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AssaltadaPublicado em 2014-05-23 na categoria Contos eróticos / Hetero
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Tinha acabado de tomar um relaxante banho de espuma, preparando-me para uma noite muito especial. Era o nosso primeiro dia dos namorados e eu queria surpreender o António com um jantar romântico com a sobremesa a ser servida na cama. Enquanto me secava, frente ao grande espelho, ia observando o meu esbelto corpo. "És mesmo boa!" pensei para comigo. "Esta vai ser uma noite memorável"...O ambiente já estava todo preparado. Na sala, tinha a mesa posta com uma toalha vermelha, o meu melhor serviço de jantar, flores que ele fez entregar em minha casa e velas acesas. Pelo chão espalhei uma quantas pétalas, desde a sala até ao meu quarto, espalhando mais algumas sobre a colcha também vermelha. Espalhei também algumas velas pela casa e no quarto já acesas para ir entrando no espírito da sensualidade. Entretanto, mantinha um dos candeeiros do quarto aceso, emanando uma luz ambiente que era de baixa intensidade, conferindo também uma sensualidade natural ao mesmo. Completamente nua saio da casa de banho e caminho até à cómoda, fazendo uma espécie de dança, como se fosse uma bailarina. Antes de entrar no quarto, borrifei o ar com perfume e depois passei por ele, rodopiando sobre mim mesma, como se me estivesse a envolver nele. Estava uma noite particularmente quente para a época, por isso deixei a janela do quarto entre-aberta com os cortinados corridos. Como são grandes completamente opacos, não tenho o problema de alguém da rua ou das casas vizinhas me poder ver. Ao chegar ao móvel, abri a gaveta e retirei uma lingerie muito sexy. Tratava-se de um catsuit, um fato negro de lycra elástica, feito numa única peça rendada que me cobria as pernas simulando umas meias de ligas, o tronco e os braços. Era aberto entre as pernas e na zona dos seios, a rede era mais larga. Estendi-o sobre o meu corpo, olhando-me no espelho e balanceando-me para um lado e depois para o outro, imaginando como me ficaria. Não o ia vestir já porque a roupa que escolhi para aquela noite já era sexy o bastante e depois, não permitia esconder aquela surpresa para ele. Já tinha pensado em tudo, mas decidi coreografar o que tinha pensado fazer para ter uma ideia do que melhor fazer. Fingi que o trazia até ao quatro: - Esta vai ser uma noite que nunca irás esqueci... - Disse utilizando uma voz sedutora. Depois imaginei-me a despi-lo: - Não te mexas... eu faço tudo... Seguidamente deitei-o na cama, e prendi-o com umas algemas que coloquei de forma estratégica na cabeceira da cama e que comprei conjuntamente com o fato numa sexyshop. - Hoje tu não tens autorização para mexer... sou eu que vou fazer tudo... Imagino-o a sorrir e a tentar chegar com a boca aos meus seios. - Gostas das minhas maminhas, gostas?... Aguenta... Ficam para depois... Depois retirei-me caminhando de forma sedutora até à casa de banho, como se fosse uma manequim a caminhar quase cruzando uma perna à frente da outra, lançando olhares sedutores e beijos ardentes para trás. Vesti o fato para depois sair, exibindo-me de braços no ar e dando uma volta para me mostrar. - Gostas querido?... Comprei-o propositadamente para ti... Hummm, ainda bem que gostas... Depois fiz uma dança sexy enquanto me ia aproximando da cama - Gostas?... Gostas?... - Ia perguntando Subi para cima dela e perguntei: - O que é que gostavas que eu te fizesse? Simulo com gestos que o masturbo e que lhe faço sexo oral. Depois "subo" para cima dele e faço uns movimentos para cima e para baixo, esfregando as mãos pelos meus cabelos: - Vou fazer o melhor sexo da minha vida!... - Disse soltando um longo suspiro. Então levanto-me da cama, tiro o fato e coloco-o na casa de banho. Estava tudo ok. Ainda faltavam duas horas para ele chegar. Eu não tinha que me