filho lhe proporcionava. Rendida, aproveita o filho para lhe tirar a cueca, exibindo a racha completamente cheia de fluídos vaginais. Ele fixa o seu olhar nas mamas da mãe e puxa o sutiã para baixo, libertando-as. Seguidamente apalpa-as, elogiando-as. Depois, enquanto se despe, chupa-lhe os bicos, deixando-os bem erectos. Finalmente, volta a fazer sexo oral à mãe, que olha maravilhada para o filho enquanto sente o seu gozo chegar. O orgasmo foi tão intenso e repentino que não conseguiu evitar soltar um pequeno grito de prazer. Naquele momento nem se lembrou da irmã que tomava banho no andar de cima. O que ela ignorava era que a irmã, precisamente nesse momento, estava a sair da casa de banho, ouvindo os seus gemidos de prazer. Intrigada, ainda envolta na toalha, desce as escadas. Como também estava descalça, nem a Cristina nem o Rui a ouvem. Assim que ela contorna o primeiro lanço de escadas, depara-se com aquela inusitada cena: a irmã semi-despida, de pernas abertas e o sobrinho de pau em riste, preparando-se para a penetrar. - O que é isto? - Declara com assombro. Irmã e sobrinho dão um salto, cobrindo-se como podiam. - O que é que vocês estão a fazer? - Isto não é o que tu pensas... - Justifica-se Cristina. - Não é o que eu penso? Então é o quê? O Rui prepara-se para contra-atacar, dizendo "isto não é nada que nós já não tivéssemos feito", mas opta por guardar aquela cartada. - Rui vai para o teu quarto... - Diz Susana, quase adivinhando que o sobrinho podia denunciá-la. - Vai! - Reforça Cristina. Ela arranja o sutiã e cobre a cara, começando a soloçar em choro. Susana, percebendo que não pode nem deve condenar Cristina por causa daquela relação incestuosa porque, sabendo que o Rui estava no cimo das escadas a ouvir, corria o risco de a sua própria ser descoberta por ele, para defender a mãe, opta por se sentar ao lado e reconfortar a irmã. - Então querida... calma... calma... não é o fim do mundo... calma... tem calma... Aos poucos Cristina acalma-se. Susana, leva-a para a sala para conversarem. Então abre-se com a irmã, desabafando e explicando-lhe tudo. Que aquela relação só começou no dia anterior ao fim da tarde, pouco antes da irmã chegar, por causa de uma webcam que o Rui meteu na casa de banho para a espiar a tomar banho. depois quando o confrontou, não sabe o que é que lhes passou pela cabeça mas os dois deixaram-se levar naquela luxúria. - Estou tão arrependida... - Termina. Susana acredita no relato da irmã, e no seu sincero arrependimento. - Cristina, ninguém pode dizer que desta água não beberei... - Neste caso, pode! - Não, não pode... - Olha, posso pedir-te um grande favor? - Claro que podes, Cristina! - Importas-te de ficar com o Rui uns dias? - Claro! Susana vê ali a soberana oportunidade para levar o sobrinho para casa. - Tenho que o afastar daqui uns dias para eu voltar a mim... Eu sei que isto foi um erro e que tenho que acabar com isto... Mas para isso preciso passar uns dias sozinha para voltar a por as ideias no sítio... - Eu compreendo mana... mas sabes porque é que eu te disse que ninguém pode dizer que desta água não beberei... - Não me digas que tu também... - Eu não!... Eu não te contei a história toda sobre a traição do meu marido... - Não!? - Não... Eu... eu não te disse com quem o apanhei na cama...
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Apanhado - parte 5




