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Apanhado - parte 12Publicado em 2017-09-27 na categoria Contos eróticos / Incesto
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Ao susto inicial, segui-se a surpresa. Nenhum dos dois estava à espera de que chegasse alguém. Ele não esperava ninguém tão cedo. Ela não esperava ninguém de todo. Ela rapidamente percebe que aquelas duas "visitas" inesperadas eram os colegas de apartamento do rapaz, de quem, curiosamente, Cristina ainda nem sabia o nome porque não se tinham apresentado...Cristina fica bastante constrangida e "tapa-se", fechando rapidamente as pernas e colocando uma mão a cobrir o seu sexo, enquanto com o outro braço tapa os seus seios. Mas os dois não são os únicos a ficarem surpreendidos, porque os dois que chegam também não deixam de estar surpreendidos. Entram, fechando a porta atrás deles e com uma expressão algo irónica, dirigem-se ao amigo: - Então foi por isto que desapareceste?... - Pergunta o primeiro. - Epá.. arranjem um quarto!... - Diz o segundo piscando um olho. - O que é que vocês fazem em casa tão cedo? - Cedo?... O jogo já acabou... - Já!?... - Tu estás aí no bem bom que nem te dás conta do tempo... - Não nos apresentas a tua amiga? Cristina continua sentada sobre o rapaz, tapando-se como pode, em absoluto silêncio. - Estes dois marmanjos são os meus colegas de apartamento... - Muito prazer... - Diz Cristina, não evitando o seu pouco à vontade. - Igualmente... Eu sou o Nuno e ele é o Pedro... - Olá... Eu sou a Cristina... - E eu sou o Salvador... - Diz o rapaz sobre o qual ainda está sentado... Nuno: Uau... vocês já estão na marmelada e nem se tinham apresentado?!... Salvador e Cristina sorriem nervosamente. Pedro: Eu estou a conhecê-la... você estava no bar... Salvador: Não a trates por você que ela não gosta... Cristina não responde, limitando-se a esboçar um pequeno sorriso e a acenar com a cabeça. Pedro: Mas vocês já se conheciam?... Salvador e Cristina: Não... Os dois amigos ficam perplexos com a sorte do outro. Nuno: Fonix!... Isso é que é um engate!... Pedro: Falta saber quem engatou quem... Salvador e Cristina ficam mudos. Nuno: Acho que foi ela... O Salvador não tinha hipóteses com ela... Salvador: E por que não? Nuno: Porque ela é de outro campeonato!... Pedro: É... Ela joga na liga dos campeões enquanto tu não passas da terceira divisão... Cristina: Vocês importam-se de chegar as minhas roupas? Nuno: Claro que sim... desculpa, nós aqui na conversa e tu continuas nesse estado... Ela pega nas roupas, levanta-se, tapando-se como pode e pergunta onde é a casa de banho. Eles indicam-lha, e ela dirige-se para lá. Entretanto este aproxima-se da porta, bate duas vezes e diz: Nuno: Cristina, se quiseres tomar um duche tens toalhas lavadas na primeira porta do armário... Cristina: Ok... obrigado... Nuno regressa à sala e conjuntamente com o amigo, puxam pelo Salvador para que este lhes conte todos os pormenores daquela incrível aventura. Este, sentindo-se o maior da tribo, "enche o peito de orgulho" e relata aos amigos tim-tim-por-tim-tim tudo o que tinha acontecido, desde o momento em que se conheceram, o diálogo que tiveram e principalmente, o escaldante sexo. Ambos ouvem atentamente o amigo sem o interromper, apenas esboçando aqui e ali alguns sorrisos. Finalmente confessa: Salvador: Estou todo roto... Pedro: Acredito!... Esta mulher rebenta qualquer um... Nuno: Eu dava bem conta do recado... Pedro: Sou-te sincero... se eu não tivesse visto, jamais acreditaria que tinhas comido esta brasa... Salvador: Já comi muitas gajas, mas esta foi a melhor foda da minha vida!... Nuno: Fonix... isso é que foi sorte!... Pedro: Amigo... saiu-te o euromilhões do sexo! Salvador: O azar de uns é a sorte de outros... Pedro: O gajo dela não apareceu e ela pimba... fode com o primeiro que lhe aparece... Nuno: Sexo por vingança!... É sem dúvida o melhor!... Todos concordam que a iniciativa foi de Cristina, porém, imaginando que ela o fez porque o "namorado" deixou-a pendurada, sem se aperceberem que aquela justificação