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Apanhado - parte 14Publicado em 2017-10-04 na categoria Contos eróticos / Incesto
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Susana rende-se à evidência. A sua luxúria falará sempre mais alto. O acto do marido desencadeou todo um desenrolar de situações que ela agora não quer, nem consegue controlar. Aquela porta abriu-se e ela descobriu um novo prazer, um prazer que desconhecia. E aquele prazer era bom demais para abrir agora mão dele. Ela ainda não sabe como irá lidar com aquela relação, mas isso será um problema para resolver depois... Depois de já ter gozado, ela deseja ainda mais! Susana sabe que o sobrinho ainda não gozou pelo que pode conceder-lhe muito mais prazer e até, eventualmente, outro desejado orgasmo! Mas ela sabe que é muito arriscado permanecer ali no quarto de casal com o sobrinho, por isso, ainda a sussurrar, convence o sobrinho: - Vamos para o teu quarto... Ele sorri, levanta-se e dá a mão à tia para a ajudar a levantar-se também. Enquanto saem do quarto, Susana desvia o olhar para o marido que continua a dormir um sono profundo, continuando a roncar. "Ele não vai acordar...", pensa ela. De mão dada, como se fossem dois adolescentes apaixonados, dirigem-se, completamente nus e no mais absoluto silêncio, para o quarto de hóspedes, sendo o caminho apenas iluminado pela reduzida luz do telemóvel dele. Quando chegam ao quarto Rui fecham a porta, trancando-a à chave. - Nós estamos completamente doidos! - murmura ela. Ele não responde, abraçando-a logo de seguida e beijando-a. Muito excitado e desejando possuir novamente a tia, enquanto se beijam, o rapaz começa a puxar a tia na direcção da cama. Mas não é só ele que está cheio de tesão. No quarto dela, Susana tinha sido apenas um elemento passivo. Agora seria diferente. Ela queria comandar. Assim que chegam à cama, ela atira o sobrinho com força para trás, fazendo-o cair sobre o colchão. - Segura os cavalos meu menino... agora mando eu!... Como uma felina, e com um olhar predador, ela salta literalmente para cima dele, começando a esfregar-se sobre o membro dele, enquanto olham-se nos olhos, ambos com um rasgado sorriso provocador. Não conseguindo fazer o pénis do sobrinho escorregar para dentro dela, Susana usa uma mão para lhe "ensinar" o caminho. - Não fujas!... Anda á mamã!... Não era à mamã, mas era à tia. Sentindo-o à entrada, ela deixa cair todo o peso do seu corpo sobre ele, provocando uma penetração bem profunda que lhe arranca um profundo suspiro de prazer bem lá do fundo da alma. - Aaaaahhhh... isto é tão bom!... Depois de permanecer parada uns segundos para desfrutar todo o prazer que a assaltou, mantendo-se sentada sobre ele mas com as costas erguidas ou direitas, começa a fazer um delicioso, para ambos, sobe e desce. Susana apalpa as suas próprias mamas, e de vez em quando, puxa uma e depois outra para cima, até junto da sua boca, para poder chupar os seus próprios mamilos. - Oh tia... és tão boa!... Tão boa!... O rapaz, não lhes podendo chegar, limita-se a acariciar-lhe o corpo, principalmente a cintura e as coxas. Um e outro gemem de verdadeiro prazer. Mas uns largos minutos depois, ela começa a sentir um vulcão que parece querer borbulhar entre as suas pernas. Inclina-se sobre o peito dele, apoiando as mãos sobre o mesmo e rapidamente começa a cavalgar o sobrinho como se fosse uma verdadeira amazona. - Rrrrrrrrr... quero gozar... rrrrrrrrrrrrr... quero gozar... Este aproveita para finalmente lhe apalpar as mamas, tentando chupar-lhe os bicos, mas é tal a intensidade que ela coloca nos seus movimentos que ele mal consegue segurar-lhas. - Goza tia!... Goza!... Goza outra vez... Goza!... Sentindo que o orgasmo está a queres despontar, como que desesperada por gozar, ela crava as unhas na pele dele, grunhindo quase de raiva, ao querer arrancar do seu próprio corpo aquele prazer. Até que, finalmente obtém o seu tão almejado prémio. - Aaaaarrrrgggg... estou quase... estou quase... aaaarrrrggggg... Depois de gozar, deixa-se cair sobre o sobrinho, como que desfalecendo, de tão cansada que estava, enquanto ia mantendo uma respiração bastante ofegante. - Não aguento mais... estou exausta... preciso descansar... Ele entretanto apressa-se a sair debaixo dela e posiciona-se de joelhos por trás, fazendo-a ficar de quatro, para tanto, colocando-lhe as mãos na cintura e fazendo subir o seu rabo, apesar dela continuar com a cabeça deitada sobre o travesseiro. - Descansar?!... Descansa, descansa e deixa-te estar que eu trato do resto! Rui segura o seu membro, masturbando-o e aponta-o para a frente. Aproxima-se dela e começa a esfregá-lo pelo rego das nádegas. Depois aponta mais para baixo e desliza-o para a frente e para trás pelos lábios vaginais da tia que estão completamente cheios de fluídos vaginais. - Credo... Estás tão molhada... Finalmente empurra-o para dentro dela, obrigando-a