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Apanhado - parte 7Publicado em 2017-09-08 na categoria Contos eróticos / Incesto
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Depois de ambas as irmãs terem desabafado as suas mágoas, acabam por decidir que o melhor para Cristina é a Susana preparar já tudo para retornar a casa. Esta avisa o sobrinho que ele vai passar uns dias em sua casa, e muito embora nenhum deles aborde a questão, mentalmente, ambos já fazem planos para darem largas às suas fantasias sexuais.Mãe e filho despedem-se com alguma frieza, dado o momento tenso que vivem. Susana dá força à irmã e entra no carro, arrancando. Apesar do sobrinho ter aulas, ela tem outros planos: - Rui queres que te deixe nas aulas ou... preferes instalar-te primeiro lá em casa? Susana não só faz propositadamente aquela rápida interrupção na pergunta, como na primeira parte, faz um discurso mais corrido e após o «ou», fala mais espaçadamente, incutindo maior ênfase em cada palavra. E o intuito desta estava bem vincado na escolha que lhe era proposta: preferia ir para a escola ou preferia ir para casa, supostamente para se instalar, mas na verdade, o convite era outro... O sobrinho percebe perfeitamente o recado e esboçando um sorriso matreiro responde: - Tia, esquece as aulas, vamos para casa! Ele percebeu a mensagem. Mas aí, Susana decide disfarçar o seu desejo de ir para a cama com ele. O que ela não quer é que ele pense nela como um dado adquirido. Eles têm que ter o máximo de cuidado, não só para não serem apanhados, mas também para não darem nas vistas e não despertarem desconfianças. - Rui... temos que ter uma conversa muito séria... - Sim... - Sabes que o que aconteceu entre nós não devia ter acontecido... - Mas aconteceu! - Sim eu sei... e vamos ter que viver com as consequências... mas tens consciência que não devia ter acontecido... - Sim... eu sei... - Escusado será dizer-te que ninguém pode saber disto, certo?... Nem a tua mãe... Nem o meu marido... Nem os teus primos... E muito menos os teus amigos... - Claro tia... por quem me tomas? Por mim, ninguém fica a saber nada... - Obrigado querido... Ao dizer isto, Susana dá-lhe duas palmadinhas na perna, o que lhe causa uma erecção instantânea. Faz-se um breve silêncio e ele pergunta: - E agora? - E agora o quê? - O que vamos fazer? - Nada!... Vamos continuar com as nossas vidas... - Só isso? - Insiste o rapaz. - Como assim? Susana sabe onde é que ele quer chegar... Ela deseja o mesmo, mas não quer fazer-se fácil. Ele continua a sondá-la: - O que nós fizemos esta manhã não significou nada para ti? - Aquilo foi só porque eu estava em baixo... - E estavas em baixo porquê? - O teu tio traiu-me com outra... - Com quem? - Tu não conheces... Susana mente, desconhecendo que o sobrinho ouviu a sua conversa com a irmã. - E tu pimba... traição com traição se paga... - Foi mais ou menos isso... Susana percebe que estava a "fechar a porta" e decide dar um pouco de corda. O sobrinho, muito atento às meias palavras da ti, aproveita aquele momento para atacar: - Mas não gostaste? - Confesso que gostei... - Responde Susana, após um breve silêncio. Rui decide ir mais longe e arrisca. Mete a mão sobre a coxa da tia, acariciando-a, enquanto pergunta: - E não gostavas de repetir? Susana não afasta a mão do sobrinho, que vai deslizando a mão pelo interior da coxa, passando-a por baixo da saia (que tinha vestido propositadamente para exibir as suas coxas), e quase chegando à sua rata que começava a ficar molhada. Além da saia curta, Susana usava uma blusa justa e decotada, exibindo uma generosa parte dos seus volumosos seios. Ela não responde de imediato, engolindo em seco uma e outra vez, enquanto vai passando a língua pelos ressequidos lábios. Mas mesmo assim, ela opta por continuar a fazer-se difícil: - Gostar é uma coisa... Aquilo que a moral me impõe é outra... - Eu sei, mas não gostavas de repetir? - Querido... isto é errado a todos os títulos... nós nem devíamos estar a ter esta conversa