preocupar com o jantar porque tinha-o encomendado e ia recebê-lo pouco antes dele. Decido baixar a persiana, deixando a janela entre-aberta. Depois de a fechar, mas não totalmente, viro-me para ir buscar um robe para me vestir. Nesse preciso momento sai algo detrás do cortinado que me agarra por trás. Apanho um susto de morte que me faz estremecer da cabeça aos pés enquanto dou um grito de terror que mal se ouve porque fico com a boca tapada. Percebo o vulto de um homem. Tento debater-me mas ele é muito mais forte do que eu, dominando-me totalmente, mas eu dou bastante luta. Ao ficarmos frente ao espelho vejo um homem todo vestido de preto e com a cara tapada com um capucho, onde só se viam os olhos e a boca. Com ambas as mãos estou a tentar libertar a boca para poder gritar por socorro mas paro quando vejo na sua outra mão uma faca que encosta à minha garganta: - Fica muito quietinha ou morres aqui e agora puta... A faca e a ameaça de morte paralisaram-me de medo. Começo a implorar pela vida e para que não me faça mal, mas com a mão a tapar-me a boca, não se percebem senão gemidos aflitos. - Queres morrer?... Queres morrer?... hã?... Queres?... Aterrorizada, com movimentos rápidos, viro ligeiramente a cabeça de um lado para o outro, fazendo um gesto negativo. - Então vais ficar quietinha e caladinha... Hã?... Vais?... - Agora faço o gesto afirmativo. Então percebo o que ele quer. Vejo o seu olhar percorrer o meu corpo ainda despido. E como está encostado a mim, sinto claramente o seu pau duro em contacto com as minhas nádegas. Aquele patife quer abusar de mim. - Tu és mesmo muito boa... Não há qualquer dúvida do que ele quer e eu não tenho como me opor aos seus instintos sexuais. Limito-me a abanar negativamente a cabeça, suplicando pela minha vida e para que não me fizesse mal. Empurra-me até à cama e faz-me deitar, sentando-se literalmente sobre o meu peito. Olha para cima e ordena: - Põe as algemas... Inicialmente não obedeço à ordem, mas ele repete-a mais zangado e pressionando a faca contra a minha garganta. Muito aflita ergo as mãos acima da cabeça. A tremer bastante, tento agarrar as algemas. Prendo um pulso e depois o outro. Ele volta a ameaçar-me: - Gritas, morres... Ouviste?... Respondo que sim, com um gesto com a cabeça. Então tira a mão da minha boca. De imediato, como se tivessem tirado uma rolha da minha boca, rompo num pranto, soluçando, enquanto ele me vai acariciando com uma mão e com a faca na outra. - Não... não... não... - Imploro. Ele dá-me duas violentas bofetadas na cara: - Eu vou-te foder a bem ou a mal... Agora tu é que decides como preferes ser fodida... - Nãaaaooooooo... Nãaaaooooooo.... Nãaaaaooooo.... - Caladinha... - Diz aproximando-se de mim. Pousa a faca e ergue-me as pernas, colocando-as sobre os seus ombros, deixando-me toda exposta. Logo de seguida começa a acariciar-me o corpo, desde as pernas até aos meus seios. Depois agarra-me pelo pescoço ao mesmo tempo que começa a acariciar-me a rata. Um gemido de protesto fica-me preso na garganta. - Que bela coninha... Cospe para as mãos e acaricia-me longamente o clitóris e enfia os dedos na minha vagina. - Que coninha tão apertadinha... Inicialmente, o meu corpo tremia de forma incontrolada. O meu coração batia tão rápido que parecia que me ia dar um enfarte. O próprio oxigénio que respirava parecia insuficiente ao ponto de me sentir quase desfalecer. Mas por incrível que pudesse parecer, aos poucos, fui serenando. Fixei o olhar no capucho dele e fui-me alheando do que ele me fazia. Mantendo-me quase esganada, ele deixa de me acariciar a rata e desaperta o fecho, tirando o seu membro para fora. Logo de seguida, esfrega-o entre os meus lábios vaginais durante uns segundos, pressionando-o contra eles até o enfiar dentro de mim, empurrando-o de uma só vez até ao fundo. Assim que o senti irromper violentamente dentro de mim, forçando a