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Apanhado - parte 17Publicado em 2017-10-17 na categoria Contos eróticos / Incesto
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Após presenciar o envolvimento da mãe com o primo, Vera esquece a chantagem e só pensa na performance demonstrada pelo seu primo, por quem, anteriormente, nem dava muita confiança. Mas depois de o ver em acção, mudou completamente a forma como o via. Ele agora não lhe sai da cabeça. Vera já só o imagina dentro dela. A tentação era muito forte. Tinha que o seduzir...E nessa mesma noite, Vera mudou completamente a forma como tratava o primo, mostrando-se mais simpática e conversadora. Aproveita também para se vestir de uma forma mais provocadora, mas sem exageros. Susana percebe esta mudança no comportamento da filha, mas naquele momento, nem sonha o que é que ela pretende com o primo. Ao deitar, a rapariga não deixa de pensar no que tinha presenciado algumas horas antes. Fica tão excitada que tem necessariamente que se masturbar para acalmar. Enquanto se acaricia nos peitos com uma mão, com a outra começa a acariciar-se entre as pernas. Mas aquele acariciar depressa se tornou num frenético esfregar do seu clitóris, até que finalmente goza. Ainda com o primo na memória, acaba por adormecer. A noite acabou por ser tranquila, sem visitas nocturnas. No dia seguinte e nas aulas, os primos mal se viram. Era normal que se cruzassem e trocassem algumas palavras de circunstância, mas não houve oportunidade para falarem. Porém, essa oportunidade surgiu naquela tarde porque ela sabia que o primo saía mais cedo, pelo que faltou às duas ultimas aulas para ir com ele para casa. Aí chegados, Vera aproveitou um olhar mais ousado do primo para o provocar: - Que é? Estás a gostar do que vês? Rui fica surpreendido, primeiro, pela reacção da prima, depois, pela forma provocadora como a fez. Mas ao invés de se ficar, riposta na mesma moeda: - E se estiver? Ela sorri com a pronta resposta do primo, voltando à carga: - Posso-te cobrar pelas vistas!... Ele sorri e vais mais além nas provocações: - Pago-te na horizontal!... A coisa estava a descarrilar. Ela contra-ataca: - Uau... tu deves achar-te a ultima bolacha do pacote... - Elas não se queixam... e até pedem por mais!... Vera decide "espetar a farpa": - Elas?... Pensei que era ela... Rui fica surpreendido e confuso. "Será que a prima desconfiava de alguma coisa?... Não, não pode ser... Não acredito", pensou. Ainda não refeito, defende-se: - Não sei de quem estás a falar... - Tu sabes muito bem de quem é que estou a falar... Olham-se os dois, olhos nos olhos, durante alguns segundos. Ele questionando-se se a prima sabia de alguma coisa, ela indecisa se lhe dá a estocada final ou não. Ele continua em negação: - Não, não sei... - Não faças de mim burra... Rui fica visivelmente nervoso. A prima parece muito segura de si nas afirmações que faz. Aquilo pode ser um simples bluff, ou não... - Prima não estou a fazer de ti burra, só não sei de quem estás a falar... - Sabes sabes, ai sabes sabes... - Pronto... fica com a tua que eu fico com a minha... Vera não pretende deixá-lo "escapar", por isso insiste na mesma tecla: - Diz-me uma coisa... eu sou boazona? - Que raio de pergunta é essa? - É só uma pergunta. Responde-me... - És muito boa... - Se eu não fosse tua prima, saltavas-me para cima? - Nunca ouviste dizer que «quanto mais prima mais se lhe arrima»? - Já... Então isso quer dizer que apesar de ser tua prima, se pudesses... Ele interrompe-a: - Eh... calma aí... eu tenho por ti o máximo respeito... - Sim, mas a brincar a brincar, o macaco fodeu a... tia... Rui engole em seco. - A mãe queres tu dizer... a brincar a brincar o macaco fodeu a mãe... - Não... a tia... Rui fica farto daquelas insinuações. - Deixa-te de rodeios e diz o que tens aí atravessado na garganta... Vera pensa uns segundos mas ainda não solta a bomba H: - Ela é melhor do que eu? - Mas ela quem? Raios... - A minha mãe... Rui ficou pálido. Sentiu-se sem chão. Era possível que a prima soubesse? Mas como? Ele sabe que o pai apanhou-o com a mulher em flagrante. Ele deve ter contado à filha. É a única explicação que Rui encontra. - O teu pai contou-te? - Não... eu ouvi-vos no teu quarto e ontem vi-vos aos dois ao fim da tarde no quarto de arrumos... Rui fica sem resposta. A prima continua: - Confesso que fiquei impressionada!... Ele fica confuso. Ela sabia e não estava a fazer cena nenhuma? Então pergunta: - Ficaste? - Fiquei... Mas diz-me, ela é melhor do que eu? - Não sei... só provando para poder comparar... Vera sorri. Tinha-lhe