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Apanhado - parte 13Publicado em 2017-10-02 na categoria Contos eróticos / Incesto
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Naquela mesma noite, mas noutra cidade, desenrola-se outro drama. Depois de apanhar a tia a copular com o marido, Rui é assaltado por uma fúria de ciúmes que mal consegue controlar. O seu mau feitio é notado na família que julga dever-se a problemas entre ele e a mãe, mas Susana não precisa de o olhar nos olhos para saber o verdadeiro motivo do seu amuo. Mas quanto a isso, ela nada podia fazer...Embora Susana compreenda o sentimento do sobrinho, e de para ele olhar com insistência, durante o jantar, ele nem olha para ela, ignorando-a propositadamente. Ela está bem ciente dos ciúmes do rapaz, mas ele tem que perceber que ela não é propriedade dele e que ela tem obrigações maritais. "Talvez seja melhor assim", pensa ela. "Talvez isto seja bom para por-mos um fim a esta relação". Não é o que ela realmente quer, mas é o que tem de ser feito. Susana está perfeitamente ciente que não pode continuar a manter aquela relação de infidelidade e incesto, apesar do marido ter incorrido no mesmo. Também está ciente que não deve alimentar "esperanças" na continuidade, nem deve incentivar por qualquer meio os eventuais avanços por parte do seu sobrinho. O ambiente à mesa é algo pesado. Pai e filha também evitam olhar-se. Aliás, o mesmo acontece entre Susana e a filha. O único que está a leste de tudo isto é o Pedro, o filho mais novo do casal. Todos os outros ainda se questionam sobre como vão ser as coisas a partir daquele acontecimento. Pai e filha não sabem ainda muito bem como lidar um com o outro, para mais, sabendo-se ambos apanhados em flagrante pela mãe. A própria Susana não sabe muito bem como lidar com a filha e com o próprio marido, apesar do seu arrependimento e promessa de mudança. Carlos, além do que aconteceu com a própria filha, num momento de fraqueza, apanhou a própria mulher com o sobrinho, sobrinho esse que continua lá em casa, e muito possivelmente (com quase toda a certeza), ainda muito interessado em voltar a saltar para cima da mulher, assim tenha a oportunidade, apesar de saber que aquilo foi apenas sexo por vingança e que pode confiar na mulher, que tal não se repetirá. Mas todos eles ignoram que o Rui ouviu a tia a desabafar com a mãe e sabe da relação entre pai e filha, e que Susana os apanhou no acto. Este, apesar de estar cheio de ciúmes, questiona-se se terá a oportunidade de voltar a estar com a tia. Apesar de não a confrontar, tenta apanhar nas suas palavras algum indício de que nada está bem na sua relação com o marido. Quanto à prima, se pudesse, Rui saltava-lhe para cima, mas é a mãe e não a filha que o tira do sério... Após o jantar é corrente naquela família permanecer-e à mesa, enquanto comem os pequenos bolos, como sobremesa e enquanto vêem televisão. Durante o jantar ela permanece desligada. Tinha sido o membro mais novo da família que se levantou para a ligar no comando. E é por esta altura e pela primeira vez que os olhares de tia e sobrinho se cruzam. Se se tivessem olhado minutos antes, seguramente que Susana teria adoptado uma expressão de compreensão e de desculpas, mas agora, age mais friamente e não lhe transmite qualquer tipo de "sinal" de interesse nele. O rapaz percebe o olhar frio e distante da tia, adivinhando que, apesar de não estar ainda tudo bem na sua relação conjugal, já houve perdões e agora vão deixar o tempo cicatrizar as feridas, leiam-se, desgostos da vida. Tudo indiciava que para eles tinha sido o fim. Foi bom, muito bom, enquanto durou... Resta-lhe a mãe... Mas até essa o despachou para casa da tia, para que ele pudesse recuperar da fixação que sentiu por ele. Ele estava ciente que também por ali,estava tudo terminado. Foi também bom, muito bom, enquanto durou... Rui consola-se pensando que quantos rapazes podem dizer que foderam durante dois dias e várias vezes, a própria mãe e a tia? E melhor ainda, quantos podem gabar-se de ter fodido, ou que terão a oportunidade de foder duas mulheres tão boas como elas? Da mãe tinha uma gravação para mais tarde recordar. Da tia, infelizmente não... Durante o resto da noite, Susana trata o sobrinho friamente, não como normalmente trataria se nada tivesse acontecido entre eles, mas não há ali um tratamento caloroso, apesar de não ser propriamente rispida, malvada ou cruel na forma como se dirige ao sobrinho, fazendo-o apenas de