é muito fraquinha. Nuno: Epá... vocês viram bem o tamanho daquelas mamas?!... Salvador: São mesmo impressionantes!... Pedro: Toda ela é boa!... É aquilo que os americanos chamam de milf... Nuno: É... Pedro: Adorava comê-la!... Nuno: Amigo, põe-te na fila... Pedro: Achas que ela ainda está a fim de continuar a vingança?... Salvador: Quando vocês apareceram ela parecia querer mais... Nuno levanta-se do sofá. Cristina já tinha tomado o duche porque já não se ouvia a água. Olha para a porta do corredor, olha para os amigos, volta a olhar para a porta e decide-se. Nuno: Desejem-me sorte!... Salvador: O que vais fazer? Estás louco?... Nuno: O que tenho a perder?... Pedro: Eu também quero!... Nuno: Se eu tiver sorte, depois podes tentar a tua... Pedro: Ok!... Dirige-se para a porta da casa de banho, detendo-se mesma à sua frente. Está indeciso e não sabe muito bem como a abordar. O mais certo é ela berrar com ele, e no pior dos cenários, espetar-lhe uma valente bofetada pelo atrevimento. Mas pensando melhor, não acredita muito que isso possa acontecer, depois do que tinha feito com o amigo. No máximo, diz-lhe que não quer nada. Sem esperar mais, para não aumentar a sua intranquilidade, insegurança e nervosismo, respira fundo e abre a porta, surpreendendo Cristina ainda toda nua que perante aquela investida de rompante, cobre-se com a toalha, ficando a olhar perplexa para o rapaz. Sem dizer uma única palavra, até porque não sabe o que lhe dizer, dirige-se para ela, olhando-a nos olhos. Assim que chega perto dela, pára com a sua cara a menos de um palmo da cara dela. Naquele momento, só se ouve a respiração já ofegante dos dois. Cristina deixa cair a toalha ao chão... Melhor indício não precisava. Sabendo agora que as portas para o paraíso estavam escancaradas, suspira de alivio e beija-a, abraçando-a. Ela retribui o beijo e o abraço. É um beijo longo, cheio de movimento como se um iman prendesse os seus lábios, com as suas línguas a trocarem carícias. Um beijo bem molhado. O rapaz está com uma excitação que é capaz de lhe rebentar as calças. Nuno: Vamos para o meu quarto!... Cristina não responde, limitando-se a acenar afirmativamente com a cabeça e seguindo o rapaz. Assim que chegam ao quarto ele despe-se com a ajuda dela. Com o rapaz já nu, Cristina pode apreciar o seu membro, bem maior que o do seu amigo. Naquele momento regozija imaginando-se possuída por aquela vara. Ele percebe a fixação dela no seu membro: Nuno: É grande o suficiente?!... Ela agarra-a, aperta-a para sentir a sua dureza e começa a masturbá-lo lentamente. Cristina: É impressionante!... Promete-me que metes com jeitinho... Nuno: Isso é o que todas dizem no início... depois até suplicam para meter tudo!... Cristina sorri, aproxima os seus lábios dos dele para se voltarem a beijar enquanto abre ligeiramente as pernas e começa a esfregar a verga do rapaz pelos seus lábios vaginais, já bem molhados. Ele até estremece de prazer. E o facto dela utilizar a glande como principal ponto de contacto, deixa-o a ferver. Nuno: Pára... pára... vamos parar com isso porque senão acabas comigo... Ela sorri enquanto lhe aperta a glande com grande pressão, magoando-o mesmo. Ele, apesar de não querer dar a parte de fraco, não se queixa, nem sequer reclama, mas não consegue evitar fazer um gesto facial que mostra bem o seu grande desconforto perante aquela atitude dela. Cristina: Calma... a vontade de te vires acaba já... se quiseres pensa noutra coisa, também ajuda... Ele bem queria pensar noutra coisa, mas naquele momento só consegue pensar em comer aquela mulher! Percebendo que ele continua sobre-excitado, recorre a outra táctica. Segurando-lhe a verga com uma mão, esfrega-lha a palpa da outra na glande, fazendo-o encolher-se e afastar-se. Ela, decidida a assumir o controlo da relação, encosta-se ao guarda-fatos, abre as pernas e convida-o: Critina: Anda... chupa-me... Ele satisfaz de imediato o pedido dela. Baixa-se, afasta os seus lábios vaginais com os dedos de ambas as mãos e começa a lambê-la, como se fosse um gatinho a lamber