Apanhado - parte 16
Publicado em 2017-10-13 na categoria Contos eróticos / Incesto


Perante a traição da mãe, Vera sabe que pode passar a ter a mãe na sua mão porque pode fazer chantagem com ela. Mas por agora acha melhor não lhe dizer nada, porque seria a palavra de uma contra a outra. Ela precisa de provas. Provas irrefutáveis. E isso não será difícil de conseguir porque depois daquela visita nocturna, ela sabe que eles vão voltar a estar juntos. É só esperar pelo momento certo...

Vera deita-se na cama a pensar em todas as vantagens que poderá obter com aquela traição da mãe. Mas depois, pensando melhor, questiona-se se a revelação teria mesmo o efeito desejado, até porque a verdade é que a mãe apanhou-a em flagrante com o pai, por isso, eles podiam não dar demasiada importância ao caso, ou então, consideravam que uma traição pagava a outra.

No entanto, havia aqui um pequeno grande pormenor que podia fazer toda a diferença. Ela e o pai só se tinham envolvido uma única vez. Aquela era a primeira e única vez da mãe com o primo, ou ia haver mais. Se houvesse, no caso da mãe era mais grave que no dela...

Mas logo depois, a sua mente foca o acto sexual em si, lembrando-a como ficou excitada só de os ouvir. Ela já tinha tido algumas experiências sexuais, mas nunca tinham durado tanto tempo, nem nunca ninguém lhe tinha feito gemer e gozar como a mãe gemeu e gozou com o primo.

Aliás, a própria mãe tinha elogiado o primo, dizendo que preferia foder com ele do que com o pai. Em boa verdade, a experiência dela com o pai nem tinha sido nada de extraordinário.

Vera dá consigo a pensar que o primo parecia ser uma verdadeira máquina sexual!

"Deve ser o máximo fazer amor com ele!...", pensa ela, esboçando um sorriso. Depois vai mais longe, "Ele nem é nada de deitar fora...". A sua mente começa a divagar, imaginando-se nos braços dele. "Adorava leva-lo para a cama!... Até acho que ele preferia deitar-se comigo do que com a minha mãe...". Ela acaba por adormecer imaginando aquele cenário idílico.

Logo naquela manhã, durante o pequeno-almoço, Vera presta especial atenção à mãe e ao primo, percebendo as trocas de olhares cúmplices, nas "costas" do pai. Aquele comportamento dos dois, provava desde já que eles tinham e iam manter a relação incestuosa e adultera, o que ia contra os seus planos.

Mas no final da tarde, foi o Carlos que  foi buscar os jovens à escola secundária e ao chegarem a casa, ele pediu à filha para ficar no carro porque queria dar-lhe uma palavra. Então aborda o caso que tiveram, desculpando-se, arrependido e explicando que aquilo não voltaria a acontecer.

Perante a pergunta da filha, ressalva que ele e a mãe não se vão divorciar. E a justificação surpreende Vera.

- Ontem apanhei a tua mãe em flagrante com o teu primo...

Ela fica surpresa. Então o pai sabia.

- Apanhaste? Não percebo...

- Sim, apanhei a tua mãe com o teu primo...

- A fazer o quê? - Vera faz-se despercebida, propositadamente.

-Apanhei-os na marmelada...

Lá se foi por água abaixo o seu plano para fazer chantagem com a mãe. Incrédula, pergunta:

- Ontem?!...

- Sim, ontem à tarde... no nosso próprio quarto...

"Apanhou-os à tarde... e foi no quarto dele?... então isso significa que eles á noite voltaram a repetir... o que quer dizer que, eles vão continuar a encontrar-se...", pensa ela, quase sorrindo. Afinal, parece que o seu plano está outra vez em cima da mesa.

- E como é que vocês resolveram isso?...

- Conversamos e chegamos à conclusão que ambos erramos... eu primeiro... e ela vingou-se... mas decidimos por uma pedra em cima do assunto e continuar as nossas vidas...

