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Apanhado - parte 11Publicado em 2017-09-22 na categoria Contos eróticos / Incesto
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Cristina decide por o seu plano em prática, nessa mesma noite. Ela tem que sair daquele ambiente, tem que se distrair, tem que se divertir... mas tem também necessariamente que fazer sexo com outro homem, porque essa, e não outra, é a única e a melhor forma de poder esquecer aquela terrível e desconhecida atracção sexual que o filho passou a exercer sobre ela...Levanta-se do sofá, volta a guardar o dildo, depois de o higienizar e vai tomar um revigorante duche de água bem quente, para poder relaxar, deixando-se ficar durante uns bons minutos estática debaixo do jacto de água. Depois do banho, veste-se de forma casual. Apesar de ter um objectivo muito específico, não quer passar a imagem de mulher desesperada à procura de sexo. Os calções eram curtos e de ganga, sendo dobrados nas pontas, tornando-os ainda mais curtos. A blusa, azul escura, é de alças e cobre-lhe integralmente o tórax e o abdómen, mas também os braços, se bem que nestes tinha uns cortes, conferindo umas aberturas ao nível do braço e do antebraço. Também tinha uma abertura nas costas que começava junto ao pescoço e terminava junto à cintura. Finalmente penteia-se e maquilha-se com o devido rigor, mas sem exageros. Calça umas sabrinas a condizer com o conjunto, revê o que tem no interior da pequena mala. Está lá tudo, excepto uma coisa. Mais vale prevenir do que remediar, por isso, inclui um par de preservativos. Sai de casa e conduz até ao shopping local para comer qualquer coisa enquanto faz horas. Depois dá um pequeno passeio para ver algumas lojas, tentando controlar o seu nervosismo, até que poir fim, enchendo-se de coragem, decide não perder mais tempo e regressa ao carro para ir "à caça". Dirige-se para a baixa, onde existem alguns bares muito frequentados, principalmente por turistas e jovens universitários. Estes devem ser os seus alvos porque uns e outros só procuram uma aventura por uma noite. Tem muita sorte porque apanha uma vaga de um carro que está a sair de um lugar de estacionamento. Estaciona e caminha até à pequena praça contígua, cruzando-se com alguns homens que a comem literalmente com os olhos, com os mais ousados a dizerem-lhe alguns piropos. Cristina não lhes dá ouvidos, mas aquele manifesto interesse são boas notícias para ela porque indiciam que não terá dificuldade em encontrar um parceiro para passar a noite. Depois de apreciar o ambiente, encaminha-se para um dos bares mais frequentados. Assim que entra, percebe que é alvo de muitas atenções. Dirige-se até ao balcão e pede uma bebida. Permanecendo no local, olha em volta, como se estivesse apenas a ver a sala, confirma que ainda muitos olhares lhe são dirigidos. Cristina verifica que o bar é essencialmente frequentado por jovens estudantes universitários, rapazes e raparigas, que na sua esmagadora maioria, estão em grupos. Verifica também que a esmagadora maioria dos rapazes que estão com raparigas, lançam-lhe olhares dissimulados. Muito possivelmente estão com namoradas e não querem ser apanhados a olhar para outra... Mas naqueles grupos só de rapazes, os olhares eram mais descarados, percebendo-se que faziam comentários enquanto sorriam. Era por demais evidente que a sua presença era bem notada. A grande questão era saber se algum teria suficiente coragem para a abordar. Ninguém o faz, porventura pensando que ela estaria à espera de companhia. Ali ninguém acreditaria que aquela bela mulher tivesse ido ali para estar sozinha e muito menos que ela estivesse ali porque andava no engate. Enquanto vai bebendo, sem pressas, distrai-se olhando para a televisão onde é transmitido um jogo de futebol. Aquele desporto não lhe diz muito, mas é o que há. Meia hora depois, aproxima-se um rapaz que se coloca quase ao lado dela, encostando-se a ela para depois se afastar um pouco. Estranhando o seu comportamento, Cristina olha para ele. - Desculpe... fui empurrado... - Não há problema... - Responde ela com um sorriso. - Isto hoje está mais cheio que uma lata de sardinhas... Ele parece querer meter conversa. Cristina olha em redor e verifica que agora o bar está ainda mais cheio, com as pessoas a terem dificuldade para se