Apanhado - parte 4
Publicado em 2017-08-31 na categoria Contos eróticos / Incesto


Rui regressa ao seu quarto completamente estafado, mas sentindo-se nas nuvens. Nunca, mas nunca, e nem nos seus melhores planos alguma vez sonhou, ou julgou possível viver aquela experiência... multiplicada por três! Quem diria que a decisão de espiar a mãe com uma simples webcam ia-o fazer curtir três vezes com ela naquela mesma noite? A porta estava aberta, agora já não precisava de se masturbar a ver vídeos porno no PC...

Apesar de se ter deitado um pouco tarde, no dia seguinte, estranhamente acorda cedo. E tal como já lhe aconteceu em outras oportunidades, acordou com o pénis erecto (o famoso tesão do mijo).

"Por que não surpreender a mãe?" - pensou.

Se bem pensou, melhor o fez. Levantou-se da cama, ainda nu e corre até à porta. Abre-a lentamente, espreita e vê a porta do quarto de hóspedes fechada.

"Excelente, a tia ainda está a dormir" - pensa enquanto esboça um sorriso maldoso.

A porta do quarto da mãe fica mesmo em frente. Em dois rápidos passos chega até ela, abrindo-a e entrando para o interior. Mas para sua surpresa, o quarto está vazio, com a janela completamente aberta. A mãe já se tinha levantado e saído.

"Os lençóis não estão na cama... se calhar está na lavandaria... vou-lhe fazer uma surpresa"

Mas ao sair do quarto da mãe apanha um susto de morte. A tia acaba de subir as escadas e apanha-o em flagrante.

- O que estás a fazer completamente nu no quarto da tua mãe?

- N-n-nada... ela n-n-ão está aqui...

- Eu sei que ela não está aí... eu estive agora mesmo com ela lá em baixo...

- ...

- Então meu menino, queres explicar-me o que fazes nu, de pau feito, no quarto da tua mãe?

- N-nada...

- Nada? É curioso que ontem à noite encontro-te no teu quarto todo nu e de pau em riste, e hoje volto a encontrar-te no mesmo estado... (riso) é mesmo curioso...

- ...

- Acho que sei o que é que se passa aqui... (baixa a voz e continua) andas a masturbar-te muito...

- ...

- Mas deixa-me que te diga... sim senhor... tens aí um belo material...

Rui encolhe os ombros, sem saber o que responder.

- A tua namorada é uma sortuda!...

- Não tenho namorada...

- Não?... Mas que desperdício... Se as raparigas soubessem o que tens aí saltavam-te todas para cima...

Ele sorri. A tia começa a estranhar o facto do membro do sobrinho continuar firme e hirto, apesar do susto que ele apanhou...

- Quem me dera a mim que o teu tio tivesse uma igual...

Sentindo-se mais à vontade e atrevido, dispara:

- O que fazias?

Agora é ela que sorri, pavoneando-se um pouco. Aquela pergunta apanhou-a completamente de surpresa.

- O que eu fazia?... O que eu fazia?... Eu posso lá dizer-te o que é que fazia...

- Diz!...

Ela olha para ele. Sabe que estão a brincar com o fogo, mas deixa-se levar na conversa. Sempre quer ver aonde é que aquilo chega.

- Fazia muitas coisas...

- O quê por exemplo?

A coisa está a ultrapassar os limites. Susana acha por bem aligeirar as coisas.

- Olha, brincava com ela...

Sentindo muito senhor de si, Rui arrisca tudo:

- Gostavas de brincar com a minha? - Pergunta de forma provocadora

Aquela pergunta gelou-lhe o sangue nas veias. Ela abre a boca para responder ao abusado do sobrinho, repreendendo-o, porque estava a falar com a tia, não com uma qualquer amiga, mas fica sem palavras. Recompondo-se, decide levar aquela provocação na boa.

- Meu menino, no me provoques porque sou muita areia para a tua camioneta...

- Vai uma aposta?

A brincadeira foi longe de mais.

- O quê!?... Estás maluco?...

- Tu própria disseste que o tio não tem uma igual à minha... se calhar a minha é que é muita areia para a tua camioneta...

Susana estava encurralada.

- Tu tens aí um pedaço de tentação, mas és um fruto proibido...

- Tia tu também és um pedaço de tentação e se deixasses comia-te toda...

- Olha o respeitinho... dobra-me essa língua, porque se não...

- Se não o quê? Saltas-me para cima?

- Tu estás mesmo a brincar com o fogo...

- E tu falas demais... Queres ir para o meu quarto ou para o teu?

Ela fica surpresa com o atrevimento do sobrinho. Mas não tem de que se queixar porque foi ela que começou. E a verdade é que aquela conversa fiada toda estava a deixá-la excitada. Ela acha incrível que o sobrinho continuasse a manter aquela brutal erecção!

Fica uns instantes em silêncio. Não consegue pensar nem agir, mesmo que por impulso. O sobrinho aproveita para lançar a estocada final, aproxima-se dela e prende-a entre o seu corpo e a parede.

- Não gostavas de a sentir toda dentro de ti? - Pergunta esfregando-se nela.

- Não... não... eu sou tua tia...

- E qual é o problema? - Pergunta, mas agora, apalpando-lhe também as mamas.