forma seca. Susana pensa que assim transmite uma mensagem clara ao sobrinho: Por um lado lamenta ter que acabar tudo, por outro que, custa mas tem que ser assim... Rui vê no comportamento da tia um ressentimento, mas não acredita em algum arrependimento. Sabe que no fundo, ela até desejava continuar com a relação deles, mas as coisas tinham-se complicado. Depois de terem sido apanhados pelo tio, eles acabaram por reconhecer erros, aceitar culpas e desculparam-se. Com isso, põem um fim nas relações incestuosas que tiveram. Mas tanto quanto Rui sabe, o tio só se envolveu com a filha uma única vez, enquanto ele e a tia, fizeram sexo escaldante várias vezes só naquele dia. E a tia mostrava tudo menos a intenção de não dar continuidade àquela relação. Por isso, mesmo sabendo que aquilo ia terminar, ainda alimentava alguma esperança que aquele comportamento da tia fosse só para manter as aparências. Mas Susana estava mesmo determinada no seu objectivo de por um termo na sua relação com o sobrinho, mesmo desejando imenso continuar com a mesma. Ela sabe que, se voltasse a ser apanhada, já não tinha desculpa possível. E estava mais do que provado que, por mais cuidados que tivessem, acabariam, mais cedo ou mais tarde a ser novamente apanhados. Finalmente dirigem-se todos para os seus quartos. Primeiro vão os mais novos. Rui dirige-se para o seu quarto, veste o pijama e deita-se, mantendo-se acordado, alimentando a expectativa de que a tia iria ter com ele ao seu quarto. Ele sabia perfeitamente que aquele desejo não seria concretizado, mas não se importava de sonhar acordado. A sua erecção era bem evidente, tal era a sua excitação. Minutos depois ouve Susana a subir, enquanto conversa com o marido, até que entram no quarto, fechando a porta. Ao ouvir a porta deles bater, Rui confirma a sua completa desilusão. Para se vingar, bate uma punheta pensando no belo corpo da tia e nos vários momentos que passaram juntos naquele dia de loucura. Depois de se vir, acaba por adormecer. Acorda estremunhado e desnorteado. Pergunta-se se já será de manhã, porque está com uma erecção, pensando tratar-se do tesão do mijo, mas ainda está tudo muito escuro. Estende a mão, pega no telemóvel e vê as horas. Faltam vinte minutos para as duas da manhã. Não tinha dormido nem duas horas, apesar de se sentir fresco e revigorado. Então assalta-lhe uma ideia maluca. Levanta-se e pé ante pé, caminha lentamente pelo quarto até chegar à porta. Abre-a muito devagar, sem fazer praticamente qualquer ruído. Depois caminha pelo corredor, mantendo os seus sentidos bem apurados, principalmente os ouvidos, para poder escutar algum som mais "suspeito". Dos quartos dos primos não se ouve rigorosamente nada. Mas do quarto da tia, ao aproximar-se da porta, ouve-se um ressonar. Gira lentamente a maçaneta da porta e para sua felicidade verifica que ela não está trancada à chave. Abre-a e espreita para o interior, o que é uma tolice porque, quer lá dentro, quer no corredor, a escuridão é total, apenas sendo contrariada pela pequena luz que emana do seu telemóvel e que é controlada pelo rapaz, cobrindo-a com um dedo. Fica parado alguns segundo à escuta. Não consegue identificar quem esta a ressonar, mas não se apercebe de qualquer outro som ou movimento de alerta por ele ter aberto a porta. Aponta a luz para a cama e vê o casal a dormir, ambos voltados para cima. Quem ronca é o tio. Aproxima-se da cama, pelo lado onde dorme a tia. Ela tem o lençol pela cintura, pelo que ele pode admirar o seu belo par de mamas, porque ela esta a dormir semi-nua. Abeira-se dela e ouve-a a respirar profundamente, sinal que dorme com um sono pesado. Toca-lhe ligeiramente no ombro, como se a estivesse a chamar. Se ela acordasse naquele momento podia sempre dizer que queria falar com ela. E por acaso até queria, e até queria mais do que falar! Mas ela nem reage, mesmo quando ele a "abana" com um pouco mais de força. Então volta a sua atenção para as enormes mamas da tia. Se já estava com uma erecção, ao imaginar chupar aqueles melões, ficou ainda mais excitado. Não resiste. Sente-se exaltado, completamente tresloucado num frenesim de desejo por possuir novamente a tia. Quer-se convencer que ela também o deseja, apesar dos sinais contrários dela. Começa por lhe acariciar um dos seios, tendo o cuidado de ver se ela mostra indícios de poder acordar, mas ela nem reage ao seu toque, cada vez mais insistente. Depois de lhe acariciar demoradamente um e outro seio, a curiosidade e a