movimentarem. Alguém ao passar volta a fazer com que o rapaz se encoste a ela. - Sim é verdade... daqui a um bocado só conseguimos mexer os olhos... Ele sorri à sua piada. A coisa parece promissora para Cristina. O rapaz aparenta estar a mostrar algum interesse em fazer conversa, e no fundo, ele nem é nada de deitar fora. Enquanto ele faz um gesto ao barman e lhe pede uma cerveja, ela aproveita para apreciá-lo. Quando ele se apercebe que ela está a olhar fixamente para ele, Cristina dissimula esboçando um sorriso de cortesia. - O jogo está complicado... - Hã!?... - O jogo... - Há sim... pois... parece que sim... - Importa-se que eu fique aqui a ver o jogo... lá de trás é mais difícil com tanta gente à frente... - Por mim não há problema... até agradeço, porque parece que me deixaram outra vez pendurada... Cristina começa por lançar um engodo para ver se o "peixe morde". - Outra vez pendurada?... Mas quem é que no seu perfeito juízo deixa uma mulher como você pendurada?... - Podes tratar-me por tu... senão fazes-me parecer mais velha do que sou... - Ok (sorriso)... azar o dele... - Azar o dele, não!... Azar o meu... - Então porquê?... Se ele não quer estar na companhia de uma mulher como tu, não falta quem queira... Ele parece estar a atirar-se a ela, pelo menos assim pensa Cristina. Ela decide puxar mais por ele: - Eu não tenho nada de especial... - Não tens nada de especial?!... Não tens espelhos em casa?... - Tenho... - Olha que não parece... Ela encolhe os ombros. O rapaz insiste: - Olha à tua volta e diz-me se vês alguém melhor do que tu... - Há aqui raparigas bonitas... - É verdade... mas dessas, quantas têm uma presença como a tua? - Uma presença como a minha?... - Cristina faz-se de desentendida. - Sim, que tenham um corpo como o teu... Ela aproxima-se do ouvido dele e sem baixar a voz, dispara: - Umas mamas como as minhas queres tu dizer... O rapaz fica constrangido coma frontalidade dela. Mas não desarma: - Isso também!... Ela volta a aproximar-se dele e diz: - Não me importava se fossem mais pequenas... - Porquê? - São demasiado grandes... - Não acho... - Não!?... - Não! Para mim são perfeitas!... - Estou a ver que gostas de mulheres com grandes mamocas... - E quem não gosta?... Olham-se por uns segundos em silêncio, até que Cristina, enchendo-se de coragem, pergunta: - Queres sair daqui? Ele percebe as meias palavras dela e responde prontamente: - Quero! Dirigem-se em silêncio até à caixa, pagam e saem juntos do bar. - Moro aqui muito perto... - Diz ele. - Ok... vamos no teu carro ou no meu?... O meu está mesmo ali... - Ok... Dirigem-se para o carro, entram e ela pergunta: - Para onde?... Ele indica-lhe o nome da rua, mas ela não a reconhece, então ele resolve o problema: - Não há crise... arranca que eu vou dando as indicações... Nem cinco minutos depois chegam ao prédio onde ele mora. Cristina não tem dificuldades em encontrar um lugar para estacionar. Caminham uns poucos metros até chegarem ao prédio, entram e sobem no elevador até ao terceiro piso. Nenhum deles diz uma palavra, apenas cruzando alguns olhares e sorrisos. Entram no apartamento e o rapaz pergunta: - Queres alguma coisa?... - Quero foder-te! - Diz ela aproximando-se do rapaz, beijando-o. Ele apenas pretendia saber se ela queria beber alguma coisa, pelo que, a atitude dela surpreendeu-o por completo, no entanto, perante o facto consumado, ele limita-se a corresponder ao beijo dela. Ela continua a ter a iniciativa e enquanto se beijam, começa a despi-lo, desapertando-lhe os botões da camisa. Ele substitui-a e cada um passa a tirar a sua própria roupa, atirando-a para o chão da sala, até que ficam ambos nus. Olham-se e ele comenta: - Tu és mesmo muito boa!... - Obrigado... Mas já me disseram isso!... - Acredito que sim... E não é mentira nenhuma!... - Tu também tens aí um belo material!... - Obrigado... Mas também já me disseram isso! - Acredito que sim!... Ela encaminha-o até ao sofá, fazendo-o sentar nele. Depois ajoelha-se no chão, à frente dele e agarra-lhe a verga, começando a masturbá-lo. Ele reage com uma manifestação de prazer e algum tempo depois pede-lhe: - Faz-me um broche... Ela sorri e satisfaz-lo. Primeiro dá lentamente umas lambidelas na cabecinha. Depois brinca com a língua mesmo sobre o seu orifício. O rapaz delira. Volta a masturbá-lo fazendo apenas