uma tigela de leite. Cristina: Chupa com força... Anda, chupa-me toda... chupa com força! Ela vai dando as indicações, dizendo-lhe a cada momento o que deseja e ele muito solicito, cumpre cabalmente todos os desejos de Cristina. Mas ao contrário do que ela julga, ele não pretende ficar muito tempo ao serviço dos caprichos dela. E quando já se preparava para deixar de a chupar para a levar para a cama, ela agarra-lhe a cabeça e prende-a contra ela. Cristina: Não pares... Não pares, por favor... Estou quase a gozar querido!... Inicialmente continua a chupá-la, mas assim que a ouve gozar, não resiste. Levanta-se e posiciona-se entre as suas pernas, penetrando-a e começando a fazer um vigoroso vai e vem. Cristina tem que fazer um grande esforço para conter os seus gritos de prazer, enquanto ele mete com tudo. As suas investidas são tão profundas que ela mal consegue aguentar. Mas ela não dá a parte de fraca. Cristina: Isso fode-me... mete-me com força... anda, fode-me toda!... Nuno: Vou-te foder até te rebentar toda!... Cristina: Pago para ver!... Ele vira-a de costas e fá-la inclinar-se sobre a pequena cama que fica junto à janela. A ideia dele e provocar-lhe umas investidas bem mais profundas para a obrigar a gritar de prazer. Volta a penetrá-la e começa a bombar, dando-lhe algumas bofetadas nas nádegas. Ela solta uns pequenos «ais» e sorri-lhe, como reconhecimento pelo seu atrevimento. Mas depois de a comer naquela posição e vendo que ela não se rende, ergue-lhe a perna esquerda, fazendo-a ficar estendida sobre a cama, tendo-a agora, mais "aberta". Agora sim, consegue meter mais fundo, arrancando gemidos que saem do fundo da alma de Cristina. As investidas do rapaz são tão profundas que a verga ao bater bem lá no fundo, causa-lhe alguma dor, mas ela faz um esforço por aguentar estoicamente aquele castigo. Nuno: Estás a gostar?... Queres que meta mais devagar?... Cristina não responde porque sente um nó na garganta. Mas põe-se um pouco de lado, colocando a sua mão direita sobre a sua nádega e sorrindo, mostrando os dentes cerrados e fazendo uma expressão de raiva, soltando uma espécie de grunhido. Cristina: Só tens isso para dar?... Ambos sorriem pelas provocações mutuas. Mas ele sabe que não vai aguentar muito mais tempo aquele ritmo. Para dissimular, ele segura-a pelo braço para poder apreciar o baloiçar os seus seios. Na verdade, quer diminuir a velocidade das suas investidas para não apressar o seu clímax. Mas é tarde demais, porque a sua excitação atraiçoa-o. Nuno: Aaaaaiiii... estou-me a vir... Cristina: Já!?... Ele começa a gozar, fazendo jorrar todo o seu leite para dentro dela, enquanto ela reclama. Cristina: Não te atrevas a parar... eu quero mais, ouviste?... Não te atrevas a parar!... Mesmo depois de ter gozado, ele aproveita o vigor que o seu membro ainda tem para a continuar a penetrar. Ela que até àquele momento tinha estado passiva, passa a ser parte activa, movimentando-se também ela para a frente e para trás, intensificando ainda mais as investidas, mas ele acaba por não aguentar mais. Nuno: Da-me uns minutos que ja continuamos... Cristina: E entretanto?... Nuno deita-a na pequena cama e beija-a, para depois lhe fazer um linguado pelo pescoço, descendo até aos seios, apalpando-os e chupando-os demoradamente, fazendo alguns intervalos para os elogiar. Nuno: Minha nossa!... Que belo par de mamas!... Depois desliza pelo seu corpo até chegar aos interior das suas pernas. Ela abre-as, oferecendo-lhe o seu sexo e o rapaz não a faz esperar, aninhando-se entre elas e começando a fazer-lhe sexo oral. Inicialmente, Cristina deixa-o "trabalhar" à vontade, mas depois, começa a dar-lhe indicações do que deseja, sendo prontamente satisfeita. Como resultado, não demora muito a desfrutar um novo e prolongado orgasmo. Ao gozar novamente, começa a gemer de forma bem evidente, o que contribui para aumentar a sua própria excitação, fazendo-o gozar também. Depois, visivelmente cansados, deixam-se cair na cama e acabam por cair no sono.
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