- Então foi por isso que ela trouxe o Rui cá para casa...

- Não... não foi por isso... mas conheces o provérbio, a ocasião faz o ladrão...

- Achas que foi uma coincidência...

- Não sei... mas agora que o dizes...

- Tenha sido ou não, quer dizer que agora nenhum de vocês pode voltar a meter o pé na argola...

- Sim... a partir de agora vamos voltar a ser fieis um ao outro...

Vera opta por não dizer que a mãe não tinha cumprido aquela promessa, mas põe o pai à prova:

- E tu confias nela com o Rui cá em casa...

- Tenho que confiar... afinal, tu e eu também continuamos a viver cá em casa...

- E se um de vocês cair na tentação...

- Nem quero pensar nisso...

Aquelas são de facto muito boas notícias para Vera, porque ela tem quase a certeza absoluta que a mãe e o primo continuam envolvidos um com o outro. Agora é só estar atenta para os apanhar em flagrante, o que sabe poder não ser fácil. Se a mãe continuar a fazer aquelas visitas nocturnos, será bem mais difícil conseguir provas para a chantagem.

- Vou ficar atenta...

- Isso, fica...

Saem do carro e dirigem-se para o interior da casa. Vera tenta dar voltas à cabeça para tentar perceber como apanhar a mãe e o primo no quarto a meio da noite. Entretanto a mãe chega e vai tratar da roupa.

Mas uma hora depois, o pai e o irmão preparam-se para sair, porque o Pedro vai ter treino no futebol. Vera pensa logo num plano, "se aqueles dois pensarem que eu também saí, vão pensar que estão sozinhos durante uma hora e se calhar vão aproveitar para dar uma".

- Pai, vou convosco...

Avisa a mãe e vai para o carro com o pai e o irmão. Este arranca e sai, mas duas centenas de metros mais à frente, Vera finge mudar de ideias:

- Afinal no posso ir... lembrei-me agora que tenho que acabar um trabalho para a escola...

- Ai eu agora no vou para trás... vais a pé que te lixas... - Reclama o pai...

- Não faz mal, deixa-me aqui que vou a pé...

O pai pára o carro, ela sai e ele arranca. Sem grandes pressa, caminha para casa. O plano é entrar pela porta junto à garagem. Se a mãe ainda estiver na lavandaria, nada feito, mas se ela não estiver lá, há boas chances de a apanhar na marmelada com o primo.

Entretanto na casa, assim que os vê a sair, Rui procura a tia, encontrando-a precisamente na lavandaria.

- Tia já saíram todos...

- E?...

- Podíamos aproveitar...

Tendo-se aproximado da tia, abraça-a por trás, excitado, começa a esfregar o seu membro nas nádegas dela. Susana não fica indiferente ao avanço do sobrinho. Ela lá no fundo também quer, mas nem sempre, sempre, nem nunca, nunca. Ele tem que acalmar os cavalos...

- Mas tu não pensas noutra coisa?

- Neste momento não!...

- Agora não, Rui... tenho que acabar isto...

- Vá lá tia... as oportunidades são para aproveitar... não achas?

- Mas nós ainda vamos ter muitas oportunidades...

- Vamos?... Sempre ouvi dizer que mais vale um pássaro na mão que dois a voar...

- Está bem... não te preocupes que oportunidades não faltarão...

- Eu não vou ficar aqui para sempre...

- Eu sei querido...

- E quando eu me for embora vai ser mais difícil a gente encontrar-se... por isso, a aproveitar é agora!...

- Tu tiras-me do sério... o que é que eu tenho que fazer para te resistir?...

- Não resistas... Tu queres isto tanto quanto eu...

- Pois, esse é que é o problema...

Rui começa a fazer-lhe um linguado pela nuca enquanto lhe apalpa as mamas. Susana fecha os olhos, inclina a cabeça para trás e começa a suspirar de prazer. Depois vira-se para ele, beijando-o. Ele desliza as suas mãos por baixo da roupa dela, acariciando-lhe directamente o corpo, enquanto ela o abraça pelo pescoço, sentindo-se já toda molhada.

