Apanhado - parte 18
Publicado em 2017-10-20 na categoria Contos eróticos / Incesto


Vera acabara de ter o que tanto almejava e não tinha ficado nada defraudada com aquela experiência. Estava mais do que explicado o desejo sexual que a mãe tinha e mantinha pelo primo, continuando a ir com ela para a cama, apesar do "acordo de paz" que tinha feito com o pai. Mas agora ela quer que as coisas mudem porque o primo será "só dela" e ela não o quer partilhar com a mãe...

Ela vai dar luta por aquilo que quer. Deitados, ele voltado para cima e ela ao lado dele e de lado para ele, acaricia-lhe o membro ainda meio murcho, esperando que ele "ressuscitasse" para um segundo round, ela volta a questioná-lo:

- Então?...

- Foi incrível!... Tu foste simplesmente fabulosa!...

- Eu sei tudo isso... mas o que eu quero realmente saber é quem é melhor?...

- Outra vez com isso?...

- Sim...

- Admito...

- Sim?...

- Admito que tu és muito melhor que a tua mãe... Surpreendeste-me pela positiva!... Nunca pensei...

- E então?...

- E então o quê?

- Preferes-me a mim ou a ela?...

Naquele momento a excitação fala mais alto:

- Prefiro-te a ti... de longe... a tua mãe também é muito boa, tem um bom corpo estonteante, uma loucura de mamas... mas tu bates-lhe aos pontos...

- Sim?...

- Sim... também és muito boa, também tens um corpo estonteante, umas boas mamas, mas como és muito mais nova, tens tudo no sítio...

- Aaaahhhh... então ela tem uma loucura de mamas e eu só tenho umas boas mamas...

- Oh... não vás por aí... tens que admitir que as dela são maiores que as tuas... mas as tuas são mais durinhas...

- As minhas são naturais... as dela já foram à faca...

- Ela meteu implantes?... Enganam bem porque parecem naturais...

- Não, não meteu implantes, mas puxou-as para cima porque tinha-as descaídas...

- Aaahhh... pois, ela já foi duas vezes mãe... e a idade não perdoa... mas de qualquer forma, as tuas não são nada pequenas...

Ele "puxa-a" para cima e começa a chupar-lhe os bicos que rapidamente ficam duros e erectos. Ela sorri, soltando um gemido de prazer enquanto fecha os olhos e lhe acaricia a cabeça com a mão.

- Queres deixar-me louca outra vez?

A resposta dele é intensificar a voracidade com que lhe chupa o mamilo. Ela continua a gemer, emaranhando os seus dedos nos cabelos dele. Mas logo estes percorrem o seu corpo até chegar ao interior das suas coxas para começar a acariciar o seu faminto clitóris. Até que a excitação fala mais alto:

- Ai... estás a deixar-me louca de tesão... anda... chupa-me... chupa-me lá em baixo...

Ao dizer isto ergue-se para cima. Ele permanece deitado, quiça algo surpreendido por aquele repentismo da prima.

Ela abre as pernas e fica inicialmente de joelhos, com elas abertas sobre ele que continua deitado entre elas, olhando para a prima de cima a baixo. Então ela aproxima-se da sua cabeça, enquanto ele lhe admira o sexo, adivinhando que ela o ia servir de bandeja para que ele o chupasse.

Ela posiciona-se sobre a cabeça dele e baixa-se, sentando-se literalmente sobre a mesma e fazendo com que o rapaz ficasse com a boca encaixada no seu sexo, começando de imediato a lambê-la.

No início, limita-se a ficar quieta, desfrutando o prazer que a língua do primo lhe proporcionava. Mas logo depois, segurando-se ao encosto da cama, começa a fazer um movimento com o quadril, para a frente e para trás, sobre a boca dele, aumentando ainda mais a sua excitação.

Rui segura-a pelas nádegas, apalpando-as enquanto se delicia lambendo cada recanto dos lábios vaginais da prima, completamente encharcados nos seus fluídos.