a soltar um gemido, num misto de prazer e de algum desconforto, uma vez que está ainda muito sensível, depois de já ter gozado não uma, mas duas vezes. E não foram propriamente uns orgasmos curtos ou de pequena intensidade. Ele segura-a pela cintura e começa a fazer um vigoroso vai e vem, obrigando a tia a gemer entre grunhidos de alguma dor e prazer, de forma tão contida quanto possível para que ninguém os ouvisse. Mas o sobrinho castiga-a de tal forma que ela vê-se na obrigação de morder a almofada para poder quase gritar de prazer. - Isso tia... geme... geme... vou-te fazer gemer como uma cadela no cio... Rui fica tão entusiasmado que esquece-se dos cuidados que deve ter e dá uma violenta bofetada numa nádega da tia, arrancando-lhe um grito abafado pela almofada. Mas rapidamente confronta o sobrinho, sussurrando: - Estás maluco?... Queres que nos ouçam?... - Glup... desculpa tia, não me lembrei... - Está bem... mas tem cuidado com essas coisas... Desculpas aceites, ele reinicia um bom e prolongado vai e vem, muito vigoroso, arrancando sucessivos gemidos de prazer à tia, que em desespero morde violentamente a almofada, enquanto se agarra com todas as suas forças ao lençol da cama, até que finalmente, também ele anuncia o seu climax: - Aaaaaaaaahhhhh... estou-me a vir... estou a gozar... aaaaaahhhhhhh... aaaaahhhhhh.... - Sim querido!... vem-te!... Goza!... Dá-me o teu leitinho todo... Goza!... Fazendo umas penetrações mais profundas e espaçadas, interrompendo o seu movimento de vai e vem, fazendo com que as golfadas coincidam com o seu membro todo enfiado dentro dela, ele geme de prazer, até que ao terminar, estremece-se, sentindo um arrepio que lhe percorre toda a espinha. Ainda com o pénis entalado dentro dela, ambos deitam-se fazendo conchinha, com ele a acariciar continuamente o corpo da tia. Pouco depois, ela elogia-a... - Tu és uma mulher incrível!... - Tu também o és... Para a seguir passar ao ataque: - Diz-me, confessa aí, o tio faz-te gozar como eu?... - Tu sabes muito bem que não... - Então porque fizeste sexo com ele esta tarde?... - O que é que tu querias?... Eu não lhe posso dizer que não... - Por que não?... - Esqueces-te que ele é meu marido... Eu sou mulher dele, não sou tua... - Eu sei... mas podias dizer-lhe que não... - Isso são ciumes?... Ela vira-se para ele e confronta-o, provocando-o: - Estás com ciumes?... Hã?!... Confessa... Estás com ciumes de mim não estás? - Não?!... Não mesmo?... - Um pouco... mas eu sei que tu fingiste gostar... - Pois fingi... - Isso significa que me preferes a mim... - Na verdade prefiro a tua... Ao dizer isto, Susana agarra-lhe no pénis e começa a masturbá-lo, apesar dele ainda estar murcho. - Vamos acordar este menino?... - Pergunta ela provocadora. - É toda tua!... Ela desliza pelo corpo dele até chegar ao "menino", enfiando-o logo na boca para o chupar vigorosamente, procurando ressuscitá-lo rapidamente. Apesar de ainda não estar com uma erecção, Rui reage gemendo de prazer. Mas o seu membro não demora muito a dar sinais de vida, ganhando logo novo vigor. Assim que volta a ficar duro, Susana não demora a saltar para cima dele, para nova cavalgada heróica. Mas a sua frescura já não é a mesma, pelo que, alguns minutos depois, rende-se ao cansaço. Rui deita-a voltada para cima e posicionando-se sobre ela, na célebre posição do missionário, começando a meter com tudo. Os dois gemem em uníssono, até que ele anuncia que está quase a gozar. Susana pede-lhe para aguentar um pouco porque também está perto, mas apesar dos seus esforços, acaba por se render à excitação, gozando dentro dela. Ela suplica-lhe: - Por favor não pares... não pares... não pares... Não parou. Rui aproveita o vigor que ainda lhe resta e continua a meter com força até arrancar literalmente um orgasmo à tia que quase é traída por um sonoro grito de prazer. Por uma fracção de segundo, ele ouviu-se de forma bem sonoro, mas logo, muito a custo, ela conteve-o na sua garganta, para que ninguém os ouvisse. Na verdade, todo aquele cuidado foi pouco, porque no quarto mesmo ao lado, Vera ouviu tudo desde que eles entraram no quarto de hóspedes. Julgando-a dormir, na verdade ela estava no seu quarto, às escuras, a trocar mensagens de telemóvel com as amigas, sem nunca lhes ter dito contudo o que se passava no quarto ao lado. Apesar de não os ter visto a ir para o quarto, Vera sabia muito bem quem estava lá. Eram o primo e a mãe. E quanto ao que estavam a fazer, também não lhe restavam dúvidas. Inicialmente, ouvia um gemido ou outro, mas o barulho da cama era por demais evidente. Curiosa, pegou no copo que tinha na cabeceira, bebe o resto da água e usa-o para o encostar à parede e colar a orelha ao mesmo para ouvir melhor, podendo então perceber os gemidos de ambos. Apesar do choque, ficou muito surpreendida com o vigor manifestado pelo primo...
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