sequer... Apesar de estar em negação, Susana continua a permitir que o sobrinho lhe acaricie a coxa. Ele insiste: - Tia, por que insistes em lutar contra aquilo que desejas? E ao fazer esta pergunta, vais mais longe com a mão, acariciando a rata da tia sobre a cueca, completamente encharcada. Ela reage, soltando um suspiro, ao mesmo tempo que dá um pequeno salto no banco, e por momentos, perde ligeiramente o controlo sobre o volante. Num movimento instintivo, afasta a mão dele. - Estás louco?... Eu estou a conduzir... - Desculpa tia... mas tu és irresistível... Tu não imaginas o quanto me excitas... Ao dizer isto, tira o seu membro para fora das bermudas, exibindo-o para a tia. Susana no evita olhar para o lado. Assim que o vê, a sua pulsação dispara automaticamente. Já bastante nervosa, agarra o volante com ambas as mãos e volta a fixar-se na estrada, mas a sua mente não pensa noutra coisa a não ser no desejo de ser possuída por aquela verga! Ele estende a sua mão para tirar a mão direita da tia do volante e encaminha-a até ao seu membro, depositando-a sobre ele. Susana não consegue sobrepor-se à sua vontade, que parece ter vida própria e agarra-o, apertando-o firmemente, sentindo o seu calor e dureza. - Eu devo estar a perder o juízo... Mantendo-se sentado no banco, Rui vira-se para a tia. Olha para os carros que os ultrapassam, porque a tia reduziu a velocidade, por segurança, para verificar se algum condutor olha para eles. Como estão a circular em plena auto-estrada, os outros carros passam por eles em grande velocidade. Então estende a sua mão direita e começa a apalpar os seios da tia, cujos bicos ficam logo erectos. - O que é que estas a fazer?... Pára!... Alguém pode ver-nos... Continuando a apalpar-lhe os seios, ele tranquiliza-a: - Não te preocupes tia... mesmo que alguém olhe para nós, eles passam tão depressa que não se apercebem de nada... Mais ousado, puxa-lhe o decote para baixo até fazer com que os seios "saltem" para fora. Como Susana não está a usar sutiã, fica logo com eles expostos: - Que belo par de mamas que tu tens tia!... - Sim?! - Sem dúvidas!... Susana, provoca-o: - São melhores que as da tua mãe? - As da minha mãe são muito boas... mas as tuas, são ainda melhores!... - Obrigado pela parte que me toca... Rui começa então a "brincar" com os seus mamilos, esfregando-os entre os seus dedos. Susana sente-se terrivelmente excitada. Para se vingar, faz-lhe uma punheta com grande fúria. Como resposta, o sobrinho abandona os seios e passa a acariciar a rata da tia, cada vez mais quente e molhada. Susana vê então uma placa anunciando a proximidade de uma estação de serviço. Acelera, mantendo-se aquela troca de carícias. Ao chegar, dirige-se imediatamente para o parque, estacionando carro no ponto mais afastado possível, aproveitando a galera de um camião para ficarem mais "escondidos". Assim que pára o carro, tranca as portas e passam os dois para o banco de trás da monovolume, atirando-se de imediato aos braços um do outro. Enquanto se beijam, Susana arranca literalmente a roupa do corpo do sobrinho, enquanto este apenas lhe tira a cueca. É tal o nível de excitação dos dois, que ela deita-se sobre o banco e ele não demora a penetrá-la, começando a fazer um rápido e prolongado vai e vem. Susana é a primeira a gozar, gemendo de prazer, enquanto o sobrinho continua a "castigá-la", mas ela não se rende, e ao invés de dar a parte de fraca, com um sorriso no rosto, começa a incentivar o sobrinho para a foder ainda com mais força. Ele cumpre com o desejo dela e como consequência, acaba por se vir também, fazendo jorrar todo o seu leite para o interior da sua vagina. Mantendo a penetração, Rui beija apaixonadamente a tia. Mantendo-se ambos deitados no banco traseiro, beijam-se prolongadamente, ignorando o facto do camião já ter saído, deixando a monovolume exposta aos olhares de quem por ali passasse, até porque, a saída da área de seviço era obrigatoriamente feita pelo local onde estavam estacionados. Mas naqueles momento, com ambos