Aquilo é demais para ela e Vera acaba por gozar, com o primo a continuar a lambê-la.

- Aaaaaaaaaaaarrrrggggg... Rrrrrrrrrrrrr... Aaaaaaaaaaaaaaaaarrrrrgggggggggg... Aaaaaaaaaaaaarrrrrrrggggg....

Mas ela acaba por ficar tão sensível que tem que se afastar da boca do primo que tenta puxá-la para ele.

- Não fujas... quero mais...

- N-não... n-não... es-espera... aaiii... aaaiiiii... espera um bocadinho... aaaaiiiii...

- Então chupa-me agora a mim...

Ainda com a respiração ofegante ela vira-se ao contrário e baixa-se sobre a verga dele que já está bem armada. Não conseguindo enfiá-la na boca para não atafegar, começa por o masturbar, apertando-lhe o membro com força, como se estivesse a vingar-se dele, enquanto ia soltando uns grunhidos.

Ele olha para ela, vendo-a abusar do seu membro, querendo levá-lo ao limite:

- Calminha aí sim?...

- Adoro o teu caralho!...

- Então trata-o bem...

Ela solta um risinho. E ele volta a suplicar:

- Chupa-o agora... anda... chupa!...

Mas alguns minutos depois, já mais recomposta, abocanha-o, começando a chupá-lo com assinalável vigor, subindo e descendo a boca com grande rapidez.

Ele, ao invés de ficar ali a gemer, quer participar e chama-a:

- Anda para cima de mim... vamos fazer um 69!...

- Sim, vamos!

Ela atende ao seu pedido e coloca-se sobre ele.

O rapaz agarra-se de imediato a ela e começa a chupá-la com grande intensidade, como se estivessem os dois numa competição para ver quem aguentava mais, a qual se prolonga por largos minutos, até que ele dá-se por vencido:

- Espera um pouco... pára... pára... senão não aguento muito mais...

Ela ignora-o e continua a chupar. Ele suplica:

 - Vá lá... eu não quero acabar já...

Ela então pára, limitando-se a respirar de forma ofegante. Durante uns segundos, um e outro ficam parados, mas ela exige mais:

- Eu paro... mas tu não te atrevas a parar...

Rui faz-lhe a vontade e recomeça a chupá-la, fazendo-a gemer de prazer. Este começa a intensificar-se e ela ergue-se ficando novamente e literalmente sentada sobre a sua boca.

Os seus gemidos aos poucos vão-se tornando cada vez mais repetidos e sonoros, ao mesmo tempo que o seu corpo começa a tremer. Ela tenta-se apoiar nele, sentindo que as forças parecem querer fraquejar-lhe e acaba por encontrar as deles. Dão as mãos, entre-cruzando os dedos um no outro.

- Aaaaaaaaahhhh.... Aaaaaaaaaaahhhh... Aaaaaaaahhhhh... Aaaaaaaahhhhh....

De olhos fechados, ela geme constantemente, mas ainda sem chegar ao orgasmo, enquanto o primo continua a chupá-la, desejando fazê-la gozar novamente.

Nisto o telemóvel de Vera toca. Ela ignora-o, deixando-o tocar até a pessoa que está a ligar desligue. Mas pouco depois, ele volta a tocar. Inicialmente pensa ignorá-lo, mas pensando que podia ser a mãe ou o pai, espreita, vendo que quem lhe liga é a Ana, uma colega com quem tinha combinado fazer um trabalho conjunto naquele dia.

Não atende, mas à terceira, volta a pegar no telemóvel e cancela a chamada, mas a amiga volta a ligar.

- É melhor eu atender... Estou sim? Ana... agora, agora não posso falar... ligo-te daqui a pouco... está bem?... Sim, sim... não, não... me esqueci...

A amiga estranha a forma como Vera está a falar e pergunta-lhe se esta tudo bem. Esta justifica-se e despacha-a:

- Sim, sim... está tudo bem... eu já te ligo ok?... Até já, beijinhos...