excitação fá-lo puxar o lençol para baixo, descobrindo-a quase por completo. Até estremece ao ver que a tia está integralmente nua. Mantendo o telemóvel pousado na beira da cama com a lanterna acesa, continua a apalpar uma das mamas, brincando com o seu bico, enquanto desliza a outra pelo corpo inerte dela até chegar ao interior das suas coxas, começando a acariciar-lhe os lábios vaginais, para depois, introduzir os dedos neles. Finalmente Susana começa a reagir, soltando um suspiro e movendo-se ligeiramente. Inicialmente isso deixa o rapaz alerta, mas logo retoma às suas carícias. Mas agora verifica que o seu mamilo começou a ficar erecto e duro, ao mesmo tempo que começa a sentir o sexo dela um pouco molhado. Os suspiros e ligeiros movimentos aumentam. Inicialmente ela tinha uma perna estendida e a outra flectida, trocando-as agora. Os braços que estavam estendidos ao longo do corpo, move-os, estendendo-os para cima, para junto da sua cabeça, sobre a almofada. Se Rui tivesse a faculdade de ler a mente da tia, saberia que ela começou a sonhar. Um sonho extremamente quente, pornográfico. No seu subconsciente, ela involuntariamente sonha que está precisamente nos braços do seu sobrinho. Ao lado, o tio continua voltado para o outro lado, a roncar e a dormir profundamente, completamente alheio ao que se desenrola ali mesmo ao lado, na sua cama. Mas uma coisa o jovem percebe claramente. A tia está inequivocamente a sentir prazer, manifestando-o de forma bem evidente. Este não resiste e deita-se sobre o corpo dela, penetrando-a quase de seguida. Ela reage soltando um gemido de prazer. Este começa a fazer um lento vai e vem, e de cada vez que empurrava o seu membro até ao fundo, Susana correspondia com um movimento e o correspondente gemido de prazer. No entanto, ela acaba mesmo por despertar. Inicialmente, ainda muito excitada, julga ainda estar a sonhar, mas depressa desfaz-se a sua confusão, percebendo que alguém está a fazer sexo com ela. Depois, percebe quem é o seu amante. Ouvindo o roncar do marido ao seu lado, aquele vulto sobre ela só pode ser o sobrinho. Susana fica imediatamente em pânico. Não pode gritar com o sobrinho porque acorda o marido, e também não pode fazer nenhum movimento brusco para tirar o sobrinho de cima dela porque também pode acordar o marido. Em desespero de causa, tenta afastá-lo um pouco com as suas mãos. Rui percebe finalmente que a tia acordou, mas naquele momento não mostra qualquer surpresa ou receio do que quer que seja. Susana, fazendo uma expressão dura, sussurra: - O que estás aqui a fazer? Estás louco?... Ele, sem parar de fazer o vai e vem, fazendo uma expressão de prazer, sussurra-lhe também, enquanto lhe faz uma penetração mais profunda: - Estou... estou louco de tesão por ti!... Susana reage com um gemido que quase a trai, porque foi particularmente sonoro. Ambos ficam na expectativa, mas finalmente "respiram de alivio" ao verificar que Carlos continua a dormir profundamente. Eles continuam a sussurrar: - Pára!... Pára imediatamente... Sai de cima de mim... Sai!... - Porquê? Não estás a gostar? - Não!... - Mentirosa... Diz a verdade... Ao dizer isto, volta a castigá-la, fazendo-lhe outra penetração bem profunda, obrigando-a a soltar um gemido de prazer, desta vez bem contido. Ele insiste: - Anda, confessa... confessa e eu saio... - Ok... - Ok o quê? - Estou a gostar... - Só isso?... - Estou a adorar... mas este não é o momento nem o local... - Ok... vamos para o meu quarto... - O quê?... - Quero que venhas para o meu quarto... - Nãoooo... - Não?... Então ficamos aqui! Ele ergue-se, ficando sentado sobre os seus calcanhares e abre-lhe as pernas, continuando a mete. Susana, visivelmente excitada, está num dilema. Por um lado, quer acabar já com aquilo porque podem ser apanhados, e porque sabe que tem que acabar com aquela relação. Por outro lado, nunca deixou de desejar fazer aquilo, e apesar de saber que tem que acabar com a relação, não quer. Enquanto se desenrola esta "luta" de interesses na sua mente, o sobrinho continua a penetrá-la, fazendo-a sentir que vai gozar em breve. Fixando o seu olhar no sobrinho, começa a acariciar o seu seio esquerdo com a sua mão direita, enquanto estende o braço esquerdo, agarrando-se com força ao lençol, preparando-se para o orgasmo que galopa a passos rápidos. Finalmente goza-o de forma muito contida, fazendo expressões faciais de prazer mas sem fazer qualquer som audível. |
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