entrada, tentei soltar um gemido mas ele saiu mudo porque assim que senti tudo aquilo dentro de mim, fiquei instantaneamente sem ar nos pulmões. Eu não estava minimamente lubrificada e aquele pau era mesmo monstruoso. Parecia que me ia rasgar toda... Ele começa de imediato a enfiar, fazendo-me gemer de desespero. Então ele ameaça de novo: - É bom que finjas que estás a gostar porque senão garanto-te que não sais deste quarto com vida... Repete esta ameaça uma e outra vez como se quisesse garantir que eu interiorizava a mensagem. Aquela ameaça soava-me a muito séria. Não havia nada que eu pudesse fazer para evitar que ele fizesse sexo comigo. Se fingisse podia excitá-lo ainda mais e fazia com que aquele filme de terror terminasse mais depressa. Tentei controlar-me para me acalmar um pouco. - Isso... Isso... Mantendo a boca aberta, começa a soltar uns gemidos enquanto ele mantém a cadência das suas investidas que não eram muito rápidas. Felizmente solta-me a garganta, permitindo-me respirar melhor, passando a acariciar-me os seios. Para me provocar, empurra com mais força, com um movimento violento. Ao fazê-lo, obriga-me a soltar um pequeno grito involuntário. Vendo a minha reacção, repete uma e outra vez aquela investida, fazendo-me gemer mais e mais. E a cada novo gemido, este expressa-se de forma mais consistente. Se por um lado tento fingir, por outro lado, não consigo evitar aquelas reacções que não são de prazer nem de total insatisfação. Estes rapidamente tornam-se numa espécie de grunhidos de raiva: - Anda fode-me... Anda... Fode-me... Fode-me com força... Fode-me... Anda... Agora sou eu que o provoco,uma e outra vez, para que ele fique sobre-excitado e se venha depressa. Ele volta a aumentar a cadência dos seus movimentos, obrigando-me mesmo a grunhir: - Aaaahhhhhh... Anda... Aaaaaahhh.... Aaaaaaahhhh... Fode-me... Fode-me com tudo... Aaaahhhhh... Fode-me... Rebenta comigo... Aaaahhhhh... Anda paneleiro de merda.... Fode-me... Fode-me toda... Ele volta a agarrar-me pelo pescoço, apertando-o ligeiramente, com se quisesse que eu parasse de o provocar, mas continua a enfiar com tudo. A sua respiração já está bastante ofegante. Deve estar já muito perto do climax. Continuo a provocá-lo, mas desta vez vou mais longe e começo a mexer o meu ventre, empurrando a minha vagina para cima e para baixo para aumentar a sua excitação. Ele começa a grunhir entre dentes. Então acontece algo pelo qual eu não estava nada à espera. Do nada, até porque eu não sentia que estivesse a sentir prazer, sinto uma violenta e espontânea explosão entre as minhas pernas, fazendo-me gozar um intenso orgasmo. Tive que fazer um grande esforço para me controlar e não mostrar o que estava a acontecer comigo. A sensação que estava a desfrutar era sublime, indescritível. Comecei imediatamente a transpirar por todos os poros do meu corpo. Cheguei a pensar que ia desmaiar tal era a intensidade daquele orgasmo. Logo de seguida foi a vez dele gozar, fazendo uma dezena de investidas mais espaçadas, veio-se dentro de mim até parar, mantendo o seu membro todo enterrado dentro de mim. Ambos respirávamos de forma bastante ofegante. Depois deixou-se cair sobre mim. Incrivelmente, sentia-me muito relaxada. Por momento esqueci que aquele homem tinha acabado de me violar. Mas aos poucos fui caindo em mim. O que faria ele agora? Libertava-me e ia-se embora? Eu não lhe vi a cara porque ele nunca tirou a mascara por isso não tinha a necessidade de me matar... Então ele levanta-se e faz tenção de tirar a máscara. Para não o ver, viro a cara. - Não... Por favor... Não... Eu não vi a sua cara... Por favor... Aproxima-se de mim, vira a minha cara para ele, mas mantenho os meus olhos bem fechados. - Abre os olhos... Aquela nova voz parecia-me muito familiar. Abro os olhos e vejo o meu namorado. - O quê?!... Tu?!... |
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