E desliga.

Ou assim pensa, porque na verdade, enquanto falava, o primo continuava a chupar-lhe o grelinho, pelo que ela tinha que fazer um sobre-esforço para se conter e conseguir falar. E como o seu orgasmo estava mesmo muito perto, ela não olha para o que está a fazer e carrega na tecla errada, atirando o telemóvel para o lado da cama.

- Oh primo sim... sim... continua... sim... chupa... chupa... aaaaaiiiiii... continua... aaaaiiiii... vou gozar! - Avisa.

Ele aperta-lhe ainda mais as mãos e continua com o seu lambe-lambe, até que ela finalmente goza:

- Aaaaaaiiiiiiiiiiiii.... Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiii... Aaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiii...

Uns segundos depois dá literalmente um salto e sai de cima do primo, enquanto termina o seu gozo de pernas fechadas:

- Huuuuuuuummmmmm... Huuuuuuuuuummmmmm... Huuuuuuuuuummmmm...

- Adoro ver-te gozar priminha...

Termina de gozar com um rasgado sorriso e deita-se ao lado do primo, de pernas e braços abertos, pedindo:

- Anda, fode-me... fode-me com força... anda... quero sentir-te dentro de mim... anda...

Ele atende rapidamente ao seu pedido, subindo para cima dela e penetrando-a ali mesmo, na posição de frango assado, obrigando-a a soltar um profundo gemido, enquanto arqueia o seu corpo para cima, de olhos fechados e boca bem aberta, agarra-se com força à almofada e expira todo o ar dos seus pulmões:

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrrrrrrrgggggggggggggggggggg...

Após aquela primeira investida, onde Rui faz por enfiar a sua verga na sua totalidade, mesmo até às suas bolas, faz um compasso de espera, admirando a reacção de prazer da prima, para depois recuar lentamente e sem a tirar, voltar a enfiar com força, arrancando outro gemido das entranhas da prima.

Como uma locomotiva, aos poucos começa a aumentar a cadência dos seus movimentos, até entrar em velocidade de cruzeiro, penetrando a prima com grande vigor, até porque não sente que vá gozar em breve. Mas a prima continua quente e muito excitada, mesmo depois de já ter gozado há uns bons minutos atrás.

- Oh priminha... vou-te foder como nunca foste fodida!...

- Sim... sim... fode-me... fode-me toda... fode-me... sim... sim... sim...

- Vou-te rebentar essa cona toda!... - Diz ele com raiva.

- Sim... fode-me... fode-me com força... anda... mais... mais... fode-me com força CARALHO!

Ela termina a frase a gritar aquela peremptória ordem. E apesar de estar a ficar cansado, ele aumenta ainda mais a intensidade das suas investidas.

Os seus corpos já estão bastante transpirados, principalmente o dele. E consoantes estes vão passando, os gemidos de Vera vão-se tornando cada vez mais intensos e sonoros, sinal que vai gozar novamente em breve. E essa sensação mexe com o Rui porque naquele momento faz-se um "click" dentro dele e de repente também sente que vai gozar.

- Estou quase a vir-me priminha...

- Sim, vem-te... vem-te comigo... vamos gozar juntos...

Ele é o primeiro a gozar, fazendo jorrar todo o seu leite para dentro da vagina da prima que continua a fazer o vai e vem até que alguns segundos depois, junta os seus sonoros gemidos de prazer aos dele.

Quando ele finalmente termina de gozar, desabafa:

- Que bela foda priminha... por mim, fodia-te todos os dias...

- Podemos foder as vezes que quisermos... - Diz ela com um rasgado sorriso.

- Tu és maluca sabias?

- Maluca?... Pensei que era boa!...

- Isso também!... Mas nunca pensei que fosses tão quente na cama...

- Eu também nunca pensei que fosses uma autêntica máquina sexual... nunca fodi com alguém como tu!

 
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