deitados, nenhum automobilista que por ali passava se apercebia do que ali se desenrolava. Poucos depois, Susana ergue-se do banco e faz o sobrinho recostar-se no banco, começando de imediato a fazer-lhe um caprichado broche no seu membro ainda murcho. No entanto, a boca e língua da tia começam a fazer milagres e dá-se o "ressuscitar do morto". Aos poucos, o pénis do sobrinho começa timidamente a ganhar volume. Susana incrementa a sucção que lhe faz, ao mesmo tempo que o masturba com as pontas dos dedos. Perante aquela terapia, a verga atinge o seu tamanho máximo, começando agora, lentamente a endurecer, até que, finalmente, recupera todo o seu esplendor, exibindo-se magnânimo perante o maravilhado olhar da tia. Ela estava tão desvairada de desejo e tesão que nem olhou em volta para ver se ainda estavam protegidos de olhares indiscretos, ergue-se e monta o sobrinho, sentando-se sobre ele e de frente para ele. Ao fazê-lo, com uma das mãos segura o membro do rapaz e encaminha-o rapidamente para o seu interior, deixando cair todo o seu peso sobre ele e com isso, fazendo-o entrar na totalidade. Sem mais delongas, abraça-o, "espremendo" os seus volumosos seios contra o peito dele e começa a "cavalgá-lo" saltando literalmente sobre o membro do sobrinho, com um ritmo tão acelerado que o rapaz mal consegue colocar as suas mãos em contacto com o corpo dela para o acariciar, acabando por lhe "agarrar" as nádegas, apalpando-as enquanto acompanha o sobe e desce dela. Os seus movimentos são de tal intensidade que o veículo começa a baloiçar, começando a chamar a atenção de alguns automobilistas ao passarem por eles. Dentro da monovolume, ambos amantes ignoravam o show que estavam estavam a proporcionar a quem passava. Quando não se estavam a beijar, com a tia a segurar a cara do sobrinho com ambas as mãos, este encostava a cabeça e fechava os olhos, enquanto ela encostava a dela ao ombro do sobrinho. Ela começa então a sentir que o seu clímax se aproxima, pelo que incrementa ainda mais as suas investidas. - Ai querido... vais-me fazer gozar outra vez!... Ai... Ai... Goza comigo... anda, goza comigo!... Goza... Apesar dos incentivos da tia e de estar muito excitado, não sente que o seu momento esteja próximo, mas mesmo assim, tenta concentrar-se para tentar gozar ao mesmo tempo que ela. Mas é um esforço em vão porque ela não demora muito a gozar novamente, desta vez dando largas ao que sentia, gritando literalmente de prazer. Estão os dois tão absortos que nem se apercebem do funcionário que se aproximou da monovolume e que bate com os nós dos dedos no vidro. - Desculpe minha senhora... Ignorando-o, Susana continua a desfrutar o seu orgasmo, ficando agora sentada sobre o sobrinho, abraçando-o com força, cravando-lhe as unhas na pele e mantendo a verga do sobrinho toda entalada dentro dela, limitando-se a fazer uns movimentos com o quadril, deslizando para a frente e para trás. Só quando termina de gozar é que ela se apercebe das batidas no vidro. Sobressaltada olha na direcção destas e depara-se com o sujeito a olhar para eles. Ele, visivelmente constrangido, avisa: - Minha senhora... desculpe, mas não pode fazer isso aqui... tem que sair ou chamo a polícia... - Sim, sim... (sorriso nervoso). Desculpe sim... nós já vamos embora... - Obrigado... Ele não consegue evitar ficar excitado com o que tinha presenciado e enquanto se retira dali com uma terrível erecção, e com a imagem do belo corpo da mulher bem presente na sua mente, vai pensando na incrível sorte daquele rapaz. Susana, ainda com uma respiração ofegante, entre risos de nervosismo e plena felicidade, dá uns beijos ao sobrinho, comentando que aquela tinha sido uma deliciosa loucura. Logo depois, finalmente olha em redor e apercebe-se de dois carros parados com os condutores a assistirem ao espectáculo. Um deles tem telemóvel erguido, parecendo estar a filmar. Ela apressa-se a sair de cima do sobrinho, veste-se rapidamente e arranca dali para fora.
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