Quando ele tenta começar a tirar-lhe a roupa, ela interrompe-o:

- Aqui não... vamos para o quarto de arrumos...

Ele concorda e dirigem-se para esse quarto que possuía uma cama pequena. Aí chegados, Susana pede para ele esperar no quarto, saindo ela. Ele despe-se por completo e fica à espera dela. Quando a tia surge, o coração do rapaz quase lhe sai disparado pela boca.

Ela enverga uma lingerie formada por um corpete que deixa as mamas à mostra. As cuecas, fio dental, têm uma abertura entre pernas para permitir a penetração sem as tirar. O conjunto é completo com uma cinta de ligas e umas meias pretas.

Ela aproxima-se dele como se estivesse a desfilar, e fazendo um olhar provocador, pergunta:

- Gostas?...

Ele nem consegue falar, olhando-a uma e outra vez, da cabeça até aos pés. A sua verga que já estava dura, fica ainda mais dura, pulsando a olhos vistos.

Aproxima-se da tia e inclina-se sobre as suas mamas, suportando-as com as suas mãos e começando a lambê-las, fazendo círculos com a língua em torno dos seus mamilos, os quais, só muito depois é que começa a lamber também. Depois, prende-os entre os lábios, puxando-os. Susana geme de prazer. E os seus gemidos tornam-se mais sonoros quando o rapaz começa a chupar-lhe aqueles bicos duros e erectos, enquanto ela o masturba

Por esta altura, já Vera entrou em casa e ouvindo-os, espia-os escondida na esquina do corredor, que permanece na penumbra, em contraste com o quarto, que tem a luz acesa. Mesmo que algum deles olhe na sua direcção, muito dificilmente conseguirão vê-la de telemóvel em punho a filmá-los. A qualidade de imagem da gravação não é a melhor, mas consegue-se perceber o que se passa naquele quarto.

- Agora chupa-me tu! - Pede o rapaz.

Susana ajoelha-se e começa de imediato a fazer-lhe sexo oral, chupando com um vai e vem da cabeça, umas vezes devagar outras rapidamente, lambendo-lhe o membro da base à cabecinha, ou centrando-se apenas nesta, chupando-lhe as bolas ou simplesmente masturbando-o.

A filha fica triplamente perplexa. Por um lado com a técnica e voracidade demonstrada pela mãe. Por outro, pelo tamanho do pénis do primo, que não sendo XXL, é maior do que a média. E finalmente porque a mãe já estava de volta do pénis há uns bons quinze minutos e o primo ainda não tinha gozado. Ela já tinha feito uns quantos broches e os tipos não aguentavam muito tempo.

Depois trocaram e foi a vez dele de fazer sexo oral à tia, chupando-lhe o grelinho, enquanto o acariciava ou apalpava as mamas, enfiando-lhe os dedos e ainda lambendo-a toda, até conseguir arrancar um orgasmo à tia, que desta vez, grita a plenos pulmões de prazer, enquanto rebola de um lado para o outro na cama.

Do seu ponto de observação, a filha não evita ficar bastante excitada, sentindo uma vontade louca de se acariciar, começando mesmo a fazê-lo, quando no quarto, o primo levanta-se e penetra a mãe, fechando-lhe a seguir as pernas e virando-as para o lado, começando a enfiar a um bom ritmo, o que faz a mãe gemer ainda mais.

Vera fica super impressionada com o vigor do primo. "Agora percebo porque é que ela continua envolvida com ele!", pensou para consigo. E todo aquele "exercício" faz com que ele comece a transpirar, percebendo-se o suor a escorrer-lhe no corpo.

E desta vez, ambos acompanham-se nos gemidos que antecedem um orgasmo, acabando por gozar os dois quase ao mesmo tempo. Vera mal se aguenta das pernas, tal é a sua excitação.

 

 
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