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Apanhado - parte 10Publicado em 2017-09-18 na categoria Contos eróticos / Incesto
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Sem o filho em casa, e ignorando que ele andava sexualmente envolvido com a própria irmã, e que esta se tinha disponibilizado para ficar com ele alguns dias para poder ir com ele para a cama, Cristina tenta retomar o controlo da sua vida. No entanto, por mais que se esforce por afastar o filho da sua mente, não consegue esquecer os momentos que passaram juntos e o prazer que sentiu nos braços dele...Cristina sabe e tem consciência que aquela relação incestuosa não pode prosseguir, apesar do sexo que fizeram ter sido por ambos consentido. Ela nunca julgou possível que tal coisa lhe pudesse acontecer. Ela busca e rebusca pela sua mente à procura de indícios que ela pudesse involuntariamente transmitido ao filho, levando-o a pensar que houvesse da parte dela algum interesse oculto. Ela admite que no limite, possa ter tido uma atitude, uma frase ou um gesto mais ousado, mas nunca o fez com segundas intenções e muito menos, com intenções sexuais. Analisando o comportamento do filho, agora que pensa, com outro ponto de vista, aí já lhe encontra na sua atitude indícios de que se sentia atraído por ela, apesar de nunca ter dito uma frase ou ter feito um qualquer gesto impróprio para com ela. Mas, apesar dela por vezes ter-se apercebido de alguns olhares dele, sempre viu aquilo como natural num jovem que estava a despertar a sua sexualidade. Mas o seu problema maior não é a atitude do filho, mas sim a sua própria, porque ao invés de se opor frontalmente, ela não só consentiu que aquela relação incestuosa acontecesse, como desejou ardentemente entregar-se nos braços do filho. Mas pior ainda, é que continua a desejar o filho. E para piorar a sua situação, ela sabe que o filho também a deseja! Ora se ambos desejam entregar-se um ao outro, por que lutar contra esse desejo? Que mal vem ao mundo se eles mantiverem esta relação incestuosa? É verdade que a irmã sabe que eles se envolveram e que nada dirá porque prometeu-lhe guardar segredo, mas que faria ela se descobrisse que eles mantinham aquela relação? Eles podiam esconder a sua relação da irmã e do mundo, mas a que preço? Cristina passa o resto daquele dia, por um lado com a luxúria a falar mais alto e a defender o seu desejo e por outro, com o seu lado mais racional a exigir ponderação e que deve acabar com aquela relação. E como fazê-lo? Como esquecer o filho? Ela sabe que a memória do filho ainda está muito presente na sua mente, até porque eles tinham tido relações sexuais naquela mesma manhã. Talvez exista uma forma de desviar o seu desejo sexual para outro lado. Tem uma ideia: pode descarregar a sua excitação, masturbando-se. Se bem o pensou, melhor o fez. Foi ao guarda-fatos onde tinha um conjunto de caixas de conjuntos de lingerie guardadas num canto. Retira uma delas e abre-a e tira debaixo da peça de roupa um dildo de borracha cor de rosa que tinha comprado há algum tempo numa sexshop na internet. Era um objecto relativamente flexível, delgado e comprido mas bem volumoso no topo ou ponta, sendo liso de um lado mais rugoso do outro. No passado, Cristina passou alguns bons momentos com aquele dildo que simulava um pénis, mas na verdade, era um triste remedeio. No entanto, naquele momento era o que tinha, e a sua excitação era já tanta que o que queria mesmo era sentir qualquer a penetrá-la. Mas deitou tudo a perder quando se lembrou de ir buscar o computador portátil para visionar a gravação que o filho tinha feito dos dois na casa de banho. Liga-o e enquanto vê as imagens, como se de um filme pornográfico se tratasse, puxa a blusa para baixo, descobrindo os seus volumosos seios e levanta a saia e começa a acariciar-se lá em baixo, enquanto vai lambendo e chupando a ponta do dildo, como se a estivesse a lubrificar para o que se seguia. Observa-se naquele vídeo, alheia ao atrevimento do filho, e que olhos fechados e a cabeça bem erguida em direcção ao jacto de água quente, ela continua a passar o creme pelo corpo, acariciando-se e apalpando os seus volumosos seios com uma mão enquanto a outra acaricia o seu clitóris. Na gravação pode perceber nitidamente o momento em que sentiu a primeira onda de prazer que a invadiu, quase a fazendo grita de prazer, mas