- A tua mãe pode aparecer...

- Esquece a minha mãe... hummm que belo par de tetas que tu tens...

Ela finalmente reage, soltando-se:

- Pára...

Vira-lhe as costas e dirige-se para o seu quarto. Rui persegue-a, entra fecha a porta e tranca-a à chave.

- O que é que tu queres

- Quero comer-te...

Aproxima-se dela e remata:

- Se tu não quiseres basta que me peças para sair...

Ela fica em silêncio.

- Continuo sem ouvir nada...

Finalmente ficam quase "colados". Num movimento rápido ele agarra-lhe a cara e beija-a à força. Ela ao invés de o afastar, agarra-se também a ele, como se o quisesse prender a ela.

Depois, praticamente arranca-lhe a roupa do corpo até a deixar também toda nua. Então pára a olhar para ela.

- Tia tu és mesmo muito boa!

Ela sorri. Abraçam-se e caem na cama, beijando-se e acariciando-se mutuamente. Mas ela tem um objectivo em mente e desliza pelo corpo do sobrinho até chegar ao seu membro, começando de imediato a chupá-lo enquanto o masturba ao mesmo tempo.

Por momentos Rui fica a desfrutar o broche da tia, mas logo puxa-lhe a perna, mostrando á tia o que queria. Ela desliza para cima dele para fazerem um 69. Para surpresa do Rui, a rata dela já estava completamente encharcada. Tanto que até já lhe escorria para a cara.

Ele então puxa-a para baixo, fazendo com que a rata dela fique literalmente "colada" à boca dele e começa a chupá-la toda também. Apesar de estar muito excitado, naquele momento ele sente-se perfeitamente à vontade, não sentindo a necessidade de se controlar.

Depois de uns bons 10 minutos de pleno e intenso sexo oral, a tia afasta-se para virar:

- Agora quero montar-te...

Dito e feito. Posiciona-se de joelhos sobre ele, segura-lhe a verga e desce sobre ela, fazendo-a deslizar rapidamente para o seu interior até ficar com ela toda entalada dentro dela. A descida foi tão abrupta que que soltou um sonoro "ui", recuando um pouco, para depois, voltar a descer, mas agora mais lentamente, para conseguir acomodar tudo lá dentro, enquanto vai esboçando um sorriso nervoso, não querendo dar a parte de fraca.

Mas rapidamente acomoda-se e habitua-se, começando a cavalgar o sobrinho como uma loucura que até ela própria desconhecia ter aprisionada dentro de si. Era como se de repente estivesse a soltar toda a raiva contida dentro dela. Ela saltava com tal ímpeto que o sobrinho mal lhe conseguia agarrar as mamas para as apalpar.

Saltou, saltou e saltou como uma louca, constantemente a grunhir, ora apalpando com força as suas mamas, erguendo-as para chupar os seus próprios mamilos, ora acariciando o seu corpo, até que, finalmente começou a cravar as unhas, primeiro no seu próprio corpo e depois no peito do sobrinho, enquanto gozava um intenso orgasmo.

Depois de gozar, deita-se sobre o corpo do sobrinho e beija-o demoradamente mas inicialmente com grande dificuldade, tal é a forma ofegante como respira, mas continuando com a sua verga toda entalada dentro dela. Apesar de estar por baixo ele começa a fazer um vagaroso vai e vem, fazendo a tia gemer e contorcer-se, porque ainda estava muito sensível.

Então sai de cima dele e deita-se de lado, voltando-lhe as costas. Ele encaixa-se atrás dela e ela ergue a perna, ajudando-o a enfiar. Ele começa de imediato a enfiar:

- Calma querido... mete com calma...

Agarra-lhe a mão e conduz-la até ao seu seio para que ele o apalpasse. Ele lá fez a vontade à tia, mas a sua excitação falou mais alto e aos poucos, começou a aumentar a cadência dos seus movimentos, fazendo a tia gemer de prazer, mas ao mesmo tempo de algum desconforto que sentia.

Ele mete com tal vigor que poucos minutos volvidos, acaba por gozar:

- Estou-me a vir! - Avisa.

- Sim vem-te querido... vem-te... dá-me o teu leitinho...

Ele jorra todo o seu leite para dentro dela, fazendo umas investidas mais profundas e espaçadas, terminando por ficar abraçado ao corpo dela, enquanto descansava do esforço. Mas a tia não o ia deixar descansar por muito tempo porque não demorou muito para recomeçar a "brincar" com a verga do sobrinho.

Primeiro começou com carícias, depois, começou a masturbá-la e por fim, começou a chupá-la, quando percebeu que o vigor estava a regressar. Com ela novamente em sentido, voltou a saltar para cima dela para cavalgá-la novamente, só parando quando ficou cansada.

Mudou de posição e ficando de quatro, o sobrinho posiciona-se de joelhos atrás dela e come-a por trás durante um bom tempo, até que fez a tia virar-se para continuar na posição do missionário, fazendo-a gozar novamente. Mas desta vez ela ficou tão sensível que não suportava que ele a continuasse a penetrar, por isso, deu-lhe um final feliz através de um broche.

E tal como a mãe, permitiu que ele se viesse na sua boca, apesar de não ter engolido.

 
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