dois movimentos de sobe e desce com a mão e lambe-lhe a verga das bolas até à ponta com movimentos lentos, como se estivesse a lamber um gelado. - Tu és incrível!... - Diz com um rasgado sorriso nos lábios. Finalmente, começa a enfiá-la na boca. Primeiro, apenas a cabecinha, lambendo-a e chupando-a com movimentos lentos, e olhando directamente nos olhos do rapaz, provocando-o. Depois enfia-a lentamente até a fazer chegar à sua garganta, mantendo-.a toda enfiada durante alguns segundos. - Ooooooh.... siiiiimmmmmm!... - Berra ele de prazer. Mais umas lambidelas e começa então a chupá-la, combinando a sucção com os movimentos da mão, para cima e para baixo, umas vezes apertando mais do que outras, ou fazendo mesmo um movimento de rosca como se estivesse a apertar um parafuso, ou fazendo as coisas de forma alternada. - Aaaaaaarrrrgggg... vais-me fazer gozar... aaaaaarrrrrgggggg... Ele fica tão excitado que não consegue aguentar mais. O seu orgasmo foi tão repentino que veio-se logo após o "aviso". A própria Cristina está também tão excitada que, pese embora o aviso do rapaz, continua a chupar, surpreendendo-o ao receber todo o seu leite na boca. Assim que ele o começa o jorrar, Cristina pára de chupar, mantendo no entanto a ponta dverga do rapaz dentro da sua boca, limitando-se a masturbá-lo, enquanto recebe os contínuos jactos de sémen, até ficar com a boca cheia de leite. Então, recomeçando a fazer o sobe e desce com a boca, abre-a ligeiramente, deixando o líquido escorrer-lhe pelo membro. - Desculpa... eu não queria acabar já... - Não há problema... vamos ter uma segunda oportunidade... Ele sorri, enquanto se aproxima dela para a beijar. - Tu és maravilhosa!... Nunca conheci uma mulher como tu!... - Obrigado... - Agora deixa-me tratar de ti... Ele levanta-se e faz Cristina sentar-se na ponta do sofá. Abre-lhe as pernas e ajoelha-se aos seus pés, acariciando-lhe o interior das coxas. - Que bela cona!... - O que é que queres fazer? Com os polegares afasta os lábios vaginais e comenta maravilhado: - Estás mão molhadinha... vou-te lamber toda!... Dito e feito. Cola literalmente a boca ao sexo dela, começando a lambendo-o demoradamente em toda a sua extensão, enquanto Cristina, recostada no sofá, se limita a fechar os olhos e a gemer de prazer. Depois daquele aperitivo, o rapaz avança para o clitóris dela, focando a sua língua ali enquanto lhe vai introduzindo os dedos na vagina. Cristina reage contorcendo-se de prazer. Aquele seu comportamento causa uma imediata reacção no rapaz que começa a ficar excitado, com a sua verga a ganhar um novo vigor. Mas agora é ela que não demora a gozar um intenso orgasmo que quase a faz gritar de prazer. Assim que ela começa a gozar, ele pára de a chupar e erguendo-se, agarra na sua verga e penetra-a, começando a fazer um rápido vai e vem enquanto lhe apalpa ambas as mamas. - Oooohhh sim... faz-me gozar!... Cristina leva as mãos à cabeça emaranhando as mãos nos seus cabelos que lhe cobrem a cara, enquanto desfruta o seu tão desejado e merecido prémio. Ainda possuída pela excitação, faz o rapaz sentar-se e salta para cima dele, sentando-se ela sobre ele, voltando-lhe as costas, consuma a penetração e apoiando-se no sofá, começa literalmente a saltar sobre o seu membro, fazendo-o entrar nela com um bom ritmo. Ela mexe-se com tal rapidez que ele mal lhe consegue acariciar as nádegas. Depois de um bom tempo naquilo, e um pouco cansada, inclinando-se para a frente, diminui a velocidade, por um lado para descansar um pouco, por outro para lhe conceder a visão de ver o seu membro a entrar e sair de dentro dela. - Gostas da paisagem?... - Adoro!... Parando de "saltar", deixa o membro todo enterrado e começa a fazer uma espécie de dança do ventre sobre ele, levando-o ao delírio. Ele ergue-se do sofá, encostando o seu peito às costas dela e abraça-a para lhe apalpar as mamas enquanto lhe faz um linguado pelo pescoço, junto à nuca. Cristina começa a enlouquecer de prazer e aumenta os seus movimentos. Ele não resiste muito mais e pela segunda vez, termina antes do desejado, gemendo de prazer enquanto se vem dentro dela. Vendo-o ejacular, ela própria deseja gozar e fechando os olhos tenta concentrar-se no seu prazer. Mas quando estava quase, abre-se a porta da entrada... |
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