rapidamente morde o lábio para se conter, enquanto se contorce numa espécie de dança sensual. Nada que não estivesse também agora a sentir... Cristina fica particularmente surpresa quando percebe o momento em que se estava a sentir em brasa, rapidamente retomando às suas carícias. Ali, de pé, encosta-se à parede e com as pernas abertas e ligeiramente arqueadas, com um enquadramento quase perfeito, vê-se a acariciar-se com grande ânsia, sentindo que o seu climáx se aproximava a grande velocidade, até que finalmente explode de prazer. Neste momento, enquanto continua a acariciar-se, fecha os olhos porque sente uma primeira onda de grande prazer, só os abrindo quando ouve na gravação a frase do dildo. «Mamã... mamã... estás bem?». Ela vai observando atentamente o desenrolar dos acontecimentos, confirmando o que temia, foi ela quem tomou a iniciativa, quando lhe diz «Tu tens aqui um belo material, sabias?...». Só de voltar a pensar no membro do filho, sente um arrepio na espinho, desejando tê-lo ali com ela... Naquele momento não resiste mais e introduz o dildo na sua vagina, começando e metê-lo e a tirá-lo com grande vontade enquanto se observa a provocar o filho e a começar a fazer-lhe uma punheta. A aproximar a sua boca e começar de imediato a sugar-lhe a cabecinha, para logo a excitação falar mais alto e começar rapidamente a chupar-lhe a verga enquanto lhe faz um vai e vem com a boca. O filho geme sonoramente de prazer até gozar, fazendo-a engolir tudo, até à última gota. Depois ouve as suas próprias palavras «Agora é a tua vez de fazeres gozar a tua mãe...». Coloca-lhe a mão no ombro e instintivamente ele ajoelha-se aos seus pés. Ela senta-se sobre a ponta do tampo da sanita, abre as pernas e oferece-se convidando-o. «Anda... chupa... chupa...». Cristina intensifica o vai e vem do dildo e grita: - Ai querido, sim!... Faz-me gozar!... Anda... Faz a tua mãe gozar!... Anda, fode a tua mãe... FODE-A!... No vídeo ele obedece ao pedido e um pouco a medo, começa a chupar o grelinho da mãe. Ela segura-lhe a cabeça e empurra-a contra o seu sexo e insiste, «Chupa com força.. . anda, chupa...». Então ele "cola" literalmente a boca ao sexo da mãe e concentra a sua língua no clitóris dela, fazendo-a gemer. A sua excitação era tanta que não demorou a gozar rapidamente, soltando uns gritos contidos de prazer. Ao ver-se a gozar, quer sentir o seu orgasmo: - Ai filho... fode-me... fode-me com força... faz-me gozar... anda, faz-me gozar... sim... sim... Finalmente obtém o seu tão desejado momento, explodindo literalmente de prazer, exteriorizando-o com sonoros gritos, sem se preocupar que alguém que passe pela rua a possa eventualmente ouvir. Ela berra desalmadamente, tanto de prazer como de raiva por não ter ali o filho dentro dela... Ao terminar de gozar, deixa-se ficar deitada, em posição fetal, ainda com a respiração muito ofegante, enquanto vai chamando com fervor pelo filho. - Rui... querido.... volta para mim... volta querido... Mas com o passar dos minutos e já mais calma, censura-se a si próprio por ter sido fraca, por não ter dominado a sua vontade. E volta ao início, tentando convencer-se que tem que esquecer o filho. No imediato, apaga aquele vídeo. "Sem vídeo acaba aquela tentação...", pensa ela. Mas infelizmente, por muito que o deseje, por muito que se esforce, ela sabe que não conseguirá apagar aquele devaneio porque trata-se do seu apetite sexual e porque a sua libido falará sempre mais alto. Ela não consegue ter vontade própria, aquele desejo é impulsivo, fazendo Cristina sofrer com a ansiedade que sente por ter ali o filho novamente. Mas ela sabe que aquela obstinação tem que ser contrariada, dê para onde der, e por muito que isso lhe custe. "Tenho que me convencer que isto é só um capricho...", pensa para consigo, mas ela sabe que isto são só palavras e pensamentos, porque na prática, não conseguirá lutar contra aquela volúpia. É então quando lhe assalta uma ideia mirabolante: "Tenho que arranjar alguém para ir para a cama comigo... só assim conseguirei esquecer o meu filho!... (sorri) É isso!... (sorri) É isso!... O que não faltam por aí são homens mortinhos por levar uma mulher para a cama!... Só tenho que ir até um bar nocturno e esperar por ser abordada por um homem... depois é só deixá-lo pensar que me deu a volta...". |
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