estendido a passadeira vermelha e ele pavoneava-se nela. Ela remata: - No teu quarto ou no meu? - Tanto faz... Dirigem-se para o quarto dela. Desta vez, Rui não quer correr riscos, por isso fecha a porta à chave. - Assim ninguém nos apanha!... Ela sorri enquanto se vai despindo. Rui segue-a e em menos de um minuto estão os dois completamente nus. Ele já está com uma erecção, mas ao ver pela primeira vez o corpo desnudo da prima, fica com a verga ainda mais dura. Ela tem um corpo perfeito, branquinho, bem torneado, sem quaisquer gorduras supérfluas e com um bom par de mamas. Não tão grandes como as da mãe, mas parecem ser firmes. - Então... gostas?... - És um monumento!... Aproximam-se, abraçam-se e beijam-se- Rui não perde tempo e acaricia-lhe as mamas, confirmando que além de firmes, eram bem durinhas. E tal como a mãe, fica com os mamilos rapidamente duros e erectos. Ela responde à sua ousadia, agarrando-lhe o pénis, sentindo o seu calor e a sua dureza, começando a masturbá-lo com movimentos lentos. A excitação é tal e a respiração de ambos é tão ofegante que eles nem se conseguem beijar. Ele faz-lhe um linguado pelo pescoço, enquanto ela fecha os olhos, levanta a cara para cima e geme de prazer. - Faz-me um broche priminha... Ela olha para ele com um sorriso nos olhos. Está desejosa de "comer" a verga do primo. Começa por se baixar, ficando de cócoras, continuando a segurar a verga, apenas mudando a forma como a agarrava, mas continuando a masturbá-la. A sua boca estava tão seca que engole em seco. Mas não é só a boca, também os seus lábios estão secos. Passa a língua por eles, humedecendo-os. Depois começa a abocanhar aquele membro em pequenos lanços, até que finalmente enfia-o na boca, mantendo-o ali um par de segundos, como se o estivesse a acomodar ou a tirar-lhe as medidas. Aos poucos começa então a deslizar a boca para a frente e para trás, lubrificando-lhe a verga com a língua. Se no início o fazia com movimentos lentos, aos poucos começou a intensificar a velocidade com que mexia a cabeça, ao ponto de por vezes ter que abrir bem a boca - sem tirar a verga do seu interior -, para inspirar mais ar porque não conseguia respirar devidamente só pelo nariz. A prima mostra vontade, mas pouca técnica, comparativamente à sua mãe, mas não deixava de ser uma boa mamada. A Tia tinha um corpo fabuloso e uma mamas do outro mundo, mas a filha tinha também um corpo fabuloso, umas boas mamas, não tão grandes como as da mãe, mas em compensação, tinha tudo bem firme no sítio... e devia ser mais apertadinha! Rui aguenta-se bem, permitindo que a prima se alongasse no chupa-chupa, mas esta acaba por e render. Tira a verga da boca, a escorrer em saliva e lamenta-se: - Não aguento mais... já me dói a queixada... Rui sorri sem dar a parte de fraco. Em boa verdade, se ela não parasse, mais uns minutos e era ele que tinha de lhe pedir para parar, para não gozar já, apesar de lhe agradar a ideia de se vir na boca dela. - Deita-te... Agora é a minha vez... Ela deita-se na cama de pernas abertas e o primo inclina-se entre elas, começando a lamber-lhe e a chupar-lhe demoradamente toda a vulva, abrindo-lhe os grandes lábios e percorrendo todas as suas pregas, acabando por se centrar no seu clitóris, enquanto lhe introduz dois dedos na abertura da vagina. A prima delicia-se, gemendo de verdadeiro prazer enquanto rebola de um lado para o outro, levando as mãos à cabeça. Finalmente, desejando ser possuída, pede ao primo para a penetrar. - Quero senti-la dentro de mim... anda, mete-a em mim... Ele ergue-se, mas é ela que lhe agarra no membro para o enfiar nela, soltando um sonoro gemido de prazer, assim que o sente a escorregar para o seu interior. Rui vê confirmada a sua suposição: a prima tinha realmente uma vagina muito bem apertadinha! Depois de o ter enfiado todo, começa a fazer um não tão longo vai e vem que leva a prima literalmente à loucura, mas aguentou-se o bastante para a fazer gozar uma e outra vez. Mas a sensação que lhe foi proporcionada pelo roçar das paredes vaginais sobre a sua verga, apressaram também o seu próprio orgasmo. Então, quando finalmente sente que também vai gozar, pede à prima: - Vou gozar... vou gozar... anda chupa-me outra vez... quero gozar na tua boquinha... Ela põe-se em posição, voltando a enfiar a verga na boca, não para a chupar mas a aguardar os seus jactos, enquanto lhe bate uma punheta. - Estou-me a vir... estou-me a vir... Aaaaarrrrgggg... Aaaaarrrrrgggg... Aaaaaarrrrgggg... Aaaaaaaaarrrgggg...
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Apanhado - parte 17




